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:: ‘falso médico’

Médica presa e falso médico foragido podem responder por 5 crimes

do G1

Joanna, de 5 anos, morreu após quase um mês em coma, no Rio. Menina havia recebido anticonvulsivo e liberada desacordada.

 

Joanna morreu após ficar em coma

A médica Sarita Fernandes Pereira e um falso médico podem responder por cinco crimes, após a morte de Joanna Cardoso Marcenal Marins, de 5 anos, segundo a polícia do Rio.

Ela foi presa neste sábado (14) em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. O estudante de medicina também teve a prisão temporária decretada e é considerado foragido. Eles foram indiciados por falsidade ideológica, falsidade material, tráfico de drogas (porque o estudante teria aplicado um anticonvulsivo na menina), associação para o tráfico e exercício ilegal da medicina agravado pelo fato de Joanna ter morrido. A polícia deve enviar o inquérito para o Ministério Público na semana que vem.

A garota morreu nesta sexta-feira (13), após ficar em coma por quase um mês. Ela tinha marca nas nádegas semelhante a uma queimadura. Antes de ser internada no Hospital Amiu, em Botafogo (Zona Sul), ela havia passado por outros 2 hospitais. No Rio Mar, na Barra da Tijuca (Zona Oeste), ela foi atendida pelo falso médico, que receitou um anticonvulsivo e a liberou desacordada.

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Médica presa e falso médico foragido podem responder por 5 crimes

do G1

Joanna, de 5 anos, morreu após quase um mês em coma, no Rio. Menina havia recebido anticonvulsivo e liberada desacordada.

 

Joanna morreu após ficar em coma

 A médica Sarita Fernandes Pereira e um falso médico podem responder por cinco crimes, após a morte de Joanna Cardoso Marcenal Marins, de 5 anos, segundo a polícia do Rio.

 Ela foi presa neste sábado (14) em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. O estudante de medicina também teve a prisão temporária decretada e é considerado foragido. Eles foram indiciados por falsidade ideológica, falsidade material, tráfico de drogas (porque o estudante teria aplicado um anticonvulsivo na menina), associação para o tráfico e exercício ilegal da medicina agravado pelo fato de Joanna ter morrido. A polícia deve enviar o inquérito para o Ministério Público na semana que vem.

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Preso em Sergipe falso médico que “prestou serviço” na Bahia

Juscelino Souza | Sucursal Vitória da Conquista

A polícia de Lagarto, interior de Sergipe, prendeu o baiano de Jaguaquara, Élvio Silvio Rocha da Silva, 34 anos, sob acusação de exercício ilegal de profissão. Silva, que passou meses se passando por médico nos municípios baianos de Rio Real e Jaguaquara, confessou ter “atendido” mais de mil pessoas, incluindo pacientes em dois hospitais de Lagarto.
Ele foi preso na manhã desta terça-feira, 18, horas depois de tentar financiar um veículo, apresentando documentação em nome de outra pessoa. De posse dos dados fornecidos, o agente financeiro descobriu que o verdadeiro médico residia em outra cidade e entrou em contato com a vítima.
O titular da documentação, que mora em Salvador, comunicou o fato ao delegado, Ademir da Silva, e foi orientado sobre como deveria agir. Seu pai, então, marcou uma consulta com o falso médico no hospital de Lagarto e, em seguida, registrou uma ocorrência na polícia, que prendeu o acusado em flagrante.
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Polícia Federal prende falso médico na Paraíba

Um falso médico, de 51 anos, foi preso em flagrante na quinta-feira (8) pela Polícia Federal, no município de Imaculada, no sertão paraibano. Ele foi contratado pela prefeitura em junho em 2009 e, desde então, vinha exercendo a profissão como médico plantonista.

Ele foi detido quando realizava atendimento ambulatorial na Unidade de Saúde da Família Santo Agostinho, no centro do município. Com o acusado foram apreendidos uma carteira do Conselho Federal de Química falsificada, blocos de receituários, carimbos com números de registros falsos e remédios de tarja preta. :: LEIA MAIS »

Falso médico é preso quando prestava atendimento no Hospital de Japeri, na Baixada

RIO – Um falso médico que prestava atendimento no Hospital de Japeri, na Baixada Fluminense, foi preso em flagrante na manhã desta terça-feira. Júlio César Fernandes Pinto, que se passava por cardiologista, trabalhava nessa região há pelo menos 16 anos. Ele ainda não havia sido contratado na unidade porque estava devendo documentação à Secretaria municipal de Saúde. Para trabalhar, Júlio César Fernandes Pinto usava o registro profissional de um outro médico, chamado Júlio César Lima Fernandes. :: LEIA MAIS »



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