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:: ‘aécio neves’

Homenagem à Marina em Minas Gerais visa chapa do PSDB em 2014

ESTADÃO

Aécio tenta atrair Marina para projeto de 2014. Governador tucano Antonio Anastasia assinou decreto concedendo à ex-senadora o título de cidadã honorária e já planeja cerimônia.

Sem partido e com um poderoso cacife eleitoral que rendeu quase 20 milhões de votos nas eleições presidenciais de 2010, a ex-senadora Marina Silva (AC) está na mira do tucanato mineiro. Na avaliação de integrantes do PSDB, uma aproximação com a ex-verde poderia impulsionar uma possível candidatura do senador tucano Aécio Neves à Presidência em 2014, além de uma virtual empreitada para a disputa pela Prefeitura de Belo Horizonte no ano que vem.

O primeiro passo dessa tentativa de aproximação foi dado pelo governador Antonio Anastasia (PSDB). Antes de embarcar no fim de semana para uma viagem oficial ao Japão, ele assinou decreto concedendo a Marina o título de cidadã honorária de Minas Gerais. O governo e a Assembleia Legislativa já planejam uma cerimônia para entrega do título à ex-senadora. ”Ainda estamos tentando contato com ela, mas haverá cerimônia com a presença do Anastasia”, disse o deputado estadual Délio Malheiros (PV), que encaminhou pedido ao governo, em abril, para a concessão do título.

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Vitória de ACM tem Aécio como sócio

Marcelo Moraes, de O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA – A folgada vitória do deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (BA) na eleição para a liderança da bancada do Democratas teve participação decisiva do senador tucano Aécio Neves (MG), pré-candidato à sucessão presidencial. Nos últimos dias, ele articulou diretamente com deputados do DEM e pediu apoio para a candidatura de ACM Neto. Nessas negociações, Aécio virou vários votos a favor do deputado baiano, como o dos deputados paulistas Jorge Tadeu Mudalen e Alexandre Leite.

ACM Neto derrotou o deputado Eduardo Sciarra (PR) em mais um round da disputa interna do DEM, rachado hoje entre os que apoiam uma eventual candidatura presidencial de Aécio e os que defendem o ex-governador de São Paulo José Serra, grupo que inclui o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.

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Aécio e Marina lideram apostas para 2014

Marcelo de Moraes – O Estado de S. Paulo

Com a eleição presidencial polarizada pela petista Dilma Rousseff e pelo tucano José Serra, uma corrida política paralela foi deflagrada para garantir posições vantajosas na disputa de 2014. Assim, projetos nacionais de poder já foram incubados em várias disputas regionais.

Alguns desses movimentos foram bem claros. É o caso do ex-governador mineiro Aécio Neves (PSDB) e da senadora Marina Silva (PV-AC). Mas há outros nomes desde já de olho na disputa de 2014: os governadores eleitos de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e do Paraná, Beto Richa (PSDB), além dos governadores reeleitos de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e do Rio, Sérgio Cabral Filho (PMDB).

Assim como Marina e Aécio, todos representam lideranças mais jovens que aproveitaram a eleição para se consolidar e ocupar papel de destaque no cenário político nacional.

Aécio, de 50 anos, ganhou tudo em Minas. Foi eleito senador com votação expressiva, emplacou o sucessor Antônio Anastasia (PSDB) no governo e garantiu a vaga de senador para o ex-presidente Itamar Franco (PPS), derrotando na mesma eleição o ex-ministro Hélio Costa (PMDB), e o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel (PT). O resultado credencia o tucano como melhor aposta do PSDB para a sucessão presidencial daqui a quatro anos.

Marina Silva, de 52 anos, é nome consolidado para 2014. Credenciada por quase 20 milhões de votos no primeiro turno, mesmo contando com uma estrutura mínima de campanha e quase nenhum tempo de propaganda na televisão, ela se tornou a maior surpresa da corrida presidencial deste ano. Sua campanha bem sucedida formou uma base bastante sólida para a próxima eleição.

