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:: ‘aposentados’

Guaratinga: Aposentados são lesados em empréstimo consignado irregular

Mário Bittencourt/A Tarde

Um esquema de empréstimos consignados irregulares que lesou mais de 80 aposentados em Guaratinga (a 699 km de Salvador), extremo sul baiano, está sendo investigado pela Polícia Civil. Foram apreendidos vários documentos na casa de uma família suspeita de cometer as irregularidades, a exemplo de extratos bancários, computadores e contratos de empréstimos.

Caso as suspeitas se confirmem, o valor total do golpe pode chegar a R$ 240 mil. A polícia informou que uma força-tarefa da Previdência Social estará esta semana na cidade para aprofundar as investigações. Segundo o delegado Antônio Alberto Passos de Melo, todos os dias aparecem até seis vítimas para prestar queixa de que foram lesadas.

Uma delas, Lídio Alves, 82 anos, esteve nesta segunda-feira, 12, na delegacia. Ele contou que, em 2006, contratou empréstimo de R$ 2 mil, mas foram concedidos, sem que ele soubesse, R$ 5 mil, dos quais ele diz ter recebido apenas R$ 1.450. Todo mês vêm sendo debitados na aposentadoria dele R$ 82,56, e na da esposa Creuza Maria da Silva, de 83 anos, R$ 86,66. Ambos recebem R$ 510 mensais.
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Vacarezza: sanção do reajuste dos aposentados evita desgaste às vésperas da eleição

Yara Aquino
Agência Brasil

Brasília – O líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vacarezza (PT-SP), disse hoje (15) que, ao conversar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, opinou que seria um desgaste desnecessário para o governo vetar o reajuste de 7,7% para aposentados e pensionistas e enviar outra medida provisória com um percentual menor de aumento.

Desde janeiro, os aposentados e pensionistas recebem benefícios reajustados em 6,14%. Como o índice de 7,7% é retroativo, o ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, afirmou que a diferença será paga e a expectativa é que isso aconteça até agosto.

Vaccarezza disse que os parlamentares não aprovariam um reajuste menor, porque, segundo ele, a votação da nova medida provisória ocorreria antes das eleições. “Se não tivesse condições de manter a responsabilidade fiscal, o presidente não teria mantido o reajuste e iríamos para um enfrentamento que seria desgastante. Deixei claro para o presidente que não temos condições de ter nenhuma votação abaixo de 7,7% no Congresso. Seria um equívoco”, afirmou. :: LEIA MAIS »

Lula sanciona reajuste de 7,7% para aposentados, diz Mantega

Nathalia Passarinho Do G1, em Brasília

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu sancionar nesta terça-feira (15) o reajuste de 7,7% aos aposentados que ganham acima de um salário mínimo, anunciou hoje o ministro da Fazenda, Guido Mantega. O fim do fator previdenciário, que reduz os gastos da Previdência com aposentadorias, será vetado, afirmou o ministro. Esta terça era a data-limite para a decisão. Segundo ele, o fim do fator previdenciário era o mal maior. De acordo com Mantega, os cortes “vão doer”, mas serão necessários para equilibrar as contas públicas. “Vamos reduzir emendas parlamentares e custeio. Não faremos cortes em investimentos. Vai doer, porque já cortamos R$ 10 bilhões, mas será importante para cumprir as metas de equilíbrio fiscal”, afirmou. :: LEIA MAIS »

Presidente usará prazo legal para se decidir sobre reajuste dos aposentados e o Projeto Ficha Limpa

Ivan Richard e Yara Aquino
Agência Brasil

Brasília – O governo deve esperar até o fim do prazo legal para dar o parecer sobre duas propostas aprovadas pelo Congresso Nacional e que têm provocado grande repercussão nas últimas semanas: o Projeto Ficha Limpa – que impede a candidatura de políticos condenados em segunda instância – e a medida provisória (MP) que concede reajuste de 7,7% para os aposentados que recebem acima de um salário mínimo e acaba com o fator previdenciário a partir do ano que vem.
Interlocutores do Palácio do Planalto informaram à Agência Brasil que o reajuste dos aposentados está sendo analisado por vários ministérios, como o da Fazenda, do Planejamento e da Previdência Social. O assunto tem sido tratado com cautela pelo governo devido à possibilidade de repercussão negativa em pleno processo eleitoral.
A proposta original do governo era de reajuste de 3,5%, mas, depois de um acordo com as centrais sindicais e entidades dos aposentados, ficou definido o índice de 6,14%. Quando a MP chegou ao Congresso, recebeu duas emendas: uma propondo o fim do fator previdenciário e outra elevando para 7,7% o aumento dos aposentados que ganham mais de um salário mínimo.
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Lula manda refazer as contas para manter os 7,7%

Vera Rosa e Tânia Monteiro, BRASÍLIA – O Estado de S.Paulo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu à equipe econômica para refazer as contas sobre a arrecadação porque não está disposto a vetar o reajuste de 7,72% para os 8,3 milhões de aposentados que ganham acima de um salário mínimo. Lula já decidiu barrar a emenda que extingue o fator previdenciário, mas não quer arcar com o ônus político de um veto duplo no fim de seu mandato e num ano eleitoral.

