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:: ‘bancoop’

Segurança da Bancoop cita desvios para o PT

Fausto Macedo / SÃO PAULO – O Estado de S.Paulo

O empresário Andi Roberto Gurczynska, que trabalhou como segurança para a cúpula da Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop), declarou ontem na Assembleia Legislativa de São Paulo que emitia notas de serviço para a entidade e, em contrapartida, recebia em sua conta depósitos de valor “dez vezes superior”. A diferença, contou, era resgatada depois e levada ao então presidente da Bancoop, Luís Malheiro, e a outros diretores.

“Era voz corrente que (o dinheiro) ia para o PT”, disse Andi, em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga supostas fraudes e desvios na cooperativa fundada por um núcleo ligado ao Partido dos Trabalhadores. :: LEIA MAIS »

CPI da Bancoop começa hoje ouvir depoimentos de cooperados

A CPI da Bancoop (Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo) da Assembleia de São Paulo começa nesta terça-feira a fase de depoimentos ouvindo quatro cooperados. Na semana passada, depois de um acordo entre os deputados estaduais do PT e do PSDB de São Paulo, a CPI aprovou 27 requerimentos dos 35 apresentados.

O acordo informal incluiu o adiamento da convocação do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, e do promotor José Carlos Blat, do Ministério Público de São Paulo. Ficou combinado que a comissão irá primeiro ouvir os cooperados e os diretores da cooperativa para depois tomar o depoimento dos acusados.

A CPI quer investigar os supostos desvios de dinheiro feitos na Bancoop para financiar campanhas do PT. :: LEIA MAIS »

Nos jornais: cooperativa ligada ao PT tem sigilo quebrado

Folha de S. Paulo

Cooperativa ligada ao PT tem sigilo quebrado

A Justiça Federal decretou a quebra dos sigilos bancário e fiscal da Bancoop (Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo) e do fundo de investimento criado pela entidade. As medidas foram requeridas pela Polícia Federal em um inquérito no qual são investigados eventuais atos de gestão fraudulenta da carteira, que tinha como cotistas grandes fundos de pensão de estatais. Em agosto passado, a Bancoop e os cotistas da carteira fizeram um acordo para liquidar o fundo de investimento, que à época oferecia sérios riscos de perdas aos investidores. A quebra foi decretada pelo juiz Fausto Martin De Sanctis, titular da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, no último dia 9. O acesso à documentação bancária e fiscal da cooperativa e do fundo de investimento já havia sido autorizado pela Justiça estadual de São Paulo ao Ministério Público.

A Bahia tem o seu Bancoop, afirma Bacelar

 

“É possível uma ONG com patrimônio declarado de R$20 mil firmar convênio com uma secretaria estadual no valor de R$17,9 milhões, receber R$4,73 milhões, não fazer nada com o dinheiro e não sofrer qualquer tipo de punição? Se a ONG for o Instituto Brasil, da fundadora do PT da Bahia, Dalva Selle Paiva, e a secretaria for a de Desenvolvimento Urbano (Sedur) do governo Wagner, pode sim”. A declaração é do deputado João Carlos Bacelar (PTN), que revelou na tribuna da Assembléia um esquema, que, segundo o parlamentar, foi montado pelo Governo da Bahia para desviar recursos públicos com o objetivo de fazer caixa 2 para a campanha eleitoral. :: LEIA MAIS »

Advogado da Bancoop diz que representará contra promotor

BRASÍLIA – O advogado da Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop), Dalmo Dallari, confirmou nesta terça-feira que vai tomar medidas contra o promotor José Carlos Blat, responsável pelo inquérito que apura supostos desvios de dinheiro na cooperativa para financiar campanhas do PT. Uma representação será apresentada ao Conselho Nacional ou ao Conselho Superior do Ministério Público, denunciando supostas irregularidades na condução do caso. Segundo ele, o promotor vem acusando os dirigentes da entidade de criminosos desde 2008, inclusive em entrevistas à imprensa, mas não os convoca a prestar depoimentos, tampouco oferece denúncia à Justiça. :: LEIA MAIS »

Funaro não citou Vaccari e Bancoop ao depor, informa Ministério Público

O Ministério Público Federal de São Paulo (MPF-SP) informou nesta sexta-feira, em nota oficial, que o material que recebeu da Procuradoria-Geral da República (PGR) e que embasou a denúncia contra o doleiro Lúcio Bolonha Funaro por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro não faz nenhuma menção ao ex-presidente da Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo (Bancoop) João Vaccari Neto, atual tesoureiro do PT. O depoimento foi colhido em 2008 como parte do processo do mensalão.

Em nota, a procuradora Anamara Osório Silva, autora da denúncia oferecida em junho de 2008 e que levou à ação penal que tramita na Justiça contra Funaro e seu sócio, José Carlos Batista, esclareceu também que não pode confirmar se o depoimento concedido por Funaro em Brasília se deu por delação premiada.
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Senado convoca tesoureiro do PT

Foi preciso a oposição tomar um atalho para escapar do cerco da base aliada e atrair para os holofotes do Congresso o escândalo que envolve a Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo (Bancoop). Quatro personagens considerados centrais para revelar detalhes do suposto esquema de desvio de dinheiro da cooperativa foram convocados a depor.

