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:: ‘eleições 2010’

Jaques Wagner, Otto Alencar e parlamentares eleitos são diplomados

Tribuna da Bahia

Em clima de festa diante do ato que formalizou sua conquista para mais um período à frente do governo da Bahia, mas de olho também na formação da equipe da presidente Dilma Rousseff (PT) e do secretariado que lhe ajudará na gestão no Estado, o governador Jaques Wagner (PT) disse ontem, durante entrevista coletiva no evento de diplomação dos políticos eleitos, que “competência e articulação” são os critérios que devem definir as escolhas dos nomes no plano local e nacional.

Ao falar sobre a indicação de aliados para o Ministério da presidente eleita, o gestor petista demonstrou que tem conduzido o assunto com tranquilidade. O governador falou também de seu governo e destacou as áreas de infraestrutura, logística e social, como prioridades de seu próximo mandato.

Na Bahia, além do governador, foram diplomados o vice-governador, Otto Alencar (PP), os senadores Lídice da Mata (PSB) e Walter Pinheiro (PT), 39 deputados federais, 63 deputados estaduais e os respectivos suplentes, sendo quatro para as vagas do Senado (dois para cada titular). Ao todo foram diplomados 152 eleitos, no salão Iemanjá, do Centro de Convenções da Bahia. Quatorze políticos não participaram do ato.

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Governo da Bahia repassou verbas para cisternas durante a campanha

A Tarde

Passado o pleito que  reelegeu o governador Jaques Wagner (PT) com 4,1 milhões de votos, a Justiça Eleitoral ainda tem pelo menos uma pendência a resolver. A oposição, representada pelo DEM, acusa o governo de ter liberado irregularmente mais de R$ 36,7 milhões para 248 associações comunitárias construírem cisternas e sanitários residenciais nas zonas rurais de 132 municípios durante a época de campanha eleitoral (julho a setembro).

Cisternas e sanitários são feitos pela Companhia deDesenvolvimento e Ação Regional (CAR) com recursos do Banco Mundial (80%) e governo (30%). Segundo a representação jurídica do DEM, que pediu liminar para suspensão dos repasses no final de setembro, o ato desequilibrou a votação nos grotões no Estado, caso até para cassação do diploma do governador, afirma o advogado Ademir Ismerin.

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Dilma participa de carreata e ato público em Conquista nesta terça

Vermelho

Reduto da esquerda na Bahia, a cidade de Vitória da Conquista, administrada desde 1997 por prefeituras do PT, foi uma das surpresas eleitorais no primeiro turno. Terceira maior cidade do estado, Conquista rendeu uma votação a José Serra (PSDB) superior à obtida pela candidata petista, Dilma Rousseff (PT): 41,27% para o tucano, e 39,43% para Dilma.

Não por acaso, a maior e mais importante cidade do Sudoeste baiano, distante 512 km de Salvador, foi escolhida por Dilma Rousseff para intensificar a sua agenda de atividades de rua no estado que lhe rendeu mais de 4 milhões de votos, e onde venceu em 415 dos 417 municípios. A presidenciável desembarca em Vitória da Conquista na próxima terça-feira (26/10) para participar de carreata ao lado do governador reeleito, Jaques Wagner (PT), como parte da meta de ultrapassar a margem de 70% de votação na Bahia.

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Em Vitória da Conquista, reunião define ações para última semana da campanha de Serra

Ascom | Conquista é Serra

Aconteceu na noite desta sexta-feira (22), na sede do PTN, a quarta reunião do grupo que apóia José Serra, candidato a presidência da República pelo PSDB, em Vitória da Conquista. Além de vereadores e ex-vereadores, participaram do encontro lideranças políticas de diversos partidos, entre eles, PR, PDT, PMN, DEM, PSDB, PTN, PMN, PTBe PMDB.

As lideranças iniciaram a reunião mostrando-se indignados com os atos de violência que Serra sofreu no Rio de Janeiro na última quarta-feira. Em seguida, fizeram um balanço das ações desenvolvidas até o momento, que foram consideradas bastante relevantes e inovadoras e, por fim, foi definido o roteiro de mobilizações nos próximos dias. :: LEIA MAIS »

PT prepara ofensiva judicial contra PSDB e Paulo Preto

Andrea Jubé Vianna – Agência Estado

O líder do PT na Câmara, Fernando Ferro (PE), e o líder do governo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), preparam uma ofensiva judicial contra o PSDB e o ex-diretor da Desenvolvimento Rodoviário S/A (Dersa), empresa do governo paulista, Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto.

