WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

ebook gestao financeira


novembro 2019
D S T Q Q S S
« out    
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930


:: ‘ex-presidente’

Ex-presidente acusa o vice por rombo de R$ 2,5 bi no Grupo Silvio Santos

Estadão

Luiz Sandoval, ex-presidente do grupo, aponta pela 1ª vez os nomes dos supostos responsáveis por fraude. ‘O vice-presidente de finanças do banco mandou o contador maquiar o balanço’, revelou Sandoval, em entrevista exclusiva.

Principal executivo do Grupo Silvio Santos até o mês passado, Luiz Sandoval (foto) aponta, pela primeira vez, os nomes de dois supostos responsáveis pela fraude bilionária no Panamericano: o ex-vice-presidente financeiro Wilson Roberto de Aro e o contador Marco Antônio Pereira da Silva.

Em entrevista exclusiva ao Estado, Sandoval conta que, quando o caso foi descoberto pelo Banco Central (BC), em setembro, o contador admitiu ter maquiado os balanços do banco para esconder um rombo de R$ 2,5 bilhões e disse ter agido a mando de Aro. Ao ser confrontado sobre a acusação, afirma Sandoval, o ex-vice admitiu ter dado a ordem “para salvar o banco”.

O ex-vice e o contador podem não ser os únicos responsáveis pela fraude contábil. Mas foram os únicos, na versão de Sandoval, a admitir participação no episódio, durante reunião com a presença de outras pessoas. Procurado, Aro não quis se pronunciar. Pereira da Silva não foi localizado.

Na última quinta feira, antevéspera do Natal, Sandoval depôs na Polícia Federal. Foi espontaneamente, apresentou sua versão e abriu mão dos sigilos bancário e fiscal.

:: LEIA MAIS »

Morre Francisco Gros, ex-presidente do Banco Central, BNDES e Petrobras

do O Globo

Morreu hoje, aos 67 anos, o economista Francisco Gros, que foi presidente da Petrobras e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso. Antes, Gros havia presidido o Banco Central por duas vezes. A primeira no governo José Sarney, em 1987, e a segunda entre 1991 e 1992, no governo de Fernando Collor de Mello.

Depois de deixar a Petrobras, o economista ocupou a presidência da Fosfértil e atuou como conselheiro da OGX, do empresário Eike Batista. Gros estava internado no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, em tratamento contra um câncer. Em nota, o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, lamentou a morte de Gros:

“É com profundo pesar que recebo a notícia do falecimento de Francisco Gros, que conheci através do saudoso ministro Dílson Funaro e a quem aprendi a admirar como pessoa e como profissional, que prestou relevantes serviços ao país, no setor público e no setor privado”.



WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia