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:: ‘artigo’

Massacre: A realidade que se repete a cada instante

Por Wal Cordeiro

columbine

Era uma tarde de sábado, quente e tranquila, me parece que foi ontem pois as cenas estão muito vivas em minha mente. A rodovia era larga e bem sinalizada. O trânsito fluía normalmente, não haviam buracos na pista. A paisagem era muito bonita; as montanhas despontavam brilhantemente a cada curva, as nuvens pareciam tímidas, mas seguras. O vento soprava suavemente nas árvores. Lá no fim do horizonte, surgia uma nuvem carregada e escura, parecia que a chuva chegaria e nos alcançaria rapidamente.

Estávamos a caminho de Denver, uma cidade americana, situada no estado do Colorado. Quem não se lembra das notícias que sacudiram o mundo em 1999? Quando alguns garotos fortemente armados invadiram a escola Columbine em Denver e mataram vários colegas seus; que se encontravam nos corredores, salas e biblioteca da escola.

Era justamente para lá que estávamos nos dirigindo alguns dias após a tragédia, com o intuito de orar naquele colégio e quebrar em intercessão a influência ruim que aquela história causou em vários colégios do Brasil, onde adolescentes começaram a ir para a escola portando uma arma na cintura.

As informações que tínhamos sobre o ocorrido eram poucas, mas dava para tocar e quebrantar qualquer coração sensível à real situação do mundo. Sabíamos do sofrimento recente daquela cidade, principalmente dos pais que perderam seus filhos naquela tragédia. A dor ainda era notada nos rostos das poucas pessoas que circulavam pelas ruas, pois o incidente havia acontecido alguns meses atrás. Ainda, alguns repórteres permaneciam na cidade e faziam a cobertura do ocorrido.
Enquanto não chegávamos ao local desejado, eu e mais quatro amigos missionários que se encontravam no interior do veículo resolvemos gastar o nosso tempo da viagem orando pelos Estados Unidos, que sempre tem sido vítima ou cúmplice desse tipo de massacre entre os jovens. Esse tipo de tragédia acontece sempre. :: LEIA MAIS »

Sub-sede da copa 2014: Conquista tem melhores condições

A idéia de captar benefícios com a Copa do Mundo 2014, vem de todos os lados, o Governo Federal colocou Henrique Meirelles pra coordenar ações e tocar obras de infra-estrutura para minimizar efeitos negativos que porventura pudesse advir.

O Governo da Bahia criou uma Secretaria Especial da Copa 2014, tendo Ney Campello como responsável pelas ações na Bahia, inclusive ele trabalha fortemente para que a abertura aconteça em Salvador, muito justo, até por que o Brasil começou aqui.

Há um sentimento geral em Vitória da Conquista, de que o poder público tem papel preponderante para trazer uma seleção para nossa cidade, representantes do primeiro escalão municipal têm reafirmado que o Executivo Municipal criará mecanismo para viabilizar nossa sub-sede.

A sociedade organizada de Vitória da Conquista tem demonstrado interesse e está disposta ir à luta em prol dessa vitória, será uma grande conquista, pois os resultados serão incalculáveis, tanto na atração de investimentos públicos e privados, mas sobretudo na visibilidade que nossa região terá. :: LEIA MAIS »

Lula do Brasil: um fenômeno sociológico apreciado por todos e admirado por alguns

Por Wal Cordeiro

 De tempos em tempos, na história de qualquer nação, surge algum tipo de fenômeno sociológico. Que pode ser trazido, ou apresentado, por algum elemento da natureza (bonança ou escassez); pode ser refletido por decisões tomadas (por aqueles que têm o poder nas mãos. O povo detém esse poder, a cada dois anos, apenas no dia das eleições) a favor ou contra os interesses e necessidades da plebe; pode ser uma obra do acaso, ou várias combinações de elementos que proporcionem os resultados esperados ou indesejados por todos. Quando me refiro a todos, digo seres humanos, pois existem alguns que são seres, mas não são humanos.

Lula não é diferente, ele é povo, é humano, um fenômeno, o admiro muito pela perseverança. Ele é a expressão da maioria sofredora (principalmente os nordestinos que já não conseguem viver mais no Nordeste) que em poucos momentos da história brasileira teve alguém que se identificasse tanto com os anseios mais simples da sobrevivência humana, ou uma voz que ecoasse nos bastidores do Palácio do Planalto. Por se tratar de um fenômeno, até a sua ríspida fisionomia se identificou com a da maioria sapecada pelo causticante sol da caatinga, a sua mão calejada que aperta a de milhões de trabalhadores que não tem dinheiro para comprar uma pomada amenizadora que corta o ardor noturno dos calos. Maioria essa que não conhece o poder que está em suas mãos, por isso a minoria rica detém esse poder até hoje, e Lula não conseguiu reverter isso.

Para entendermos melhor o significado da palavra fenômeno e compreendermos Lula do Brasil, vamos recorrer à Aurélio, que explana:

A palavra vem do grego: phainómenon, pelo latim tardio phaenomenon, que significa: “Fato, aspecto ou ocorrência passível de observação; fato de interesse científico, suscetível de descrição ou explicação; fato de natureza moral ou social, ou pessoa que se distingue por algum talento extraordinário”.

Aurélio ainda nos ensina que sociologia significa:

“Estudo objetivo das relações sociais, i. e., das relações que só se estabelecem com fundamento na coexistência social, as quais se concretizam em normas, leis, valores e instituições consciente ou inconscientemente incorporadas pelos indivíduos que constituem a sociedade”.

Então, podemos concluir que fenômeno social, ou sociológico em relação a Lula é traduzido como: “Um nordestino inteligente, de pouco estudo e estatura, batalhador, negociador e carismático, que saiu das camadas sociais mais pobres do Brasil a fim de lutar em São Paulo, em defesa dos trabalhadores, para que os seus ideais e da maioria fossem realizados, culminando na sua chegada à Brasília, e quem sabe num futuro bem próximo às Nações Unidas”.

Porém, vai um alerta! Lula é ele mesmo, e qualquer outro que queira imitá-lo não vai consegui, pois um fenômeno social acontece de tempos em tempos. O que ele conquistou, está conquistado, então o novo momento que a nação brasileira vai viver a partir de 2011 será outro.

O eleitor brasileiro vai precisar ficar muito atento com a decisão que vai tomar na hora do voto (Lembre-se: o único dia que detém o poder), pois Lula não será candidato, então não haverá um fenômeno social no próximo pleito. Isso voltará a acontecer quem sabe daqui a mais ou menos cem anos.

Nas próximas eleições esperamos que aconteçam, apenas, debate de idéias e apresentação de programas de governo. Esperamos que seja eleito aquele presidente que está mais bem preparado para assumir e governar o Brasil. :: LEIA MAIS »

Artigo: Curando Almas: a Arte Esquecida

Por: Eugene Peterson

No desafio de liderar uma igreja, algo de essencial foi ignorado.

Pode haver uma reforma em andamento na maneira como os pastores realizam o seu trabalho. Ela pode revelar-se tão significativa quanto a reforma teológica do século XVI. Espero que sim. Os sinais não param de se acumular.

Os reformadores recuperaram a doutrina bíblica da justificação pela fé. A proclamação – fresca, pessoal e direta – do evangelho, através dos séculos, tornou-se uma imenso e pesada engrenagem: mecanismos teológicos elaboradamente planejados, roldanas, niveladores produzindo ruído com seu atrito para, no final, resultar em algo completamente trivial. Os reformadores recuperaram a paixão pessoal e a clareza tão evidentes nas Escrituras. Esta redescoberta do envolvimento íntimo resultou em frescor e vigor.

A reforma vocacional do nosso próprio tempo (caso se trate disso) é uma redescoberta do trabalho pastoral de curar almas. A frase soa antiga, o que ela é de fato. Mas não obsoleta. Ela designa, melhor do que qualquer outra expressão de que eu tenha conhecimento, por um lado o combate incessante contra o pecado e a tristeza, e, por outro, o cultivo dedicado da graça e da fé ao qual os melhores pastores têm se consagrado a cada geração. A sonoridade esquisita da frase pode até apresentar uma vantagem: chamar a atenção para o fato de quão distantes as rotinas pastorais da atualidade se tornaram. :: LEIA MAIS »

Artigo: Para ler e pensar no Dia do Trabalhador

Márcia Denser

Às vésperas deste 1º de maio – que mui filhadaputamente este ano cai num sábado –  para atender nosso bicho preguiça que bem se amolda a esta cultura de mosaico, eis algumas reflexões político-culturais, minhas e dos outros, entretecidas ao longo de muitas colunas:

“Considerado pela Time (além de El País, Espanha, e Le Monde Diplomatic, França, e não vou nem considerar a News Week, The Economist, The New York, onde o Brasil decolava, de dar crise de urticária na “oposição” para o resto da vida) como o político mais influente do mundo e precisamente por seus programas sociais (contra a fome, educação), presidente Lula se confirma como autor da nova narrativa a que me referi coluna passada e deu tanto pano para mangas. Para quem duvidava, o castigo veio a jato. Lula realmente botou o Brasil no mapa. Quem é artista, escritor, etc. no Brasil – padecendo eternamente de baixa auto-estima -, é minimamente inteligente e enxerga um palmo diante do nariz, tem que estar adorando. Porque o Brasil, suas artes, sua cultura, sua gente, começará a ser visto de outra forma pelo olhar estrangeiro. Imaginem, minha agente literária – que eu não via há meses – acaba de ligar de Frankfurt!” (by myself) :: LEIA MAIS »

Artigo: O desafio de plantar igrejas

Sábio por excelência, Jesus perpetuou sua obra quando encarregou a continuidade dela à igreja. Ele disse: “Edificarei a minha igreja” (Mt 16:18). Daí depreendemos que Jesus é quem edifica a igreja; a obra de edificação ainda continua; a igreja é de Jesus (minha igreja).

O apóstolo Paulo assimilou tão bem o pensamento de Jesus quanto à igreja que, obediente à voz do Espírito Santo, foi por toda parte pregando o evangelho, fazendo discípulos e plantando igrejas. Isto é sobejamente relatado no livro de Atos, fazendo-nos arder o coração pela obra missionária. Sabemos que os demais apóstolos também fizeram o mesmo, pois entendiam ser esta a estratégia de pregar o evangelho a toda a criatura.

Ainda hoje temos o enorme e delicioso desafio de plantar igrejas em nosso país. No sertão, nas regiões ribeirinhas da Amazônia, nas tribos indígenas, de norte a sul, de leste a oeste, em toda parte. Mas quero destacar o desafio de plantar igrejas nos grandes centros de nossa nação.

O povo mudou-se para as cidades… :: LEIA MAIS »

Artigo: Um Raio X sobre o evangelismo virtual

João Cruzué

A Bíblia fala de alguns tipos de natureza humana. Como por exemplo o homem natural e o homem espiritual. Alguns vão além neste entendimento com uma outra classificação: homem natural, cristão carnal e cristão espiritual. Animei-me a analisar um pouco mais um tipo de “cristão” nascido mais recentemente com o advento da Internet – o cristão virtual. Se fosse escrever muito, arranjaria assunto para boi dormir, entretanto, que Deus me ajude a escrever somente o necessário.
No mundo de hoje, a Rede mundial de computadores veio para simplificar trabalho, reduzir custos e encurtar distâncias. Todo tipo de comércio, serviços, a comunicação, a indústria do entretenimento, empresas públicas e privadas se deram muito bem. Temos até bolsa de valores eletrônica. E tudo isto é muito bom. :: LEIA MAIS »



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