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:: ‘ciro’

Eduardo Cunha oferece queixa-crime contra Ciro por suposta difamação e injúria

O deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) ofereceu ao STF (Supremo Tribunal Federa) queixa-crime contra Ciro Gomes (PSB-CE) por suposta prática de difamação e injúria. Os crimes teriam ocorrido em dezembro de 2009 durante palestra dada por Ciro no Centro Cultural Oboé, em Fortaleza.

De acordo com a queixa-crime, Ciro teria se referido a Cunha como “trambiqueiro” e “inútil”. Ciro teria comparado o peemedebista a uma tribo indígena.

“Quando Ciro Gomes chamou Eduardo Cunha de uma espécie de ‘pajé’ do PMDB, o insultou com a frase de que o querelante ‘costuma lançar feitiços na direção das arcas de Furnas'”, afirmou o advogado.

Ajuntamento de bandidos

Em entrevista ao programa “É Notícia” (Rede TV!), Ciro atacou o PMDB, chamando a legenda de “ajuntamento de assaltantes”. Michel Temer, presidente do partido e o nome mais cotado para vice da pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, foi considerado por ele “chefe dessa turma de pouco escrúpulo”. DA Folha

Ciro diz que decisão de tirá-lo da corrida presidencial foi “erro tático”

>> Leia a íntegra da nota oficial do PSB

Após ter sido afastado oficialmente da disputa ao Palácio do Planalto, o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) publicou na noite desta terça-feira, 27, em seu blog  (www.cirogomes.com), nota em que avalia como um “erro tático” a decisão do PSB de não lançar candidatura própria à Presidência da República. Em texto intitulado “Ao Rei Tudo, Menos a Honra”, o parlamentar considera uma “deserção” aos deveres do País a posição tomada pelos pessebistas, mas ponderou: “É preciso respeitar e submeter-se à decisão. É assim que se deve proceder mesmo que os processos sejam meio tortuosos.”

Ainda na nota, o parlamentar se negou a entrar em confronto com o PSB. Ciro afirmou que não é mais hora “de repetir os argumentos já tão repetidos”, mas atacou mais uma vez o atual cenário político brasileiro. “Falta projeto estratégico de futuro, com a deterioração ética generalizada de nossa prática política, com a potencial e precoce esclerose de nossa democracia”, salientou.  

O anúncio de que o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) estaria fora da corrida presidencial deste ano foi feito nesta tarde pelo presidente do PSB, governador  (PE). “A comissão Executiva Nacional do Partido Socialista Brasileiro reuniu-se nesta data em sua sede em Brasília para avaliar o quadro político- eleitoral do País e deliberar, depois de ouvidos os diretórios estaduais, sobre o papel a ser desempenhado pelo PSB na sucessão presidencial. Decidiu, por maioria de voto, não apresentar candidatura própria à Presidência da República”, disse o presidente do partido, ao ler nota oficial elaborada pela Executiva.

Presidente do partido, Eduardo Campos, anunciou decisão de tirar  Ciro do páreo (Foto: Valter Campanato | Ag. Brasil)

Para embasar a decisão partidária, a Executiva Nacional do PSB já havia consultado 27 diretórios regionais, dos quais 20 foram contra a candidatura própria e sete endossaram o nome de Ciro Gomes para disputar a sucessão de Lula. Hoje, na reunião da Executiva Nacional, 21 membros foram contra a candidatura própria e apenas dois favoráveis. A Executiva é formada por 30 integrantes, mas só 23 votaram.

Eduardo Campos informou que, antes de dar a notícia à imprensa, telefonou para Ciro Gomes para anunciar a decisão da Executiva do partido. Segundo o governador, Ciro Gomes recebeu o comunicado com muita calma e contou que está elaborando uma nota para ser distribuída à imprensa. Campos fez questão de ressaltar que os esforços de Ciro Gomes ao se lançar pré-candidato à presidência “não foram em vão”. “Administrador vitorioso em diversos níveis de governo, homem de ideias e de atos em favor do País, Ciro Gomes engrandeceu o debate republicano”. :: LEIA MAIS »

Sem Ciro, presidente do PSB discute alianças estaduais com Lula

Presidente nacional do PSB, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, evitou nesta sexta-feira polemizar com o deputado Ciro Gomes (PSB-CE) sobre as declarações dadas ao iG, mas disse que Ciro terá de aceitar a decisão do partido sobre o impasse envolvendo a sua candidatura.

AE
Presidente do PSB, Eduardo Campos, chega para reunião com Lula
Campos ao chegar para reunião com Lula

Na tentativa de diminuir o mal estar pelo vazamento da decisão, Campos afirmou que Ciro “não está fora do páreo”. No entanto, segundo o iG apurou, durante encontro nesta manhã com o presidente Lula, no Palácio do Alvorada, foi iniciada a discussão sobre as alianças entre o PSB e o PT nos Estados beneficiadas com a saída de Ciro da disputa presidencial.

O PSB espera uma contrapartida do PT e quer apoio do partido nos Estados do Espírito Santo, Piauí, Amapá e no Distrito Federal. O caso do deputado federal Rodrigo Rollemberg serve de exemplo. Ele quer sair candidato ao Senado no Distrito Federal numa chapa encabeçada pelo PT. O ex-ministro Agnelo Queiroz vai disputar o governo e Geraldo Magela ficará com outra vaga para o Senado. 

Outro caso similar é do senador Renato Casagrande, que pretende disputar o governo do Espírito Santo pelo PSB. Como o PT prefere a aliança com o PMDB, ele planeja fazer uma coligação com o PR. O problema é que esse partido quer apoiar Dilma como candidata a presidente .“É uma realidade que se impõe”, afirmou Rollemberg.

Atualmente, há quatro Estados em que os pré-candidatos do PSB estudam formar aliança com o PSDB, partido de oposição ao governo federal. São os diretórios socialistas de Alagoas, Amazonas, Paraíba e Paraná. Quase vinte diretórios do PSB preferem o partido na campanha de Dilma, para não ter de dividir palanques, enquanto só oito sustentavam Ciro, sem exigir contrapartidas.

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Dilma defende PMDB após críticas de Ciro à aliança

No dia em que o governo começou a acertar com o PSB a retirada de Ciro Gomes do páreo presidencial, a pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, defendeu o aliado PMDB. Em entrevista à Rádio 730, de Goiânia, Dilma afirmou que a corrupção pode acontecer “em todos os lugares” e deu estocada em Ciro ao dizer que ninguém deve ter a “soberba” de associá-la a um determinado partido.

“A questão da corrupção não pode ser confundida com um partido ou uma sigla”, afirmou a pré-candidata à Presidência. “Os seres humanos são diferentes, a corrupção é uma questão de desvio de conduta e isso pode acontecer em todos os lugares. A gente não pode ter essa soberba ao analisar os outros.”
Magoado com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com o PT, que o isolaram ainda na largada da corrida ao Planalto, Ciro bombardeou a parceria dos petistas com o PMDB. Dono de língua afiada, chegou a dizer que aliança entre o PT e o PMDB era “terreno fértil” para a corrupção e um “roçado de escândalos semeados”.
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Para PSB, Ciro aceitou desistir de candidatura à Presidência

 cúpula do PSB acredita que convenceu o deputado Ciro Gomes (PSB-CE) a não mais insistir em sua candidatura a presidente da República. Pela manhã, Ciro foi chamado para uma conversa com o presidente do partido e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, na casa do vice-presidente nacional da legenda, Roberto Amaral.

Os dois argumentaram que o PSB precisa começar a fechar seus palanques estaduais e que a candidatura própria estava atrasando esse processo. Após o encontro na casa de Roberto Amaral, Ciro foi almoçar em uma churrascaria em Brasília com sua mãe, Ana. Depois, ele viajou para São Paulo e não quis falar com a imprensa. Contatado pelo iG por telefone, Ciro atendeu educadamente, mas insitiu que nada falaria sobre sua candidatura.

Na prática, o partido isolou-se, sem que Ciro tenha avançado nas pesquisas além dos 8% a 10% das intenções de voto. Por isso, a maioria dos diretórios regionais já prefere apoiar a candidata do PT, Dilma Rousseff, indicada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

AE
Lula deve se reunir com Ciro
 Ciro deve anunciar desistência na terça

O deputado argumentou que não pode carregar sozinho o ônus da desistência de sua candidatura. Ficou combinado que a formalização da decisão na reunião da Executiva do PSB, no próximo dia 27, servirá para que o ônus da retirada da candidatura seja dividido por todos no partido.

Um grupo encarregado de ouvir os diretórios estaduais levará à Executiva uma carta com a proposta de arquivamento da candidatura própria, previamente combinada com Ciro, mas que terá que ser oficialmente encampada pela Executiva. Em outras palavras,  a direção do PSB assume a responsabilidade pela desistência da candidatura própria, e Ciro ganha uma saída honrosa.

Ciro disse aos dirigentes do PSB que, depois da reunião da Executiva, pretende tirar uma licença da Câmara de Deputados e sair de circulação. Acenou, inclusive, que voltaria a tempo de ajudar o partido nas campanhas estaduais. Principalmente em São Paulo, onde o candidato ao governo deverá ser Paulo Skaf.

No ano passado, Ciro transferiu seu título eleitoral para a capital paulista. Na época, havia a possibilidade de ele firmar aliança com o PT e disputar o Palácio dos Bandeirantes.

A cordialidade com que o até então candidato recebeu as argumentações e aceitou as propostas deu aos dirigentes do PSB a sensação de que está tudo resolvido. Mas, na verdade, em relação ao temperamento do deputado cearense, não há quem tenha certeza de que ele seguirá o script. :: LEIA MAIS »

Ciro diz temer atuação de Lula nos Estados para impedir sua candidatura

O deputado Ciro Gomes (PSB-CE) teme que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva atue nos Estados em que o PSB mantém aliança com o PT para constranger seu partido a não lhe conceder a legenda para sua planejada candidatura à Presidência da República. Em entrevista exclusiva à TV Estadão nesta quinta-feira, 18, Ciro desautorizou as versões de que teria uma conversa definitiva sobre seu futuro político com Lula em março – “vocês marcaram para anteontem, mas ele está em Israel”, brincou -, mas não descartou que o presidente atue nos bastidores para impedi-lo.

Paulo Liebert/AE

Paulo Liebert/AEO deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE), em entrevista à TV Estadão nesta quinta-feira

“O Lula, pela delicadeza que ele me trata, pelo respeito que ele me tem, e é recíproco, até maior o meu – eu gosto dele fraternalmente, com muito carinho, além do respeito, da gratidão pelo bem que ele faz ao povo brasileiro – ele não me pedirá jamais pra eu não ser candidato”, disse o deputado. Questionado se haveria outras formas de o presidente fazê-lo ficar de fora do pleito, Ciro concordou: “As outras formas podem ser muito cruéis. Por exemplo, constranger o partido a não me dar legenda.” :: LEIA MAIS »



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