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:: ‘casal nardoni’

Mãe de Isabella fala pela primeira vez após a condenação do casal Nardoni

Ana Carolina Oliveira conversou com o Hoje em Dia, por telefone, e comentou as dificuldades pelas quais passou, nesta semana de julgamento. Cansada, ela agradeceu ao programa e à população, pelo carinho e preocupação.

Nardoni: Mãe de Isabella passou noite em claro; notícia da condenação veio por celular

SÃO PAULO – A mãe de Isabella, Ana Carolina Oliveira, passou toda a noite acordada e só conseguiu dormir por volta das 6h. Ela foi avisada por uma mensagem de celular do resultado do julgamento que condenou Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá pela morte de sua filha. Foi a assistente da acusação, Cristina Christo, quem enviou a mensagem. Segundo o site G1, por viva voz ela agradeceu aos jurados pela condenação.

Pouco depois, saiu na sacada de sua casa para acenar para a multidão que comemorava a condenação do lado de fora do prédio onde ela mora, na Vila Maria, em São Paulo. Muita emocionada, Ana Carolina chorou. :: LEIA MAIS »

Quarto dia de julgamento começa com interrogatório do casal Nardoni

Só depois dos depoimentos, defesa deve decidir se quer fazer acareação com mãe de Isabella

 

Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusados de matar a menina Isabella, serão ouvidos pelos sete jurados nesta quarta-feira

 O quarto dia de julgamento do caso Isabella, previsto para iniciar às 9h desta quinta-feira (25), começa com o interrogatório do casal Nardoni, acusados de jogar a menina do sexto andar de um prédio. A ordem dos depoimentos deve ser definida no início desta manhã.

 Na tarde de quarta-feira (24), o advogado de defesa Roberto Podval decidiu dispensar as 11 testemunhas que tinha convocado para depor, exceto Ana Carolina Oliveira, a mãe da vítima. Ela já foi ouvida, mas o defensor disse que quer ter o direito de fazer uma acareação entre ela e os réus se achar necessário. :: LEIA MAIS »

Delegada diz ter ‘100% de certeza’ de que casal matou Isabella

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Prossegue o depoimento da delegada do 9.º DP, Renata Helena da Silva Pontes. O promotor Francisco Cembranelli pediu para que ela relatasse onde havia marcas de sangue visíveis no apartamento dos Nardonis. Ela falou que as visíveis estavam na entrada do apartamento e no lençol do quarto dos meninos. O restante das manchas – encontradas no carro e perto do sofá – só foram visíveis com o uso de reagente químico.

A promotoria tem à disposição duas maquetes: uma do apartamento e uma do edifício. Por enquanto, eles têm usado a maquete do apartamento para que a delegada relate como foi o trabalho lá dentro. Os jurados ficam em pé em seus lugares, observado a explicação da delegada. :: LEIA MAIS »

Júri do caso Isabella recomeça com depoimento de delegada

Reprodução

O julgamento do casal Nardoni deve ser retomado por volta de 9h desta terça-feira (23) com o depoimento da segunda testemunha de acusação, a delegada Renata Pontes, do 9º DP. No primeiro dia, os sete jurados e o juiz Maurício Fossen ouviram apenas a mãe de Isabella Nardoni, Ana Carolina Oliveira.

Veja a cobertura completa do julgamento do caso Isabella

Para esta terça, estão previstos os depoimentos das testemunhas restantes. Do total de 23 pessoas que foram convocadas tanto pela defesa quanto pela acusação, sete foram dispensadas. Assim como no primeiro dia, a sessão só deve ser encerrada por volta de 21h. :: LEIA MAIS »

Julgamento dos Nardoni começa nesta segunda-feira

Às 13h desta segunda-feira (22) começa o julgamento mais esperado do país, o do casal Nardoni. Os acusados de jogar a menina Isabella Nardoni, de cinco anos, do sexto andar do edifício London, na zona norte de São Paulo, em 29 de março de 2008, ficarão frente a frente com as sete pessoas que decidirão o futuro deles. Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá negam que sejam os autores do crime. :: LEIA MAIS »

Casal Nardoni convoca 17 testemunhas para defesa em julgamento

Ao todo, 23 testemunhas serão ouvidas durante o julgamento do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá –acusados de matar Isabella Nardoni, 5, filha de Alexandre–, que ocorrerá a partir desta segunda-feira, no Fórum de Santana, na zona norte de São Paulo. São três testemunhas de acusação, 17 convocadas pela defesa e outras três comuns à defesa e à acusação –uma delegada, uma perita e um médico-legista.

Primeiro, serão ouvidas as testemunhas arroladas pela acusação, depois as da defesa. Isabella morreu em 29 de março de 2008, quando foi jogada do sexto andar do prédio onde moravam seu pai e sua madrasta, na zona norte de São Paulo. O casal está preso na Penitenciária de Tremembé.

O promotor de Justiça Francisco Cembranelli, do Ministério Público de São Paulo, será o responsável pela acusação. Na ocasião da denúncia, em 2008, Cembranelli apontou como provas contra o casal laudos periciais e versões de testemunhas –durante as investigações, mais de 60 pessoas foram ouvidas.