Geração. Eduardo Campos, de 44 anos, lidera o projeto nacional do PSB, que ampliou bastante sua representação no País. Cabral, de 47 anos, também se consolidou como maior liderança do Rio, deixando para trás grupos importantes representados pelo ex-prefeito Cesar Maia (DEM) e pelo ex-governador Anthony Garotinho (PR). Passa a ser mais importante ainda se o PMDB decidir bancar um projeto de candidatura presidencial descolado da parceria com o PT.

Entre os tucanos, Alckmin, de 57 anos, dá a volta por cima na sua trajetória política com a eleição para o governo de São Paulo.

Comandando o Estado mais populoso do País, passa a ter importância política para planejar uma nova campanha para o Palácio do Planalto, depois de ter sido batido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2006.

Beto Richa, de 44 anos, saiu da Prefeitura de Curitiba para o comando do governo do Paraná, derrotando o senador Osmar Dias (PDT), que tinha o apoio de Lula e do governador Roberto Requião (PMDB). Os dois tucanos, no entanto, precisariam antes superar o bom momento de Aécio dentro do partido.

Na prática, a transição entre as disputas de 2010 e 2014 representa uma espécie de troca de gerações na política brasileira. Depois de dois mandatos, Lula deixará o governo com 65 anos. Pode até tentar um novo mandato em 2014, mas já estará perto dos 70 anos. Os dois principais candidatos à sua sucessão também passaram dos 60 anos. José Serra tem 68 anos e Dilma está com 62 anos. Eleita, é candidata quase certa à reeleição.

Há ainda o caso do deputado Ciro Gomes, de 52 anos, que sonhava com sua terceira campanha presidencial, mas viu o plano ser barrado pela direção do PSB e pelo próprio Lula e não disputou nenhum cargo este ano.

Projetos regionais. Um bom resultado nas eleições, entretanto, não garante o sucesso dessas incubadoras políticas. O principal problema é que, tradicionalmente, a maioria dos partidos não desenvolve projetos de poder em nível nacional. Preferem concentrar suas atenções nas disputas regionais onde possuem lideranças expressivas. :: LEIA MAIS »

Aécio diz que eleição em MG se tornou plebiscitária

Eduardo Kattah/BELO HORIZONTE – O Estado de S.Paulo

A exemplo da disputa pela Presidência, a sucessão estadual em Minas Gerais se tornou uma eleição plebiscitária, conforme avaliou o ex-governador Aécio Neves (PSDB). Após um jantar na noite de quarta-feira, 8, oferecido por profissionais do setor cultural em apoio ao governador tucano Antonio Anastasia, candidato à reeleição, Aécio evitou rebater as críticas feitas à gestão do PSDB no Estado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para o ex-governador, a decisão do eleitor, seja no plano federal ou estadual, se dará pela continuidade ou não dos projetos em vigor. :: LEIA MAIS »

DEM faz pressão para garantir vice de Serra

Julia Duailibi – O Estado de S.Paulo

SÃO PAULO – No momento em que setores do PSDB pressionam para que a chapa presidencial do tucano José Serra seja puro-sangue, o DEM faz ofensiva para garantir nome ligado à legenda na composição.

Em reunião na segunda-feira, 14, com a coordenação da campanha de Serra, caciques do DEM reforçaram a tese de indicar um nome ligado à legenda. Uma vez que o ex-governador Aécio Neves (MG) não quer ficar com a vaga de vice, os aliados dos tucanos avaliam que a indicação deve ser deles.

No PSDB, no entanto, as maiores apostas são em torno do presidente do partido, senador Sérgio Guerra (PE), e do senador Álvaro Dias (PR). A favor de Dias, está o fato de a sua indicação fortalecer o palanque no Paraná, onde os tucanos tentam fechar aliança com o irmão dele, senador Osmar Dias (PDT), que também flerta com os petistas. :: LEIA MAIS »

Tucanos pressionam para anunciar Aécio como vice de Serra na convenção de junho

BRASÍLIA – O Estado de S.Paulo

Dirigentes do PSDB e setores próximos do presidenciável José Serra querem o ex-governador mineiro Aécio Neves como vice na chapa tucana já na convenção nacional de 12 de junho. Mas, nos bastidores, Aécio diz que “quem tem prazo não tem pressa”.

Os aecistas advertem que “não se dilui um fato da importância da vice-presidência na convenção”. Aécio só desembarca em Minas na segunda-feira, de volta de férias na Europa.

O que provocou a inquietação dos tucanos foi a informação de que pesquisas do próprio partido mostram Serra perdendo terreno no Sudeste – especialmente em Minas – por conta da ausência de Aécio e dos programas do PT na televisão. Setores do tucanato avaliam que o debate da chapa puro-sangue favorece o PT. Acreditam que a discussão “acordou” a militância petista e que é preciso agir rápido com um fato político capaz de pôr Serra em curva ascendente nas pesquisas.

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Aécio: relação de Dilma com PT é a grande incógnita

Ex-governador de Minas Gerais que deixou o cargo com popularidade recorde para a disputa eleitoral – possivelmente ao Senado -, Aécio Neves (PSDB) afirmou que a relação da pré-candidata do PT à Presidência da República com as posições de seu partido “é uma grande incógnita”. “Ela terá que dizer aos brasileiros exatamente o que pensa de modelo de Estado, das instituições democráticas, da liberdade de imprensa, do aparelhamento do Estado e desse inchaço da máquina pública”, disse ele, em entrevista publicada hoje no jornal O Estado de S. Paulo.

O tucano mineiro afirmou que Dilma será questionada sobre o posicionamento do PT em relação a políticas “estatizantes”, que, segundo ele, “muitas vezes insinua ações de restrição à liberdade de imprensa e às conquistas democráticas”. “Ela terá que demonstrar durante a campanha como será a relação com o PT, como virá o PT ideológico do Estado máximo e que presença o PT dos problemas éticos terá no governo.” :: LEIA MAIS »

Dilma elogia Aécio e até sugere mudar nome do “Dilmasia”

Em entrevista à rádio Itatiaia na manhã de hoje –uma das emissoras de maior audiência em Belo Horizonte–, a ex-ministra Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência, elogiou o governador Aécio Neves (PSDB) e até admitiu a possibilidade de o eleitor mineiro votar em outubro em uma dobradinha PT-PSDB para a Presidência e governo do Estado, respectivamente.

“Eu respeito muito o governador Aécio Neves. Em relação as nós [governo Lula] tem sido um governador exemplar”, afirmou Dilma.

Dilma fora questionada sobre o que achava de ocorrer na eleição algo semelhante ao que ocorreu em 2002 e 2006, quando Luiz Inácio Lula da Silva venceu a disputa para presidente, e Aécio, para o governo do Estado. Agora seria Dilma presidente e o tucano Antonio Anastasia para o governo, o que no Estado está sendo chamado de “Dilmasia”. :: LEIA MAIS »

Aécio na vice não alavancaria Serra

O governador Aécio Neves recebeu na noite da segunda-feira, 15, uma pesquisa realizada pelo Instituto Vox Populi a seu pedido. O objetivo do levantamento era mensurar o poder do governador mineiro de conquistar votos para a candidatura de José Serra em Minas Gerais – especificamente no universo de eleitores que não votariam no candidato tucano se a eleição fosse hoje. De acordo com os números do Vox Populi, Serra tem 45% das intenções de voto em Minas Gerais.

A pesquisa procurou os 55% que votariam em outros candidatos ou em candidato algum. A este grupo propôs dois cenários. No primeiro, quis saber como se comportaria caso Aécio simplesmente apoiasse Serra. No segundo cenário, perguntou o que faria se Aécio integrasse a chapa tucana como candidato a vice-presidente. A conclusão é que uma eventual entrada de Aécio na chapa do PSDB teria um efeito eleitoral mínimo. O estudo já se transformou no argumento técnico que Aécio precisava para embasar sua decisão de candidatar-se ao Senado. :: LEIA MAIS »

PSDB de Minas Gerais anuncia Aécio como pré-candidato ao Senado

Governador desistiu da disputa de vaga para concorrer à Presidência. Partido diz estar ‘totalmente comprometido’ com Serra à sucessão de Lula
O diretório estadual do PSDB em Minas Gerais aprovou nesta segunda-feira (15) a pré-candidatura do governador Aécio Neves ao Senado. No anúncio, publicado pelo blog do partido, a direção estadual diz que “o PSDB de Minas Gerais e os aliados do governador Aécio Neves estão totalmente comprometidos com o nome do governador de São Paulo, José Serra, como pré-candidato à Presidência da República”. :: LEIA MAIS »

Serra convida, mas Aécio recusa vaga de vice na chapa

BRASÍLIA (Reuters) – O governador de Minas Gerais, Aécio Neves, formalizou o que há tempos já prometia: recusou o convite do governador de São Paulo, José Serra, para assumir a vaga de vice em sua chapa presidencial.

A informação foi dada à Reuters, na noite de quarta-feira, por um parlamentar do PSDB sob condição de anonimato. :: LEIA MAIS »

PSDB tem nome colocado e Serra vai saber o momento de formalizar, diz Aécio

O governador de Minas Gerais, Aécio Neves, afirmou nesta quarta-feira (3) que o PSDB tem nome colocado para a disputa à Presidência da República. Ele afirmou que o governador de São Paulo, José Serra, saberá o momento de formalizar sua candidatura. Aécio e Serra participaram de uma sessão no Congresso Nacional em homenagem ao centenário de nascimento de Tancredo Neves.
“O PSDB tem um nome colocado e ele vai saber o momento de se posicionar formalmente. Mas eu vejo o governador Serra, independente do seu companheiro de chapa, com todas as condições de travar um belo embate de idéias e, quem sabe, vencer as eleições. (…) Os prazos estão aí e eu acredito que no final do mês sairá a decisão e, a partir da decisão, vamos articular para vencer as eleições”, disse Aécio.  :: LEIA MAIS »

Só Aécio e Serra sabem o próximo passo para o PSDB

A decisão do PSDB sobre a candidatura presidencial está na cabeça dos protagonistas: os governadores de Minas, Aécio Neves, e de São Paulo, José Serra. Nem mesmo a cúpula tucana sabe avaliar o efeito da pressão que tem exercido sobre ambos, já que eles aumentaram a reserva sobre o conteúdo das conversas, que têm sido diárias. Os auxiliares mais próximos evitam arriscar um palpite sobre a chapa que a legenda apresentará ao Planalto.
Serra ainda é o nome mais cotado para encabeçá-la, mas a possibilidade de ele desistir e abraçar a candidatura à reeleição para o governo de São Paulo, diante da tendência de queda apontada pelas últimas pesquisas de intenção de voto, é considerada uma hipótese cada vez mais plausível. Se Aécio aceitaria substituí-lo como o candidato principal ou o socorreria, aceitando compor como candidato a vice-presidente, ainda é uma incógnita, até mesmo em Minas. Tucanos e aliados torcem que o sinal de que a novela está próxima do fim seja dado em jantar dos dois governadores hoje no Palácio das Mangabeiras. :: LEIA MAIS »

Aumenta pressão sobre Aécio

Depois da queda do governador José Serra (PSDB) na pesquisa Datafolha sobre a sucessão presidencial, a oposição deflagrou movimento para pressionar o governador de Minas, Aécio Neves (PSDB), a disputar o Palácio do Planalto como vice na chapa do tucano.
DEM e PPS estão dispostos a conversar com Aécio e o PSDB na tentativa de convencer o governador mineiro a integrar uma chapa “puro sangue”, o que na avaliação da oposição pode conter o crescimento da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), pré-candidata do PT.
O deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (DEM-BA) disse que vai conversar com Aécio nesta quinta-feira para reiterar a posição do partido favorável ao lançamento da chapa puro sangue. :: LEIA MAIS »



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