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:: ‘ACM’

Vitória de ACM tem Aécio como sócio

Marcelo Moraes, de O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA – A folgada vitória do deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (BA) na eleição para a liderança da bancada do Democratas teve participação decisiva do senador tucano Aécio Neves (MG), pré-candidato à sucessão presidencial. Nos últimos dias, ele articulou diretamente com deputados do DEM e pediu apoio para a candidatura de ACM Neto. Nessas negociações, Aécio virou vários votos a favor do deputado baiano, como o dos deputados paulistas Jorge Tadeu Mudalen e Alexandre Leite.

ACM Neto derrotou o deputado Eduardo Sciarra (PR) em mais um round da disputa interna do DEM, rachado hoje entre os que apoiam uma eventual candidatura presidencial de Aécio e os que defendem o ex-governador de São Paulo José Serra, grupo que inclui o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.

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Derrota de Paulo Souto oficializa o fim do ‘carlismo’ na Bahia

iG

Estado realizou a primeira eleição majoritária sem a presença física de ACM. Ausência do falecido cacique baiano confundiu ex-aliados e pavimentou caminho do PT à vitória.

 

ACM cumprimenta o então governador da Bahia, Paulo Souto, durante evento religioso em 2006

Pela primeira vez na história recente da política baiana, uma eleição para o governo do Estado não terá a presença de Antônio Carlos Magalhães. Ausente desde 2007, quando morreu em São Paulo vítima de infecção generalizada, o ex-senador teve sua ausência sentida por seus antigos aliados e a dissolução de seu bem-sucedido modelo político, o ‘carlismo’, tornou a política baiana mais complexa e bem menos polarizada nos últimos três anos.

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Wagner limpa terreno para aliados aceitarem o nome de César Borges

A Tarde

Num tom de paz e amor, justificando a provável aliança com o PR, cujo presidente estadual é o senador César Borges, que até as eleições de 2008 era adversário político do PT, o governador Jaques Wagner (PT), disse, nesta quinta, que “não existe mais panelinha na Bahia”. Lembrou que em 2006 houve uma derrota política (dos carlistas) e uma ausência física em 2007 (morte de ACM), sendo o cenário atual diferente.

A chamada “panelinha” é uma alusão ao trio político Cesar Borges (PR), Antonio Carlos Magalhães (ACM) e Paulo Souto (DEM), que se revezaram no poder do Estado por quase duas décadas. A ideia da panelinha foi usada como carro-chefe da campanha eleitoral do PT para o governo do Estado em 2006, quando Wagner saiu vitorioso. O jingle dizia que o povo  estava ”cansado dessa panelinha“.  Wagner, que falou com a imprensa logo após a abertura dos trabalhos anuais da Assembleia Legislativa (AL), alegou que as análises políticas atuais com base no chamado período carlista são “autorreferenciadas”. :: LEIA MAIS »



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