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:: ‘imóveis’

Feira: No primeiro conjunto do Minha Casa, Minha Vida, venda de imóveis e calote

Edna Simão e Tiago Décimo, de O Estado de S.Paulo

FEIRA DE SANTANA, Bahia – Apenas seis meses depois de entregues as chaves, o primeiro empreendimento do Programa Minha Casa, Minha Vida para famílias de baixa renda tornou-se uma espécie de assentamento urbano com comércio ilegal de apartamentos e abandono dos imóveis por falta de pagamento das prestações de R$ 50, colocando em xeque o programa xodó da presidente Dilma Rousseff.

 O Residencial Nova Conceição, em Feira de Santana (BA), foi o primeiro empreendimento para famílias com renda de até R$ 1.395 entregue no País e recebeu duas visitas do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na campanha presidencial, Dilma levou ao ar no horário eleitoral gratuito o condomínio como exemplo bem-sucedido de política pública para os mais pobres.

De lá para cá, desligadas as câmeras da campanha, o “condomínio” apresenta personagens com dramas reais. O presidente da Associação de Moradores do Residencial Nova Conceição, Edson dos Santos Marques, 27 anos, diz que o calote tem aumentado no empreendimento porque boa parte dos moradores tem como renda apenas o benefício do Bolsa Família.

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SP: Feirão da Caixa começa hoje em quatro cidades

Daniela Barbosa, iG São Paulo

Começa nesta quinta-feira a sexta edição do Feirão da Casa Própria em São Paulo, Fortaleza, Salvador e Curitiba realizado pela Caixa Economia Federal. Este ano, só na capital paulista, 151, 5 mil imóveis estarão à venda, desses 51 mil estão na planta ou em fase de construção e 36 mil se enquadram no programa Minha Casa, Minha Vida, iniciativa do Governo Federal que reduz o financiamento de imóveis que custam até R$ 130 mil. A Caixa espera fechar mais de 18 mil novos negócios e movimentar R$ 1,5 bilhão com as vendas na cidade de São Paulo. Segundo o banco, 73% dos financiamentos imobiliários angariados pela Caixa são fechados nos feirões.

Mais de 51 mil imóveis na planta ou em construção estarão à venda no feirão de São Paulo

Na capital paulista, a Caixa espera receber cerca de 120 mil pessoas, o mesmo número do ano anterior. A quantidade de pessoas é menor que o recorde de 2008, quando 162 mil visitaram o feirão. Segundo Valter Nunes, superintendente regional da Caixa de São Paulo, o perfil do visitante é a pessoa com renda de 10 salários mínimos. “Em 2008, recebemos muita gente com salários de até R$ 1,5 mil e não temos imóveis para esse perfil no feirão”, afirma.

Os valores dos imóveis ofertados no feirão da capital paulista variam entre R$ 70 mil e 1,2 milhão e a maioria deles esta localizado na cidade de São Paulo. A Caixa oferta também imóveis do ABC paulista e Baixada Santista. Além de São Paulo, outras 12 cidades promovem o feirão neste mês e mais de 450 mil imóveis serão estão à venda em todo o Brasil. :: LEIA MAIS »

Bahia precisa de corretores de imóveis para bater meta

Mercado imobiliário pretende vender 15 mil unidades em 2010

No ano passado, foram vendidos 11.786 imóveis na Bahia. A meta para 2010 é de 15 mil unidades, o que representa um volume de negócios na ordem de R$ 3 bilhões, segundo Luciano Muricy Fontes, diretor técnico da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi-BA).

Tendo em vista que o déficit habitacional baiano ultrapassa a casa das 500 mil unidades, a tendência é que o mercado fique cada vez mais aquecido nos próximos anos. E para dar conta dessa demanda, as grandes e pequenas empresas do ramo imobiliário estão “catando” corretores de imóveis pelo braço.

Remuneração – Hoje, um corretor consegue faturar até R$ 50 mil em um só mês e esta remuneração tem atraído muitos profissionais para a área. Não é raro encontrar, por exemplo, pessoas que deixaram profissões tradicionais  para investir na corretagem. :: LEIA MAIS »

Nova Lei do Inquilinato gera polêmica

As novas regras que regem o aluguel no país têm causado polêmica entre advogados, locadores e inquilinos. É consenso que as mudanças na Lei do Inquilinato, que começaram a valer no final de janeiro, vão ajudar a reduzir a inadimplência e a forçar os maus pagadores a serem mais correto com suas contas. Mas especialistas estão divididos em relação à facilidade da nova lei em despejar inquilinos, especialmente, de estabelecimentos comerciais.

A lei reduziu os prazos de despejo, ou seja, o tempo para saída do inquilino do imóvel. Isso está beneficiando os donos de imóveis, tanto residenciais, quanto comerciais, que conseguem reaver os seus imóveis com mais agilidade. Defensores de interesses de inquilinos, no entanto, argumentam que a nova lei deixa brechas para arbitrariedades como despejar um locatário comercial em decorrência de uma melhor proposta de aluguel por terceiro ou retirar de um apartamento o inquilino que atrasou o pagamento em um dia. :: LEIA MAIS »



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