WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

ebook gestao financeira


outubro 2020
D S T Q Q S S
« set    
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728293031


:: ‘caso isabella’

Advogado do casal Nardoni formaliza pedido de um novo júri

O advogado Roberto Podval, responsável pela defesa de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, entrou na quarta-feira (31) com a petição de apelação e protesto por um novo júri no Fórum de Santana. O casal, condenado pela morte da menina Isabella Nardoni, já havia assinado o pedido de recurso na madrugada de sábado (27), assim que a sentença foi anunciada pelo juiz Maurício Fossen.

Na primeira medida, o advogado pode pedir a anulação do julgamento realizado na semana passada, com base em algo que ele argumente ter sido irregular –como a perícia, por exemplo– e pode tentar rediscutir a longevidade da pena. :: LEIA MAIS »

Após condenação, mãe de Isabella diz que “justiça foi feita”

Ana Carolina de Oliveira, mãe da menina Isabella, disse na tarde deste sábado que a justiça foi feita, em declaração após a condenação de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá. “O que aconteceu (a sentença) deu uma resposta que a justiça foi feita. Era o que eu esperava. Tinha muita gente competente trabalhando por isso”, afirmou.

Questionada sobre a comemoração de mais de 200 pessoas que aguardavam o veredicto em frente ao Fórum de Santana, na zona norte da capital paulista, onde os réus foram julgados, Ana Carolina disse que foi “uma maneira das pessoas expressarem toda a injustiça e maldade que acontece”.

Ela respondeu também a perguntas a respeito da possibilidade de Alexandre Nardoni cumprir parte da pena em regime semi-aberto, daqui a alguns anos. “Não entendo de leis. Existe essa falha. A sentença foi dada, mas, apesar de tudo, minha filha não vai voltar. Não pude acordar hoje e dar um abraço nela. O vazio ficou”, disse. :: LEIA MAIS »

Nardoni: Mãe de Isabella passou noite em claro; notícia da condenação veio por celular

SÃO PAULO – A mãe de Isabella, Ana Carolina Oliveira, passou toda a noite acordada e só conseguiu dormir por volta das 6h. Ela foi avisada por uma mensagem de celular do resultado do julgamento que condenou Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá pela morte de sua filha. Foi a assistente da acusação, Cristina Christo, quem enviou a mensagem. Segundo o site G1, por viva voz ela agradeceu aos jurados pela condenação.

Pouco depois, saiu na sacada de sua casa para acenar para a multidão que comemorava a condenação do lado de fora do prédio onde ela mora, na Vila Maria, em São Paulo. Muita emocionada, Ana Carolina chorou. :: LEIA MAIS »

Advogado de defesa dos Nardoni chora e diz que promotor o intimida

 O advogado de defesa do casal Nardoni, Roberto Podval, ficou emocionado durante sua argumentação, na tarde desta sexta-feira (26) e chegou a chorar. O advogado também elogiou o promotor do caso. “O Cembranelli me intimida.” 

Segundo o G1, Podval afirmou que defender Anna Carolina Jatobá e Alexandre Nardoni, acusados pela morte da menina Isabella em março de 2008, é uma das missões mais difíceis de sua vida, mas que “defende o que acredita”.  Além disso, ele agradeceu a policiais e funcionários do fórum que, segundo o advogado, evitaram que ele fosse agredido.

Podval enfrentou manifestações durante os dias de julgamento, além de uma tentativa de agressão. :: LEIA MAIS »

Pelo cronograma, sentença do casal Nardoni só deve sair no final do dia

O quinto e provável último dia de julgamento do caso Isabella, previsto para começar às 9h desta sexta-feira (26), será tomado pelos debates entre a acusação feita pelo promotor Francisco Cembranelli e a defesa do advogado Roberto Podval. Antes disso, porém, pode haver leitura de alguns trechos do processo.

