WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

ebook gestao financeira

O Brasil que está aprendendo a orar


abril 2020
D S T Q Q S S
« mar    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930  


Cristã tem pescoço cortado por extremista muçulmano no Cairo, Egito


Dupla vulnerabilidade: mulheres cristãs no Egito são discriminadas por serem mulheres e cristãs

Dupla vulnerabilidade: mulheres cristãs no Egito são discriminadas por serem mulheres e cristãs

Um extremista islâmico cortou o pescoço de uma mulher cristã na rua em plena luz do dia em Gizé, um subúrbio do Cairo, no Egito. Imagens da rede de televisão chinesa CCTV (Televisão Central da China) mostram o momento em que o homem chega por trás da mulher e corta o pescoço dela. Ele gritou “Allah akbar” (Deus é grande, em árabe) e disse: “Eu estou lhe matando porque você está sem véu na cabeça”. A vítima foi hospitalizada em estado grave e levou 68 pontos no pescoço. O agressor foi detido e ficou preso. Ele já havia tentado matar uma mulher cristã em 2017, mas não foi detido.

Entre os países do Oriente Médio, o Egito é o que tem os mais altos índices de assédio e violência sexual contra mulheres. De acordo com uma pesquisa de 2013 da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre mulheres, mais de 99% das mulheres no Egito já passaram por assédio sexual, independentemente da religião ou do que vestiam. Nesse ambiente e sem proteção social, as mulheres cristãs são ainda mais vulneráveis.

Embora assédio, casamento forçado e outras formas de violência sejam práticas comuns que atingem todas as mulheres do Egito em diferentes graus, há relatos de que as mulheres cristãs são um alvo particular de sequestros para casamento, sobretudo nas áreas rurais, pequenos vilarejos e cidades do sul. O impacto psicológico que o medo de sequestros causa é alto nas famílias cristãs do Egito. Mulheres e meninas da zona rural sentem que não podem sair de casa sozinhas, precisando da constante companhia de parentes do sexo masculino para protegê-las. :: LEIA MAIS »

Três professores cristãos são mortos em ataque em Garissa, no Quênia


Garissa é novamente alvo de ataques do Al- Shabaab. Em 2015, o grupo fez 148 vítimas na Universidade de Garissa

Garissa é novamente alvo de ataques do Al- Shabaab. Em 2015, o grupo fez 148 vítimas na Universidade de Garissa

Na madrugada do dia 13 de janeiro, entre 1h e 2h da manhã, suspeitos membros do Al-Shabaab realizaram um ataque violento no condado de Garissa, no nordeste do Quênia. Os militantes islâmicos invadiram a escola de Kamuthe, às margens do rio Tana, mataram a tiros três professores cristãos da escola e balearam outro. Os professores mortos são Caleb Mutangia Mutua, 28 anos, Titus Sasieka Mushindi luhya e Samwel Mutua Kamba, ambos de 29 anos. Joshua Mutua Kamba, 30, levou dois tiros nas pernas.

A milícia também atacou uma base de patrulha policial, ateando fogo ao local. Além disso, os militantes danificaram uma torre de sinal de telefonia celular localizada na feira de Kamuthe. Embora o Al-Shabaab ainda não tenha assumido a responsabilidade pelo ataque, o grupo é suspeito de estar por trás dos atentados.

Fontes locais informaram à Portas Abertas que o provável motivo é a continuação dos esforços de retirar a presença cristã da área de domínio muçulmano na fronteira com a Somália. O secretário regional de Educação do condado de Garissa, Yusuf Karayu, disse que a escola foi fechada e que todos os professores que atuam na fronteira serão transferidos imediatamente. :: LEIA MAIS »

Cristãos são condenados por propaganda contra governo do Irã


Cristãos no Irã são condenados com o argumento de estarem fazendo propaganda contra o governo

Cristãos no Irã são condenados com o argumento de estarem fazendo propaganda contra o governo

Escolher seguir a Jesus no Irã tem custado caro para Asghar Salehi, Mohammadreza Rezaei e outro cristão. Eles foram condenados a seis meses de prisão por causa da fé e de atividades cristãs. Em setembro de 2018, as casas deles foram invadidas por agentes da inteligência iraniana e os cristãos foram detidos. Ashgar passou por um longo interrogatório de três dias e ficou preso em Eghlid por mais oito dias. Sob fiança, o cristão foi libertado.

