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:: ‘decapitação’

Pedófilo que teve filhos-netos é decapitado durante rebelião em cadeia no Maranhão

Último Segundo

José Agostinho violentou Sandra por 16 anos. Na rebelião, foi um dos primeiros alvos. Hoje, ela vive em abrigo com R$ 200 por mês.

A história do lavrador José Agostinho Bispo, de 55 anos, terminou de forma trágica nesta terça-feira. Durante a rebelião na Delegacia de Pinheiro, ele foi um dos presos decapitados pelos líderes do motim. Bispo foi condenado a 63 anos de prisão por ter abusado de duas filhas. Uma delas, Sandra Maria Monteiro, foi mantida em cárcere privado durante 16 anos. Hoje, mais de seis meses após a prisão de Bispo, ela ainda vive em um casa-abrigo da prefeitura de Pinheiro, cidade a 340 quilômetros de São Luís.

Após ser condenado em dezembro de 2010, Bispo aguardava transferência para a Penitenciária de Pedrinhas. Ele estava detido em uma cela especial em Pinheiro, junto com outros presos acusados de crimes como pedofilia e estupro. Todos os seis executados estavam respondendo por esse tipo de crime.

Em janeiro deste ano, o então delegado regional interino de Pinheiro, Márcio Araújo, viajou para São Luís com o intuito de conseguir uma vaga para Bispo. Não teve resposta. Com a interdição da delegacia de Bacabal, na semana passada, o pedido de transferência de Bispo foi novamente adiado, de acordo com informações da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão. :: LEIA MAIS »

Promotor denuncia e pede preventiva dos envolvidos em decapitação de adolescentes em Salvador

A Tarde

Um dos acusados da barbárie em Salvador chega ao presídio

O promotor de Justiça Antônio Luciano Assis, denunciou à Justiça, nesta sexta-feira, 21, os quatro envolvidos nas mortes das adolescentes Janaína Cristina Brito da Conceição, 16 anos, e Gabriela Alves Nunes, 13 anos, ocorridas em 19 de novembro do ano passado. Além da denúncia, o promotor de Justiça pediu a decretação da prisão preventiva de Adriano Silva Nunes, vulgo Bocão; Alex Santos e Silva, vulgo Lequinho; Jarbas Cristiano Chaves de Souza, vulgo Tiano, e Danilo Rocha Carvalho, vulgo Cacaroto, por garantia da ordem pública para assegurar a aplicação da lei penal e por conveniência da instrução.

Citando informações do inquérito policial, o promotor de Justiça destaca que os denunciados, em ação conjunta com Vítor dos Santos Almeida, vulgo Branco ou Amado, morto em confronto com policiais, por razões abjetas, de forma cruel e sem dar qualquer chance de defesa às vítimas, torturaram e decapitaram as meninas. Em seguida, acondicionaram os corpos em sacos e deixaram em via pública, sem identificação, na Avenida San Martin, onde foram encontrados pela polícia no dia 20 de novembro.

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