O enfrentamento começa com a fala do promotor que vai pedir a condenação de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá pela morte da menina Isabella, de cinco anos, em março de 2008. Cembranelli poderá defender sua tese por duas horas e meia.

Em seguida, é a vez de Podval, que defende os Nardoni. O advogado, que poderá usar o mesmo tempo, deve questionar o laudo da polícia e criticar as investigações. Para a defesa, a polícia não apurou a hipótese de uma terceira pessoa ter matado Isabella.

R7

Julgamento dos casal Nardoni deve acabar nesta sexta-feira

O quinto dia de julgamento do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá entra nesta sexta-feira na sua fase decisiva. Promotoria e defesa defenderão suas teses e, a partir disso, os jurados podem tomar suas decisões. A previsão é de que seja o último dia de julgamento.

Nesta quinta-feira encerrou a fase de depoimento dos réus. Concluída essa etapa, será a vez dos debates entre a acusação e a defesa. Cada um terá o direito de falar por duas horas e meia. Se a promotoria quiser, poderá usar mais duas horas para réplica, o que automaticamente dará direito à defesa de usar o mesmo tempo para tréplica.

Terminado o debate, os jurados serão questionados pelo juiz se têm condição de julgar o caso ou se querem alguma explicação. Se o júri responder que há condição de julgar o caso, todos passarão à sala secreta e decidirão o destino do casal. A expectativa é que o julgamento dure cinco dias. :: LEIA MAIS »

Nardoni diz que delegado propôs que ele assumisse a morte de Isabella

Afirmação foi feita durante seu depoimento; júri chega ao 4º dia.
Ele diz ter sido ‘humilhado’ em delegacia durante investigações.

Foto: Editoria de Arte/G1

Alexandre Nardoni, acusado de matar a própria filha, Isabella, em 2008, afirmou nesta quinta-feira (25) no Fórum de Santana, na Zona Norte de São Paulo, que o delegado responsável pelo caso propôs que ele assumisse a culpa pela morte da garota. Ele disse ainda que foi “humilhado” na delegacia durante as investigações da morte dela. Nardoni chorou três vezes e negou o crime.

De acordo com seu depoimento, o delegado Calixto Kalil Filho falou em “homicídio culposo” (sem intenção de matar) ao sugerir que ele assumisse o crime. Nardoni se disse “indignado”, porque, para ele, isso demonstrou que a “a polícia não queria descobrir” o que de fato ocorreu no edifício London, onde Isabella morreu. :: LEIA MAIS »

Alexandre Nardoni chora ao depor sobre morte da filha

Interrogado pelo juiz Maurício Fossen, Alexandre Nardoni já chorou pelo menos quatro vezes em seu depoimento no quarto dia de julgamento do caso Isabella, que está sendo realizado no Fórum de Santana, no bairro Limão, zona norte de São Paulo. Ele negou ter matado a filha e disse que é a falsa a informação de que teria alterado o local do crime. Alexandre destacou que a versão apresentada contra ele “não existe e é mentirosa”.

Ao contar seu lado para o magistrado, Alexandre lembrou um episódio a respeito da filha. Segundo ele, ao chegar na Santa Casa recebeu da médica a notícia de que Isabella havia morrido. Quando chegou perto da maca e viu a criança, disse que começou a repensar vários fatos de sua vida. Um deles era a luta que havia travado para que a mãe concebesse Isabella. “Briguei com a mãe de Ana Carolina de Oliveira porque ela queria que a criança fosse abortada”, disse. :: LEIA MAIS »

Com depoimento dos réus, quarto dia de julgamento é o mais esperado

O quarto dia de julgamento do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá é considerado o mais importante até agora. Os réus, acusados de matar a menina Isabella Nardoni em março de 2008, serão ouvidos logo no início do julgamento desta quinta-feira, previsto para começar por volta das 9h.