Em abril de 2019, os três seguidores de Jesus foram convocado para uma audiência no Tribunal Penal de Eghlid e receberam acusação de fazer propaganda contra a república islâmica. Asghar foi impedido, pelo juiz, de se pronunciar e também recebeu ordem para interromper as atividades cristãs antes de retornar a outro julgamento.

Em setembro de 2019, os três homens compareceram no mesmo tribunal e mais tarde receberam a condenação de seis meses de prisão por “propaganda contra o sistema”, utilizando o cristianismo simpatizante ao judaísmo. Em dezembro, a sentença foi aplicada e Asghar foi preso enquanto trabalhava. Os três cristãos cumprem a pena no mesmo presídio, em Eghlid. Apesar de estarem reclusos, eles encontraram motivos para ter o coração grato a Deus; eles estão agradecidos por estarem em uma cela com acesso a um quintal e ar fresco. Mas todos temem pelo bem-estar dos familiares. :: LEIA MAIS »

Novo sultão pode mudar situação de cristãos em Omã


O governo de Omã passa por transição e cristãos estão na expectativa das decisões do novo líder

O governo de Omã passa por transição e cristãos estão na expectativa das decisões do novo líder

Omã passa por um período de transição após a morte do sultão Qaboos bin Said, de 79 anos, na última sexta-feira, 10 de janeiro. Ele liderou o país por 50 anos, após depor o pai do poder em 1970. Acreditava-se que o monarca era sinônimo de segurança e estabilidade do país, contra uma maior islamização das instituições políticas e aplicação da  sharia (conjunto de leis islâmicas). Sob influência britânica e com o apoio do Irã e da Jordânia, o governante derrotou insurgentes e modernizou o país usando os rendimentos provenientes do petróleo. Apesar de autoritário, Qaboos era apreciado por boa parte dos súditos.

No dia 11 de janeiro, a nação anunciou que o ministro da Cultura, Haithan bin Tariq Al Said foi escolhido para reger o país. Em um comunicado na televisão, o novo líder, que é primo de Qaboos, garantiu manter a política internacional baseada no bom relacionamento e sem interferência em outros países da região. Diplomata de carreira, Haithan foi um dos responsáveis por ampliar a influência de Omã.  :: LEIA MAIS »

Filho do pastor Victor Bet-Tamraz é condenado no Irã


O pastor Victor e a esposa foram sentenciados a 10 e 5 anos de prisão, respectivamente

O pastor Victor e a esposa foram sentenciados a 10 e 5 anos de prisão, respectivamente

Enfrentar a prisão por amor a Cristo é uma das consequências que os cristãos têm enfrentado desde os tempos bíblicos. No Irã, a família do pastor Victor Bet-Tamraz passa por isso desde que ele e a esposa foram condenados a 10 e 5 anos de prisão, respectivamente, por ações contra a segurança nacional. Agora, o filho do casal cristão, Ramiel Bet-Tamraz, de 35 anos, foi condenado a quatro meses de confinamento pelo mesmo “crime” dos pais.

O cristão foi detido juntamente com outras quatro pessoas durante um piquenique nas montanhas de Alborz, norte de Teerã, no dia 26 de agosto de 2019. A irmã de Ramiel, Dabrina Bet-Tamraz contou que ele já cumpriu um mês da pena e se mantém forte, mesmo que a situação seja difícil para toda a família, principalmente para a esposa, Ninebra. De acordo com o site Article 18, o cristão seria transferido para a prisão de Evin, em Teerã no dia 7 de janeiro.

Dos outros cristãos detidos, Hadi Asgari recebeu a sentença de 10 anos de prisão e Amin Afshar-Naderi foi condenado a 15 anos. Já Amir-Saman Dashti e Ramiel foram punidos com quatro meses de reclusão. Dabrina reconheceu que o veredito do irmão foi leve em comparação com o dos outros seguidores de Jesus. “Perder apenas um dia na prisão, para alguém que não fez nada errado e não cometeu crime, é uma grande injustiça. Como família, nos sentimos preocupados e ansiosos, e esses três meses serão muito longos para ele e para nós”, revelou Dabrina em entrevista. :: LEIA MAIS »

Cristão tem casa queimada por autoridades no Vietnã


Cristão evangelizava os aldeões e via as transformações que aconteciam na comunidade por causa de Jesus

Cristão evangelizava os aldeões e via as transformações que aconteciam na comunidade por causa de Jesus

Deixar de adorar a natureza e os animais e incentivar os filhos a irem à escola são algumas das transformações que os cristãos no Vietnã têm após um encontro com Jesus. Esses fatores também são motivos que os aldeões encontram para perseguir as pessoas que mudam a fé.

Minh* e a família decidiram andar com Cristo em julho de 2019; desde então compartilham com outros vizinhos sobre as boas notícias reveladas na Bíblia. Ele costumava ir de casa em casa para conduzir estudos bíblicos e, como resultado, muitos outros vietnamitas compreenderam a obra salvadora de Jesus.

Além do cristão, pastores e líderes são convidados a visitar a aldeia e ministrar à vida de todos. Mas no início de dezembro de 2019, ele foi avisado pelas autoridades locais que deveria parar de propagar o nome de Jesus, ou seria expulso da vila. “Prefiro obedecer a Deus do que aos homens”, Minh respondeu e continuou o trabalho. No final do mesmo mês, os governantes locais, distritais e provinciais destruíram a casa de Minh. Além disso, confiscaram tudo o que possuía, como porcos, galinhas e colheitas de arroz; depois colocaram todos para fora do vilarejo. :: LEIA MAIS »

Cristã é excluída de universidade no Irã


Cristã é impedida de fazer prova sem justificativa da universidade, no Irã

Cristã é impedida de fazer prova sem justificativa da universidade, no Irã

Os meios acadêmicos iranianos também podem ser locais para a propagação de intolerância religiosa. A aluna Fatemeh Mohammadi foi expulsa da Universidade de Teerã na véspera de fazer os exames de inglês. A ação não foi justificada, mas tem se repetido com alunos de minorias religiosas. A cristã já teve problemas para obter o cartão de estudante, com a justificativa de que ela era “virtualmente inelegível” para frequentar as aulas, e depois a proibição tornou-se oficial.

De acordo com o site Article 18, Fatemeh é uma cristã ex-muçulmana, de 21 anos, que prefere ser chamada de Mary. Ela já ficou seis meses presa por ser membro de uma igreja doméstica na capital do Irã, e tem um perfil ativo em redes sociais, como o Twitter. Nos posts, ela costuma tratar de assuntos referentes à perseguição religiosa, e da luta para tornar o Irã um local onde as pessoas possam adorar a Deus sem a necessidade de seguranças.

Irã está em 9º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2019, com 85 pontos. A opressão islâmica é um dos fatores que dificultam a existência dos cristãos na área. É comum que os seguidores de Jesus sejam condenados por supostamente ameaçar a segurança nacional ao se reunirem com outros irmãos. O país é uma República Islâmica, e por isso qualquer crença diferente do islã é considerada uma ameaça estrangeira.  :: LEIA MAIS »

Homem perde família por causa de Cristo, mas ganha irmãos espirituais


Abdallah agradece a Deus pelos irmãos e irmãs que tem espalhados ao redor do mundo

Abdallah agradece a Deus pelos irmãos e irmãs que tem espalhados ao redor do mundo

A Portas Abertas contou a história de Abdallah*, de um país no Norte da África. Ele teve um encontro com Jesus a partir de um programa de televisão. Toda semana, assistia à programação cristã e após dois anos, decidiu ser um seguidor de Cristo. A esposa dele ouvia da cozinha e secretamente estava convencida de que o cristianismo era uma verdade. Um dia, ao assistir a outro programa Abdallah, viu um número de telefone local e fez contato, mas não teve resposta. Duas semanas mais tarde, ele recebeu uma ligação do pastor que viu na TV. Eles marcaram uma conversa e foi a primeira vez que encontrou um cristão. “Tomamos café juntos, conversamos e descobri que havia mais três cristãos no meu bairro. Ele pediu que essas pessoas viessem e eu conversei com elas”, explica.

