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:: ‘DF’

Vídeo mostra Jaqueline Roriz recebendo dinheiro do mensalão

Do Globo.com

Imagens foram feitas em 2006, quando a deputada estava fazendo campanha para CLDF. PSOL vai pedir a cassação do mandato da parlamentar e OAB pediu que medidas enérgicas sejam tomadas.

Justiça afasta deputada envolvida no mensalão do DEM

Agência Brasil

  O Juiz da 2ª Vara de Fazenda Pública do Distrito Federal, Álvaro Luís Ciarlini, determinou nesta sexta-feira o afastamento da deputada Eurides Brito (PMDB) da vaga que ocupa na Câmara Legislativa do Distrito Federal até o fim das investigações de seu envolvimento no esquema de pagamento de propina no governo do Distrito Federal desarticulado pela Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal.
A deputada é uma das suspeitas de envolvimento no chamado “Mensalão do DEM”. Em uma das gravações das investigações, Eurides Brito aparece recebendo dinheiro do então Secretário de Relações Institucionais do Distrito Federal, Durval Barbosa, e guardando em uma bolsa.
A decisão atende a uma ação cautelar ajuizada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Território, que justifica o pedido de afastamento da deputada por ela responder a processo de improbidade administrativa.
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Mensalão do Arruda contamina MP do Distrito Federal

Congresso em Foco obtém cópia completa do relatório da Corregedoria Geral do Ministério Público que aponta indícios do envolvimento do procurador-geral Leonardo Bandarra com o esquema denunciado por Durval Barbosa

MPDFT
Congresso em Foco tem acesso a relatório que mostra indícios de envolvimento de procurador-geral do DF com o mensalão do Arruda

Rudolfo Lago

Uma conversa dentro de uma sauna é o ponto de partida de um novelo que pode colocar por terra a credibilidade de mais uma instituição do Distrito Federal, reforçando a necessidade de intervenção em Brasília: o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). O ano é 2007. Dentro da sauna de sua elegante casa no Lago Sul de Brasília, a promotora de Justiça Deborah Guerner entrega ao ex-secretário de Assuntos Institucionais do Distrito Federal Durval Barbosa a minuta de um mandado de busca de apreensão. Os alvos do mandado são o próprio Durval, seus familiares e empresas de informática que seriam investigadas na Operação Megabyte da Polícia Federal. Entre a confecção da minuta e a ação da Polícia Federal, houve um intervalo de 20 dias. De posse da informação antecipada, Durval pôde tirar da sua casa e dos demais endereços investigados as informações que podiam comprometê-lo. Em troca, afirma ter entregue a Deborah R$ 1,6 milhão acondicionados em caixas de papelão embrulhadas com papel de presente.

O detalhe que agrava a notícia é que Deborah não tinha como ter acesso antecipado à minuta do mandado. E a suspeita é que quem lhe teria passado o texto para que entregasse a Durval foi o próprio procurador-geral do Distrito Federal e Territórios, Leonardo Bandarra, o chefe máximo do Ministério Público em Brasília.

Em resumo, esse é o ponto mais grave do relatório da sindicância interna movida pela Corregedoria Geral do MPDFT, ao qual o Congresso em Foco teve acesso e cujos detalhes serão publicados em três capítulos. No relatório, a corregedora, Lenir de Azevedo, encaminha suas conclusões ao corregedor nacional do Ministério Público, Sandro José Neis, para que tome providências. Lenir investigava acusações feitas por Durval Barbosa. Depois de ter presidido a Codeplan no governo Joaquim Roriz, Durval tornou-se secretário de Assuntos Institucionais do GDF no governo José Roberto Arruda. Enrolado com as várias denúncias e ações contra ele, com a impressão de que estava sendo abandonado por Arruda, Durval aceitou fazer um acordo de delação premiada com o Ministério Público e a Polícia Federal. A partir das suas denúncias, o esquema de mensalão montado no DF foi descoberto. A ação resultou na prisão de Arruda, que acabou renunciando ao governo. Entre as várias denúncias que fez, Durval afirmava que Leonardo Bandarra tinha ligações com o esquema de Arruda. Ao final, Lenir afirma que a investigação feita não é suficiente para comprovar as acusações de Durval, mas garantem a elas “indícios de veracidade”. :: LEIA MAIS »