Os réus poderiam começar a ser ouvidos nesta quarta-feira, após os interrogatórios das testemunhas de defesa, mas o juiz optou por deixar os depoimentos de Alexandre Nardoni e Anna Jatobá para quinta-feira, já que a previsão é que eles sejam longos.

Após a fase dos depoimentos dos réus, será a vez dos debates entre a acusação e a defesa. Cada um terá o direito de falar por duas horas e meia. Se a promotoria quiser, poderá usar mais duas horas para réplica, o que automaticamente dará direito à defesa de usar o mesmo tempo para tréplica.

Terminado o debate, os jurados serão questionados pelo juiz se têm condição de julgar o caso ou se querem alguma explicação. Se o júri responder que há condição de julgar o caso, todos passarão à sala secreta e decidirão o destino do casal. A expectativa é que o julgamento dure até sexta-feira. :: LEIA MAIS »

Após 3 dias em frente ao fórum, pastor é expulso pela PM

O pastor Orlando Torres, 58 anos, gritava e cantava em frente ao fórum Foto: Raphael Falavigna/Terra

Conhecido nos dois primeiros dias de julgamento por ficar na entrada do Fórum de Santana, na zona norte de São Paulo, dançando, cantando e gritando em nome de Deus, o pastor e fotógrafo Orlando Torres, 58 anos, foi expulso pela Polícia Militar na tarde desta quarta-feira.

O pedido para retirá-lo do local partiu de pessoas que aguardavam na fila para tentar acompanhar o terceiro dia de júri do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá. “Isso aqui é uma sessão triste, não é um lugar de festa. (Ele) estava incomodando muito com essa gritaria e essa cantoria toda”, disse o estudante Rodolfo Mendes, 25 anos.

Nesta quarta-feira, depois de correr e pular, o comportamento do pastor incomodou até os policiais militares. “Inicialmente, convidamos o senhor a se retirar, mas ele não quis. Mais tarde, ele aceitou deixar o local”, disse um dos PMs presentes na segurança do fórum. :: LEIA MAIS »

Perita: Marcas na camiseta usada por Nardoni comprovam crime

A perita Rosângela Monteiro explicou aos jurados na primeira parte do julgamento nesta quarta-feira (24) sobre os testes realizados na camiseta, entregue pela polícia, que teria sido usada por Alexandre Nardoni na noite da morte de Isabella. Segundo ela, a camiseta tinha marcas da tela da janela por onde a menina foi jogada.

Foram realizadas quatro simulações, posteriormente comparadas com as marcas encontradas na camiseta. Ainda de acordo com a perita, para marcar a camiseta daquela forma, a pessoa precisaria estar com os dois braços para fora da janela, segurando um peso de 25 kg. “Não basta encostar na tela. Ele precisa jogar o peso dele sobre ela. Não tem outra hipótese”, afirmou a perita. :: LEIA MAIS »

Recomeça o julgamento do caso Isabella

Arte/R7

Recomeçou, às 14h42 desta quarta-feira (24), o julgamento do caso Isabella no Fórum de Santana, na zona norte de São Paulo. O júri havia sido interrompido no início desta tarde pelo juiz Maurício Fossen para recesso de almoço. Com o retorno, a perita criminal do IC (Instituto de Criminalística) Rosangela Monteiro, passa a ser interrogada pela defesa o casal Nardoni.

Veja a cobertura completa do julgamento do caso Isabella

Ao longo desta manhã, Rosangela respondeu às perguntas do promotor Francisco Cembranelli. A perita falou que exames do IC (Instituto de Criminalística) apontaram que marcas encontradas na camiseta de Alexandre Nardoni no dia da morte de Isabella só seriam possíveis se ele estivesse segurando um peso de 25 kg, o mesmo da menina Isabella. :: LEIA MAIS »

Defesa: ‘Ana Carolina só será liberada após depoimento dos réus’

