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Bolsonaro cita a Bíblia e glorifica a Deus em discurso na ONU

Jair Bolsonaro, presidente do Brasil, diz à Assembléia Geral da ONU que a floresta amazônica é território soberano (Foto: Carlo Allegri/Reuters)

Jair Bolsonaro, presidente do Brasil, diz à Assembléia Geral da ONU que a floresta amazônica é território soberano (Foto: Carlo Allegri/Reuters)

O presidente Jair Bolsonaro discursou nesta terça-feira (24) pela primeira vez como chefe de Estado na 74ª edição da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York, nos EUA.

Em sua fala onde disse que o Brasil ali estava para reestabelecer a verdade, Bolsonaro tratou de diversos temas, entre os quais democracia, economia, regimes políticos na América Latina, direitos humanos, causa indígena, paz, meio ambiente, Amazônia e liberdade religiosa.

Com duração de cerca de 30 minutos, o discurso de Bolsonaro destacou a “defesa intransigente” do Brasil com relação à liberdade religiosa” e questões relacionadas à soberania do país, à família e direitos individuais, como à crença e fé.

Bolsonaro também fez a citação bíblica de João 8:32, que tem sido uma “marca” de sua atuação desde a campanha presidencial. “Tudo o que precisamos é contemplar a verdade seguindo João 8:32: ‘E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará’”, disse.

O presidente falou do episódio em que sofreu atentando ao ser esfaqueado por Adélio Bispo em 6 de setembro de 2018, em Minas Gerais. “Só sobrevivi por um milagre de Deus”, disse Bolsonaro. “Mais uma vez agradeço a Deus pela minha vida”.

Bolsonaro finalizou seu discurso dizendo que dizendo que “agradeço a todos pela graça e pela glória de Deus”.

Crianças, ideologia e Deus

O presidente disse que “durante as últimas décadas nos deixamos seduzir, sem perceber, por sistemas ideológicos de pensamento que não buscavam a verdade, mas o poder absoluto.” Ao falar sobre ideologia, que segundo disse, instalou-se “no terreno da cultura, da educação e da mídia”, ela afetou até mesmo as crianças.

“A ideologia invadiu nossos lares para investir contra a célula mater de qualquer sociedade saudável, a família”, declarou Bolsonaro. O presidente disse que essa ideologia de gênero “tenta ainda destruir a inocência de nossas crianças, pervertendo até mesmo identidade mais básica e elementar, a biológica”.

O presidente disse também que a “ideologia invadiu a própria alma humana para dela expulsar deus e a dignidade com que Ele nos revestiu”.

Liberdade Religiosa

“A perseguição religiosa é um flagelo que devemos combater de forma incansável. Nos últimos anos testemunhamos, em diferentes regiões, ataques covardes que vitimaram fiéis, congregados em igrejas, sinagogas e mesquitas”, disse Bolsonaro.

O presidente disse que “o Brasil condena energicamente todos esses atos e está pronto a colaborar com outros países para a proteção daqueles que se veem oprimidos por causa de sua fé”.

Bolsonaro destacou que “preocupam o povo brasileiro, em particular, a crescente perseguição, a discriminação e a violência contra missionários e minorias religiosas em diferentes regiões do mundo”. Nesse sentido, o presidente disse que o país apoia o Dia Internacional em Memória das Vítimas de Atos de Violência baseados em Religião ou Crença, comemorado em 22 de agosto. “Nesta data recordaremos, anualmente, aqueles que sofrem as consequências nefastas da perseguição religiosa”, disse o presidente.

Discurso americano

Na mesma linha, o presidente americano Donaldo Trump, que discursou após Bolsonaro, disse que 80% da população vivem em países onde a liberdade religiosa inexiste e que os EUA nunca se cansarão de apoiar a liberdade de culto e de religião.

Trump falou ainda sobre aborto ao dizer que os americanos não se cansarão de defender vidas inocentes. “Criança nascida e não nascida são um presente sagrado de Deus e os EUA não podem permitir que entidades internacionais se metam em direitos dos cidadãos”, disse.

Bolsonaro agradeceu o apoio de Israel no combate aos incêndios na Amazônia.

Primeira-dama

A primeira-dama Michelle Bolsonaro acompanhou o presidente na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas.

À tarde, Michelle deverá participar de um evento promovido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

O evento será na Biblioteca Pública de Nova York e trata, conforme o Planalto, do “bilhão excluído da cobertura universal de saúde: crianças e pessoas com dificuldades no desenvolvimento e deficiências”.

Michelle tem atuação em trabalhos sociais, principalmente nos destinados à comunidade de surdos e mudos. A primeira-dama, inclusive, discursou na posse de Bolsonaro em libras (Língua Brasileira de Sinais).

No governo, a primeira-dama preside o conselho do programa Pátria Voluntária, que incentiva ações de trabalho voluntário no país.

Assista:

Fonte: Guiame

Barco derrama cerca de 63 mil litros de petróleo em rio da Amazônia peruana

 Do Globo Amazônia, em São Paulo, com agências internacionaisUma embarcação do consórcio argentino Pluspetrol derramou ao menos 400 barris de petróleo no Rio Marañón (cerca de 63 mil litros do óleo), na Amazônia Peruana, após sofrer um acidente neste fim de semana. O anúncio oficial foi feito pela empresa responsável nesta segunda-feira (21).

 O acidente atingiu mais de 28 comunidades ribeirinhas nos distritos de Parinari e Urarinas, segundo reportagem da Radio La Voz de la Selva. Além disso, comunidades também estão sem acesso a água potável, de acordo com informações de um repórter da rádio enviado ao local.

 Reprodução/Reprodução

Menino tenta encontrar água limpa no rio contaminado no Peru. (Foto: Reprodução/ Radio La Voz de la Selva)

“O governo só trouxe alguns galões pequenos de água que acabaram rapidamente. Todos estão desdesperados. Dois meninos tiveram problemas estomacais porque beberam água do rio”, disse Salvador Lavado à rádio.

O chefe regional de Defesa Civil na área do acidente, Robert Falcón, confirmou à agência AFP que vazaram cerca de 400 barris de petróleo no rio. Segundo ele, o tamanho da contaminação ainda não foi determinado.

A quantia de óleo derramado também foi confirmada por Daniel Guerra, porta-voz da Pluspetrol, em entrevista à rádio RPP. Segundo ele, a empresa colocou em ação seu plano de contingência e o derramamento foi controlado.

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Nossa Amazônia: Instituto lança projeto de pesquisa sobre cinco mamíferos aquáticos da Amazônia

Renata Gimenes Do Globo Amazônia, em São Paulo

A Associação Amigos do Peixe-boi (Ampa) e o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), lançaram nesta semana o projeto “Mamíferos Aquáticos da Amazônia: Conservação e Pesquisa”. O objetivo é ampliar os estudos científicos sobre as cinco espécies de mamíferos aquáticos existentes na floresta.

As pesquisas começaram nos anos de 1980 com o peixe-boi. Mas outros animais foram menos estudados desde então, como o boto cor-de-rosa e o boto cinza (ou tucuxi), cuja pesca predatória ameaça a espécie e não é fiscalizada por agentes ambientais no Brasil. A lontra e a ariranha também serão pesquisadas.

“Resolvemos centralizar todos os estudos em um só projeto. Agora, temos uma verba quatro vezes maior do que a que costumávamos ter”, diz o diretor da Ampa, Jone César Silva.

A verba anual para estudar os mamíferos chegava a R$ 300 mil. Nessa nova etapa, o projeto passa a receber R$ 3 milhões pelo período de dois anos.

Veja imagens dos mamíferos aquáticos da Amazônia:

Foto: Daniel Jordano/ Inpa/ Divulgação

O peixe-boi, ou Trichechus inunguis, é o maior mamífero aquático da Amazônia e pode atingir cerca de 2,5 metros e ter até 300 quilos. (Foto: Daniel Jordano/ Inpa/ Divulgação) :: LEIA MAIS »

Nossa Amazônia: Instituto libera acesso a dados ambientais em tempo real sobre a Amazônia

Globo Amazônia, em São Paulo Informações científicas que permitem conhecer o comportamento do clima na floresta, antes só acessadas por pesquisadores, a partir de agora estarão disponíveis sem nenhum custo na internet para o público em geral.

 Depois de 11 anos enviando dados ambientais da Amazônia aos cientistas, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazôna (Inpa) liberou o acesso às informações do Projeto de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera.

 As estatísticas são atualizadas a cada dez minutos no site do projeto. São dados em tempo real de variáveis climáticas como a temperatura, o solo das árvores, a umidade da floresta, a velocidade do vento, a concentração de gás carbônico no ar. No total, há mais de 50 indicadores distintos.

 Os dados são levantados por sensores instalados em torres do projeto em uma área de floresta primária, distante 50 quilômetros de Manaus.

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Nossa Amazônia: Investigação da Polícia Federal revela falha em controle de florestas

 Da Agência Estado

Investigação feita pela Polícia Federal mostra que os sistemas criados pelos governos para controlar a extração de madeira se transformaram, ao longo dos anos, em pista livre para “esquentar” o produto retirado ilegalmente, permitindo a legalização de planos de manejo de florestas “até no oceano”.

 De acordo com a PF, planos de manejo fictícios, autorização de desmatamento e guias de transporte florestal fraudadas, além do comércio paralelo de créditos florestais, foram algumas das práticas adotadas por quadrilhas especializadas em “legalizar” madeira.

“O sistema representou um grande avanço, mas é preciso mais transparência. Mexer na gestão florestal. Hoje, a segurança existente é para inglês ver”, avaliou o delegado Franco Perazzone, que liderou por dois anos as investigações da Operação Jurupari, deflagrada semana passada no Mato Grosso. “A forma de ação é muito semelhante. Seja aqui, seja em outro estado”, disse. “Na forma atual, é possível conseguir plano de manejo até no oceano”, afirmou o delegado da Polícia Federal Marcelo Sálvio Rezende Vieira.

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Nossa Amazônia: Desmatamento em terras da União é duas vezes maior do que o previsto em lei

 Do Globo Amazônia, em São Paulo

O primeiro levantamento ambiental do Programa Terra Legal realizado em terras públicas federais da Amazônia, divulgado nesta quinta-feira (27), aponta que o desmatamento registrado nessas áreas desde 1988 é duas vezes maior do que poderia ser de acordo com o que está previsto em lei.

De 35,1 milhões de hectares de terras da União, 14 milhões foram desmatados entre 1988 e 2009, período correspondente ao monitoramento realizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). :: LEIA MAIS »

Nossa Amazônia: Empreendimentos na Amazônia precisam de planejamento estratégico, defendem ambientalistas

Luana Lourenço

Agência Brasil

  Brasília – A construção de grandes empreendimentos de infraestrutura na Amazônia precisa de um novo modelo de planejamento, com visão estratégica e medidas muito anteriores ao processo de licenciamento ambiental. A mudança passa pela inclusão de critérios mais transparentes na definição de que obras são necessárias e por um novo olhar sobre o papel da região para o desenvolvimento do país.

O assunto foi tema de debate organizado esta semana pelo Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc).

Para o diretor da organização não governamental Amigos da Terra – Amazônia Brasileira, Roberto Smeraldi, a falta de planejamento estratégico acaba deixando para o licenciamento ambiental questões que deveriam ser respondidas antes da decisão de levar a obra adiante.
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Nossa Amazônia: Indígenas de Rondônia ocupam escola por melhor condição no transporte

Renata Gimenes Do Globo Amazônia, em São Paulo

Cerca de 40 estudantes indígenas da aldeia Sagarana ocuparam nesta quarta-feira (19) escolas no distrito de Surpresa. Eles moram a cerca de 10 quilômetros da escola e pedem melhorias no transporte escolar. A cidade mais próxima é Guajará-Mirim, que fica a cerca de 250 quilômetros da aldeia, em Rondônia.

“Há mais de três meses, esses povos não frequentam as aulas, pois o micro-ônibus oferecido pela prefeitura está quebrado. As aulas são oferecidas somente no período noturno, dificultando o acesso dos estudantes”, diz Ivanilda Torres dos Santos, coordenadora do Conselho Indigenísta Missionário (Cimi) de Guajará-Mirim.
Os estudantes levam mais de duas horas para fazer o percurso de 10 quilômetros, segundo Ivanilda. “Alguns vão a pé ou de bicicleta, atravessando mata. Eles chegam em casa já de madrugada”, completa.
Os estudantes, pais e líderes indígenas também dizem que há falta de professores em disciplinas fundamentais, como português e matemática. “Essas duas escolas do ensino médio só chegaram no distrito há dois anos. Os alunos rurais também estão aderindo às mesmas exigências dos índios”, diz a coordenadora.

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Nossa Amazônia: Fiscais flagram 2 mil hectares de mata destruída para fazer pastagens no PA

 Do Globo Amazônia, em São Paulo

Foto: Paulo Maués/ Ibama/ Divulgação Foto: Paulo Maués/ Ibama/ Divulgação

Na região da Calha Norte, uma das áreas que seria transformada em pastagem. (Foto: Paulo Maués/ Ibama/ Divulgação)

Fiscais do Ibama encontraram nesta semana 11 focos de desmatamento na região da Calha Norte, no noroeste do Pará, preparados para a implantação de pastagens. Quando o corte foi identificado, cerca de 2 mil hectares de mata já haviam sido derrubados. A ação ocorreu nos municípios de Monte Alegre, Almerim e Prainha

  De acordo com o Ibama, os proprietários das terras terão cinco dias para apresentar licenças de desflorestamento e evitar multas, que devem ser de R$ 5 mil por hectare derrubado. A instituição afirmou que os pastos ilegais serão embargados para permitir a regeneração da floresta.

 Durante a fiscalização, agentes do Ibama apreenderam três espingardas, seis armas artesanais e uma motosserra abandonadas nas proximidades das áreas desmatadas. :: LEIA MAIS »

Nossa Amazônia: PF faz operação contra 91 suspeitos de explorar recursos da Amazônia

Ardilhes Moreira Do G1, em São Paulo

A Polícia Federal realiza operação nesta sexta-feira (21) para cumprir 91 mandados de busca e apreensão e 91 mandados de prisão preventiva em cidades de Mato Grosso, São Paulo, Paraná, Rio Grande Sul e Espírito Santo. Até por volta das 12h30, cerca de 60 suspeitos tinham sido detidos por suspeita de crime ambiental.

Chamada de Operação Jurupari, a ação da PF é voltada contra uma quadrilha que seria formada por madeireiros, fazendeiros, engenheiros florestais e servidores públicos da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (SEMA) de Mato Grosso. Segundo a PF, o grupo explorava produtos florestais na Amazônia mato-grossense, principalmente no entorno e interior de terras indígenas e parques nacionais.

Segundo a polícia, a operação é resutado de dois anos de investigações e começou a partir de pistas obtidas em ações anteriores. Crimes ambientais foram verificados em ao menos 68 empreendimentos e propriedades rurais.

Manejo
Entre as pessoas detidas está Janete Riva, mulher do presidente da Assembleia Legislativa de MT, José Riva (PP). Segundo o deputado, sua mulher consta como proprietária da fazenda da família cujas atividades entraram na mira da PF. A propriedade tem cerca de 7 mil hectares e 3 mil cabeças de gado, segundo o deputado.

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Nossa Amazônia: Mais da metade das crianças indígenas do país têm anemia, levanta Funasa

 Do Globo Amazônia, em São Paulo

Foto: Reprodução/TV Globo
Foto: Reprodução/TV Globo

Crianças indígenas doentes são atendidas em Minas Gerais. (Foto: Reprodução/TV Globo)

Mais da metade (51,3%) das crianças indígenas do país com até 5 anos de idade tem anemia, segundo relatório divulgado nesta semana pela Fundação Nacional de Saúde (Funasa). Na região Norte, que engloba sete dos nove estados da Amazônia Legal, o índice é ainda maior: 66%. 

Os dados fazem parte do 1º Inquérito Nacional de Saúde e Nutrição dos Povos Indígenas, feito pela Funasa em parceria com a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e financiado pelo Banco Mundial. O documento pretende ser um painel da situação da população indígena no Brasil, com foco na saúde de crianças menores de cinco anos e em mulheres de 14 a 49 anos.

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Nossa Amazônia: Protesto em Belém reúne mais de 800 madeireiros em frente ao prédio do Ibama

Lucas Frasão Do Globo Amazônia, em São Paulo

Proprietários de madeireiras e funcionários do setor estão reunidos desde as 8h desta quinta-feira (13) no bairro Batista Campos, em frente ao prédio do Ibama, em Belém. Em protesto contra a instituição, mais de 800 pessoas, segundo os organizadores, pedem o fim do bloqueio ao comércio de madeira na região e a elaboração de um manual com regras claras sobre fiscalização às madeireiras.

“Temos empresas que já estão sem operar há 30 dias e os salários precisam ser pagos. Somos gerenciados pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Pará e o Ibama tem feito bloqueios abusivos contra os madeireiros”, diz Justiniano Netto, diretor da Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira do Estado do Pará (Aimex), que organiza o evento.

De acordo com ele, o Ibama bloqueou há mais de 20 dias a entrada de empresas no Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais (Sisflora). Em greve desde o início de abril, o Ibama dificulta o trabalho dos madeireiros, segundo Netto, pois as empresas não podem ter acesso aos processos de multas ou de licenciamento ambiental.

Os madeireiros também pedem a elaboração de um manual com regras sobre fiscalização. “Isso ajudaria as empresas a se prepararem para a fiscalização e também a evitar abusos por parte de alguns fiscais”, diz Netto.

 Em nota, o Ibama informou que “sempre esteve à disposição do setor madeireiro” e que o setor “tem tido acesso ao órgão e protocolado suas defesas dos autos de infração aplicados, sem qualquer obstrução, mesmo após o início da greve”. O Ibama ainda afirma que vem desbloqueando o acesso ao Sisflora no momento em que as empresas têm seus créditos de produtos florestais irregulares estornados.

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Nossa Amazônia: Brasil recebe elogio, mas Amazônia preocupa

O Estado de S.Paulo

O Brasil é citado positivamente no relatório do Pnuma por dois motivos: ter sido o país que mais criou áreas protegidas no mundo desde 2003 (foi responsável por quase 3/4 do total) e ter conseguido reduzir a taxa anual de desmatamento da Amazônia. O estudo lembra que o pico da taxa de desmate foi de 27 mil km² em 2003-2004 e, no período 2008-2009, foi de 7 mil km².

 “Alguns países demonstram que, com determinadas ações, tendências históricas podem ser revertidas”, diz o documento.

Porém, o País ainda é alvo de muitas preocupações, principalmente no que se refere à floresta amazônica. “Imagens de satélite sugerem que uma área crescente da Amazônia está sendo degradada”, diz o relatório.

Colapso. No Brasil, o desmate da Amazônia já atingiu 17% do total. Estudos indicam que é importante manter o desflorestamento abaixo dos 20% para evitar um colapso. Segundo o documento, com a interação entre desmatamento, queimadas e mudanças climáticas, a Amazônia pode sofrer um colapso generalizado ? haveria a ocorrência de incêndios mais frequentemente e secas prolongadas. :: LEIA MAIS »

Terremoto de 4,9 graus de magnitude atinge o Amazonas

Um tremor de terra de 4,9 graus de magnitude na escala Richter atingiu o Estado do Amazonas e a região da fronteira com o Peru neste domingo. O abalo foi registrado pelo Centro de Pesquisas Geológicas dos Estados Unidos.

Até o momento, não foram notificados danos e nem vítimas do terremoto. O epicentro foi registrado a 100 quilômetros da cidade de Cruzeiro do Sul, no Acre, e a 245 quilômetros de Pucallpa, no Peru.

* Com informações do site G1/ZEROHORA.COM

Nossa Amazônia: Fiscalização encontra 65 mil metros cúbicos de madeira irregular no PA

Lucas Frasão Do Globo Amazônia, em São Paulo

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

Ainda falta fiscalizar algumas estradas na floresta, cujos acessos foram bloqueados com toras. (Foto: Divulgação)

Embrenhados desde 22 de março na Reserva Extrativista Renascer, no Pará, agentes ambientais do Ibama e da Polícia Federal conseguiram encontrar pelo menos 65 mil metros cúbicos de madeira cortada de maneira irregular.