Delator do mensalão do DEM diz que PT também está envolvido em escândalo no DF

Lais Lis, do R7 em Brasília, com TV Record

Agência BrasilFoto por Agência Brasil

Delator do esquema de corrupção no Distrito Federal, Durval Barbosa
diz que petistas também estão envolvidos em irregularidades

O ex-secretário de Relações Institucionais do Distrito Federal e delator do suposto esquema “mensalão do DEM”, Durval Barbosa, disse em depoimento à Comissão de Ética da Câmara Legislativa do DF que o PT também teria envolvidos em supostas irregularidades no governo do DF. Durante o depoimento, dado à deputada Erika Kokay (PT), Barbosa afirmou que há “muitos pecadores” dentro do partido da deputada, inclusive no governo do ex-governador José Roberto Arruda (sem partido, ex-DEM), que é suspeito de chefiar um esquema de pagamento de propina a políticos aliados. Durval foi o autor das gravações que tornaram público o suposto esquema e conseguiu o benefício da delação premiada ao fazer as denúncias.

O ex-secretário prestou depoimento na última quinta-feira (29) à petista, relatora do processo por quebra de decoro contra a deputada Eurídes Brito (PMDB). Quando questionado pela deputada sobre quem seria o “pecador” do PT, o ex-secretário afirmou que falaria em outra oportunidade.

Barbosa ainda disse que o ex-presidente do Diretório Regional do PT no DF, Chico Vigilante, sabe do envolvimento de petistas e “saiu chorando” da casa do jornalista Edmilson Edson dos Santos, o Edson Sombra, após conversa sobre o assunto. O ex-secretário afirmou ainda que o petista “confia” nele e em Sombra.

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Durval resolveu não cair sozinho

Quando percebeu que pagaria sozinho pelo esquema de desvio de verbas públicas, ex-secretário resolveu colaborar. Leia a segunda parte da entrevista exclusiva de Aessandra Queiroga

Reprodução
Acuado por uma série de denúncias e abandonado pela mulher e por Arruda, Durval resolveu abrir o jogo

Rudolfo Lago

Operador de um esquema milionário de desvio de recursos públicos, o ex-secretário de Assuntos Institucionais do Governo do Distrito Federal resolveu ter como seus melhores amigos gravadores e câmeras de vídeo, que ficavam escondidos nos desvãos da sua casa ou de seus escritórios. Primeiramente, eles eram salvo-condutos para que Durval pudesse continuar transitando incólume no pântano de corrupção que ajudou a criar.

À medida porém, em que o esquema de desvio ia se ampliando e seus braços se tornavam mais evidentes, Durval foi percebendo que o sistema de  proteção que criara não vinha sendo suficiente para protegê-lo. Alvo do Ministério Público, Durval era já personagem principal das Operações Aquarela e Megabyte. Primeiro, em 2007, foi a Operação Aquarela, que investigou um esquema que envolvia instituições bancárias, entre elas o Banco Regional de Brasília no governo Joaquim Roriz, no desvio de verbas públicas. O envolvimento direto de Durval surgiu de forma mais explícita na Operação Megabyte. Também com a participação da promotora Alessandra Queiroga, a Operação Megabyte investigou, em 2008, irregularidades na compra sem licitação de serviços de informática, de muitas das mesmas empresas que surgiram agora na Operação Caixa de Pandora. Na verdade, a sistemática já era a mesma: dispensa de licitação para pagamento mais alto dos serviços para que se pudesse, com esse recurso a mais, tirar o dinheiro que era desviado para a corrupção e o pagamento de propina a aliados a integrantes do esquema.