 A equipe econômica, porém, continua pressionando o presidente, sob o argumento de que não há recursos. A alternativa oferecida para resolver o problema é um abono de 6,14% sobre as aposentadorias e pensões acima de um mínimo. Na prática, esse grupo já recebe o valor corrigido desde janeiro.

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Lula deve vetar aumento de 7,7% a aposentado, diz Paulo Bernardo

Reuters / IG

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está “propenso a vetar” o reajuste de 7,7% aprovado no Congresso para aposentados e pensionistas que recebem mais de um salário mínimo, afirmou nesta segunda-feira o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo.

“O presidente se mostrou preocupado porque quer manter as contas equilibradas não só neste ano, mas também para entregar a seu sucessor”, disse Paulo Bernardo, após reunião de coordenação política entre Lula e ministros. “Por conta disso, ele ficou propenso a vetar… ele não tomou a decisão ainda.”

Segundo o ministro, seria importante dar um sinal claro de compromisso fiscal vetando não só a extinção do fator previdenciário, cálculo usado para reduzir o valor dos benefícios de quem se aposenta mais cedo, mas também o índice de reajuste.

“O que nós assumimos é o :: LEIA MAIS »

Senado aprova reajuste de 7,7% para aposentados

Ana Paula Scinocca, de O Estado de S. Paulo  

BRASÍLIA – Em menos de cinco minutos, o Senado aprovou na noite desta quarta-feira, 19, a medida provisória que reajusta as aposentadorias acima de um salário mínimo. Em votação simbólica, fruto de acordo entre as lideranças do governo e da oposição, os senadores mantiveram o texto como veio da Câmara. A MP segue agora para sanção presidencial e caberá ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva eventual veto. Dos 81 senadores, 78 estavam presentes no momento da votação.
Ao apresentar seu relatório, o líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR), sinalizou que o presidente Lula deverá sancionar o reajuste de 7,72% e vetar apenas o fim do fator previdenciário. “Acabar com o fator previdenciário e não criar nada em contrapartida é uma irresponsabilidade”, discursou.

Em nome do governo, Jucá avisou que a votação no Senado respeitaria a da Câmara para não atrapalhar a tramitação da MP. Se a Casa tivesse feito ontem qualquer alteração no texto, a matéria teria de voltar para a Câmara e, assim, correria risco de caducar, já que o prazo final para a sanção termina no dia 1º de junho.

A votação da MP que reajusta as aposentadorias foi acompanhada por uma centena de aposentados, que lotou as galerias do Senado. Segundo técnicos do Congresso, o reajuste e o fim do fator previdenciário podem provocar despesa adicional de R$ 5,6 bilhões a partir de 2011. Somente neste ano, o rombo deve ser de R$ 1,8 bilhão.

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Nos jornais: reajuste dos aposentados corre risco

Folha de S. Paulo

Reajuste dos aposentados corre risco

A assessoria do presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), detectou um erro no projeto que concede reajuste aos aposentados. Os deputados aprovaram, na semana passada, um texto que contém dois índices. Num artigo, anota 7%. Num parágrafo, 7,72%. O governo enxergou na encrenca uma oportunidade para invalidar o aumento de 7,72%.
Lula enviara ao Congresso medida provisória propondo reajuste de 6,14% aos aposentados que recebem mais de um salário mínimo. Premidos pela atmosfera eleitoral, deputados governistas e oposicionistas decidiram elevá-lo para 7,72%. Sem perceber, os deputados aprovaram o projeto com dois índices. Foi ao noticiário a versão de que prevalecera o aumento de 7,72%. Vaccarezza foi instado a assinar uma versão corrigida: trazia apenas os 7,72%. Negou-se a assiná-la. Ouvido pela Folha, Vaccarezza disse que o projeto teria de ser enviado à Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. Para ele, a comissão teria de corrigir o texto e o plenário teria de realizar nova votação.

A cinco meses da eleição, greves pressionam governo
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Aposentados farão vigília no Congresso por aumento de 7,72%

do Terra

Aposentados e pensionistas do INSS preparam mais uma vigília no Congresso a partir desta terça-feira. A intenção é pressionar o presidente da Câmara, deputado Michel Temer (PMDB-SP), a assinar e enviar ao Senado a MP 475, aprovada na semana passada, que concede aumento de 7,72% aos segurados que ganham acima do salário mínimo e acaba com o fator previdenciário.

