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:: ‘belo monte’

Termina leilão de Belo Monte; diferença de preço fica em pelo menos 5%

Durou poucos minutos o leilão da usina de Belo Monte. A proposta vencedora apostou em um preço da energia pelo menos 5% abaixo da concorrente. O resultado ainda não foi divulgado pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). O TRF 1ª Região (Tribunal Regional Federal) derrubou há pouco a liminar determinada pela Justiça Federal em Altamira (PA) contra o leilão da usina hidrelétrica.

A liminar cassada hoje contestava pontos do licenciamento ambiental aprovado pelo Ibama em fevereiro para o empreendimento, um dos mais estratégicos do governo Lula. Belo Monte, se construída, será a segunda maior usina hidrelétrica do país, atrás apenas da binacional Itaipu, e está orçada em R$ 19 bilhões. :: LEIA MAIS »

Leilão de usina de Belo Monte volta a ser suspenso

A Justiça Federal em Altamira (PA) voltou a suspender, nesta tarde, o leilão da hidrelétrica de Belo Monte, a ser construída no rio Xingu, no Pará. A decisão do juiz Antonio Carlos Almeida Campelo é liminar, ou seja, emergencial, e atendeu pedido do Ministério Público Federal. Ele também mandou cancelar a licença prévia da obra.

Veja a íntegra da decisão da Justiça

Com isso, a realização do leilão da usina, até agora previsto pelo governo federal para amanhã, está de novo ameaçada.

A AGU (Advocacia Geral da União) afirmou que o recurso já está sendo escrito, e que ele será protocolado ainda hoje no TRF (Tribunal Regional Federal) da 1ª Região, em Brasília.

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Usina de Belo Monte divide até tribo de índios no Pará

ALTAMIRA (PA) – Protegida pelas águas turvas do Rio Xingu e por frondosas árvores nativas da Amazônia, a pequena aldeia Paquiçamba, dos índios juruna, é o retrato fiel do dilema que atinge o oeste do Pará. A tribo, de 83 pessoas, decidiu se separar fisicamente por causa de divergências sobre o projeto da Hidrelétrica de Belo Monte, prevista para ser leiloada terça-feira. Metade da aldeia, inclusive o cacique Manuel, de 70 anos, vê com bons olhos a construção da usina, de 11.233 megawatts (MW). A outra ala, um pouco mais jovem, não pode nem ouvir falar do empreendimento, que custará R$ 19 bilhões.

Hélvio Romero/AE 

A briga começou quando o cacique, que no passado discordava do projeto, decidiu apoiar publicamente a hidrelétrica, sem consultar os demais integrantes da tribo, conta Ozimar Juruna, de 41 anos, contrário à construção. “Ele ficou iludido com as promessas feitas pelas empresas (responsáveis pelo projeto). Nós, que sabemos ler e falar português, entendemos que a obra será um desastre para a aldeia.”

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Aneel cassa liminar e mantém leilão de Belo Monte para o dia 20

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) reabriu os prazos para depósito de garantia dos interessados em participar do leilão de hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu (PA). No final da manhã o leilão havia sido suspenso pela agência reguladora em razão de liminar concedida pela Justiça a favor do Ministério Público, que é contra a construção da usina.

O leilão continua marcado para terça-feira. O prazo para que os interessados depositem garantia termina hoje.

A agência reabriu os prazos e está dando andamento normal aos procedimentos do leilão porque o TRF (Tribunal Regional Federal) da 1ª Região cassou a liminar que havia sido concedida a favor do Ministério Público. A decisão foi tomada pelo presidente do tribunal, juiz Jirair Meguerian.

O prazo para a inscrição dos consórcios e depósito das garantias financeiras no valor de R$ 190 milhões (1% do investimento total do projeto, orçado em R$ 19 bilhões) vai até às 18h de hoje junto à Aneel. O BNDES já divulgou as condições de financiamento. :: LEIA MAIS »

Diretor James Cameron luta contra Belo Monte

Representantes de movimentos indígenas, sociais e ambientalistas fizeram ontem (12), em Brasília, uma manifestação contra a construção da usina de Belo Monte. O movimento ganhou peso internacional com a participação do diretor do premiado “Avatar”, o canadense James Cameron. Ele pediu ao presidente Lula que cancele o processo de licitação da usina, segundo ele “um desastre ambiental”. “O desafiaria a ser um herói, que lidere o mundo para um novo paradigma de desenvolvimento sustentável”, sustentou.

Para o cineasta, que além de “Avatar”, que foi recorde mundial de bilheteria, produziu também “Titanic” e “O Exterminador do Futuro”, a construção de Belo Monte repete o enredo do filme: a briga entre o desenvolvimento e a preservação. James Cameron contou aos manifestantes que esteve com os índios da localidade de Volta Grande, que será atingida pela construção de Belo Monte. O cineasta disse que os protestos contra a usina se tornarão uma luta pessoal para ele. :: LEIA MAIS »



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