Na Operação Megabyte, há já  uma operação de busca e apreensão na casa de Durval Barbosa. Exposto, o ex-secretário vê as coisas começarem a se complicar para o seu lado.  Sua vida familiar começa a ruir. Separa-se da mulher num processo turbulento. O cerco a ele se fecha. A proteção que esperava que viesse de Arruda, até com a promessa de que tinha nas mãos o Ministério Público do DF, não vem. Acuado, Durval admite a hipótese de contar o que sabe. Com a intermediação do jornalista Edson Sombra, informante de Alessandra e amigo do ex-secretário, Durval negocia sua delação premiada. E passa a ser, como mostra Alessandra na entrevista abaixo, prisioneiro do que fez e viu no Governo do Distrito Federal. :: LEIA MAIS »

Exclusivo: promotora da Operação Pandora fala

Responsável pelo acordo de delação premiada de Durval Barbosa, que levou à prisão e renúncia de José Roberto Arruda, Alessandra Queiroga revela pela primeira vez detalhes da investigação e prega: “intervenção federal seria um marco histórico”

 Rudolfo Lago

Rudolfo Lago
“Quem está contra a intervenção tem receio de que as contas relacionadas às obras públicas sejam analisadas”, diz Alessandra Queiroga

A voz é doce. O rosto bonito e os cabelos louros podem passar uma impressão de fragilidade. Não se engane. Alessandra Queiroga é uma das mais ativas promotoras do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios. Segundo ela mesma, uma pessoa “intolerante com a corrupção pública”. Destacada no Núcleo de Combate às Organizações Criminosas, foi ela, juntamente com seu colega, Wilton Queiroz, quem negociou com o ex-secretário de Assuntos Institucionais do Governo do Distrito Federal Durval Barbosa os termos da sua delação premiada, que levaram à instauração da Operação Caixa de Pandora e depois à prisão e renúncia do ex-governador José Roberto Arruda. Desde que a operação foi deflagrada, em novembro do ano passado, Alessandra mergulhou. Não fez qualquer comentário público nem revelou qualquer detalhe do trabalho que inseriu Brasília na sua maior crise política exatamente no momento em que comemorava seu aniversário de 50 anos. Alessandra acompanhou a tudo calada. Até esta entrevista ao Congresso em Foco.

Na entrevista, cuja íntegra será  publicada em capítulos hoje e amanhã (com a inclusão de trechos em áudio), Alessandra revela detalhes da negociação feita com Durval Barbosa. Como chegou até ele. O que o levou a colaborar. Detalha, inclusive, a situação constrangedora em que ficou, ao se ver obrigada a manter segredo da operação até mesmo de seu superior, o procurador do Distrito Federal e Territórios, Leonardo Bandarra, acusado por Durval de envolvimento com o esquema.

Nesta primeira parte da entrevista, ela explica como os esquemas de corrupção se entranharam na estrutura do Distrito Federal. De uma forma tal que se torna impossível se desvendar tudo o que existe a partir apenas das estruturas políticas, jurídicas e administrativas de Brasília. Por isso, com a autoridade de quem investiga há mais de dez anos a corrupção no Distrito Federal, Alessandra defende com convicção a decretação da intervenção federal, que está em julgamento no Supremo Tribunal Federal. “Seria um marco histórico”, diz ela. “Foi se permitindo uma situação na capital federal que corrompe a nossa alma”. Leia abaixo a primeira parte da entrevista: :: LEIA MAIS »

Nos jornais: eleição indireta agravou crise no DF, diz PGR

Folha de S. Paulo

Depois de participar de uma sessão solene no Supremo em homenagem a Brasília, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, afirmou ontem que a eleição indireta realizada pela Câmara Distrital que escolheu Rogério Rosso como governador apenas “agravou” a crise política local e reforça a necessidade de uma intervenção federal. “Ele teve 13 votos, sendo que 8 foram das pessoas mais escandalosamente envolvidas com esse esquema criminoso. Independentemente de quem tenha sido eleito, não faço qualquer juízo da pessoa dele, parece-me evidente que não haverá condições de proceder a um saneamento da máquina administrativa do DF”, disse.