“Vamos levar os aposentados novamente a Brasília para pressionar o deputado Michel Temer. Até hoje (segunda-feira), ele não tinha assinado o projeto e, por isso, não foi encaminhado para exame dos senadores”, afirmou o presidente da Confederação Brasileira de Aposentados e pensionistas (Cobap), Warley Martins Gonçalles, que contará também com a participação das centrais sindicais.

O representante dos aposentados informou que a categoria vai acompanhar de perto todo o encaminhamento da matéria. “Depois de pressionar o Temer, vamos para o Senado acompanhar a votação por lá na semana que vem”, disse Gonçalles. :: LEIA MAIS »

Senado deve confirmar reajuste a aposentados, diz Sarney

Ana Paula Scinocca, da Agência

BRASÍLIA – O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), sinalizou hoje, ao chegar ao Congresso, que o plenário deverá confirmar o reajuste de 7,71% para as aposentadorias acima de um salário mínimo, concedido ontem pela Câmara. “Estamos num ano eleitoral e dificilmente teremos o Senado modificando qualquer decisão da Câmara, qualquer que ela seja. Eu não conheço os números do orçamento do governo, mas acho que politicamente é muito difícil que haja qualquer modificação nesse projeto dentro do Senado. Até mesmo porque há uma simpatia muito grande aqui com os aposentados”, afirmou.

 O peemedebista recorreu à mãe, dona Kiola, que, segundo ele, sempre o alertou para a importância de se pagarem justas remunerações aos aposentados. No fim da vida, analisou, as pessoas têm mais dificuldades para se sustentar e os preços dos medicamentos comprometem ainda mais o orçamento dos aposentados. :: LEIA MAIS »

Após aprovar reajuste para aposentados, Câmara acaba com fator previdenciário

MARIA CLARA CABRAL

Minutos depois de aprovar um reajuste de 7,7% para aposentados que ganham acima de um salário mínimo, a Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira, por 323 votos a 80, o fim do fator previdenciário –criado no governo Fernando Henrique Cardoso para reduzir o valor dos benefícios de quem se aposenta mais cedo.

As duas votações significam uma enorme derrota para o governo e um rombo para as contas da Previdência.

O fim do fator previdenciário foi aprovado em forma de emenda à medida provisória que tratou do reajuste dos aposentados. O PPS foi autor da emenda.

“É uma irresponsabilidade sem tamanho”, disse o deputado Arnaldo Madeira (PSDB-SP).

Líderes do governo disseram que o presidente Lula deve vetar tanto o fim do fator, quanto o aumento de 7,7%. Da Folha

Plenário da Câmara aprova reajuste de 7,71% para aposentados

Denise Madueño, da Agência Estado 

BRASÍLIA – O plenário da Câmara aprovou nesta terça-feira, 4, o reajuste de 7,71% para as aposentadorias com valor acima de um salário mínimo pagas pela Previdência Social, derrotando a proposta negociada pelo governo de aumentar os benefícios em 7%. Com forte apelo popular, em um ano eleitoral, os deputados preferiram transferir para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva o eventual desgaste político de vetar a proposta.

A medida provisória ainda será votada no Senado, onde os líderes da base já anunciaram o apoio aos 7,71%. O governo alega não ter condições para pagar aos aposentados um índice muito acima da proposta original da MP, de 6,14%, em vigor desde o dia 1º de janeiro. Os deputados votam agora os destaques apresentados à Medida Provisória.

A votação foi simbólica, sem registro no painel eletrônico, e nem mesmo os petistas ficaram coesos na defesa do parecer do relator e líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), que previa os 7% de reajuste. O PT liberou os deputados da bancada para votar como quisessem. Todos os demais partidos, de oposição e governistas, encaminharam voto a favor da proposta de 7,71%, apresentada pelo deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP).

Câmara volta a adiar MP dos Aposentados

Rodolfo Torres e Mário Coelho

Sem acordo sobre o índice a ser aplicado na Medida Provisória 475/09 (que reajusta as aposentadorias acima de um salário mínimo), a Câmara adiou essa votação para a próxima terça-feira (4). A matéria está pautada para ser votada no plenário desde ontem.  

Contudo, o líder do governo e relator da MP, Cândido Vaccarezza (PT-SP), leu seu relatório nesta noite. Dessa forma, a Casa analisará diretamente o mérito da medida provisória na próxima semana .

Vaccarezza manteve seu posicionamento e concedeu reajuste unificado de 7% a todos os beneficiados da Previdência que recebem acima do mínimo. O texto original da MP, de autoria do governo, previa reajuste de 6,14%.

“Chegamos a um número com a Fazenda e com a Previdência, que seria um número suportável”, explicou Vaccarezza, destacando que o governo gastará R$ 1,1bilhão a mais do que com o reajuste inicialmente previsto na MP. O petista reforçou o argumento da “responsabilidade” e da necessidade de não se fazer um “debate político” em torno do tema.  :: LEIA MAIS »

Nos jornais: governo aceita 7% de reajuste a aposentados

O Globo

Governo aceita 7% de reajuste a aposentados 
 
Depois de endurecer o discurso semana passada em torno de reajuste de 6,14%, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou ontem, pessoalmente, na negociação sobre o reajuste a ser dado a aposentados que ganham acima do salário mínimo. Ele confirmou que o aumento de 7% é o limite, mas sua base aliada no Congresso ameaça impor uma derrota ao governo, aprovando 7,7% na Câmara e no Senado. Só o PMDB pode impedir essa votação hoje, e poderá fazê-lo diante do convite de Lula para um jantar com os senadores da base aliada quinta-feira. Na reunião de ontem, Lula enquadrou o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDBRR), que defendia os 7,7%, como querem as centrais sindicais, em especial a Força Sindical. A estratégia do governo, aceitando melhorar o reajuste de 6,14% para 7%, foi acertada ontem. Depois da reunião com o presidente, os líderes do governo na Câmara e no Senado, Cândido Vaccarezza (PT-SP) e Jucá, anunciaram que vão negociar os 7% com a base aliada e que aumento acima desse valor será vetado.
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Lula e ministros discutem reajuste de aposentados nesta 6ª

O reajuste dos aposentados que recebem acima de um salário mínimo será novamente discutida nesta sexta-feira entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ministros da área econômica. Fontes do governo afirmam que já se discute a possibilidade de elevar de 6,14% para 7%, a proposta enviada ao Congresso.

O governo trata o assunto com cautela por dois motivos: o impacto orçamentário do reajuste e o provável desgaste com os aposentados em pleno ano eleitoral. Em público, Lula tem dito que a proposta do governo foi acordada com representantes dos aposentados e também tem que “caber” no orçamento da Previdência Social.

Pela manhã, durante o almoço oferecido ao presidente do Líbano, Michel Sleiman, no Itamaraty, Lula evitou entrar na polêmica sobre os percentuais. Para ele, o valor deve considerar “o custo benefício”. :: LEIA MAIS »

Câmara tenta votar reajuste dos aposentados em semana de dois dias

Semana do Congresso terá apenas dois dias úteis por causa de feriado de 21 de abril. Senadores analisam criação da Petro-Sal

 Governo ofereceu 6,14% de aumento e agora só aceita 7%. Congressistas querem até 8,7% (José Cruz/ABr)

Congressistas discutem reajuste na semana passada: governo ofereceu 6,14% de aumento, mas aceita 7%. Oposição quer até 8,7%

O Congresso terá uma semana atípica e reduzida, em razão do feriado nacional de 21 de abril, que cai na quarta-feira. Tanto na Câmara quanto no Senado há possibilidade de votações já na segunda-feira (19), dia tradicionalmente reservado aos discursos, quando a maioria dos parlamentares ainda não retornou dos estados a Brasília. Com o aniversário de 50 anos da capital na agenda, também Dia de Tiradentes, as deliberações da terça-feira, em plenário e nas comissões, encerram a semana legislativa, apesar de o Senado ter marcado sessão deliberativa para as 14h de quinta-feira (22).

Em semana de dois dias, Câmara volta à polêmica sobre reajustes. Duas das mais numerosas classes de trabalhadores brasileiros terão mais uma chance para ver aprovadas as matérias que, em suma, promovem reajustes para aposentadorias da Previdência Social e para o salário mínimo. É o que está previsto nas medidas provisórias 475/09 e 474/09, que, com mais outras sete MPs, trancam a pauta em plenário e são destaque para votação amanhã (19) e terça-feira.

O presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), já anunciou a decisão de levar à votação apenas as medidas provisórias, até que a pauta seja liberada. Todas as sete MPs perdem a validade em junho, pouco antes do recesso parlamentar do meio do ano.

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Nos jornais: governo tenta barrar isenção de INSS a aposentado

Após o cochilo que permitiu a aprovação, no Senado, do projeto que acaba com a contribuição previdenciária dos aposentados que continuam a trabalhar, o governo se mobilizou ontem para barrar a aprovação final da proposta no Congresso. O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), decidiu recorrer ao plenário do Senado para que o projeto não vá diretamente para a Câmara, como estava previsto, já que foi aprovado na Comissão de Assuntos Sociais em caráter terminativo. No plenário, será apresentado um pedido para que o assunto vá a novo exame, pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde o governo tem maioria. O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), disse ontem que o Senado está “passando do limite” na aprovação desse tipo de projeto. Vaccarezza disse que, se o projeto chegar à Câmara, barrará sua tramitação.

Congresso em Foco



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