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:: ‘acusados’

PM’s e advogado são denunciados pelo MP por morte de jovem em Caetité

Rede Bahia | G1

Sete policiais militares estão envolvidos na morte do adolescente, diz MP. Ministério pediu afastamento deles da função pública.

Sete policiais militares e um advogado foram denunciados pelo Ministério Público da Bahia suspeitos da morte do adolescente Danilo Uillian Carvalho de Oliveira (foto), em janeiro de 2011, no município de Caetité, a 757 Km de Salvador. Segundo a polícia, a vítima foi morta após uma perseguição policial.

De acordo com o MP, o promotor de Justiça Anderson Freitas de Cerqueira, denunciou os suspeitos à Vara Crime da comarca por homicídio qualificado e pediu a suspensão da função pública dos policiais militares envolvidos no crime. O advogado foi denunciado por homicídio culposo por estar dirigindo o carro durante a perseguição que foi definida pelo promotor como desastrosa.

Entenda o caso

Segundo o MP, a vítima estava acompanha de um amigo. Os dois fugiram de uma abordagem policial no município de Igaporã, e seguiram de carro até Caetité. Avisados pelos PMs de Igaporã, os policiais militares envolvidos na ação montaram uma barreira na altura de um local conhecido como Trevo do Brás, nas imediações de Caetité, mas Danilo, que estava dirigindo o veículo, furou o bloqueio policial e seguiu para o centro da cidade. A PM começou uma perseguição pelas ruas do município. :: LEIA MAIS »

Promotor denuncia e pede preventiva dos envolvidos em decapitação de adolescentes em Salvador

A Tarde

Um dos acusados da barbárie em Salvador chega ao presídio

O promotor de Justiça Antônio Luciano Assis, denunciou à Justiça, nesta sexta-feira, 21, os quatro envolvidos nas mortes das adolescentes Janaína Cristina Brito da Conceição, 16 anos, e Gabriela Alves Nunes, 13 anos, ocorridas em 19 de novembro do ano passado. Além da denúncia, o promotor de Justiça pediu a decretação da prisão preventiva de Adriano Silva Nunes, vulgo Bocão; Alex Santos e Silva, vulgo Lequinho; Jarbas Cristiano Chaves de Souza, vulgo Tiano, e Danilo Rocha Carvalho, vulgo Cacaroto, por garantia da ordem pública para assegurar a aplicação da lei penal e por conveniência da instrução.

Citando informações do inquérito policial, o promotor de Justiça destaca que os denunciados, em ação conjunta com Vítor dos Santos Almeida, vulgo Branco ou Amado, morto em confronto com policiais, por razões abjetas, de forma cruel e sem dar qualquer chance de defesa às vítimas, torturaram e decapitaram as meninas. Em seguida, acondicionaram os corpos em sacos e deixaram em via pública, sem identificação, na Avenida San Martin, onde foram encontrados pela polícia no dia 20 de novembro.

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Para o Ministério Público não há mais dúvida de que Mizael é o responsável pela morte de Mércia Nakashima

do G1

Promotor Rodrigo Merli disse só faltar definir quem é mandante e executor. Para Promotoria e polícia, Mizael é considerado foragido; Evandro foi preso.

 

O ex-namorado de Mércia Nakashima, o advogado e policial militar aposentado Mizael Bispo de Souza, e o vigilante Evandro Bezerra Silva serão denunciados pelo Ministério Público à Justiça pelo assassinato da advogada, informou à reportagem este sábado (10) o promotor Rodrigo Merli Antunes. De acordo com ele, isso será feito após a conclusão do inquérito da Polícia Civil sobre o caso e será remetido à Promotoria, provavelmente, com o indiciamento dos dois suspeitos.
Mizael é apontado pelo vigilante Evandro Bezerra Silva como o assassino da advogada Mércia Nakashima, ex-namorada dele. O motivo do crime seria ciúmes. O suspeito não teria aceitado o fim do relacionamento de quatro anos com a mulher.

Para a Promotoria, a investigação feita pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) já apresentou indícios suficientes para indiciar Mizael e Evandro pela morte de Mércia. Ainda, segundo o promotor Merli Antunes, os suspeitos serão acusados pelos crimes de homicídio qualificado (pela motivação torpe, que seria a intolerância de Mizael com o fim do relacionamento), ocultação de cadáver (a advogada foi jogada ferida dentro do seu próprio carro dentro de uma represa) e sequestro (ela teria sido forçada a ir com os responsáveis pelo crime para Nazaré Paulista, no interior do estado, onde foi morta).“Independentemente da perícia [da Polícia Técnico-Científica, que falta apresentar os laudos da causa da morte de Mércia e o que foi achado no veículo dela], já tenho requisitos. Provavelmente devo fazer a denúncia dos dois assim que a polícia concluir o inquérito. O envolvimento dos dois parece bem evidente”, disse Merli Antunes.

Para o promotor, o crime cometido contra Mércia é hediondo. “Só falta definir quem fez o quê”, disse Antunes. Evandro foi preso na sexta-feira (9) em Sergipe. Mizael teve a prisão decretada neste sábado pela Justiça de Guarulhos, na Grande São Paulo. Apesar disso, ele se encontra foragido, segundo a Promotoria e a Polícia Civil.

O pedido de prisão foi feito pelo delegado Antonio de Olim, do DHPP, após ouvir o depoimento de Evandro em Sergipe. Na versão do vigia, Mizael matou Mércia numa represa em Nazaré Paulista e ele foi buscar o advogado de carro no local. O ex nega o crime.

“O que tínhamos era o contrário. Pelas investigações era Mizael o mandante e Evandro o executor. Na minha avaliação, Evandro está querendo se eximir de uma responsabilidade que ele tenha”, disse o promotor do caso, que espera o resultado da apuração sobre a possível participação de um dos irmãos de Mizael no crime. “Ele teria dado apoio aos dois suspeitos.”

