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:: ‘joaquim roriz’

Voto de Lewandowski amplia para 4 a 1 a aplicação da Ficha Limpa neste ano

Carol Pires e Rodrigo Alvares/Estadão

19h07 – “Não se pode comparar a condição de parentesco com a da inelegibilidade inata”, debate Mendes com Lewandowski. Para Mendes, se lei de iniciativa popular escapar ao controle constitucional é melhor que se feche o STF.

19h04 – Gilmar Mendes é o sexto ministro a votar. Ele começou seu discurso afirmando que o fato de a Lei da Ficha Limpa ser de iniciativa popular não a torna inquestionável: “Muitas vezes tem de se contrariar aquilo que a opinião pública entende como salvação, muitas vezes para salvar a própria opinião pública”. “Se a iniciativa popular tornar inútil a nossa atividade, melhor fechar esse tribunal”.

18h55 – “A lei da Ficha Limpa presta inequívoca homenagem aos princípios da probidade administrativa e moralidade, que constituem, a meu ver, o próprio cerne do regime republicano”, vota Lewandowski confirmando placar 4 x 1. :: LEIA MAIS »

TRE-DF barra candidatura de Joaquim Roriz

Carol Pires/Estadão

No dia em que completa 74 anos, Joaquim Roriz teve barrada sua candidatura ao governo do Distrito Federal pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) com base na lei Ficha Limpa. Ex-governador por quatro mandatos, Roriz renunciou ao mandato de senador em 2007 para escapar de um processo disciplinar passível de cassação de mandato. Cabe recurso no TSE. Dos sete membros da corte, apenas o presidente não votou. O placar ficou em 4 x 2.

Roriz foi flagrado em conversas telefônicas interceptadas pela Polícia Federal negociando a partilha de um cheque de R$ 2,2 milhões do empresário Nenê Constantino. À época, Roriz alegou que a conversa se tratava, na verdade, de um pedido de empréstimo de R$ 300 mil para a compra de uma bezerra.

O advogado de Joaquim Roriz, Pedro Gordilho, defendeu que a Lei Ficha Limpa não pode retroagir para prejudicar o candidato e alegou que, ao renunciar ao mandato de senador em 2007, Roriz estava seguindo uma normal “moralmente aceita”. “A renúncia em 2007 era um ato lícito e não teria sido praticada se o autor (Roriz) tivesse a percepção extra-sensorial que três anos depois seria ilícita”, disse. :: LEIA MAIS »

Ministério Público do DF denuncia ex-governador Joaquim Roriz

O Ministério Público do Distrito Federal denunciou na terça-feira à Justiça o ex-governador Joaquim Roriz (PSC), que lidera as pesquisas para o governo local. Os promotores acusam Roriz de improbidade administrativa.

O Ministério Público concluiu que o então presidente do BRB, Tarcísio Franklin, aliado de Roriz, autorizou o desconto irregular de um cheque do Banco do Brasil (BB) no valor de R$ 2,2 milhões emitido em benefício de Nenê Constantino.

O cheque foi sacado na tesouraria do BRB, sem garantia de que tinha fundos e sem que a operação fosse comunicada ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras. O dinheiro foi dividido entre Joaquim Roriz e o empresário Nenê Constantino, conforme apontaram escutas telefônicas da Operação Aquarela, da Polícia Civil, em 2007.

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