O volume poderia lotar as carretas de cerca de 2.600 caminhões e representa a maior apreensão de madeira já realizada no Brasil, de acordo com o delegado Paulo Teles, chefe da Operação Arco de Fogo em Santarém (PA).

“Quandos os pilotos do helicóptero sobrevoaram a área em que estava a maior parte da madeira, com 40 mil metros cúbicos, eles disseram que nunca tinham visto nada igual. E já trabalham há mais de dez anos com isso”, diz Teles. “Ainda falta fiscalizar alguns ramais (estradas) da floresta, mas os responsáveis pelo desmatamento estão bloqueando caminhos com toras de madeira para dificultar a ação. A madeira estava em uma área de reserva e não poderia ser explorada.”

De acordo com o delegado, a investigação sobre as madeireiras que desmataram a área ainda está em curso. Por enquanto, já encontraram irregularidades em uma serraria da região, que possui plano de manejo. A madeira apreendida poderá ser doada a instituições de caridade ou ir a leilão para outros madeireiros. :: LEIA MAIS »

Nossa Amazônia: Castanhal é derrubado para dar lugar a condomínio no Amazonas

Um castanhal no município de Parintins (AM) está sendo derrubado para dar lugar a um conjunto residencial, apesar de a castanha-do-Brasil (Bertholletia excelsa) constar da lista oficial de espécies em extinção no país.
Segundo moradores da região, pelo menos 40 árvores já foram derrubadas – e o número pode chegar a 144, já que a empresa responsável pelo empreendimento, NV Construtora, conseguiu licença ambiental junto ao Instituto de Proteção Ambiental do Estado do Amazonas (Ipaam).

Foto: Dennis Barbosa/Globo Amazônia

Castanheira caída com novas construções ao fundo. O terreno fica a poucos quilômetros da cidade de Parintins e consta em alguns documentos do município que estaria em uma Área de Proteção Ambiental. A criação desta reserva, no entanto, não foi formalizada de forma clara, o que gera outro fator de polêmica em relação ao condomínio. (Foto: Dennis Barbosa/Globo Amazônia)

 João Nedel, diretor de Biodiversidade e Florestas do Ibama , diz que um decreto de 2006 veta a exploração para fins madeireiros da espécie. Uma construção, em princípio, não caracteriza “fim madeireiro”. :: LEIA MAIS »

Nossa Amazônia: As diferentes etnias do Rio Negro

Transporte da cestaria Baniwa, Comunidade Santa Rosa, Içana, (AM). Foto: Beto Ricardo, 1999

A região do Noroeste Amazônico, que abrange a bacia do Alto Rio Negro, onde a linha fronteiriça entre o Brasil e a Colômbia faz um desenho que lembra uma cabeça de cachorro, é habitada tradicionalmente há pelo menos dois mil anos por etnias que falam idiomas pertencentes a três famílias lingüísticas: Aruak, Maku e Tukano.

A despeito do multilingüismo e de diferenças culturais, as 27 etnias que habitam a região – 22 presentes no Brasil – compõem uma mesma área cultural, estando em grande medida articuladas numa rede de trocas e identificadas no que diz respeito à cultura material, à organização social e à visão de mundo. Esta área cultural é, ainda, subdividida em Etnias do Rio Içana, Etnias Maku, Etnias do Rio Uaupés e Etnias do Rio Xié e Alto Rio Negro.

A maior parte da região é constituída por terras da União (Terras Indígenas e um Parque Nacional). A população indígena atual constitui pelo menos 90% do total, embora os mais de dois séculos de contato e comércio entre os povos nativos e os “brancos” tenha forçado a ida de muitos índios para o Baixo Rio Negro ou para as cidades de Manaus e Belém, bem como levado pessoas de outras origens a se estabelecerem ali. A presença de nordestinos, paraenses e pessoas de outras partes do Brasil, e do Amazonas, se concentra nos poucos centros urbanos regionais. É possível dizer que no Alto e Médio Rio Negro existem atualmente 732 povoações, desde pequenos sítios habitados por apenas um casal até grandes povoados e sítios espalhados pelos rios da região. O censo da população indígena da região conta aproximadamente 31 mil índios, número que inclui aqueles que vivem na cidade de São Gabriel da Cachoeira e Santa Isabel. :: LEIA MAIS »



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