Evandro, capturado em Sergipe, teria sido o executor de Mércia sob mando de Mizael 

O Ministério Público também pretende aguardar a conclusão dos laudos do Instituto Médico Legal (IML), sobre a causa da morte de Mércia, e do Instituto de Criminalística (IC), a respeito do que foi encontrado no veículo dela.

“Dependendo das perícias, é possível qualificar o homicídio por asfixia [se a vítima morreu mesmo afogada] ou tortura [ela teria sido agredida]”, disse Antunes.

A advogada havia deixado a casa dos avós em Guarulhos e desapareceu sem dar mais notícias em 23 de maio. Foi ainda na mesma represa que o carro da advogada, um Honda Fit prata, foi localizado submerso no dia 10 de junho após a denúncia feita por um pescador. O corpo da vítima foi encontrado em 11 de junho pelos bombeiros.

De acordo com peritos Mércia teria apanhado do agressor, foi baleada de raspão no rosto, teria desmaiado e morrido afogada. A testemunha contou à polícia que viu um homem alto não identificado sair do veículo e escutou gritos de mulher antes de o automóvel afundar.

Uma testemunha chegou a dizer à polícia de SP que o segurança Evandro também teria recebido R$ 5 mil de Mizael para fazer uma “coisa errada”. Para a investigação, essa “coisa errada” seria ajudar a matar Mércia. “Também vamos apurar se o crime envolveu pagamento de dinheiro, o que aumentaria as qualificadoras contra os dois”, disse o promotor.

Foragido

 Para o Ministério Público e a Polícia Civil de São Paulo, Mizael já é considerado foragido da Justiça por ainda não ter se apresentado aos policiais que foram neste sábado à sua casa, em Guarulhos, para cumprir o mandado de prisão contra ele. “Se foram até a casa dele, e advogado dele disse que ele não vai se apresentar, pode ser considerado foragido, sim”, disse o promotor Merli Antunes.

Apesar de Mizael ter sido orientado por Haddad Júnior para não se apresentar à polícia, o defensor discorda da versão policial de que seu cliente seja considerado foragido. “Não se pode dizer que o Mizael é foragido porque ele tem direito a recurso. Está em lugar ignorado. Não vou orientá-lo a fugir. Ele não vai fugir. Não vai sair do Brasil”, disse Haddad Júnior, que considerou “injusta” a decretação da prisão.

O advogado de Mizael afirmou ao G1 que vai entrar com um pedido para revogação da decisão judicial na segunda-feira (12). Se o recurso for desfavorável, o defensor promete ainda entrar com um habeas corpus em favor de Mizael no Tribunal de Justiça de SP. “Somente depois de esgotar todos os recursos, o Mizael vai se apresentar porque também não vou querer que ele se torne foragido”, disse Haddad Júnior.

Prisão decretada

 Caso Mizael seja preso, ele deverá ser levado para o presídio Romão Gomes, da Polícia Militar em SP, pelo fato de ser policial militar aposentado. Em outras oportunidades, o ex sempre negou o crime.

O segurança Evandro já estava preso por suspeita de envolvimento com o crime. Ele foi detido na sexta após ficar foragido desde o dia 25 de junho, quando também teve a prisão temporária por 30 dias determinada pela Justiça por faltar a um depoimento no DHPP na capital paulista.

Para a investigação, além de Mizael e Evandro, o irmão do advogado também estaria envolvido no homicídio. Ele ligou 27 vezes para o vigilante num período próximo ao sumiço de Mércia.

O delegado Antonio de Olim e um investigador do DHPP, que viajaram na sexta de São Paulo para Sergipe para ouvir Evandro, devem retornar na noite deste sábado com o vigilante preso. O objetivo dos policiais de SP é ouvi-lo novamente.

No dia em que Mércia sumiu, testemunhas disseram ter visto Bispo conversar com um vigilante Evandro, que trabalhava num posto de gasolina em Guarulhos. A Polícia Civil de Sergipe informou que o vigilante confirmou que trabalhava para o ex-namorado de Mércia e que mantinha contatos com o Mizael pois trabalhava para ele como segurança.

Ainda, de acordo com a investigação do DHPP, a quebra de sigilos telefônicos dos suspeitos autorizada pela Justiça revelou que Evandro conversou diversas vezes com Mizael, pessoalmente e por telefone, antes, durante e depois do desaparecimento e morte de Mércia.

“O Evandro participou. Veja o que nós temos aí. Eles se encontravam, né? Se encontraram muito antes do crime. E se encontraram no dia do crime, se encontraram um dia antes do crime. Quer dizer: tem muitas coincidências, muitas ligações [telefônicas], muitas coisas que unem os dois nos dias dos fatos”, disse o delegado Antonio de Olim, do DHPP.

Acusados de desviar recursos no DF são presos

Ainda escaldada pela crise que arrebatou o ex-governador José Roberto Arruda, a Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou nesta quinta-feira, 1º, uma operação com potencial para desarrumar ainda mais o já complicado tabuleiro político local.

A Operação Shaolin, que levou à prisão cinco pessoas, teve como alvo duas organizações não-governamentais que receberam R$ 2,9 milhões do Programa Segundo Tempo, do Ministério dos Esportes. Até 2006, a pasta era comandada por Agnelo Queiroz, pré-candidato do PT ao governo do DF.

Dirigente das duas ONGs investigadas, o policial militar João Dias Ferreira, um dos presos neta quinta, foi candidato a deputado em 2006 pelo PCdoB, partido ao qual Agnelo era filiado à época. :: LEIA MAIS »



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