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:: ‘dilma’

Romeu Tuma JR revela “Fábrica de Dossiês” e corrupção no governo do ex-presidente Lula

 

Revista Veja

 

T1

As impressionantes afirmações do ex-secretário nacional de Justiça Romeu Tuma Junior sobre a fábrica de dossiês dos petistas contra os adversários, o assassinato do prefeito Celso Daniel, o mensalão e o passado do ex-presidente Lula

A Secretaria Nacional de Justiça é um posto estratégico no organograma de poder em Brasília. Os arquivos do órgão guardam informações confidenciais de outros países, listas de contas bancárias de investigados e documentos protegidos por rigorosos acordos internacionais. Cercado por poderosos interesses, esse universo de informações confere ao seu controlador acesso aos mais restritos gabinetes de ministros e a responsabilidade sobre assuntos caros ao próprio presidente da República. Durante três anos, o delegado de polícia Romeu Tuma Junior conviveu diariamente com as pressões de comandar essa estrutura, cuja mais delicada tarefa era coordenar as equipes para rastrear e recuperar no exterior dinheiro desviado por políticos e empresários corruptos. Pela natureza de suas atividades, Tuma ouviu confidências e teve contato com alguns dos segredos mais bem guardados do país, mas também experimentou um outro lado do poder – um lado sem escrúpulos, sem lei, no qual o governo é usado para proteger os amigos e triturar aqueles que são considerados inimigos. Entre 2007 e 2010, período em que comandou a secretaria, o delegado testemunhou o funcionamento desse aparelho clandestino que usava as engrenagens oficiais do Estado paia fustigar os adversários.

Dilma decide futuro de Jobin ainda hoje

ESTADÃO

Presidente avalia se tira Nelson Jobim do Ministério da Defesa. Nova declaração com críticas ao governo da presidente pode custar a permanência do ministro; dessa fez, alvo foi Ideli Salvati, que seria ‘fraquinha’ na articulação política.

A presidente Dilma Rousseff vai avaliar ao longo da manhã desta quinta-feira, 4, se mantém ou não Nelson Jobim no cargo de ministro da Defesa. Em uma entrevista à revista Piauí, Jobim chama o governo Dilma de “atrapalhado”, diz que a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvati, é “fraquinha”, e que Gleisi Hoffmann, ministra-chefe da Casa Civil, “não conhece Brasília”. Se a presidente decidir mesmo antecipar a demissão de Jobim, um dos nomes cotados é o do atual ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo.

Por conta de outras declarações, Jobim já estava na lista dos auxiliares de Dilma que ela deve tirar do governo na primeira reforma ministerial, no final deste ano ou no início de 2012. Agora, com a entrevista à revista, que chega nesta sexta-feira, 5, às bancas e tem o conteúdo editado no estadão.com.br, a presidente pode decidir pela demissão imediata de Jobim, desistindo da ideia de não mexer no governo enquanto não assentar a poeira da base aliada levantada pela crise política no Ministério dos Transportes, Dnit e Valec.

O ministro viajou na noite desta quarta-feira, 3, para São Gabriel da Cachoeira (AM). Nesta manhã, ele partiu para Tabatinga (AM), onde, ao lado do vice-presidente da República, Michel Temer, assina um plano de vigilância de fronteiras entre Brasil e Colômbia. Pela agenda oficial, Jobim deixa a base do Cachimbo (AM) às 20h30, devendo chegar a Brasília no final do dia.

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Texto de Serra, sem aval conjunto do PSDB, ataca ‘herança maldita’ do PT

ESTADÃO

Análise da conjuntura foi discutida quarta-feira pelo Conselho Político, presidido pelo tucano, e contém duros ataques a Dilma, cujo governo é classificado de ‘incompetente e autoritário’.

Serra e FHC após a primeira reunião do Conselho Político do PSDB, na quarta-feira, em Brasília

Documento elaborado pelo ex-governador José Serra e apresentado por ele ao Conselho Político do PSDB, órgão partidário que o tucano preside, afirma que “a incompetência e o autoritarismo são as marcas” do governo de Dilma Rousseff, e ressuscita o termo “herança maldita”. O termo era usado pelos petistas para atacar o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, mas agora foi aplicado aos governos do PT. O texto divulgado na sexta-feira, 1º, no site do tucano não contou com o aval de todos os integrantes do conselho, entre eles o senador Aécio Neves (PSDB-MG), que, procurado, preferiu não se manifestar.

Sem o aval de todos à íntegra do texto, dirigentes tucanos disseram não reconhecer o documento como uma peça partidária, sobretudo constrangidos com o fato de a divulgação ter ocorrido menos de 24 horas após a homenagem aos 80 anos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Na festa, vários petistas compareceram e foi novamente lembrada por FHC a carta enviada por Dilma a ele na qual a petista reconhece avanços ocorridos no País durante a gestão do tucano. :: LEIA MAIS »

Dilma entende o recado e diz que conversará mais com a base aliada antes de tomar decisões

ESTADÃO

Na posse de Ideli Salvatti na pasta de Relações Institucionais, presidente admite a necessidade de negociar consensos e afirma que não existe dicotomia entre um ‘governo técnico e um governo político’; Congresso aguarda reflexos da nova gestão.

Na posse de Ideli, Dilma admite que deixará de lado seu estilo unilateral de comando

No momento em que realiza a primeira minirreforma ministerial para refazer pontes com partidos aliados e o Congresso, a presidente Dilma Rousseff deu nesta segunda-feira, 13, sinais claros de que vai dar início a uma nova forma de governar em que a política, e não mais só o perfil gerencial – que foi o norte da administração nos primeiros meses -, será preponderante. A presidente aproveitou a posse dos ministros das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, e da Pesca, Luiz Sérgio, para informar que buscará consensos no Congresso e no Judiciário para aprovar propostas de interesse do governo.

“Do meu ponto de vista, não existe dicotomia entre um governo técnico e um governo político. Valorizo muito a capacidade técnica e a gestão eficiente, até porque nenhum país do mundo conseguiu um elevado padrão de desenvolvimento sem eficiência nas suas atividades governamentais e absorção das técnicas mais avançadas disponíveis. Mas, simultaneamente, tenho a convicção de que as decisões políticas constituem a base das opções governamentais”, afirmou, numa clara tentativa de se afastar do perfil de “gerentona”.

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Ministro Luiz Sérgio pedirá demissão na sexta-feira, diz fonte

Reuters

O ministro das Relações Institucionais, Luiz Sérgio, pedirá à presidente Dilma Rousseff para deixar o governo na sexta-feira, revelou à Reuters uma fonte do governo.

O ministro acredita que não tem mais condições de se manter no cargo, disse nesta quinta-feira a fonte que pediu anonimato, depois que vários petistas e aliados de outros partidos avaliaram que o desempenho da articulação política do governo continuará precária se ele permanecer no ministério.

O nome mais cotado para suceder Luiz Sérgio é o da ministra petista da Pesca, a catarinense Ideli Salvatti, segundo um senador do PT que também não quis se identificar. Ideli foi líder do PT e do governo no Senado na legislatura passada. Na viagem a Blumenau (SC), nesta quinta, para entregar unidades habitacionais do Programa Minha Casa, Minha Vida, Dilma despachou a sós com Ideli.

Se a escolha da presidente for mesmo Ideli, haverá descontentamento de parte dos aliados no Congresso. Durante seu período no Senado, a ministra catarinense acumulou desgaste com alguns colegas peemedebistas e da oposição. ”Isso seria um desastre”, disse o senador petista.

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Palocci é isolado no Planalto e pressão aumenta após denúncia da Veja

Estadão

Entrevista concedida à Rede Globo não convenceu nem a presidente Dilma. Para petistas, denúncia sobre apartamento em nome de ‘laranja’, feita pela revista Veja, tornou situação do ministro ‘insustentável’. Nomes para substituir Palocci já circulam nos bastidores.

A situação do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, piorou muito depois da entrevista que ele concedeu ao Jornal Nacional, na sexta-feira. E se agravou ainda mais depois da divulgação, pela revista Veja, de que o apartamento de 640 metros quadrados que Palocci aluga, em São Paulo, seria de uma empresa dirigida por laranjas, um de 23 anos, outro de 17.

A presidente Dilma Rousseff teve uma reação de desânimo depois de ver a entrevista, de acordo com informações de bastidores do Palácio do Planalto. E teria comentado que Palocci ficou devendo respostas a respeito da lista de clientes, que, segundo ele próprio, foram entre 20 e 25.

No Planalto já se fala que agora o governo deve entrar num clima de transição na área política. Petistas que foram à festa de filiação do deputado Gabriel Chalita ao PMDB, em São Paulo, chegaram a dizer que a situação de Palocci se tornou “insustentável”.

Antes mesmo da entrevista do titular da Casa Civil para esclarecer suspeitas de enriquecimento ilícito, Dilma e auxiliares mais diretos avaliavam que o ministro não conseguiria reverter a sua situação pessoal nem a de engessamento do governo.

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Em site do Planalto, Dilma apresenta as 13 diretrizes de seu governo

G1

Presidente eleita promete erradicar a pobreza e fortalecer a democracia. Ela pretende ainda defender o meio ambiente e melhorar a educação.

A presidente eleita, Dilma Rousseff, divulgou neste sábado (1º), no site da Presidência da República, as 13 diretrizes de seu governo. No primeiro ponto, ela prometeu “expandir e fortalecer a democracia política, econômica e socialmente”.

Nos demais pontos, ela promete  implementar um projeto nacional de desenvolvimento, defender o meio ambiente, erradicar a pobreza absoluta e prosseguir reduzindo as desigualdades sociais.

site da Presidência, que chama Dilma de presidenta, traz fotos, biografia e agenda da presidente eleita, além das diretrizes de governo. Veja na tabela abaixo as 13 diretrizes do governo Dilma.

DIRETRIZES DE GOVERNO
1. Expandir e fortalecer a democracia política, econômica e socialmente.
2. Crescer mais, com expansão do emprego e da renda, com equilíbrio macroeconômico, sem vulnerabilidade externa e desigualdades regionais.
3. Dar seguimento a um projeto nacional de desenvolvimento que assegure grande e sustentável transformação produtiva do Brasil.
4. Defender o meio ambiente e garantir um desenvolvimento sustentável. :: LEIA MAIS »

Notícias » Brasil » Brasil Imprensa internacional repercute posse de Dilma Rousseff

Dilma Rousseff discursa ao assumir a presidência da República. Foto: ReutersDilma Rousseff discursa ao assumir a presidência da República
Foto: Reuters

A cerimônia de posse de Dilma Rousseff ainda não havia nem sido concluída e grandes veículos de comunicação internacionais já repercutiam o fato de o Brasil ter uma nova governante, neste sábado.

O site da emissora americana CNN disse que a primeira mulher presidente do Brasil assumiu o cargo em meio a aplausos e lágrimas de seus simpatizantes, “muitos dos quais seguiram sua ascensão de defensora da liberdade brutalmente perseguida nos anos 60 a líder de seu País”. Além disso, o veículo afirmou que Dilma discursou que sentia o peso histórico de sua gestão, que chega quase 41 anos depois de ter sido presa e torturada durante a ditadura.

Enquanto isso, a versão online do jornal Wall Street Journal afirmou que Dilma tem um currículo extenso, que inclui “guerrilheira de esquerda, prisioneira política e sobrevivente de câncer”, apesar de ter sido a primeira vez que concorreu em uma eleição. O veículo disse ainda que a nova presidente tem muitos desafios pela frente, incluindo a valorização recente do real diante do dólar, o que prejudica as exportações e torna os produtos importados mais competitivos.

Já o jornal argentino El Clarín disse que Dilma foi peça fundamental do governo de Luiz Inácio Lula da Silva e se tornou a primeira mulher presidente no País, ao receber a faixa presidencial de seu antecessor, que “sai de cena com uma popularidades sem precedentes”.

Na Europa, o periódico francês Le Monde afirmou que a petista foi “escolhida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para sucedê-lo” e que conquistou os brasileiros com promesas de continuidade política, diplomática, econômica e social.

O espanhol El País, por sua vez, disse que havia muita especulação entre o público presente sobre como a posse se desenrolaria e que Dilma não se esqueceu de falar sobre os menos favorecidos. “A ex-guerrilheira, que fez alusão a sua biografia, não se esqueceu dos ‘menos favorecidos’, nos quais se centrará boa parte de sua ação de governo, nem de seu antecessor e mentor político, o popular Luiz Inácio Lula da Silva, cuja apenas a menção arrancou aplausos enérgicos na Câmara”, afirmou.

Na Bulgária, a agência Novinite destacou, mais uma vez, que Dilma é filha de imigrante búlgaro, afirmando que a “chuva torrencial” em Brasília não conseguiu abalar a cerimônia de posse, enquanto “milhares de pessoas” se exaltaram com a chegada da presidente eleita. Do Portal Terra

Dilma deve manter Gabrielli no comando da Petrobrás em 2011

Vera Rosa – Estado de S. Paulo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu à sua futura sucessora, Dilma Rousseff, que mantenha José Sérgio Gabrielli no comando da Petrobrás pelo menos durante o ano de 2011. Na avaliação de Lula, não é aconselhável mexer na cúpula da companhia no ano em que a briga pela distribuição dos royalties do petróleo da camada pré-sal incendiará o Congresso.

