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:: ‘julgamento’

Julgamento da anistia de Glauber Rocha será nesta quarta

A Tarde On Line

O julgamento do processo de anistia do cineasta baiano Glauber Rocha será realizado na tarde desta quarta-feira, 26, no Teatro Vila Velha, pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça. O caso será apreciado por uma comissão composta por 24 conselheiros, entre representantes do governo e da sociedade civil.

O processo foi iniciado pela filha do cineasta, Paloma Rocha, em 2006, e solicita à Comissão a concessão de anistia ao cineasta baiano, falecido há 29 anos. Segundo os autos, Glauber Rocha foi alvo de perseguição e censura por causa da criação de seus filmes, na década de 60.

De acordo com a assessoria de imprensa da Comissão, o reconhecimento da anistia e o pagamento de indenização aos familiares do baiano serão decididos hoje. O processo será avaliado no palco principal do Teatro Vila Velha, a partir das 15h, e será aberto ao público. Quem quiser participar deve ir ao local a partir das 14 horas, quando começará a distribuição de senhas. Está prevista ainda a realização de um ato pelo Bando de Teatro Olodum, que faz parte do Vila Velha. :: LEIA MAIS »

Júri condena fazendeiro a 30 anos de prisão por assassinato de irmã Dorothy

Carlos Mendes, de O Estado de S. Paulo

O fazendeiro Regivaldo Galvão, o Taradão, foi condenado por maioria de votos a 30 anos de prisão pelo assassinato da missionária Dorothy Stang, ocorrido em Anapu (PA) em 2005. Ele terá de cumprir a pena em regime fechado sem direito de apelar em liberdade da condenação. A decisão foi comemorada por familiares da vítima e militantes de direitos humanos que se encontravam dentro e fora do Tribunal do Júri.

O juiz Raimundo Moisés Flexa leu a sentença no começo da madrugada deste sábado, 1º, lembrando que cinco homens e duas mulheres, na condição de jurados, entenderam que o réu, acusado de ser um dos mandantes do crime, agiu para satisfazer sua “cobiça e ambição pessoal”. Galvão foi levado para um presídio na região metropolitana de Belém, onde cumprirá a pena. O advogado Jânio Siqueira, defensor de Galvão, anunciou que pretende recorrer contra a condenação. :: LEIA MAIS »

Missões: Julgamento de cristãs ainda não foi encerrado. Ore

IRÃ- A Elam Ministries, uma das organizações que tem acompanhado o caso das cristãs iranianas Maryam e Marzieh, agradece as orações dos cristãos ao redor do mundo.
Eles informaram que as jovens não foram detidas, mas que o processo no tribunal ainda se estenderá por mais alguns dias. Assim que houver mais detalhes ou alguma atualização, o ministério informará.
Enquanto isso, os envolvidos no caso pedem que os cristãos em todo o mundo continuem orando.
“Agradecemos por vocês se juntarem a nós para apoiá-las em oração”, declaram os representantes do ministério.
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Fazendeiro é condenado a 30 anos pela morte de Dorothy Stang

O fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura, conhecido como Bida, foi condenado a 30 anos de prisão pela morte da missionária Dorothy Stang.
Ele foi julgado pela terceira vez, nesta segunda-feira. Após 15 horas, saiu a sentença de 30 anos de prisão em regime fechado, por ter encomendado a morte da missionária. Os advogados de defesa ainda tentaram libertar Bida antes do julgamento, mas o ministro Cezar Peluso, presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), indeferiu o pedido de liminar.
No dia 31 de março, os advogados de defesa de Vitalmiro, conseguiram adiar o julgamento em 2ª instância, marcado para aquela data. A defesa não compareceu ao júri, o que forçou a convocação da defensoria pública e o estabelecimento de nova data para o julgamento: 12 de abril. :: LEIA MAIS »

Quarto dia de julgamento começa com interrogatório do casal Nardoni

Só depois dos depoimentos, defesa deve decidir se quer fazer acareação com mãe de Isabella

 

Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusados de matar a menina Isabella, serão ouvidos pelos sete jurados nesta quarta-feira

 O quarto dia de julgamento do caso Isabella, previsto para iniciar às 9h desta quinta-feira (25), começa com o interrogatório do casal Nardoni, acusados de jogar a menina do sexto andar de um prédio. A ordem dos depoimentos deve ser definida no início desta manhã.

 Na tarde de quarta-feira (24), o advogado de defesa Roberto Podval decidiu dispensar as 11 testemunhas que tinha convocado para depor, exceto Ana Carolina Oliveira, a mãe da vítima. Ela já foi ouvida, mas o defensor disse que quer ter o direito de fazer uma acareação entre ela e os réus se achar necessário. :: LEIA MAIS »

Com depoimento dos réus, quarto dia de julgamento é o mais esperado

O quarto dia de julgamento do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá é considerado o mais importante até agora. Os réus, acusados de matar a menina Isabella Nardoni em março de 2008, serão ouvidos logo no início do julgamento desta quinta-feira, previsto para começar por volta das 9h.

