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:: ‘grávidas’

Vacinação contra gripe suína não atinge meta para grávidas e jovens

Agência Estado

RIO – Para justificar o baixo índice de mulheres grávidas vacinadas na campanha contra a gripe suína, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, afirmou nesta sexta-feira, 7, que “aparentemente ainda existe certa resistência” à vacina. Foram imunizadas até agora 1,9 milhão de gestantes, o que representa uma cobertura de 63% para o grupo, ficando abaixo da meta de 80% do governo.

Arquivo/AE
Arquivo/AE
Temporão diz que “lendas urbanas que circularam em e-mails na internet” atrapalharam vacinação

“É importante que as mulheres saibam que essa vacina não traz nenhum risco para elas nem para a saúde do bebê”, disse o ministro. Ele atribuiu o resultado para esse grupo a “ruídos e lendas urbanas” que circularam em e-mails na internet. “Ainda estamos muito abaixo da meta que queremos alcançar.”

As grávidas – em qualquer fase da gestação – devem procurar um dos 36 mil postos e centros de saúde do País. O prazo de vacinação para este grupo vai até o dia 21.

Durante a entrevista coletiva sobre o balança parcial da campanha nacional de vacinação, Temporão afirmou que a cobertura dos grupos dos trabalhadores de saúde e das crianças menores de 2 anos chegou a 100%. A meta também foi oficialmente alcançada entre os doentes crônicos de todas as faixas etárias, com 14,4 milhões de vacinados (82%). Já no grupo dos jovens de 20 a 29 anos, foram vacinados 24,5 milhões, ou 69%, marca ainda abaixo da meta. A quinta etapa da campanha, destinada à população de 30 a 39 anos, vai começar na segunda-feira. Estima-se que 30 milhões deverão ser vacinados nesta faixa. :: LEIA MAIS »

Brasília registra que só 51% das grávidas foram vacinadas até agora

As filas nos postos de saúde do Distrito Federal confirmam a preocupação do Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que nesta semana lamentou ser ainda baixa a adesão de grávidas e doentes crônicos à imunização contra a influenza A (H1N1), a gripe suína. No Centro de Saúde nº 8 da Asa Sul, nos últimos cinco dias, dos 1.855 vacinados, apenas 28 eram gestantes e 189, portadores de doenças crônicas. Um número muito pequeno e inesperado, de acordo com a gerente do centro, a médica Jussara Coelho.
Para a especialista, essa parcela da população ainda está receosa. E a razão é simples: os médicos normalmente não recomendam vacinas às mulheres grávidas justamente para não haver qualquer complicação com o bebê — as únicas vacinas a que estão acostumadas são contra o tétano e a hepatite B.
“No caso da H1N1, não tem nem o que discutir. É preciso vacinar. Elas estão correndo um risco muito grande com a gripe. Eu sei que o medo existe por ser uma coisa nova, mas é desnecessário. Perigoso é ficar sem a vacina”, explica Jussara. Em relação aos portadores de doenças crônicas, a médica acredita que o maior medo deles é em relação a uma resposta alterada. “Para esses pacientes, eu recomendo uma orientação médica e exames prévios para saber se o sistema imunológico está preparado para receber a vacina. Mas não sabemos de casos com uma resposta alterada”, completou.
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