Ferro e Vaccarezza devem ingressar ainda hoje com uma representação no Ministério Público Federal (MPF) e Ministério Público Eleitoral (MPE) em que pedem a abertura de investigação contra o ex-assessor do candidato do PSDB à Presidência, José Serra. Paulo Preto respondia por grandes obras de infraestrutura do governo de São Paulo, como o Rodoanel. Ele foi acusado de desviar R$ 4 milhões em doações para um suposto caixa dois da campanha de Serra, segundo reportagem da revista IstoÉ.

Em entrevista ontem ao programa Roda Viva, da TV Cultura, o senador eleito por São Paulo Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) rechaçou as acusações, mas confirmou que é amigo pessoal de Paulo Preto. Ele também admitiu que recebeu R$ 300 mil de empréstimo do ex-diretor da Dersa, mas declarou que já o quitou. :: LEIA MAIS »

Intelectuais e artistas se unem em ato pró-Dilma

Luciana Nunes Leal e Marcelo Auler


Volta ao passado. Personalidades da música, da política, atores e intelectuais se encontraram no Teatro Casa Grande para dar apoio a candidata petista à Presidência da República como foi feito na campanha de Lula

  RIO – Com a rara presença do cantor e compositor Chico Buarque de Hollanda, que só perdeu em aplausos para o arquiteto Oscar Niemeyer, mais de mil artistas, intelectuais e militantes reuniram-se ontem em um ato em apoio à candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, no Teatro Casa Grande, tradicional ponto de encontro e espetáculos da esquerda carioca, na zona sul do Rio. Os manifestantes entregaram à Dilma um documento com mais de 10 mil assinaturas, muitas delas de eleitores de Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), no primeiro turno.

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Dilma tem 47% e Serra 41% das intenções de voto, aponta Datafolha

O Estado de S. Paulo

Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira, 15, aponta um quadro de estabilidade na disputa pela Presidência. Em cinco dias, a candidata do PT, Dilma Rousseff, oscilou de 48% para 47%, enquanto Serra se manteve com 41% das intenções de voto totais. O índice de indecisos passou de 7% para 8%.

A oscilação negativa de Dilma se deve a uma queda de três pontos porcentuais no eleitorado de menor escolaridade. Quando se leva em conta apenas os votos válidos (excluídos os brancos e nulos), a candidata do PT fica com 54% e o adversário, com 46% – os mesmos índices da primeira pesquisa Datafolha, publicada no último domingo.

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FHC desafia Lula a debater ‘cara a cara’

Roberto Almeida/SÃO PAULO – O Estado de S.Paulo

Em sua mais contundente incursão na campanha tucana até agora, que incluiu a defesa de seu legado à frente do Palácio do Planalto, o ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, desafiou ontem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para um debate “cara a cara” após o fim das eleições.

Diante de centenas de militantes do PSDB, em um hotel na zona norte da capital paulista, FHC pediu a Lula que, quando “perder o monopólio da verdade”, vá ao instituto que leva seu nome, em São Paulo, para debater. “Presidente Lula, quando acabar as eleições, quando você puser o pijama, será bem recebido. Venha ao meu instituto, vamos conversar, cara a cara”, bradou, em discurso inflamado.

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CNT/Sensus: José Serra cresce em intenção de votos em todo o País

Terra

Levantamento CNT/Sensus divulgado nesta quinta-feira (14) aponta crescimento do candidato tucano à presidência da República, José Serra, em todas as regiões do Brasil. A maior vantagem do tucano é na região Sul, onde ocupa a dianteira da preferência do eleitorado com quase 20 pontos de vantagem. Em setembro, o ex-governador de São Paulo tinha vantagem de 4,8 pontos percentuais entre os sulistas e ampliou a margem para 19,6 pontos.

Para o presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Clésio Andrade, a queda de Dilma em todas as regiões brasileiras é resultado de um novo processo sociológico a que os pesquisadores atribuem como resultado de uma suposta onda de difamação contra a ex-ministra do governo Lula. “Não estamos vendo outra explicação a não ser isso”, disse Clésio. :: LEIA MAIS »

Serra defende união civil de homossexuais

Anne Warth, da Agência Estado

SÃO PAULO – O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, nesta quinta-feira, 14, ser favorável à união civil de homossexuais. De acordo com o tucano, a questão envolve o Direito, diferente do casamento, que está ligado às igrejas. “A união em torno de direitos civis já existe, inclusive na prática, pelo Judiciário. E eu sou a favor para efeito de Direito”, afirmou, após se reunir com integrantes do Fórum de ONG-Aids do Estado de São Paulo, na capital paulista. “Outra coisa é o casamento, que tem um componente religioso das igrejas”, explicou. “E aí cada igreja define sua posição.”

Serra foi questionado sobre o que pensava das posições da sua adversária, Dilma Rousseff (PT), que deve divulgar nos próximos dias carta na qual se compromete a vetar, caso seja eleita presidente, a ampliação do direito ao aborto, o casamento de pessoas do mesmo sexo e a mudança no registro civil para transexuais. Serra ironizou as opiniões da petista. “Ela tem lá os problemas dela. Diz uma coisa e outra hora diz outra. Deixa ela encaminhar os problemas dela”, afirmou.

No primeiro debate do segundo turno, Dilma e Serra fazem duelo aberto

Rodrigo Alvares e Jair Stangler/Estadão

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Dilma surpreendeu no debate e partiu para o ataque, colocando a questão do aborto logo no primeiro bloco

No primeiro debate direto do segundo turno, promovido pela TV Bandeirantes, os candidatos Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) partiram para o confronto aberto. Antes do debate, esperava-se que os candidatos adotassem uma postura “paz e amor”. Mas a candidata petista sepultou essa possibilidade já no primeiro bloco, partindo para o ataque e abordando de imediato o tema que vem sendo apontado como responsável por a campanha ter ido ao segundo turno, a polêmica sobre o aborto.

Em suas primeiras falas, Dilma afirmou que foi Serra quem regulamentou a prática do aborto em casos específicos quando era ministro da Saúde. Disse ainda que concorda com a regulamentação, porque “não pode deixar de atender a mulher” que aborta. E reclamou também de declarações da mulher de José Serra, Monica Serra, que declarou ainda no primeiro turno, que Dilma era a favor de “matar criancinhas”. Serra rebateu dizendo nunca ter defendido a legalização do aborto. “Você defendeu e de repente passa e dizer outra coisa”, acusou.

A petista ainda acusou o tucano de realizar sua campanha fazendo calúnias contra Dilma. “Essa forma de fazer campanha, que usa o submundo, é correta?” Serra respondeu que se solidariza com quem recebe ataques pessoais. “Eu tenho recebido muitos ataques por toda a campanha, como nos blogs que levam o seu nome. Nós somos responsáveis por aquilo que pensamos. A população quer saber o que a pessoa fez na vida pública. Vocês confundem matérias de jornais com ataques”, declarou, citando o escândalo da Casa Civil e a polêmica sobre o aborto. :: LEIA MAIS »

PT pede direito de resposta contra emissora católica Canção Nova por vídeo de padre contra o partido

Veja

Apesar da polêmica em torno de temas religiosos logo no início deste segundo turno, a coligação de Dilma Rousseff (PT) não se intimidou. Pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) direito de reposta contra a emissora católica TV Canção Nova. Segundo os advogados da campanha, um padre pediu aos fieis que não votem na candidata petista em um programa exibido ao vivo nesta terça-feira.

“Dentre outras afirmações falsas e ofensivas, de cunho difamatório e calunioso, o referido padre afirma que o PT é a favor da interrupção de gestações indesejadas”, diz a representação. A defesa argumenta ainda que o religioso afirmou que poderia ser preso ou morto por causa de suas declarações, sugerindo que tais práticas seriam cometidas por petistas.

Na ação o PT listou as acusações do padre contra a legenda e sua candidata: o partido defende a prática de aborto; a candidata e o PT pretendem aprovar leis que cerceiem as liberdades de imprensa e religiosa; ambos pretendem aprovar a celebração de casamento entre homossexuais; eles têm a intenção de transformar a nação brasileira em nação comunista com terrorista. :: LEIA MAIS »

‘Imprensa é livre, o que não quer dizer que é boa’, diz Franklin

Daniela Milanese, de O Estado de S.Paulo

LONDRES – O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Franklin Martins, acredita que é “ideologização” dizer que a proposta de regulação da mídia é um atentado à liberdade de imprensa. “Neste governo, publica-se o que quiser. A imprensa é livre, o que não quer dizer que é boa”, afirmou em Londres.

