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:: ‘agressão’

Cobra píton de 6 metros quase morre em zoo de Itapetinga após ser atacada a pedradas por alunos

Itapetinga Agora

Animal recebeu várias pedradas na cabeça e quase teve a coluna partida. Direção do Parque da Matinha suspendeu atividades estudantis e já revisa regras de visitação.

O Parque da Matinha em Itapetinga é uma unidade de conservação de grande importância histórica, mantida pelo Município de Itapetinga e possui uma área de Mata Ciliar conservada e uma coleção de animais silvestres brasileiros e exóticos, visitados por diversas instituições de toda a região. O parque disponibiliza sua área e seus recursos para realização de aulas práticas e teóricas à alunos de diversas unidades educacionais.

A realização de práticas educativas em unidades de conservação é necessária e enriquecedora por proporcionar ás pessoas, a contemplação de animais selvagens e raros, todavia para que isso seja feito de maneira proveitosa e segura é preciso que os alunos tenham consciência da importância de se respeitar e conservar os animais que estão contidos e em exposição nos Zoológicos.

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Professora amarra e amordaça aluno de 5 anos em Brasília, diz polícia

do G1

Caso foi denunciado por funcionária que presenciou a cena em escola pública. Na delegacia, ela teria dito que não aguentou o comportamento do menino e ‘perdeu a cabeça’.

Uma professora do Distrito Federal é suspeita de ter amarrado e amordaçado uma criança de cinco anos com fita adesiva em uma escola de Brasília nesta quarta-feira (16). O menino estuda na primeira série de uma escola pública da cidade. A professora foi afastada do trabalho.

Segundo a polícia, o garoto teve os pés e as mãos amarrados e o corpo preso a uma cadeira na classe de aula. A professora usou a fita adesiva para amordaçar a criança. Na delegacia, a professora teria dito que perdeu a cabeça e amarrou o garoto porque ele não se comportava. A professora assinou um termo circunstanciado e vai responder por maus tratos, constrangimento ilegal e vexame.

O caso foi denunciado por uma servente da escola, que viu a cena e avisou a diretoria. A direção da escola então chamou o Batalhão Escolar da PM. A mãe da criança foi avisada pela escola pela manhã.

“As outras crianças vão ficar rindo dele depois, né? Lógico. Vão ficar tirando sarro da cara, porque criança é criança”, disse a mãe, que não quis se identificar. “Eu acho que ela não tem nenhum preparo para cuidar de criança.” :: LEIA MAIS »

Ator de A Favorita é preso no Rio de Janeiro após agredir mulher

do OFuxico

O ator Alexandre Schumacher, de 35 anos, foi preso na noite desta segunda-feira (24) acusado de agredir sua mulher, Flávia Renata Albuquerque dos Santos, de 32 anos. De acordo com o jornal O Dia, ele foi autuado na Lei Maria da Penha e foi liberado no dia seguinte, após pagar fiança de R$ 1 mil.

Flávia contou à polícia que o marido havia tomado duas doses de conhaque antes da agressão. “Ela disse que estava cozinhando, por volta das 22h, e ele, dormindo. Ao acordar, teria bebido e começou a bater nela, sem motivo. Flávia disse que ficou desesperada com a atitude dele”, contou Rafael Willis, delegado do 16ª DP, na Barra da Tijuca.

Segundo a polícia contou ao jornal, o ator agrediu a mulher com socos e chutes, além de puxar os cabelos dela, quando a vítima tentou gritar por socorro na varanda. Um vizinho, que ouviu os gritos, ligou para Polícia Militar na hora.

Flávia conseguiu fugir do ator e foi para portaria do prédio esperar a viatura. O casal foi levado para delegacia, onde a vítima fez exame de corpo de delito, que constatou machucados no rosto, pescoço, olhos e braços.

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Razões do mal: a confissão da bruxa

da Revista Veja

A procuradora Vera Lúcia, acusada de torturar a menina que pretendia adotar, tenta justificar sua crueldade culpando a criança. Uma testemunha afirma que ela também batia na mãe. Como uma bruxa má, não demonstra nenhum arrependimento e sua lógica é a da desrazão

 Os contos de fadas, cujos heróis enfrentam bruxas malvadas e lobos maus, inevitavelmente acabam bem. São uma forma de as crianças encararem e exorcizarem seus medos e angústias, dizem os psicanalistas. Mas, só no Brasil, há milhares de meninos e meninas que descobrem, desde muito cedo, que bruxas malvadas e lobos maus podem existir de verdade – e, pior, habitar a casa onde eles moram. A procuradora aposentada Vera Lúcia de Sant’Anna Gomes, de 66 anos, é uma dessas bruxas malvadas de carne e osso. Presa de número 323?010 do Complexo Penitenciário de Bangu, no Rio de Janeiro, ela se entregou à polícia depois de passar oito dias foragida, acusada de torturar com frieza e fúria uma menina de 2 anos que estava sob sua guarda. Na semana passada, Vera Lúcia falou a VEJA.

 

A PROCURADORA VERA LÚCIA admitiu ter chamado T.E. de “cachorra”: “Ela estava se recusando a comer e ainda por cima sujava a roupa toda de leite. Perdi a paciência”

Estava vestida com o uniforme das presidiárias – blusa branca de malha, calça azul e chinelos de dedo -, tinha o cabelo pintado de loiro em desalinho e as unhas cor de vinho. Com os olhos fixos e a voz exaltada, ela negou a série de maus-tratos de que é acusada de infligir a T.E., a menina que estava prestes a adotar – mas assumiu sem nenhum fio de remorso a humilhação a que submeteu a criança. “Chamei a garota de cachorra mesmo”, afirmou. E acrescentou: “Mas chamar alguém de cachorro não é ofensa. Os cães são mais amigos e leais do que muito ser humano por aí”. Durante os 29 dias em que a pequena T.E. ficou sob os seus cuidados provisórios (os papéis para formalizar a adoção estavam correndo na Justiça), a procuradora a manteve trancafiada em um quarto. T.E., afirmam testemunhas, era alvo de xingamentos constantes e recebeu tantas surras que mal conseguia abrir os olhos, de tão inchados. Foi nesse estado que representantes do conselho tutelar a encontraram quando foram à casa de Vera Lúcia, movidos por uma denúncia anônima. T.E. passou três dias no hospital para tratar dos ferimentos. Hoje, de volta ao abrigo de menores onde vivia, ela pouco come e quase não fala. Quando um estranho chega perto, assusta-se e foge.

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Imagens flagram babá arremessando bebê de 7 meses; Família também a acusa de abuso sexual

do G1

Câmera instalada pela família registrou a ação da mulher. Para delegado que investiga o caso, imagens são de “tortura”.

A polícia investiga uma babá suspeita de agredir e abusar de um menino de 7 meses no município de Igarassu, em Pernambuco. A família da criança instalou uma câmera escondida e registrou a ação da mulher.

“A família gravou, temos um vídeo. Nas imagens, a mulher agride e abusa da criança. Tem tortura, porque uma criança que é maltratada nessa idade, para mim, sofreu tortura. E tem um abuso sexual”, afirmou à reportagem, neste domingo (25), o delegado Zanelli Alencar, da Gerência de Polícia da Criança e do Adolescente (GPCA).

Segundo Alencar, os pais do bebê procuraram a polícia no sábado (24) e compareceram à delegacia, na manhã deste domingo, para prestar depoimento. A babá trabalhava há poucas semanas na casa da família e não foi presa.



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