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:: ‘Jaques Wagner’

Chinesa JAC Motors formaliza acordo para se instalar em Camaçari

 

A Tarde
Com investimento de US$ 1,3 bilhão, fábrica vai gerar 13,5 mil postos de trabalho

Uma década após a instalação da fábrica da Ford, a Bahia formaliza, nesta quarta-feira (16), o acordo que vai trazer a segunda planta automotiva para o Polo Industrial de Camaçari. Com um investimento estimado em US$ 1,3 bilhão, a chinesa JAC Motors definiu o Estado como a porta de entrada para a conquista do Brasil. Quando entrar em funcionamento, em 2014, a montadora deverá gerar 3,5 mil empregos diretos e outros 10 mil indiretos para produzir 100 mil carros por ano.

O espaço físico que a fábrica deverá ocupar é semelhante ao ocupado atualmente pela Ford, de aproximadamente 5 milhões de metros quadrados. Ontem, o governador Jaques Wagner disse, no programa Conversa com o Governador, que viajará à China em 10 de dezembro para visitar a fábrica.

Um efeito da chegada da JAC que poderá ser notado ainda no primeiro trimestre do próximo ano, é que a empresa tem a expectativa de passar a importar os veículos pela Bahia entre fevereiro e março. “Inicialmente, farão isso numa estrutura provisória, mas vamos preparar o Terminal da Ford”, explica o secretário da Indústria, Comércio e Mineração (SICM), James Correia.

Futuramente, diz ele, o terminal será ampliado, com um investimento de R$ 100 milhões, para atender as duas montadoras e outras, também interessadas em operar no Estado. “Ao contrário do que dizem, estamos sim na disputa pela fábrica da Volkswagen”, garante James Correia. E de outras, também, “com chances muito boas”.

Região Metropolitana de Feira de Santana é sansionada

Tribuna da Bahia

A Região Metropolitana de Feira de Santana (RMFS) passa a existir a partir de hoje, quan-do o decreto da Assembleia Legislativa terá a sanção publicada no Diário Oficial, na forma da Lei Complementar nº 35 de 06 de julho de 2011, assinada pelo governador Jaques Wagner. Formam a RMFS, além de Feira de Santana, os municípios de Amélia Rodrigues, Conceição de Feira, Conceição do Jacuípe, São Gonçalo dos Campos e Tanquinho.

A criação da RMSF traz uma série de benefícios para os municípios da região, como a redução do valor da conta telefônica, que passa a ser de ligação local entre as cidades, captação de recursos de diversas fontes, por meio de um Fundo de Desenvolvimento Metropolitano, e a criação do Policiamento Metropolitano, responsável pela cobertura de toda a área sob a inspeção e vigilância do Comando Metropolitano. O mesmo decreto cria também o Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Feira de Santana, órgão de caráter normativo, consultivo, deliberativo e de planejamento composto por um representante de cada município da RMFS e por representantes do governo do estado e da sociedade civil.

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Aliados de Wagner demonstram instatisfação com distribuição de cargos

TRIBUNA DA BAHIA

Passado o impacto da reforma administrativa e início da gestão dos novos titulares nas secretarias do estado, o governo segue com a complexa tarefa de distribuição e nomeação de cargos do segundo e terceiro escalão. Nos bastidores da Assembleia Legislativa, deputados da base aliada demonstram insatisfação com a morosidade do anúncio e os critérios adotados na divisão.

A demora na repartição dos cargos seria justificada pela espera das negociações em âmbito nacional, até porque a acomodação em plano local se daria em comum acordo com as decisões na instância federal. A assessoria do governo nega que haja clima de contrariedade entre os partidos que compõem a aliança e o governador Jaques Wagner (PT). Em toda a Bahia são aproximadamente 400 cargos regionais e municipais a serem preenchidos com a indicação do governo.

Nos bastidores, interlocutores do Executivo e do Legislativo deixam claro o descontentamento gerado pelas normas de divisão. “Estabeleceu-se critérios de votação do parlamentar e da legenda, o que provocou muita reclamação.

Até o próprio PT, que está ganhando muitos cargos, tem reclamado”, confessou um deputado, que logo em seguida deixou escapar uma dúvida. “Resta saber se essa reclamação do PT é estratégia para conformar os demais que pertencem à base ou se é porque eles estão insatisfeitos mesmo”, acrescentou.

Segundo o mesmo parlamentar, o governo deixou de fora da conta muitos cargos considerados pelos deputados, a exemplos daqueles que seriam ligados à Cesta do Povo, aos hospitais e à segurança pública.

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Wagner afirma que outras Bases de Segurança serão inauguradas na Bahia

A Tarde

“É inadmissível que a marginalidade queira ser subprefeitura ou coordenação local”, disse o governador do Estado, Jaques Wagner, durante a inauguração da Base Comunitária de Segurança do Calabar, na manhã desta quarta-feira, 27. Segundo ele, outras Bases Comunitárias virão. “Existe uma lista de obstáculos a serem vencidos, mas já está bem melhor. Era preciso ir para a rua e colocar as coisas no lugar”.

O ato oficial significa a passagem de comando Batalhão de Choque para a polícia comunitária. Serão 120 PMs organizados em grupos para patrulhas a pé, de moto ou carro, diariamente e em áreas predefinidas. Onze câmeras formarão o sistema de videomonitoramento. Segundo informações da comandante da base, capitã Maria Oliveira, quatro estão em fase de teste.

Titular da pasta que fez a instalação da Base Comunitária, o secretário de Segurança Pública da Bahia, Maurício Barbosa, foi o responsável pela escolha de uma mulher como capitã da Base. “A mulher é mais sensível e isso ajuda no trabalho de aproximação com a comunidade”, explicou.

A capitã Maria Oliveira, que assume o comando no Calabar, disse que acredita no projeto. “A polícia está mais próxima da comunidade, 40% dos policiais que ficarão aqui são mulheres”, disse. Sobre a escolha, Oliveira se disse surpresa. “Fiquei sabendo há dez dias. O secretário foi ao Rio de Janeiro e percebeu como era importante o papel da mulher”, afirmou. :: LEIA MAIS »

Tendência interna do PT quer espaço no 1º escalão do governo Wagner

A Tarde

Deverá ser por meio da Secretaria de Políticas para as Mulheres, a ser criada a partir do desmembramento da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial e Política para as Mulheres, que a Articulação de Esquerda (AE), tendência interna do Partido dos Trabalhadores (PT), vai participar do primeiro escalão do governo Wagner. A discussão interna tem revelado a insatisfação do grupo, que viu serem frustradas as perspectivas iniciais de uma participação mais expressiva.

Nos bastidores há quem diga que a indefinição quanto à participação da AE no governo se deve à insatisfação do governador com a condução da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) durante a gestão do hoje deputado federal Valmir Assunção, alvo de denúncia de uso indevido de tíquetes de vale-compra de cesta básica da Coordenação de Defesa Civil (Cordec) durante a campanha de 2008.

A afirmação é contestada por outra corrente do partido. “Valmir ficou até o último dia e seu substituto é indicação dele. Toda equipe de transição foi mantida”, rebateu outra fonte que pediu para não ser identificada. Segundo ela, a discussão sobre a participação da Articulação de Esquerda no governo do estado está quase toda definida. “É que desta vez não faremos como foi com o PDT, que acabou anunciando nome de secretário antes mesmo de ser nomeado pelo governador”. O deputado federal Valmir Assunção não foi encontrado pela reportagem. :: LEIA MAIS »

PDT convoca Lupi para cobrar cota do partido no governo Wagner

A Tarde

A decisão sobre a participação do PDT no governo Wagner vai passar pelo diretório nacional do partido. O presidente do diretório estadual, Hari Alexandre Brust, informou na manhã deste sábado, 22: “Passei a bola para o ministro (Carlos Lupi). Disse a ele que não tinha chegado a um acordo”. Esta decisão surpreendeu o governo baiano, que até as 21h da sexta-feira dava como certo o encontro no fim de semana para resolver a última pendência na definição do primeiro escalão.

Posta na mesa de negociação está a Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH). Não é a primeira opção, mas pode ser aceita, se entregue inteira. O empecilho é que proposta do governo exclui a Superintendência de Assuntos Penais (SAP) do pacote. “Presídios nem têm a ver com a cara do partido, mas se vier sem, a pasta fica esvaziada. Então, queremos os presídios”, explicou reservadamente um  deputado do partido.

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Governo Wagner admite não ter metas específicas para os primeiros 100 dias do 2º mandato

A Tarde

O governador reeleito Jaques Wagner (PT) começa o ano de 2011 e o novo mandato com velhos planos e novas promessas a cumprir. No entanto, não estabeleceu metas de curto prazo para atacar problemas que atingem a vida dos baianos que lhe confiaram mais quatro anos no comando das políticas públicas estaduais.

A assessoria do governador explicou a inexistência de planejamento específico para os primeiros 100 dias de gestão. “É um governo de continuidade”, justificou o assessor Ernesto Marques. Mas, apesar de fortalecido pelo resultado das eleições de outubro, o governo não terá trégua da oposição, segundo afirmou o líder do PMDB na Assembleia Legislativa, Leur Lomanto Júnior.

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Jaques Wagner, Otto Alencar e parlamentares eleitos são diplomados

Tribuna da Bahia

Em clima de festa diante do ato que formalizou sua conquista para mais um período à frente do governo da Bahia, mas de olho também na formação da equipe da presidente Dilma Rousseff (PT) e do secretariado que lhe ajudará na gestão no Estado, o governador Jaques Wagner (PT) disse ontem, durante entrevista coletiva no evento de diplomação dos políticos eleitos, que “competência e articulação” são os critérios que devem definir as escolhas dos nomes no plano local e nacional.

Ao falar sobre a indicação de aliados para o Ministério da presidente eleita, o gestor petista demonstrou que tem conduzido o assunto com tranquilidade. O governador falou também de seu governo e destacou as áreas de infraestrutura, logística e social, como prioridades de seu próximo mandato.

Na Bahia, além do governador, foram diplomados o vice-governador, Otto Alencar (PP), os senadores Lídice da Mata (PSB) e Walter Pinheiro (PT), 39 deputados federais, 63 deputados estaduais e os respectivos suplentes, sendo quatro para as vagas do Senado (dois para cada titular). Ao todo foram diplomados 152 eleitos, no salão Iemanjá, do Centro de Convenções da Bahia. Quatorze políticos não participaram do ato.

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TCU recomenda paralisação da construção da Ferrovia Oeste-Leste

A Tarde

Wagner em audiência púbica sobre a Ferrovia, em junho de 2009

A construção da Ferrovia Oeste-Leste, que liga Caetité a Barreiras, está na lista de 32 obras públicas cuja suspensão foi recomendada pelo Tribunal de Contas da União (TCU)por irregularidades graves. Dezoito delas são integrantes do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), caso da Oeste-Leste. Neste ano, o plano de fiscalização do tribunal,conhecido como Fiscobras, incluiu 426 obras em todo o país.

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Wagner faz carreata em Vitória da Conquista

Por Diêgo Gomes/Tribuna da Bahia

No próximo sábado o governador e candidato a reeleição, Jaques Wagner (PT), estará em Vitória da Conquista para participar de uma carreata com seus correligionários pelas ruas da cidade a partir das 9 horas da manhã.

Às 11 horas estará em Poções, 13 horas em Nova Cannã e 15 horas em Iguaí. Existe a possibilidade de participar de um comício improvisado nessas cidades no mesmo após as carreatas, entretanto dependerá da quantidade de pessoas.

Caso o contrário o governador participará apenas da carreata como aconteceu em Itapetinga, quando discursaram apenas no comício o prefeito José Carlos Moura e um candidato a deputado, conforme informações do Sudoeste Hoje (foto acima).

Governo Wagner não conclui hospital e prejudica população de Caetité afirma pré-candidato Paulo Souto

da ASCOM | DEM-BA

“É fundamental que o projeto do Hospital de Caetité seja retomado. Ele precisa ser equipado e concluído. Em operação, vai proporcionar um grande salto na qualidade da assistência médica no município e região”, afirmou o presidente estadual do Democratas, Paulo Souto, durante encontro com lideranças políticas em Caetité, no último final de semana. Acompanhavam o pré-candidato ao governo do estado os ex-prefeitos José Ronaldo, de Feira de Santana, e Nilo Coelho, de Guanambi, além do presidente do PSDB na Bahia, Antonio Imbassahy, do deputado federal, João Almeida, e estadual, Luiz Augusto.

O hospital não foi concluído ainda, segundo o ex-prefeito de Caetité, Ricardo Ladeia, por causa de preconceito político. “Em 2006, o então governador da Bahia, Paulo Souto, empenhou cerca de R$ 2 milhões, recurso suficiente para a conclusão e posterior funcionamento do hospital. No entanto, Jaques Wagner, que assumiu o governo no ano seguinte, não destinou os recursos para o nosso município, interrompendo o sonho do nosso povo”, relatou.

O pré-candidato ao Senado Federal, José Ronaldo, acredita que essa é uma medida mesquinha, que segue na contramão dos princípios democráticos e republicanos. “É indigno um governador que, ao assumir, encontra uma verba empenhada, que é uma verba garantida, de convênio assinado, e só porque o município tem um prefeito de oposição, ele não direciona o recurso, prejudicando a população”, criticou. :: LEIA MAIS »

Wagner diz que não se incomoda com palanque de Dilma e Geddel

do Correio*

O governador e pré-canditado à reeleição, Jaques Wagner (PT), disse durante passagem de Dilma Rousseff (PT) por Salvador, neste domingo (16), que não se importa com palanque formado pela pré-candidata à presidência da República e seu adversário na disputa regional, o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB).

‘Não vou ficar chateado se ela (Dilma) subir no palanque com Geddel. Se ele vai apoiá-la, deve subir com ele’, afirmou Wagner à reportagem do Terra. De acordo com ele a polarização se dará entre ele e Paulo Souto. ‘O que deve acontecer é uma polarização entre Serra e Dilma e aqui na Bahia entre Wagner e Paulo Souto’, garantiu.

Sobre o candidato do partido na Bahia ao Senado, o governador disse em tom de brincadeira que as iniciais serão WP. ‘A chapa está formada. Wagner, Otto (Alencar, do PP), (a deputada federal) Lídice (da Mata, do PSB) e WP’, se referindo a disputa entre Walter Pinheiro e Waldir Pires pela cadeira no Senado. A decisão deve sair nos próximos 15 dias, prevêem alguns dirigentes petistas.

Wagner disse que não se arrependeu de ter feito aliança com o PMDB em 2006 e ressaltou a importância de ter aliados como o Partido Progressista (PP) que vem como o seu candidato a vice, Otto Alencar. :: LEIA MAIS »

Política: Os impactos da aliança Geddel-César

Além do tempo no horário eleitoral gratuito, de dois minutos, que o deputado federal e ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) ganha a partir da aliança firmada com o senador César Borges e o PR, a nova configuração do cenário político produz efeitos outros importantes nas principais candidaturas da Bahia nas eleições de outubro.

PARA GEDDEL E ALIADOS: A principal talvez seja a nova perspectiva que passa a ter o candidato do PMDB: em política se sabe que durante uma campanha eleitoral, a criação de fatos políticos de peso podem ter uma influência grandiosa no resultado final. O apoio do PR e a inclusão de César Borges na chapa majoritária peemedebista é um desses fatos e, mais do que a quantidade de votos que os aliados possam trazer de imediato, pode ter um impacto psicológico sobre o eleitorado desfazendo a sensação, que já se formava, de que o governador Jaques Wagner é imbatível e que poderia vencer no primeiro turno.

É claro que somente será possível perceber este impacto nas pesquisas de opinião que se fizerem a partir de agora, mas o fato já deverá influenciar pelo menos o ânimo das lideranças do PMDB e dos partidos a ele já coligados (PSC, PTB). Também deverá dar novo ânimo aos candidatos a deputados (federal e estadual) do próprio PR, uma vez que a coligação proporcional com os peemedebistas deve aumentar as chances de eleição e reeleição. :: LEIA MAIS »

Mulher de segurança do governador Jaques Wagner teria sido asfixiada na areia

O corpo da esposa do ajudante de ordens de Jaques Wagner foi encontrado nas dunas de Ipitanga no dia 2 de março, a poucos metros do Fiat Palio que conduzia

SALVADOR – Na véspera de completar um mês de morte da tesoureira da Caixa Econômica Federal Ananda Lima Barreto Assunção, 30 anos, esposa do capitão da PM Roberto de Melo Assunção, ajudante de ordens do governador Jaques Wagner, o secretário de Segurança Pública, César Nunes, afirmou que a bancária foi asfixiada na areia.

O corpo de Ananda foi encontrado a poucos metros do Fiat Palio que conduzia, no dia 2 de março, nas dunas de Ipitanga, nos fundos do Hotel Mamelucos, em Lauro de Freitas, na região metropolitana de Salvador. “O laudo mostrou que ela teve o rosto empurrado no areia”. :: LEIA MAIS »

Jaques Wagner vai priorizar cargos técnicos na reforma do secretariado

Os secretários estaduais que vão se desincompatibilizar até a próxima semana para concorrer às eleições vão ser substituídos por técnicos, chefes de gabinete ou pessoas da própria estrutura das pastas. A repetição – pelo governador Jaques Wagner – da mesma estratégia adotada pelo presidente Lula foi confirmada na noite de ontem pelo secretário de Relações Institucionais, Rui Costa, em entrevista ao programa Fala Bahia, da Bahia FM. Costa alegou a necessidade de dar continuidade ao trabalho. Daí porque os futuros auxiliares de Wagner receberão a recomendação de “tentar mexer o mínimo nas equipes”. :: LEIA MAIS »

“Fiz aposta no PMDB e não deu certo”, diz Jaques Wagner em entrevista

O governador Jaques Wagner, pré-candidato à reeleição em aliança liderada pelo PT, afirma que administrar ficou mais fácil depois do rompimento com o PMDB de Geddel. Ele também diz que a imprensa glamouriza a violência, mas revela que pesquisas mostram a segurança como um tema de muita preocupação dos eleitores em relação ao governo. Carioca, 58 anos, o governador visitou a Redação do CORREIO e conversou com o editor-chefe, Sergio Costa, o editor-executivo, Oscar Valporto, e o editor multimídia, Gustavo Acioli.

Os adversários dizem que seu governo não tem marca e que, em vez de realizar, o senhor costuma culpar uma suposta ‘herança maldita’. Qual a marca da sua gestão?
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Wagner justifica opção por Borges e sinaliza composição de sua chapa

Política livre

Em conversa com parceiros e aliados, o governador Jaques Wagner (PT) não tem se furtado em justificar a opção pela indicação do senador César Borges (PR) como candidato ao Senado em sua chapa.

Segundo Wagner, eleitoralmente, para vencer o pleito de outubro, ele teria que fazer uma opção entre o senador e o ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), que lançou-se candidato a governador pelo PMDB.

Teria optado por Borges em decorrência da impossibilidade de uma reconciliação política com Geddel. Com a confirmação de Borges na chapa, o que deve ocorrer de forma oficial proximamente, Wagner insinua também qual deve ser a sua composição final. :: LEIA MAIS »



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