A Comissão de Direitos Humanos do Senado, normalmente negligenciada pela tropa governista, aprovou a convocação do tesoureiro do PT e ex-presidente da Bancoop, João Vaccari Neto, do doleiro Lúcio Funaro, do advogado da cooperativa, Pedro Dallari, e do promotor do Ministério Público paulista José Carlos Blat. :: LEIA MAIS »

Senadores convocam envolvidos no caso Bancoop

A Comissão de Direitos Humanos do Senado aprovou a convocação do tesoureiro do PT e ex-presidente da Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo (Bancoop) João Vaccari Neto, o doleiro Lúcio Funaro, o advogado da cooperativa Pedro Dallari, e o promotor do Ministério Público paulista José Carlos Blat.

 A ideia da comissão é ouvir cada um deles em dias separados. As datas ainda não foram definidas. Como se trata de convocação em comissão, eles não são obrigados a comparecer.

 Em reunião com mais de três horas de duração, os senadores também aprovaram a criação de uma comissão para checar a situação de cooperados lesados pela Bancoop. Alguns deles estiveram hoje no Senado narrando seus dramas para os senadores. A comissão, ainda sem número definido de parlamentares, deverá ir a São Paulo nos próximos dias vistoriar obras abandonadas e atrasadas da cooperativa. A intenção é que a ida dos senadores à capital paulista ocorra antes do depoimento de Vaccari Neto, Funaro e do advogado Pedro Dallari. :: LEIA MAIS »

Promotor do caso Bancoop diz que não se intimida com ameaças e nega caráter eleitoral

O promotor José Carlos Blat, responsável no Ministério Público de São Paulo por investigar um suposto esquema de desvio de dinheiro da Bancoop (Cooperativa Habitacionais dos Bancários de São Paulo), diz que não se intimidará com críticas que dizem que seu trabalho é eleitoreiro nem com ameaças do PT de que será feita uma representação contra ele no Conselho Nacional do Ministério Público. :: LEIA MAIS »

Bancoop: promotor diz que vai indiciar tesoureiro do PT

O promotor de Justiça José Carlos Blat disse na quarta-feira que vai requerer o indiciamento criminal e denunciar à Justiça João Vaccari Neto por formação de quadrilha, estelionato, apropriação indébita e lavagem de dinheiro. Blat afirma que Vaccari Neto – atualmente tesoureiro do PT – cometou os crimes quando ocupou a presidência da Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop), entre 2005 e 2010. Segundo o promotor, o rombo passou de R$ 100 milhões e parte foi para campanhas eleitorais do PT.

De acordo com a reportagem, o promotor vai ganhar reforço na investigação do cas – a partir desta quinta-feira a Bancoop será alvo de inquérito civil da Promotoria do Patrimônio Público e Social do Ministério Público. O jornal afirmou também que Blat planeja denunciar Ana Maria Érnica e Tomás Edson Botelho Fraga, que integravam a cúpula da Bancoop.

O Estado de S. Paulo

Oposição deve pedir que TCU apure suposto desvio na Bancoop

O senador Alvaro Dias (PSDB-PR) afirmou nesta terça-feira, em Plenário, que encaminhará à mesa diretora do Senado um requerimento para que o Tribunal de Contas da União (TCU) realize auditorias nos fundos de pensão Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ), Fundação dos Economiários Federais (Funcep) e Fundação Petrobras de Seguridade Social (Petros), que repassaram recursos à Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo (Bancoop) e que teriam sido desviados. :: LEIA MAIS »

Promotor calcula em R$ 100 milhões desvio em cooperativa ligada ao PT

José Carlos Blat diz não ter dúvida de que uma fatia desse montante foi destinada a campanhas eleitorais do partido.

Pode ultrapassar R$ 100 milhões o total do desvio de recursos da Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop), calcula o promotor de Justiça José Carlos Blat, da 1ª Promotoria Criminal da Capital. “A movimentação sob suspeita indica que o rombo supera R$ 100 milhões”, disse Blat, após análise parcial de 8,5 mil extratos bancários da cooperativa, relativos ao período de 2001 a 2008.

Blat está convencido de que uma fatia do montante foi destinada a campanhas eleitorais do PT – ele não aponta valores exatos que teriam tomado esse rumo porque, alega, depende de investigações complementares.

Na sexta-feira, o promotor requereu a quebra do sigilo bancário e fiscal de João Vaccari Neto, que presidiu a cooperativa até fevereiro, quando deixou o cargo para assumir o posto de tesoureiro do PT. Também foi pedida uma devassa nos investimentos de dois ex-diretores da entidade, Ana Maria Érnica e Tomás Edson Botelho Fraga. O promotor quer o bloqueio das contas da Bancoop.

“Que houve desvio eu não tenho mais dúvida alguma”, diz o promotor, após dois anos e meio de apuração. “Os dirigentes da cooperativa transformaram-na em negócio lucrativo, utilizando os benefícios da lei para lesar milhares de cooperados que aderiram através de contratos para a construção de moradias. Uma parte desse dinheiro foi para o PT, outra parte para o enriquecimento ilícito de ex-dirigentes da Bancoop.”

Ele identificou “milhares de movimentações financeiras fraudulentas visando a ludibriar os cooperados”. O promotor identificou “operações inusitadas, obviamente para mascarar o desvio de dinheiro para caixa 2 de campanhas eleitorais”.
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