Previsto para às 9h, o início do terceiro dia de julgamento do casal Nardoni está atrasado. Pai e madrasta já estão nas dependências do Fórum de Santana. Roberto Podval, advogado criminalista de defesa, deu declarações rápidas à imprensa antes de entrar no local. Ele revelou que só pretende liberar Ana Carolina de Oliveira, mãe de Isabella, após o depoimento dos réus. “É uma questão de avaliar o melhor momento”, resumiu. Ele também manteve a possibilidade de pedir acareação entre Ana Carolina e o casal. :: LEIA MAIS »

Saiba o perfil dos jurados que participam do julgamento do casal Nardoni

Foram sorteados 3 homens: sendo dois universitários e um eletricista.
Auxiliar de cobrança, técnica em vendas, publicitária e arquiteta formam júri.

É do meio do povo que saem os juízes dos mais graves crimes. É gente comum, maior de 18 anos e sem condenações ou processos na Justiça. No caso do julgamento do casal Nardoni, foram sorteados três homens, sendo dois universitários e um eletricista, e quatro mulheres, sendo uma auxiliar de cobrança, uma técnica em vendas, uma publicitária e uma arquiteta.

Veja a repotagem:

Mãe de Isabella é isolada do júri

O advogado Roberto Podval protagonizou até agora a maior polêmica no julgamento do Caso Isabella ao solicitar, e conseguir, que a mãe da menina, Ana Carolina Oliveira, fique à disposição da Justiça até o fim do júri. Ela deve ficar incomunicável nesse período.

Ana Carolina é a principal testemunha de acusação no caso da morte de Isabella Nardoni, cinco anos, e foi nesta condição que ela foi levada até o Fórum Regional de Santana, zona norte de São Paulo. Ela foi ouvida na segunda-feira à noite e, depois, permaneceu no prédio. Podval defende a necessidade de isolamento para poder dispor de novos depoimentos da mãe de Isabella, talvez até de uma acareação com o ex-marido e pai da menina, Alexandre Nardoni, acusado do crime ao lado da madrasta da menina, Anna Jatobá. :: LEIA MAIS »

Caso Isabella: Defesa quer explorar contradições entre delegada e perita

O advogado de defesa do casal Nardoni, Roberto Podval, deixou claro nesta terça-feira (23) que vai explorar supostas contradições entre o trabalho apresentado pela delegada Renata Pontes, ouvida nesta terça-feira, e o trabalho da perita Rosângela Monteiro, que será ouvida nesta quarta (24).

‘O relatório dela (delegada) ela justifica com a perícia. Quando eu pergunto o que ela pôs no relatório que estava na perícia, ela diz ‘eu copiei e colei’. Amanhã (quarta, 24) nós vamos ouvir a perita para ver o que ela colocou no laudo. E aí nós vamos de repente comprovar que o que a delegada usou no relatório não são as mesmas conclusões que a perita usou no laudo’, afirmou o advogado.  :: LEIA MAIS »

Queda do 6º andar não foi determinante para morte de Isabella, afirma legista

A queda do 6º andar do prédio em que seu pai morava não foi a causa determinante para a morte da menina Isabella Nardoni. Lesões causadas por asfixia e por uma queda anterior – ela teria sido atirada no chão – já teriam comprometido gravemente o seu estado de saúde, segundo o legista Paulo Sérgio Tieppo Alves. Leia mais: Isabella foi jogada no chão após asfixia, diz médico legista Defesa do casal Nardoni “segura” segunda testemunha do caso Advogado defende isolamento de mãe de Isabella para acareação com os Nardoni Julgamento recomeça com depoimento de testemunhas; réus serão ouvidos amanhã “Ela já tinha os parâmetros vitais comprometidos quando caiu”, disse Paulo Alves, um dos responsáveis pelo laudo que determinou as causas da morte de Isabella: asfixia e politraumatismo. Para ele, as lesões causadas pela queda seriam muito mais graves e haveria maior sangramento se Isabella estivesse em condições de saúde normais. :: LEIA MAIS »



WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia