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:: ‘amazonas’

Brasil tem hoje deficit de 200 mil vagas no sistema prisional

 G1, em São Paulo

 
Info deficit em presídios (Foto: Arte/G1)

O Brasil tem hoje um deficit de 200 mil vagas no sistema penitenciário. Um levantamento feito peloG1 com os governos dos 26 estados e do Distrito Federal mostra que a população carcerária atual é de 563.723 presos. Só há, no entanto, 363.520 mil vagas nas unidades prisionais do país.

O número de presos é mais de quatro vezes o registrado há 20 anos. Atualmente, há 280 detentos por 100 mil habitantes. Em 1993, a proporção era de 85 para cada 100 mil.

Os dados obtidos pela reportagem são os mais atualizados disponíveis, referentes ao fim de 2013 e ao início de 2014. O Ministério da Justiça, por exemplo, só tem os relativos a 2012. Na comparação, é possível constatar, em um ano, o aumento de quase 14 mil presos. :: LEIA MAIS »

Nossa Amazônia: Imazon detecta 161 km² de desmatamento em dois meses na Amazônia

Levantamento divulgado neste domingo (27) pela ONG Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia), que faz um monitoramento independente do desmatamento, aponta que em abril e maio de 2010 foram devastados 161 km² de floresta amazônica – o equivalente a mais de cem vezes a área do Parque do Ibirapuera, em São Paulo.

Foi registrada a destruição de 65 km² de floresta em abril e de 96km² em maio. Houve uma redução em comparação ao mesmos meses em 2009 (47% em abril e 39% em maio).

Foto: Reprodução

Mapa mostra pontos de desmatamento (vermelho) e degradação (azul) detectados pelo Imazon em maio de 2010. (Foto: Reprodução)

O Imazon destaca que a área real pode ser maior por causa da cobertura de nuvens que atrapalha a visibilidade dos satélites. Foi possível monitorar 45% da região em abril e 50% em maio. Foram detectados ainda 16 km² de degradação florestal (destruição parcial da mata) em abril e 48 km² em maio.
Em abril de 2010, o desmatamento ocorreu principalmente em Mato Grosso (59%), seguido do Pará (23%) e Rondônia (10%). O restante ocorreu no Amazonas (6%) e Acre (2%). Em maio, a maior parte da devastação aconteceu  no Amazonas (33%) seguido de Mato Grosso (26%), Rondônia (22%), Pará (17%) e Acre (2%).
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Nossa Amazônia: Após denúncia de assentados, Ibama flagra corte e multa madeireiro no PA

 Do Globo Amazônia, em São Paulo

Uma denúncia feita por moradores da reserva legal do Projeto de Assentamento Cururuí, em Pacajá, no Pará, levou agentes do Ibama a interromperem, nesta sexta-feira (11), a extração ilegal de madeira que ocorria no local.

 Durante a operação realizada na cidade, que fica a cerca de 600 quilômetros de Belém, os fiscais apreenderam 1,4 mil metros cúbicos de toras recém-cortadas. As árvores escolhidas tinham alto valor de mercado, como o angelim, a maçaranduba, o ipê e o jatobá.

 Foto: Lucivaldo Serrão/ Ibama/ Divulgação

Toras encontradas eram de árvores recém-cortadas. (Foto: Lucivaldo Serrão/ Ibama/ Divulgação)

O madeireiro responsável pelo desmatamento foi multado em R$ 430 mil e também teve seu trator, avaliado em R$ 200 mil, apreendido. :: LEIA MAIS »

Nossa Amazônia: Países amazônicos planejam padronizar informações sobre desmatamento

Lucas Frasão Do Globo Amazônia, em São Paulo

Representantes de organizações não governamentais e instituições de pesquisa de países amazônicos iniciam neste mês um esforço conjunto para tentar padronizar a forma como é feito o monitoramento, pelo terceiro setor, sobre desmatamento ilegal. Uma vez que o bioma amazônico transpõe fronteiras internacionais, a ideia é organizar estatísticas e constituir mapas que mostrem a situação do corte irregular de madeira nos nove países da Amazônia.

Coordenado no Brasil pelo Instituto Socioambiental (ISA) e pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), o projeto está em fase inicial e ainda define datas para os próximos encontros com representantes de outros países. Os organizadores estimam apresentar um resultado em 2011, mas isso vai depender de como o processo avançar em cada instituição participante.

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Nossa Amazônia: Após 18 anos, governo libera retomada do garimpo em Serra Pelada, no Pará

 Do Globo Amazônia, em São Paulo

Foto: Reprodução/TV Globo

 Foto: Reprodução/TV Globo

Homens trabalham em Serra Pelada nos anos 80, quando o local ficou conhecido como o maior garimpo a céu aberto do mundo. (Foto: Reprodução/TV Globo)

Desativada desde 1992, a mina de ouro de Serra Pelada, no Pará, deverá retomar suas atividades de forma mecanizada. A portaria de concessão de lavra que permitirá o retorno da mineração no local, conhecido nos anos de 1980 como o maior garimpo a céu aberto do mundo, foi assinada na manhã desta sexta-feira (7) pelo ministro de Minas e Energia, Marcos Zimmermann, em Curionópolis.

A decisão dá direito de exploração do ouro à Serra Pelada Companhia de Desenvolvimento Mineral (SPE), formada pela empresa canadense Colossus Minerals Inc, detentora de 75% da sociedade, e pela Cooperativa de Garimpeiros de Serra Pelada (Coomigasp), que terá 25% de participação no negócio e conta com 45 mil garimpeiros associados.

A atividade será retomada de maneira mecanizada, restringindo a lavra rudimentar em qualquer área, exceto em remanescentes de rejeitos. Para tornar a exploração viável, será construída uma mina subterrânea com rampa de acesso de 1,6 quilômetro, por onde deverão ser transportados os equipamentos.

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Nossa Amazônia: Serrarias móveis são flagradas em assentamento no Acre

 Do Globo Amazônia em São Paulo

Foto: Divulgação

A fiscalização ambiental desmontou duas serrarias portáteis e apreendeu 360 metros cúbicos de madeira serrada – o equivalente a 14 caminhões carregados -, incluindo espécies protegidas como seringueira e castanheira, no município de Sena Madureira. O material, segundo o do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), estava no Projeto de Assentamento Joaquim de Matos.  Cinco pessoas foram multadas pela exploração ilegal da floresta. (Foto: Divulgação)

 

Foto: Divulgação

De acordo com o Imac, as árvores eram transformadas em pranchas ainda no local da queda e carregadas com ajuda de bois para as serrarias móveis, onde eram cortadas em peças e tábuas. A apreensão aconteceu no último domingo (24).  (Foto: Divulgação)

Nossa Amazônia: Aquecimento global pode aumentar casos de malária na Amazônia, diz pesquisador

Lucas Frasão Do Globo Amazônia, em São Paulo

 Foto: Tabajara Moreno/Inpa/Divulgação

Foto: Tabajara Moreno/Inpa/Divulgação

Pesquisadores coletam mosquitos em área próxima ao gasoduto Urucu-Coari-Manaus (Foto: Tabajara Moreno /Inpa /Divulgação)

 

Um verão amazônico fora de época, em 2007, foi suficiente para cientistas verificarem que o aquecimento global pode multiplicar o número de casos de malária na Amazônia.

 Naquele ano, o verão deveria começar só em junho ou julho, como usual, mas ocorreu já em janeiro. E o número de mosquitos transmissores da doença saltou de cerca de 20 para mais de 1.000 em um ponto específico da floresta.

 A análise de incidência do Anopheles darlingi, vetor para a malária, foi feita em um trecho do corredor florestal que recebeu os 661 quilômetros de extensão do gasoduto Urucu-Coari-Manaus, inaugurado no fim do ano passado. De 2006 a 2009, enquanto a obra avançava, cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) coletaram mosquitos com o objetivo de monitorar a incidência da doença entre os operários.

 “Não registramos nenhum caso nas áreas de trabalho. Mas a construção passou por regiões com alta incidência de malária”, diz o pesquisador Wanderli Pedro Tadei, vice-diretor do instituto.

