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:: ‘covid 19’

Quatro pacientes de coronavírus saem da UTI após tratamento com hidroxicloroquina

Substância é esperança para tratamento da Covid-19. (Foto: Reprodução/Bigstock)
Substância é esperança para tratamento da Covid-19. (Foto: Reprodução/Bigstock)

Após usarem por uma semana a hidroxicloroquina, quatro pacientes que estavam internados em estado grave em uma UTI do Hospital Igesp, em São Paulo, receberam alta.

O coordenador da UTI do Hospital, Dante Senra, explicou que, no total, 12 altas foram dadas a pacientes com coronavírus e altamente suspeitos e que acredita que o hospital seja o primeiro a utilizar o medicamento.

A substância, utilizada no tratamento de doenças como artrite, lúpus e malária, tem se mostrado efetiva em limitar a replicação do novo coronavírus in vitro e provocar melhoras em pacientes tratados com o remédio.

Dante ainda explicou que não há comprovação do efeito do uso do medicamento e, portanto, não dá para garantir que os pacientes foram curados porque fizeram uso da substância.

De acordo com o médico Dante não há comprovação do efeito do uso do medicamento, com isso, não dá para garantir que os pacientes foram curados porque fizeram uso da substância.

As autoridades do Ministério da Saúde pedem que as pessoas não utilizem a substância para prevenir o Covid-19, já que só pode ser administrada sob orientação médica.

A hidroxicloroquina pode provocar diversos efeitos colaterais, como cegueira e problemas cardíacos.

Caráter experimental

O secretário executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo dos Reis, informou que a eventual liberação dos remédios terá caráter experimental e valerá apenas para pacientes internados em estado grave. Ele reiterou que os dois componentes têm efeitos colaterais fortes e não podem ser estocados para serem usados em caso de eventual gripe.

“Hoje, (os medicamentos) são usados em pesquisas clínicas, com autorização dos comitês de ética dos hospitais, em associação com outros medicamentos. Caso o Ministério da Saúde libere a prescrição, poderá ser usado para pacientes graves, internados em hospitais. Não é para ser usado por quem está gripado e acha que se tomar esse medicamento e não vai ter complicações”, destacou Gabbardo.

Nos últimos dias, foi divulgado um estudo realizado na França em que a cloroquina — usada para tratar a malária — e a hidroxicloroquina — prescrita para casos de artrite reumatoide e lúpus — diminuíram a contagem viral.

Na sexta-feira (20), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou que o governo norte-americano estuda a utilização dos medicamentos no tratamento do novo coronavírus.

Sobre a autorização do presidente Jair Bolsonaro para que o Exército amplie a produção dos medicamentos, o secretário-executivo disse que a medida tem caráter preventivo no caso de um eventual aumento da demanda futura. No Brasil, o produto é fabricado em laboratórios privados, das Forças Armadas e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

“Esses medicamentos já são fabricados no Brasil e existem nas farmácias. Em função da possibilidade da utilização para casos graves de coronavírus, estamos pensando na necessidade de ampliação da produção. É isso que o presidente autorizou: que o Exército possa ampliar a produção de medicamentos”, explicou.

Ele lembrou que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) restringiu a venda dos remédios com a retenção de atestado apenas para pessoas com as três doenças tratadas pelos medicamentos: malária, lúpus e artrite reumatoide.

Fonte: Guiame

Covid-19: o que resta quando não há o que fazer?

Igreja chinesa compartilha aprendizado durante a crise com o Covid-19

Igreja chinesa compartilha aprendizado durante a crise com o Covid-19

Diante das mudanças que o Covid-19 causou na China, o pastor Huang Lei compartilhou com a Portas Abertas sobre como os momentos difíceis podem ser vistos de uma perspectiva divina. A igreja liderada por ele em Wuhan interrompeu as atividades presenciais em obediência às ordens das autoridades e passou a se encontrar virtualmente.

Os cristãos que não podem sair de casa têm mais tempo para os grupos de discipulado. Todos os dias, eles assistem uma pregação dos pastores nas redes sociais e site da comunidade cristã. Um dos maiores grupos “beneficiados” foram os idosos e as pessoas com deficiência, já que passaram a ser mais cuidados pelos demais irmãos, tanto espiritual quanto emocionalmente.

Relembrando as prioridades 

Entre 1990 e 1991, o evangelista chinês Wang Ming-Dao ensinou algo atemporal ao colaborador da Portas Abertas Ron,  que o visitou na prisão. A partir da pergunta “como você anda com Deus?”, o homem de 60 anos conseguiu mostrar que as disciplinas espirituais como oração e leitura da Bíblia não podem andar desassociadas de um relacionamento de intimidade com o Senhor.

“Lembro-me de olhá-lo e confessar que estava achando difícil relacionar sua experiência à minha. Eu disse: Eu nunca vou ser preso como você, então como sua fé pode ter algum impacto sobre a minha? Ele parecia desconcertado e começou a me fazer uma série de perguntas”, lembra Ron.

O líder cristão começou a listar os afazeres que o jovem precisava fazer ao retornar da visita. “Quando você voltar para casa, quantos livros você precisa ler no próximo mês? Quantas cartas você precisa escrever? Quantas pessoas você tem que ver? Quantos artigos você tem que produzir? Quantos sermões você deve pregar? Ele continuou as perguntas, e eu respondi uma de cada vez. Após cerca de quinze dessas perguntas, eu estava começando a me sentir em pânico pela quantidade de trabalho”, testemunha. :: LEIA MAIS »

Missões: “O coronavírus não pode nos parar”

Os encontros virtuais têm aproximado os cristãos perseguidos na China, principalmente os idosos

Os encontros virtuais têm aproximado os cristãos perseguidos na China, principalmente os idosos

As fronteiras fechadas, as empresas ajustando as formas de funcionamento, a queda das bolsas de valores, os cidadãos em casa e as igrejas vazias são algumas das realidades de países onde o Covid-19 chegou com toda força. Tudo está mesmo um caos, ou pode ser uma bênção disfarçada? É difícil acreditar que o sofrimento das famílias que perderam os entes queridos por causa do coronavírus possa ser didático. Porém, a Bíblia convida cada um a olhar os acontecimentos no mundo pelos óculos de Deus. Os acontecimentos são enxergados da perspectiva humana ou divina?

O pastor Huang Lei tem exercitado o desafio de perceber o agir de Deus através das mudanças. A igreja que ele lidera fica em Wuhan, local na China que foi o epicentro do surto da doença. Os cristãos locais foram obrigados a se reunirem apenas via internet. Quase todos os 50 grupos de discipulado continuam a funcionar on-line. Mas as reuniões que eram semanais agora são diárias. “Somos muito gratos por isso. E ouvimos dizer que nossos idosos e deficientes são gratos ao Senhor e ficam muito encorajados por essa oportunidade de reuniões on-line. Antes disso, eles se sentiam alienados, ficando em casa sozinhos, como se estivessem abandonados. Agora eles apreciam a conexão entre irmãos mais do que nunca”, testemunha.

Tempo de crescer nos relacionamentos

Os diáconos e demais líderes da igreja estavam atarefados com o trabalho e até atividades consideradas essenciais para o crescimento dos irmãos, por isso se reuniam uma vez ao mês. Mas a situação atual exige que estejam em contato, mesmo que virtual, por duas vezes na semana. “Eu acho que isso está nos aproximando mais do que nunca. Oramos, compartilhamos informações e tomamos decisões juntos. O vírus não pode nos parar”, revela o pastor Huang.

Na cidade, os pastores se reúnem duas vezes por semana para orar e compartilhar informações das igrejas que cuidam. Esse contato fez com que desejassem estar conectados com todos as lideranças das igrejas chinesas. Apesar da aproximação virtual e emocional, o aconselhamento pessoal ficou mais prejudicado. A maneira encontrada para sanar o problema é capacitar os diáconos e líderes dos grandes grupos. “Hoje em dia, costumo exortar e ministrar aos diáconos a cada dois dias, conversando com todos eles através de telefonemas e vídeo, para conhecer a situação deles e incentivá-los. Eles fazem o mesmo com a liderança dos grupos”, explica. Dessa forma, até os cristãos mais novos recebem apoio e pastoreio. :: LEIA MAIS »



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