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:: ‘investigação’

Tuma Júnior vai deixar Secretaria Nacional de Justiça

Rui Nogueira e Vera Rosa/BRASÍLIA – O Estado de S.Paulo

Abandonado pelo Planalto, o secretário Nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, acertou na madrugada desta terça-feira, 11, com o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, que vai deixar o cargo ainda nesta terça-feira. Ontem, em reuniões no Planalto e no próprio ministério, os assessores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tomaram conhecimento de um relatório da PF onde a polícia detalhava tudo o que sabia sobre as ligações de Romeu Tuma Júnior com a máfia chinesa.

Dida Sampaio/AE

Dida Sampaio/AE

Governo também foi colocado a par das ações de assessores do secretário

O governo também foi colocado a par das ações de assessores do secretário, que transformaram os gabinetes do Ministério da Justiça em verdadeiras “centrais de favores” prestados a amigos e familiares.

Nas reuniões de ontem, no Planalto, ficou clara a decisão da Polícia Federal de pedir ao Judiciário autorização para abrir uma investigação contra Tuma Júnior.

Diante da decisão, Lula concordou que Tuma não ficaria mais no cargo, mas que caberia ao ministro Barreto decidir a forma de afastamento – o ministro deixou às 20h o Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), sede provisória do Executivo, e reuniu-se com Tuma, no ministério, até as duas da madrugada desta terça-feira.

Hoje, depois que a PF divulgou uma nota oficial detalhando todo o histórico de informações coletadas nas investigações que flagraram Tuma Júnior em situações que configuram, no mínimo, tráfico de influência, o secretário Nacional de Justiça decidiu que se afastaria por 30 dias. A informação, dada em primeira mão pelo site de notícias G1, irritou Tuma Júnior, que voltou a se reunir com Barreto.

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Polícia Civil busca policiais suspeitos de torturar e atirar em rapaz em SP

Bruno Lupion, do estadão.com.br

SÃO PAULO – Três policiais militares são suspeitos de tentar matar um rapaz de 22 anos na noite de terça-feira, 27, por volta das 21 horas, em uma praça no Parque Edu Chaves, zona norte da capital, a 40 metros de uma base comunitária da Polícia Militar (PM). Um dia antes, a vítima e outro adolescente teriam sido torturados dentro de uma viatura após supostamente terem roubado dois celulares.

O caso, investigado pela Polícia Civil, ocorre menos de três semanas após o assassinato do motoboy Eduardo Luís Pinheiro dos Santos, encontrado morto em via pública depois de ser detido por policiais na Casa Verde, também na zona norte.

Segundo a Polícia Civil, a agressão começou na noite de segunda-feira, 26, quando Valdinei Resende dos Reis, o adolescente e um comparsa teriam roubado dois celulares, no Jaçanã. Poucos minutos depois, o adolescente teria sido apreendido por policiais militares e torturado dentro da viatura, para que revelasse o paradeiro dos comparsas.

Reis foi detido em seguida, e também teria sido torturado para que entregasse os celulares. O objeto do roubo não foi localizado e, no final da noite, Reis e o adolescente foram levados pela viatura até suas respectivas casas. Os policiais não apresentaram a ocorrência na delegacia e furtaram a arma calibre 32 apreendida com a dupla, segundo a Polícia Civil.

Na noite seguinte, três policiais militares à paisana foram até à Lan-House “Diversite”, na Praça Comandante Eduardo de Oliveira, à procura de Reis. Ao ser encontrado, ele foi conduzido para o meio da praça e baleado no cotovelo e nas nádegas. Os policiais militares da base comunitária ao lado da ocorrência foram até o local e abordaram os agressores, que se identificaram como policiais militares e foram imediatamente liberados. :: LEIA MAIS »

Dengue e mortes suspeitas são investigadas em SP

Estadão

SANTOS E RIBEIRÃO PRETO – A saúde do Guarujá agora é caso de polícia. Surpreendido com o aumento de número de Boletins de Ocorrência (BO) de morte suspeita, o delegado titular do município, Cláudio Rossi, instaurou um inquérito coletivo para apurar as causas de mais de 85 mortes ocorridas em fevereiro.

“É normal o registro de BO de morte suspeita, mas em fevereiro, esse número mais que dobrou. Somado a isso, há o fator dengue, com muitas reclamações de pessoas que tiveram alguns familiares mortos”, disse o delegado.

De acordo com o delegado, os BOs de morte suspeita são registrados sempre que os médicos não fornecem atestados de óbito, seja porque não tiveram tempo ou porque o paciente passou mal em casa e chegou ao Pronto Socorro morto.

“Algumas pessoas já relataram quando estavam registrando o BO que seus familiares foram mal atendidos, ou que foram dispensados e depois morreram”, diz o delegado, afirmando, entretanto, que no momento da dor da perda, é comum os familiares se revoltarem contra o sistema de saúde sem que esse seja necessariamente culpado.

No entanto, em mais de 30 anos na Polícia, Rossi nunca viu tantos casos de morte suspeita em um único mês e por isso optou pelo inquérito. “Nós vamos apurar para ver se houve imperícia médica, omissão de socorro ou falta de vaga nos hospitais da região”, afirmando que embora falta de vaga não seja crime, o Ministério Público precisa saber se tal informação confere para tomar as providências cabíveis.

Entre os casos apurados, há mortes na rede pública e na rede privada. O delegado vai ouvir depoimentos de familiares das vítimas, médicos e responsáveis pelas unidades de saúde onde elas foram atendidas. Além disso, a Polícia Civil vai avaliar as fichas médicas e os laudos técnicos sobre o estado de saúde de cada paciente que veio a óbito.

Epidemia em Ribeirão Preto

Os 1.791 casos de dengue deste ano ultrapassaram os 1.694 registrados em todo o ano de 2009, em Ribeirão Preto. Esse número indica que a cidade entra no quadro de classificação de epidemia, pois tem 318 casos por 100 mil habitantes.
As autoridades da saúde consideram que há epidemia quando a incidência da doença atinge 300 casos por 100 mil habitantes. A Secretaria Municipal de Saúde, no entanto, já considerava a situação como de epidemia, pois teme que ocorra explosão de casos entre março e abril – existem ainda 2.632 casos suspeitos. :: LEIA MAIS »



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