Reprodução

Ana Carolina Cunha de Oliveira e a filha, Isabella, 5, que caiu do sexto andar de prédio

Ana Carolina Cunha de Oliveira e a filha, Isabella, 5, que caiu do sexto andar de prédio

Os sete jurados que devem decidir o destino do casal terão uma rotina bem controlada durante o julgamento.

A formação do conselho de sentença é a primeira etapa do júri. Foram sorteadas 40 pessoas da lista cadastrada no 2º Tribunal do Júri do Fórum de Santana. O cadastro inclui pessoas com mais de 18 anos, residentes em São Paulo e sem antecedentes criminais. As 23 mulheres e 17 homens devem comparecer ao fórum amanhã, quando serão sorteadas as sete pessoas para o conselho de sentença. :: LEIA MAIS »

Saiba como vive o casal Nardoni na prisão no interior de SP

Na segunda-feira (22), começa o julgamento – que para os especialistas – é o mais esperado dos últimos 100 anos. Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá vão responder pela morte da menina Isabella.

A reportagem do SPTV deste sábado (20) vai mostrar como vivem – na prisão – o pai e a madrasta da criança. É na cidade de Tremembé, no Vale do Paraíba, que estão Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá. O presídio José Augusto César Salgado, para onde ele foi levado, ficam também outros presos envolvidos em casos de grande repercussão, como os irmãos Cravinhos, condenados pela morte do casal Richtofen, e Lindemberg Alves, que responde pela morte de Eloá Pimentel. :: LEIA MAIS »

Julgamento do caso Isabella será um dos maiores do País

Na próxima segunda-feira, dia 22, quase dois anos após a morte de Isabella Nardoni, ocorrida em 29 de março de 2008, após cair da janela do 6º andar do Edifício London, os dois acusados pelo crime irão a júri popular no Fórum de Santana, na zona norte de São Paulo. No banco dos réus, estará Alexandre Alves Nardoni (pai da menina) e Anna Carolina Trotta Peixoto Jatobá (a madrasta). 


Clique aqui para ver o infográfico

 

Arquivo pessoal
Isabella morreu após cair do 6º andar

Eles são acusados de homicídio triplamente qualificado – meio cruel, impossibilidade de defesa da vítima e para encobrir crime anterior – além de fraude processual, por supostamente terem alterado a cena do crime. O Ministério Público diz que Anna Carolina agrediu a menina e a asfixiou até perder a consciência e o pai foi o responsável por cortar a tela de proteção da janela do quarto dos filhos, no apartamento 62, e jogá-la pela janela. Já a defesa alega que uma terceira pessoa entrou no apartamento e cometeu o crime.

Esta é apenas uma das muitas polêmicas que envolvem o julgamento, um dos maiores já realizados no País. Especialistas ouvidos pelo iG afirmam que são poucos os crimes que ultrapassam as barreiras municipais e ganham destaque nacional e mais raros ainda aqueles que chegaram perto da comoção causada pelo caso Isabella.

Todos são unânimes em dizer que, de todos os crimes conhecidos das últimas décadas no Brasil, apenas o planejado por Suzane von Richthofen – condenada, em 2006, a 39 anos de prisão pela morte dos pais – assemelha-se ao que acabou com a vida de Isabella. :: LEIA MAIS »

Testemunha do casal Nardoni não é localizada e julgamento pode ser adiado

Faltando apenas três dias para o julgamento do casal Nardoni, acusado de matar a menina Isabella em 2008, uma das testemunhas arroladas pela defesa dos réus ainda não foi localizada e o júri corre o risco de ser adiado. Trata-se do pedreiro Gabriel Santos Neto, que teve entrevista publicada no jornal ‘Folha de S. Paulo’ afirmando que um ladrão arrombou uma obra vizinha ao prédio onde a menina caiu. Essa versão se encaixa com a defesa de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá. O casal alega inocência e sustenta que uma terceira pessoa matou Isabella. Mas, em 2009, o trabalhador negou a história à Justiça.

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Às vésperas do julgamento do casal Nardoni, médicos prometem livros com “revelações”

O julgamento do casal Nardoni, acusado de matar Isabella Nardoni, de 5 anos, marcado para o próximo dia 22 de março, não deve encerrar a discussão em torno da morte da menina no que depender dos médicos George Samuel Sanguinetti e Paulo Roberto Papandreu. Os dois escreveram livros em que contestam a versão oficial da polícia para o crime e prometem “revelações” sobre o caso.

Para eles, o julgamento de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, independentemente do resultado, não colocará ponto final na polêmica.

Mesmo após ter o 1º livro que escreveu sobre Isabella apreendido pela Justiça paulista, o médico gaúcho Paulo Papandreu, de 53 anos, não se intimida. Antes mesmo do julgamento do casal, promete pré-lançar outra obra. Desta vez, com outro nome, sem a foto de Isabella ou menção direta à garota, mas com a mesma tese: “a morte foi um acidente doméstico”. :: LEIA MAIS »



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