Em discurso posse, novo governador do DF prega união política

O novo governador do Distrito Federal, Rogério Rosso (PMDB) tomou posse nesta segunda-feira prometendo união entre partidos e transparência durante seu mandato-tampão, que vai até 31 de dezembro. Rosso foi escolhido através de eleição indireta neste sábado (17) com o voto de 13 dos 25 deputados distritais, após a cassação do mandato de José Roberto Arruda pela Justiça Eleitoral por infidelidade partidária há cerca de um mês.
“Não é hora de apostar no fracasso, é hora de união. Pela primeira vez um grupo de partidos e homens públicos se uniu em torno de um único objetivo, dar legitimidade ao governo local. Um esforço no resgate da credibilidade do Legislativo e Executivo diante do Judiciário. A união vai debelar o que se chamou de metástase institucional”, disse.
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Câmara do DF elege novo governador

Com os votos dos deputados sob suspeita de corrupção, um ex-secretário de José Roberto Arruda será o novo governador do Distrito Federal. O advogado Rogério Rosso (PMDB) foi eleito neste sábado na eleição indireta realizada pela Câmara Distrital para substituir Arruda, cassado em março pela Justiça Eleitoral por infidelidade partidária em meio ao escândalo de corrupção de Brasília.

Foto: Silvio Abdon/CLDF

Foto: Silvio Abdon/CLDFO advogado Rogério Rosso foi eleito com 13 votos dos deputados distritais

Rosso ocupará o cargo até o fim deste ano. Ele conseguiu vencer no primeiro turno ao obter os votos de 13 dos 24 deputados distritais. Votaram nele os nove parlamentares investigados no inquérito conduzido pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), entre eles Geraldo Naves (sem partido), que estava preso até semana passada, Eurides Brito (PMDB), Benedito Domingos (PP) e Pedro do Ovo (PRP).

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PM e manifestantes entram em confronto em eleições indiretas no DF

Manifestantes que se aglomeram desde a noite desta sexta-feira (16) em frente à Câmara Legislativa entraram em confronto com policiais militares que fazem a segurança do prédio. Os deputados distritais estão reunidos neste sábado (17) para eleger o novo governador do Distrito Federal, que vai ocupar o cargo até 31 de dezembro.

Segundo testemunhas, a confusão começou quando manifestantes tentaram entrar no plenário para acompanhar a eleição indireta e foram barrados pela polícia. Apenas convidados estão autorizados acompanhar a votação de dentro da Casa. Alguns estudantes teriam atirado pedras, pedaços e pau e latas contra policiais. Dois soldados teriam sido levados ao hospital com ferimentos e dois estudantes teriam sido presos. A Polícia Militar ainda não confirma as informações.

Com a desistência dos deputados Aguinaldo de Jesus (PRB) e José Messias de Souza (PCdo B), agora restam quatro postulantes ao cargo: Wilson Lima (PR), atual governador interino; Antônio Ibañez (PT); Luiz Filipe Coelho (PTB) e Rogério Rosso (PMDB). :: LEIA MAIS »

Ministério Público do DF denuncia ex-governador Joaquim Roriz

O Ministério Público do Distrito Federal denunciou na terça-feira à Justiça o ex-governador Joaquim Roriz (PSC), que lidera as pesquisas para o governo local. Os promotores acusam Roriz de improbidade administrativa.

O Ministério Público concluiu que o então presidente do BRB, Tarcísio Franklin, aliado de Roriz, autorizou o desconto irregular de um cheque do Banco do Brasil (BB) no valor de R$ 2,2 milhões emitido em benefício de Nenê Constantino.

O cheque foi sacado na tesouraria do BRB, sem garantia de que tinha fundos e sem que a operação fosse comunicada ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras. O dinheiro foi dividido entre Joaquim Roriz e o empresário Nenê Constantino, conforme apontaram escutas telefônicas da Operação Aquarela, da Polícia Civil, em 2007.

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Arruda recebe apoiadores em casa e faz oração coletiva após deixar prisão

Após deixar a Superintendência da Policia Federal, o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda (sem partido) seguiu para sua casa, localizada no setor de mansões Park Way, área nobre de Brasília. Ele estava preso desde o dia 11 de fevereiro e foi solto após decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça).

José Cruz/Agência Brasil
Após dois meses, José Roberto Arruda deixa prisão acompanhado da mulher
Após dois meses, José Roberto Arruda deixa prisão acompanhado da mulher

Ele abriu as portas de sua casa para cerca de 30 pessoas –entre manifestantes e correligionários- que o esperavam na porta. Dentro de casa, Arruda deu as mãos aos apoiadores e fez com eles uma oração.