Os réus poderiam começar a ser ouvidos nesta quarta-feira, após os interrogatórios das testemunhas de defesa, mas o juiz optou por deixar os depoimentos de Alexandre Nardoni e Anna Jatobá para quinta-feira, já que a previsão é que eles sejam longos.

Após a fase dos depoimentos dos réus, será a vez dos debates entre a acusação e a defesa. Cada um terá o direito de falar por duas horas e meia. Se a promotoria quiser, poderá usar mais duas horas para réplica, o que automaticamente dará direito à defesa de usar o mesmo tempo para tréplica.

Terminado o debate, os jurados serão questionados pelo juiz se têm condição de julgar o caso ou se querem alguma explicação. Se o júri responder que há condição de julgar o caso, todos passarão à sala secreta e decidirão o destino do casal. A expectativa é que o julgamento dure até sexta-feira. :: LEIA MAIS »

Mãe de Isabella chora durante julgamento do casal Nardon

A mãe da menina Isabella, Ana Carolina Oliveira, chorou muito na noite de hoje diante dos sete jurados ao ser ouvida por cerca de duas horas e meia no julgamento Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusados de matar Isabella em 29 de março de 2008. Testemunha de acusação no júri no Fórum de Santana, em São Paulo, a mãe da menina narrou brigas que presenciou entre o casal e se emocionou ao relembrar da sua chegada ao Edifício London, na noite da morte de Isabella. Uma jurada também chorou durante o depoimento, que encerrou o primeiro dia do julgamento, por volta das 22h. :: LEIA MAIS »

Julgamento dos Nardoni começa após 1h de atraso

O início do julgamento do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusados de matar a menina Isabella, começou às 14h17. O sorteio dos jurados já foi realizado, após atraso de mais de uma hora. Previsto para iniciar às 13h, 40 minutos depois o advogado de defesa do casal Roberto Podval ainda se reunia com o juiz Maurício Fossen, debatendo informações sobre o processo e sobre a escolha das testemunhas a serem ouvidas, informou a assessoria do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).

Isabella de Oliveira Nardoni, de 5 anos, foi morta na noite de 29 de março de 2008. A perícia concluiu que a menina foi atirada do sexto andar do prédio onde moravam seu pai, Alexandre, sua madrasta, Anna Carolina, e dois filhos pequenos do casal, na Vila Isolina Mazzei, zona norte de São Paulo. O crime comoveu o País e ganhou grande repercussão.

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Pai e madrasta de Isabella chegam ao Fórum de Santana

Arte/R7

Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, madrasta e pai da menina Isabella Nardoni, chegaram às 8h25 desta segunda-feira (22) ao Fórum de Santana, na Zona Norte de São Paulo, onde serão julgados pela morte da menina, ocorrida em março de 2008. Os dois deixaram as penitenciárias onde estão presos em Tremembé, a 147 de São Paulo, pouco antes das 6h30. Eles seguiram em dois carros separados, em comboio escoltado pela Polícia Militar. Até o início do julgamento, eles devem permanecer em celas separadas, como da última vez que prestaram depoimento à Justiça.

O júri popular que começa às 13h desta segunda é previsto em crimes contra a vida, como homicídio, tentativa de homicídio e auxílio ao suicídio. Nele, cidadãos comuns escolhidos por sorteio decidem se os réus são culpados ou inocentes. :: LEIA MAIS »

Julgamento dos Nardoni começa nesta segunda-feira

Às 13h desta segunda-feira (22) começa o julgamento mais esperado do país, o do casal Nardoni. Os acusados de jogar a menina Isabella Nardoni, de cinco anos, do sexto andar do edifício London, na zona norte de São Paulo, em 29 de março de 2008, ficarão frente a frente com as sete pessoas que decidirão o futuro deles. Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá negam que sejam os autores do crime. :: LEIA MAIS »

Casal Nardoni convoca 17 testemunhas para defesa em julgamento

Ao todo, 23 testemunhas serão ouvidas durante o julgamento do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá –acusados de matar Isabella Nardoni, 5, filha de Alexandre–, que ocorrerá a partir desta segunda-feira, no Fórum de Santana, na zona norte de São Paulo. São três testemunhas de acusação, 17 convocadas pela defesa e outras três comuns à defesa e à acusação –uma delegada, uma perita e um médico-legista.

Primeiro, serão ouvidas as testemunhas arroladas pela acusação, depois as da defesa. Isabella morreu em 29 de março de 2008, quando foi jogada do sexto andar do prédio onde moravam seu pai e sua madrasta, na zona norte de São Paulo. O casal está preso na Penitenciária de Tremembé.