Dilma já teve muitos embates com Gabrielli quando era ministra-chefe da Casa Civil, mas está inclinada a aceitar a sugestão de Lula. A ideia, porém, é que Gabrielli deixe a estatal mais à frente para ocupar uma vaga no secretariado do governo da Bahia. O presidente da Petrobrás é, hoje, o nome mais citado no PT para a sucessão do governador Jaques Wagner, em 2014.

Com a tendência da manutenção de Gabrielli na estatal – que tem previsão de investimentos de R$ 91,3 bilhões para 2011 –, é provável que a diretora de Gás e Energia da Petrobrás, Maria das Graças Foster, continue no mesmo posto. Amiga de Dilma, a engenheira química é o nome da preferência dela para substituir Gabrielli mais adiante. Além disso, no xadrez ministerial, é sempre lembrada para ocupar uma cadeira no Palácio do Planalto. :: LEIA MAIS »

Dilma Rousseff afirma que próximo ministro da Saúde terá perfil técnico

Gustavo Uribe e Roberto Almeida – Agência Estado

Em almoço com médicos e especialistas da área de saúde, na capital paulista, a presidente eleita, Dilma Rousseff, disse não abrir mão de um nome com perfil técnico para o Ministério da Saúde. A petista garantiu essa intenção a pelo menos cinco convidados presentes no evento e destacou que credenciais políticas não são suficientes para qualificar alguém para o posto, que, segundo ela, demanda também experiência na área. A presidente eleita participou hoje (20) de encontro com 26 especialistas e professores da área de saúde, evento promovido na residência do cardiologista Roberto Kalil Filho, do Hospital Sírio-Libanês. O médico coordenou a equipe que tratou Dilma Rousseff de um câncer linfático, no ano passado, e é cotado para assumir o Ministério da Saúde. A presidente eleita foi ao almoço acompanhada pelo deputado federal Antônio Palocci (PT-SP), outro nome cogitado para a pasta.

Paulo Liebert/AE
Paulo Liebert/AE
Palocci chega ao prédio onde mora o cardiologista Roberto Kalil Filho

A presidente eleita discutiu com os presentes, em tom informal, propostas na área de saúde e ouviu sugestões nas áreas de financiamento e gestão. Os convidados comentaram na saída do evento que a petista mostrou bastante interesse pelo tema e teria sinalizado que o tema seria uma das prioridades de sua gestão à frente do Palácio do Planalto. Dilma recebeu elogios até mesmo da titular da Secretaria de Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Linamara Batisttella, indicada para o posto pelo ex-adversário da petista na disputa presidencial, o ex-governador José Serra (PSDB). A secretária negou que a presidente eleita tenha falado em nomes para o Ministério da Saúde durante o almoço, mas salientou que todos os presentes no evento gostariam que Roberto Kalil Filho fosse o indicado para o cargo. O desejo foi endossado por outros convidados.

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Equipe de Dilma prepara reajuste do Bolsa-Família acima da inflação

Marta Salomon – O Estado de S.Paulo

A equipe de transição da presidente eleita, Dilma Rousseff, avalia a concessão de um reajuste acima da inflação para os benefícios do Bolsa-Família. De acordo com análise feita no governo, a reposição de pouco mais de 9% da inflação acumulada pelo INPC desde o último reajuste não seria suficiente para começar a tirar do papel a promessa de erradicar a pobreza extrema no País, feita durante a campanha ao Planalto.

Em maio de 2009, quando ocorreu reajuste do Bolsa-Família, o benefício passou a variar de R$ 22 a R$ 200, dependendo do grau de pobreza e da quantidade de filhos da família. Neste ano, o valor ficou congelado, por causa da eleição. O projeto de lei do Orçamento da União enviado ao Congresso pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva tampouco prevê reajuste. A decisão ficará para a presidente eleita. Os gastos anuais do programa estão estimados em R$ 13,4 bilhões. :: LEIA MAIS »

Dilma participa de carreata e ato público em Conquista nesta terça

Vermelho

Reduto da esquerda na Bahia, a cidade de Vitória da Conquista, administrada desde 1997 por prefeituras do PT, foi uma das surpresas eleitorais no primeiro turno. Terceira maior cidade do estado, Conquista rendeu uma votação a José Serra (PSDB) superior à obtida pela candidata petista, Dilma Rousseff (PT): 41,27% para o tucano, e 39,43% para Dilma.