Um dos apoiadores, que não quis se identificar, disse que o objetivo da oração era agradecer a Deus pela liberdade de Arruda.

Arruda foi preso pela tentativa de suborno do jornalista Edson Sombra, testemunha do processo que investiga o esquema de corrupção no Distrito Federal. :: LEIA MAIS »

Por oito votos a cinco, STJ manda soltar José Roberto Arruda

Por oito votos contra cinco, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) mandou soltar nesta segunda-feira o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda (sem partido) e mais cinco aliados que estão presos por atrapalhar as investigações do mensalão do DEM (esquema de arrecadação e pagamento de propina).

O ex-democrata está preso desde o dia 11 de fevereiro na Superintendência da Polícia Federal, pela tentativa de suborno do jornalista Edson Sombra, testemunha do processo que investiga o esquema de corrupção no Distrito Federal.

A maioria dos ministros seguiu o voto do relator do caso, ministro Fernando Gonçalves, que entendeu que com o fim da primeira fase da Operação Caixa de Pandora, que investiga o sistema de distribuição de propina, o ex-governador não oferece mais risco de influenciar o inquérito.

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TCU aponta fraude de R$ 65 milhões em salários do Tribunal de Justiça do DF

Em meio à crise provocada pelo esquema de corrupção no Distrito Federal, o Poder Judiciário de Brasília é alvo de suspeitas de fraudes milionárias na folha de pagamento. Auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) aponta irregularidades em todos os níveis do quadro do Tribunal de Justiça do DF (TJ-DF): desembargadores, juízes e servidores.

 Os prejuízos aos cofres públicos chegariam a, pelo menos, R$ 65 milhões por ano. “Configurou-se a existência de atos praticados ao arrepio da lei”, diz relatório final da investigação do TCU.

Na última terça-feira, o TCU publicou, no Diário Oficial da União, a decisão aprovada no dia 31 de março em que respalda a auditoria – realizada entre 2008 e 2009 – e determina ao TJ a devolução de dinheiro, além de mudanças internas para se adequar à lei e sanar as irregularidades no prazo de 60 dias.

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Deputada abandona presidência de CPI da Corrupção após nova denúncia

Pela segunda vez, a CPI da Corrupção na Câmara Legislativa do Distrito Federal ficou sem presidente. A deputada distrital Eliana Pedrosa (DEM) anunciou nesta quinta-feira que vai se afastar do posto argumentando que há uma ingerência sobre as suas atribuições pela Mesa Diretora da Casa.

O afastamento ocorre depois de a Folha revelar que o governo do DF desviou R$ 1 milhão do programa Bolsa Família. Ex-secretária de desenvolvimento social, a deputada abandonou a presidência da CPI que investiga o mensalão do DEM.

Oficialmente, Eliana deixou a CPI da Corrupção após o presidente da Câmara Legislativa do DF, deputado Cabo Patrício (PT), ter convocado quatro servidores da Casa para auxiliarem na investigação. :: LEIA MAIS »

ACM Neto recomendou que DEM não dispute governo do DF

O deputado ACM Neto afirmou hoje que recomendou à direção nacional do Democratas que o partido não tenha candidato nas eleições indiretas ao governo do Distrito Federal. Para Neto, o partido deve ficar de fora em função dos escândalos que atingiram o governo local na gestão do ex-governador José Roberto Arruda, que se desfiliou do DEM antes de ser expulso. “Nós tomamos as medidas corretas e afastamentos todos os envolvidos no escândalo. :: LEIA MAIS »

Dez candidatos vão disputar eleição indireta no Distrito Federal

Os 23 deputados distritais não vão poder reclamar da quantidade de candidatos para governador e vice do Distrito Federal. Para a eleição indireta prevista para 17 de abril, que vai escolher os substitutos do ex-governador José Roberto Arruda, preso desde 11 de fevereiro, e do ex-vice Paulo Octávio, os parlamentares terão nada menos do que dez chapas para escolher em quem votar. Porém, o número pode reduzir nos próximos dias, já que todos os pedidos serão analisados pela Mesa Diretora, que poderá impugnar desde já a campanha que não cumprir as normas estabelecidas pela Câmara Legislativa. :: LEIA MAIS »



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