O promotor de Justiça Francisco Cembranelli, do Ministério Público de São Paulo, será o responsável pela acusação. Na ocasião da denúncia, em 2008, Cembranelli apontou como provas contra o casal laudos periciais e versões de testemunhas –durante as investigações, mais de 60 pessoas foram ouvidas.

Reprodução

Ana Carolina Cunha de Oliveira e a filha, Isabella, 5, que caiu do sexto andar de prédio

Ana Carolina Cunha de Oliveira e a filha, Isabella, 5, que caiu do sexto andar de prédio

Os sete jurados que devem decidir o destino do casal terão uma rotina bem controlada durante o julgamento.

A formação do conselho de sentença é a primeira etapa do júri. Foram sorteadas 40 pessoas da lista cadastrada no 2º Tribunal do Júri do Fórum de Santana. O cadastro inclui pessoas com mais de 18 anos, residentes em São Paulo e sem antecedentes criminais. As 23 mulheres e 17 homens devem comparecer ao fórum amanhã, quando serão sorteadas as sete pessoas para o conselho de sentença. :: LEIA MAIS »

Julgamento do caso Isabella será um dos maiores do País

Na próxima segunda-feira, dia 22, quase dois anos após a morte de Isabella Nardoni, ocorrida em 29 de março de 2008, após cair da janela do 6º andar do Edifício London, os dois acusados pelo crime irão a júri popular no Fórum de Santana, na zona norte de São Paulo. No banco dos réus, estará Alexandre Alves Nardoni (pai da menina) e Anna Carolina Trotta Peixoto Jatobá (a madrasta). 


Clique aqui para ver o infográfico

 

Arquivo pessoal
Isabella morreu após cair do 6º andar

Eles são acusados de homicídio triplamente qualificado – meio cruel, impossibilidade de defesa da vítima e para encobrir crime anterior – além de fraude processual, por supostamente terem alterado a cena do crime. O Ministério Público diz que Anna Carolina agrediu a menina e a asfixiou até perder a consciência e o pai foi o responsável por cortar a tela de proteção da janela do quarto dos filhos, no apartamento 62, e jogá-la pela janela. Já a defesa alega que uma terceira pessoa entrou no apartamento e cometeu o crime.

Esta é apenas uma das muitas polêmicas que envolvem o julgamento, um dos maiores já realizados no País. Especialistas ouvidos pelo iG afirmam que são poucos os crimes que ultrapassam as barreiras municipais e ganham destaque nacional e mais raros ainda aqueles que chegaram perto da comoção causada pelo caso Isabella.

Todos são unânimes em dizer que, de todos os crimes conhecidos das últimas décadas no Brasil, apenas o planejado por Suzane von Richthofen – condenada, em 2006, a 39 anos de prisão pela morte dos pais – assemelha-se ao que acabou com a vida de Isabella. :: LEIA MAIS »

Testemunha do casal Nardoni não é localizada e julgamento pode ser adiado

Faltando apenas três dias para o julgamento do casal Nardoni, acusado de matar a menina Isabella em 2008, uma das testemunhas arroladas pela defesa dos réus ainda não foi localizada e o júri corre o risco de ser adiado. Trata-se do pedreiro Gabriel Santos Neto, que teve entrevista publicada no jornal ‘Folha de S. Paulo’ afirmando que um ladrão arrombou uma obra vizinha ao prédio onde a menina caiu. Essa versão se encaixa com a defesa de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá. O casal alega inocência e sustenta que uma terceira pessoa matou Isabella. Mas, em 2009, o trabalhador negou a história à Justiça.

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Veja o local onde será o julgamento do casal

Jurados ficarão hospedados no Fórum de Santana para não serem influenciados.

Arte/R7

Programado para começar em 22 de março, o julgamento do casal Nardoni pode durar até cinco dias, segundo estimativa do Tribunal de Justiça de São Paulo. Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá são acusados de matar a menina Isabella Nardoni, de cinco anos, em março de 2008.

O julgamento será realizado no Fórum de Santana, na zona norte de São Paulo. Além do casal, serão ouvidas 21 testemunhas, sendo que apenas três foram convocadas pela defesa e pela acusação. A decisão de condenar ou inocentar será dos jurados.
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Acusado de morte vai a julgamento

Zero Hora

CASO DOROTHY

Passados cinco anos do assassinato da missionária norte-americana Dorothy Stang, a Justiça do Pará marcou para 30 de abril o julgamento de Regivaldo Pereira Galvão, conhecido como Taradão.
O fazendeiro é o principal acusado de ser o mandante do crime, ocorrido no dia 12 de fevereiro de 2005, no município de Anapu. Taradão era o último dos cinco réus que ainda não havia sido julgado.



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