Ele está na Europa para colher experiências para as novas regras do setor e convidar entidades estrangeiras para participar do seminário sobre meios eletrônicos a ser realizado no Brasil no próximo mês. Segundo o ministro, o governo quer apresentar um anti-projeto de regulação da mídia entre o final de novembro e o início de dezembro. :: LEIA MAIS »

Evangélicos fazem campanha contra Dilma no Espírito Santo

Ernesto Batista, da Agência Estado

VITÓRIA – O Fórum Político Evangélico do Espírito Santo e a Associação dos Pastores Evangélicos da Grande Vitória (APEGV), anunciaram que vão fazer campanha contra a candidata petista, Dilma Roussef, no Espírito Santo. Hoje, estima-se que um terço da população capixaba seja evangélica, o que significa cerca de 1,2 milhão de pessoas.

Segundo o pastor Enock de Castro, presidente da APEGV, a posição foi tomada depois de uma consulta às diversas igrejas associadas às duas entidades. “Entre 80% e 90% dos evangélicos tendem a votar em José Serra. O risco é grande de vermos alguns princípios religiosos serem afetados. Há uma posição da Dilma em defesa do aborto, da união civil entre pessoas do mesmo sexo e proibição de proferir religião em órgãos públicos, que são coisas que não podemos aceitar”, disse ao justificar a posição.

Já o presidente do Fórum Político Evangélico do Espírito Santo, Lauro Cruz, afirmou que a postura tucana preocupa menos. “O posicionamento histórico de Dilma gera apreensão. Ela é a favor do aborto, embora tenha negado isso. A postura de Serra preocupa menos do que a de Dilma e dos males vamos escolher o menor”, frisou. :: LEIA MAIS »

Manifesto critica Dilma por posição sobre aborto

Lucas de Abreu Maia, de O Estado de S.Paulo – SÃO PAULO

Em meio à polêmica gerada pela posição da candidata petista, Dilma Rousseff, em relação ao aborto, uma entidade com representantes da CNBB, da Federação Espírita e de grupos evangélicos divulgou uma nota atacando declarações que chama de “oportunistas, ambíguas e eleitoreiras”.

Colocada na internet na quinta-feira passada, três dias antes do primeiro turno das eleições, o texto do Movimento Nacional da Cidadania pela Vida (Brasil Sem Aborto) não menciona Dilma explicitamente, mas fala em “candidatos que manifestaram publicamente, com palavras e ações, posicionamento pela descriminalização do aborto”. :: LEIA MAIS »

Marina diz já ter sido procurada por Dilma e Serra após primeiro turno

G1

Ela afirmou que não sinalizou apoio durante as conversas. Candidata do PV teve 19,6 milhões de votos, quase 20% do total

 

Marina Silva durante entrevista coletiva

Um dia após a confirmação de que haverá segundo turno na eleição para presidente, a senadora Marina Silva (PV) disse ter sido procurada pelos candidatos Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) para discutir seu apoio na disputa.

A candidata do PV teve 19.636.359 votos, o equivalente a 19,33% dos votos válidos, com 99,99% dos votos apurados. “Ambos me telefonaram para parabenizar pela contribuição que demos ao país, pelas propostas que apresentamos e ambos, muito rapidamente, manifestaram desejo de ter uma oportunidade de conversar, caso eu ache isso oportuno, e no momento adequado” relatou.

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Gabeira do PV confirma apoio a Serra no 2º turno

Luciana Nunes Leal, de O Estado de S.Paulo

RIO – Derrotado no primeiro turno pelo governador Sérgio Cabral (PMDB), o candidato do PV ao governo do Rio de Janeiro, deputado Fernando Gabeira, confirmou na manhã desta segunda-feira, 4, que vai apoiar o tucano José Serra no segundo turno presidencial. A participação de Gabeira na campanha de Serra dependerá de uma conversa do deputado com a senadora Marina Silva (PV), terceira colocada na eleição presidencial. “Minha posição é de apoiar Serra não só porque ele me apoiou como porque o considero o melhor candidato”, afirmou Gabeira.

Sobre o engajamento na campanha tucana, Gabeira disse que “depende do que eles (tucanos) quiserem”. “No meio da semana vou conversar com a Marina. Não quero causar constrangimento a ela de maneira alguma”, afirmou o parlamentar do PV. Os próprios tucanos acreditam que Marina optará pela neutralidade. A posição oficial do PV será decidida em plenária do partido, nos próximos dias. “Tenho uma certa independência. Recebi o apoio do Serra e dei a entender que o apoiaria. Vou honrar minha palavra”, afirmou Gabeira.



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