 “Quando houve o verão fora de época, em 2007, os rios já estavam mais cheios do que o normal. A alteração do ciclo hidrológico na Amazônia altera a reprodução do mosquito da malária, fazendo com que a população fique mais exposta à doença.”
Ao terminar os cálculos para o período em que o clima estava incomum, os cientistas puderam constatar que locais com 15 a 20 mosquitos da malária, em média, registravam mais de 1.000 em fevereiro e 1.600 em março de 2007. “Foi a primeira vez em que pudemos medir isso. A malária já mostrou sua cara caso as mudancas climáticas interfiram no ciclo hidrológico da Amazônia”, diz Tadei. :: LEIA MAIS »

Nossa Amazônia: Após análise detalhada, Inpe aumenta dado de desmatamento da Amazônia

O desmatamento por corte raso (destruição total da floresta) no período de agosto de 2008 a julho de 2009 na Amazônia Legal foi de 7.464 km², informou nesta quinta-feira (29) o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) . O número, que equivale a 4,9 vezes a área do município de São Paulo, é resultado de um levantamento detalhado do sistema Prodes após a análise de 400 imagens dos satélites Landsat, Cbers e DMC, cujos dados preliminares foram divulgados em novembro do ano passado. Na ocaisão, o Inpe havia chegado a um desmatamento de 7.008 km².

 Foto: Iberê Thenório/Globo Amazônia

Vista aerea da zona rural de Paragominas (PA), com pedaço de floresta à frente e áreas desmatadas mais adiante. (Foto: Iberê Thenório/Globo Amazônia)

Segundo informa o instituto, a diferença de 6,5% entre a estimativa e a consolidação da taxa de desmatamento está dentro da margem de erro de 10%.
O resultado representa uma redução de 42% em relação ao mesmo período em 2007e 2008 – é a menor taxa anual desde que o INPE iniciou o monitoramento sistemático da Amazônia por satélite, em 1988. 

Houive redução em todos os estados, inclusive em Mato Grosso (-68%) e no Pará (-24%), que são os que mais desmatam, de acordo com o Inpe.

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Terremoto de 4,9 graus de magnitude atinge o Amazonas

Um tremor de terra de 4,9 graus de magnitude na escala Richter atingiu o Estado do Amazonas e a região da fronteira com o Peru neste domingo. O abalo foi registrado pelo Centro de Pesquisas Geológicas dos Estados Unidos.

Até o momento, não foram notificados danos e nem vítimas do terremoto. O epicentro foi registrado a 100 quilômetros da cidade de Cruzeiro do Sul, no Acre, e a 245 quilômetros de Pucallpa, no Peru.

* Com informações do site G1/ZEROHORA.COM

Nossa Amazônia: Gerar riqueza sem devastação é desafio para o futuro da Amazônia

Os tempos são outros e a mentalidade dos fazendeiros da Amazônia aos poucos começa a mudar. A agropecuária fez o desmatamento avançar sobre a floresta, mas formas de recuperação têm surgido para compensar o estrago que foi feito.

Everton Melchior, produtor de soja em Mato Grosso, por exemplo, tem um projeto do qual se orgulha muito: a recuperação da mata original em uma área de nascente de água. “Há 5 anos não existia essa água que tem aqui hoje. Vai ser água com correnteza forte aqui, se Deus quiser”, diz.

Melchior plantou mogno, cedro, jatobá, aroeira, pau-brasil. Ele fez isso não só para se enquadrar na lei ambiental, mas também por razões econômicas. Ao recuperar as reservas de água, a soja vai render mais. 

Amazonas confirma segunda morte de grávida por gripe suína este ano

Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas confirmou a morte de mais uma grávida por influenza A (H1N1) – gripe suína no Estado. Foi a segunda morte de gestante no Estado por causa da doença em 2010.
Segundo a fundação, a mulher, que estava grávida de sete meses, apresentou os primeiros sintomas da gripe no dia 3 deste mês, mas procurou o atendimento médico somente dez dias depois, com quadro avançado de problemas respiratórios. O bebê escapou e está internado em estado grave, mas estável.
O Estado do Amazonas já registrou cinco mortes provocadas pela gripe este ano, sendo duas gestantes. O Ministério da Saúde deu início na segunda-feira (22) à vacinação de mulheres grávidas, crianças de seis meses a dois anos de idade e doentes crônicos com menos de 60 anos contra a doença.

De acordo com a fundação amazonense, tem sido baixa a procura de grávidas pela vacina no Estado. Para o órgão, um dos motivos pode ser o medo de a vacina provocar alguma deformidade no bebê. No entanto, não há contraindicação da vacina para gestantes. Pelo calendário do Ministério da Saúde, a vacinação delas vai até o dia 2 de abril.

No Piauí, o governo estadual decretou nesta semana situação de emergência depois que duas grávidas morreram com suspeita da gripe.

O Estado do Amazonas aguarda o resultado de 17 exames de casos suspeitos da doença.

AGÊNCIA BRASIL



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