Não por acaso, a maior e mais importante cidade do Sudoeste baiano, distante 512 km de Salvador, foi escolhida por Dilma Rousseff para intensificar a sua agenda de atividades de rua no estado que lhe rendeu mais de 4 milhões de votos, e onde venceu em 415 dos 417 municípios. A presidenciável desembarca em Vitória da Conquista na próxima terça-feira (26/10) para participar de carreata ao lado do governador reeleito, Jaques Wagner (PT), como parte da meta de ultrapassar a margem de 70% de votação na Bahia.

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PV de Conquista apóia Dilma

Por Diêgo Gomes

A direção do Partido Verde em Vitória da Conquista seguindo o mesmo posicionamento da executiva estadual decidiu declarar apoio a candidatura de Dilma Rousseff (PT),  a presidência da República, neste segundo turno.

Segundo nota divulgada pela legenda “a militância verde marcha para a Vitória de Dilma no 2º turno, por entender que o projeto iniciado por Lula, deve ter continuidade”.

Conquista – O PV faz parte da coligação que elegeu o prefeito Guilherme Menezes desde a primeira vez em 1997. Nas eleições de 2008 o partido indicou Ricardo Marques para compor a chapa junto com Guilherme e acabaram se elegendo. Além do vice-prefeito, os Verdes ocupam pelo menos duas secretarias no município: Meio Ambiente e Administração.

Tribuna da Conquista

Intelectuais e artistas se unem em ato pró-Dilma

Luciana Nunes Leal e Marcelo Auler


Volta ao passado. Personalidades da música, da política, atores e intelectuais se encontraram no Teatro Casa Grande para dar apoio a candidata petista à Presidência da República como foi feito na campanha de Lula

  RIO – Com a rara presença do cantor e compositor Chico Buarque de Hollanda, que só perdeu em aplausos para o arquiteto Oscar Niemeyer, mais de mil artistas, intelectuais e militantes reuniram-se ontem em um ato em apoio à candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, no Teatro Casa Grande, tradicional ponto de encontro e espetáculos da esquerda carioca, na zona sul do Rio. Os manifestantes entregaram à Dilma um documento com mais de 10 mil assinaturas, muitas delas de eleitores de Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), no primeiro turno.

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CNT/Sensus: José Serra cresce em intenção de votos em todo o País

Terra

Levantamento CNT/Sensus divulgado nesta quinta-feira (14) aponta crescimento do candidato tucano à presidência da República, José Serra, em todas as regiões do Brasil. A maior vantagem do tucano é na região Sul, onde ocupa a dianteira da preferência do eleitorado com quase 20 pontos de vantagem. Em setembro, o ex-governador de São Paulo tinha vantagem de 4,8 pontos percentuais entre os sulistas e ampliou a margem para 19,6 pontos.

Para o presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Clésio Andrade, a queda de Dilma em todas as regiões brasileiras é resultado de um novo processo sociológico a que os pesquisadores atribuem como resultado de uma suposta onda de difamação contra a ex-ministra do governo Lula. “Não estamos vendo outra explicação a não ser isso”, disse Clésio. :: LEIA MAIS »

Repórter pergunta se Dilma é ‘homossexual’

Ela lamentou os falsos boatos de que teria um relacionamento de 15 anos com uma ex-empregada

Em viagem a Teresina, no Piauí, a presidenciável Dilma Rousseff (PT) decidiu conceder entrevista coletiva à imprensa local quando visitava um centro de reabilitação de deficientes. Quando falava sobre o compromisso que assumira com pastores evangélicos em relação ao aborto e à união entre pessoas do mesmo sexo, foi surpreendida por uma pergunta inusitada. Um repórter local quis saber se ela é homossexual. “Meu querido, eu não vou responder a isso. Não vou responder. Tenho uma filha e sou avó, pelo amor de Deus. Não vou discutir nesse nível. Me desculpa, mas esse tipo de discussão, eu não vou ter aqui”, condenou. Ela lamentou os falsos boatos de que teria um relacionamento de 15 anos com uma ex-empregada. “Isso não contribui em nada para o desenvolvimento do país”, lamenta. Informações do blog de Josias de Souza. Do Bahia Noticias

Padre José Augusto pede aos fiéis para não votarem no PT no segundo turno

Canção Nova TV



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