Dois dias depois, Abdallah foi a uma igreja e sentiu que era um ambiente diferente, mas ficou à vontade lá. Uma das coisas que o impactaram foi a presença de pessoas de outras nacionalidades na reunião. “Vi estrangeiros que eram meus irmãos e irmãs. Eu me senti poderoso, não estava mais sozinho. Pessoas de outros países estavam comigo”, comemora. Além disso, o novo cristão recebeu uma Bíblia e começou a estudar e compará-la ao Alcorão. O resultado do crescimento espiritual era o forte desejo de propagar Cristo às pessoas ao redor: “Eu queria compartilhar minha fé com minha família. Mas eles recusaram, não queriam ouvir”, relembra.

Semanalmente o cristão ex-muçulmano e a esposa iam à igreja, que ficava a 30 quilômetros da casa deles. Ganharam livros para ajudar no crescimento espiritual e compartilhavam o conhecimento com algumas cunhadas e um cunhado. Faz 14 anos que Abdallah encontrou Jesus e não deixa de aproveitar as oportunidades de conhecê-lo mais. “É muito importante estudar e entender juntos. Se eu não entendo, pergunto aos outros. É sempre melhor estudar com as pessoas”, revela. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Cristão ex-muçulmano é agredido, expulso de casa e ameaçado de morte


Oração e comunhão sustentam os cristãos ex-muçulmanos perseguidos em Bangladesh

Oração e comunhão sustentam os cristãos ex-muçulmanos perseguidos em Bangladesh

Bangladesh é um país no Sul da Ásia, região onde estão os maiores países muçulmanos do mundo. Também é um dos países em que a Portas Abertas desenvolve seminários de preparação para a perseguição. Em cada sessão, os cristãos são encorajados a relatar quaisquer incidentes de perseguição que enfrentem.

Atos frequentes de violência confirmam que o islamismo radical se desenvolveu de uma mera ideologia religiosa ao estabelecimento de redes terroristas. Bangladesh testemunhou uma transformação perigosa, liderada por grupos religiosos que são semelhantes aos que estabeleceram grupos terroristas no Afeganistão, Paquistão e Oriente Médio. O governo sempre lutou contra esses grupos, mas se recusou a admitir a presença de radicais do Estado Islâmico no país.

Mahabu Rahman, de 43 anos, vivia com a esposa e filhos no Norte de Bangladesh. Ele tem siso mal tratado pelos familiares, inclusive irmãos, esposa e filhos, por ser o único seguidor de “Isa” (Jesus em árabe) na família. Como cristão ex-muçulmano, ele tem enfrentado essa situação há um longo tempo, mas nunca pensou em desistir de alcançar a família com o evangelho. “Eu tenho orado e continuarei orando por eles, para que um dia conheçam a verdade e aceitem Jesus”, disse Mahabu.

No entanto, a perseguição piorou, pois os familiares começaram a agredi-lo fisicamente. Recentemente, ele foi expulso de casa e os parentes disseram: “Se você não escolher abandonar a fé em Jesus e voltar ao islamismo, não volte mais para casa. Nós não conhecemos você. Se você voltar, vamos atear fogo em você”. :: LEIA MAIS »

Cristãos são atacados e igreja é fechada pelo governo no Egito


O prefeito de Faw Bahry decidiu fechar a igreja cristã, após os membros serem atacados por extremistas islâmicos

O prefeito de Faw Bahry decidiu fechar a igreja cristã, após os membros serem atacados por extremistas islâmicos

O ano de 2020 começou conturbado para alguns cristãos de Faw Bahry, Egito. No dia 31 de dezembro, alguns extremistas islâmicos incendiaram quatro casas e atacaram uma igreja com os membros dentro, após a notícia de que os seguidores de Jesus estavam organizando uma noite de oração na véspera do Ano Novo.

A polícia foi chamada e prendeu seis muçulmanos radicais, quatro membros das famílias que tiveram as casas atacadas e um jovem que gravou o ocorrido e postou nas redes sociais. As autoridades pediram para que os cristãos cancelassem a reunião de oração, fechassem a igreja e retornassem para casa. O líder que iria dirigir o encontro estava vindo de outro local e foi impedido de entrar na vila.

Como resultado do incidente, o prefeito muçulmano de Faw Bahry forçou os cristãos coptas à uma reconciliação no dia 6 de janeiro. Durante a sessão, foi decidido que a maioria dos envolvidos seriam soltos e a igreja seria fechada. Mas o jovem cristão que publicou o vídeo dos ataques na internet ainda está preso, sob a acusação de incitar conflitos sectários. O irmão dele também foi detido pelo mesmo motivo. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Pastor é sequestrado pelo Boko Haram na Nigéria


O líder cristão pediu que os familiares e demais pastores ficassem confiantes na vontade soberana de Deus

O líder cristão pediu que os familiares e demais pastores ficassem confiantes na vontade soberana de Deus

O pastor e diretor sênior da Associação Cristã da Nigéria (CAN, da sigla em inglês), Lawan Andimi, foi sequestrado pelo Boko Haram e teve um vídeo divulgado pedindo a intervenção das autoridades do estado de Adamawa. Na mensagem enviada, ele garantiu que está sendo tratado com humanidade, tem um lugar decente para dormir e recebe boa comida. Ele pediu que a esposa fosse paciente e que cuidassem dos filhos dele. O cristão enfatizou à família e aos colegas da CAN que confia na soberania de Deus. Pediu para não se entristecerem, já que independente de ser libertado ou não, a vontade do Senhor seria feita.

De acordo com o blog do jornalista Ahmed Salkida, o sequestro do líder cristão aconteceu durante um ataque do grupo extremista na cidade de Michika, no dia 3 de janeiro. A invasão aconteceu durante a noite, por comboios de caminhões, homens disfarçados de militares e armados.  Além de sequestrarem o líder cristão, os membros do Boko Haram vasculharam a cidade em busca de alimentos e objetos de valor. :: LEIA MAIS »

Morte de comandante do Irã e conflito com os EUA podem afetar os cristãos no Iraque


Manifestantes protestam no Irã contra a morte do general Qassem Soleimani no Iraque. (Foto: West Asia News Agency/Nazanin Tabatabaee via Reuters)

Manifestantes protestam no Irã contra a morte do general Qassem Soleimani no Iraque. (Foto: West Asia News Agency/Nazanin Tabatabaee via Reuters)

O Irã prometeu uma vingança severa nesta sexta-feira (3), depois que um ataque aéreo dos EUA em Bagdá matou Qassem Soleimani, chefe de uma unidade especial da Guarda Revolucionária do Irã e arquiteto de sua crescente influência militar no Oriente Médio.

O general Soleimani tinha 62 anos e era considerado a segunda figura mais poderosa do Irã, depois do líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei.

O Pentágono disse que a ordem do ataque partiu do presidente Donald Trump, a fim de deter planos de futuros ataques iranianos.

No Twitter, Trump disse que Soleimani “matou e feriu gravemente milhares de americanos por um longo tempo e planejava matar muitos mais”.

O bombardeio, que ocorreu no Aeroporto Internacional de Bagdá, também matou Abu Mahdi al-Muhandis, chefe das Forças de Mobilização Popular do Iraque, milícia apoiada pelo Irã.

Khamenei disse que a morte de Soleimani irá dobrar a resistência contra os EUA e Israel. “Todos os inimigos devem saber que a jihad de resistência continuará com uma motivação dobrada, e uma vitória definitiva aguarda os combatentes na guerra santa”, disse Khamenei em comunicado divulgado pela TV. :: LEIA MAIS »

Homem encontra Cristo em programa de TV


Abdallah procurou Deus no Alcorão por 20 anos, mas encontrou Cristo em programa de televisão

Abdallah procurou Deus no Alcorão por 20 anos, mas encontrou Cristo em programa de televisão

Quem viu um senhor, de quase 60 anos, participando de um treinamento de discipulado no Norte da África não imaginou que ele teve um encontro com Jesus através de um programa de televisão. Abdallah* era muçulmano porque seguiu os exemplos dos familiares. Apesar de frequentar a mesquita e seguir as ordens dadas no Alcorão, ele vivia com medo da vida e receio da morte. “Eu era assustado e não conseguia encontrar a paz, sentia um vazio interno. Procurei encontrar a verdade”, conta. Neste momento, ele passou a estudar o livro sagrado islâmico com incentivo do tio, que era professor e líder religioso.

Mesmo após 20 anos de estudo, Abdallah admitiu que não era feliz por completo, sentia que estava faltando algo na vida dele. “Eu procurei por Deus. Estudei o Alcorão muitas vezes, mas não encontrei coisas reais, apenas abstratas que não conseguia entender”, explica. Um dia ele estava procurando algo para ver na televisão e achou um programa cristão, onde tinha uma pessoa falando do islamismo sem ser muçulmano. “Ele disse que existiam muitos erros sobre o islã. Eu fiquei surpreso e chamei a minha esposa. Disse a ela para vir e ouvir o que ele estava dizendo. Ela falou para eu desligar a TV, mas continuei assistindo”, relembra. :: LEIA MAIS »

Ore por Mianmar no Dia da Independência


Os cristãos do país enfrentam perseguição de extremistas budistas e de muçulmanos

Os cristãos do país enfrentam perseguição de extremistas budistas e de muçulmanos

Desde 1948, nesta data, é comemorado o Dia da Independência de Mianmar. O país, que também é conhecido como Birmânia, era uma colônia britânica pertencente ao território indiano até 1937. Em 1962 houve um golpe de Estado e o território passou a ser governado por militares. A maioria da população do país é budista, por isso o nacionalismo religioso é um grande inimigo dos cristãos. Hoje, a nação ocupa a 18ª posição Lista Mundial da Perseguição 2019.

Há uma forte ideologia no país contra a minoria muçulmana rohingya. O governo é acusado de promover uma limpeza étnica em 2017, quando forçou mais de 740 mil pessoas a abandonar as próprias casas. A perseguição duplica quando algum rohingya tem um encontro com Jesus, porque ele passa a enfrentar tanto a retaliação do governo, como dos familiares para voltar ao islamismo.

A perseguição aos seguidores de Jesus acontece em maior frequência nas regiões como Kachin e o norte do estado de Shan, em consequência de intensos combates. É comum que cristãos sejam presos, mortos e forçados a fugir para os campos de refugiados, onde vivem em intensa miséria. A vulnerabilidade aumenta quando muitos deles tentam empregos em  países vizinhos e acabam tornando-se escravos. :: LEIA MAIS »

Os desafios de ser cristão secreto na Coreia do Norte


Seguir a Jesus é uma decisão que precisa ser mantida em segredo

Seguir a Jesus é uma decisão que precisa ser mantida em segredo

Ser cristão na Coreia do Norte é algo sigiloso. Onde o inimigo que pode denunciar ao Estado mora dentro da mesma casa, ou na residência vizinha. A Revista Portas Abertas de janeiro conta a realidade de irmãos e irmãs que vivem no país em primeiro lugar na Lista da Perseguição 2019. O número de seguidores de Jesus no país é estimado entre 200 a 400 mil, com 50 a 70 mil presos por causa da fé. Quando um deles é descoberto, o governo obriga-o a passar por um campo de reeducação e trabalho forçado, para que a ideologia inimiga seja extirpada. Já que o cristianismo é visto como uma religião americana, logo, inimiga.

Nesta edição, Kyung-so* conta como aconteceu o encontro com Deus. Foi por meio de um amigo, um cristão secreto que arriscou tudo para fazer o nome de Cristo conhecido. Já Kim Sang Hwa* revela como descobriu que os pais eram seguidores de Jesus e enfatiza a necessidade de falar dos fundamentos da fé para as crianças norte-coreanas, sem correr o risco delas contarem acidentalmente.

Além disso, é possível entender o porquê de a Índia ser um país diverso, porém ocupar a 10ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2019. E ainda ficar por dentro dos principais acontecimentos que afetaram os cristãos de diferentes regiões no mundo. Você vai aprender como é o processo de visita da Portas Abertas às igrejas do Brasil, e ainda pode refletir sobre a soberania de Deus por meio do devocional. Outros destaques são a visita de um correspondente internacional da Colômbia, as viagens programadas para 2020 e os motivos de oração diários no Vamos Orar. :: LEIA MAIS »

Pastor Wang Yi é condenado a 9 anos de prisão na China


O pastor Wang Yi reconheceu a autoridade do governo chinês, mas admitiu que será fiel aos preceitos de Deus

O pastor Wang Yi reconheceu a autoridade do governo chinês, mas admitiu que será fiel aos preceitos de Deus

Dia 30 de dezembro de 2019, o pastor Wang Yi foi condenado a 9 anos de prisão na China, informou o jornal The New York Times. Ele foi detido no dia 28 de dezembro de 2018, juntamente com outros 100 membros da igreja clandestina Early Rain Covenant Church. O líder cristão é acusado de subversão do poder estatal e de fazer operações de negócios ilegais. Além da prisão, o cristão também teve os direitos políticos destituídos e US$ 7.200 apreendidos.

Em uma carta às autoridades, escrita 15 meses antes da sentença, Wang Yi reconheceu a desobediência às ordens do governo chinês quando fossem contrárias aos ensinamentos bíblicos. Ele legitimou as autoridades chinesas como permitidas por Deus e também declarou seu propósito de vida. “A mudança de todo sistema social e político não é a missão do meu chamado, nem o propósito do evangelho dado ao povo de Deus. Porque toda a feiura da realidade, as injustiças políticas e as arbitrariedades da lei mostram que a cruz de Jesus Cristo é a única salvação que todo chinês deve ter”, justificou no documento.

Wang Yi foi um blogueiro famoso na China antes da conversão ao cristianismo em 2005. Envolveu-se em assuntos polêmicos ao criticar os abortos forçados e o massacre de 2 a 3 mil pessoas na Praça Celestial, em 1989. Após o encontro com Jesus, ele e mais outros dois conterrâneos foram convidados pelo presidente George W. Bush para uma reunião em Washington com o tema liberdade religiosa.

A China ocupa a 27º posição da Lista Mundial da Perseguição 2019. Apesar da Constituição chinesa garantir a liberdade religiosa, a nova liderança, sob o comando de Xi Jinping, tem fechado o cerco para as minorias religiosas, como cristãos e muçulmanos. Para funcionar no país, a comunidade cristã precisa ser registrada e atender às exigências governamentais, muitas delas contrárias aos preceitos bíblicos. :: LEIA MAIS »

Sudão sai da lista de violadores de liberdade religiosa


Governo do Sudão anuncia medidas de tolerância religiosa aos cristãos do país

Governo do Sudão anuncia medidas de tolerância religiosa aos cristãos do país

Após 30 anos de perseguição durante o regime de Omar al-Bashir, os cristãos do Sudão celebraram as vitórias anunciadas durante o governo de transição neste último mês do ano. Algumas das decisões comemoradas foram a declaração do dia 25 de dezembro como feriado e a permissão à Igreja Evangélica Bahri de fazer uma Marcha para Jesus, no dia 23 de dezembro.

Outro ponto de destaque foi um discurso durante o Natal feito pelo ministro de Assuntos Religiosos, Nasredin Mofreh. O líder pediu desculpas aos cristãos pelas “políticas injustas” que atingiram a todos que professam a fé em Cristo durante o regime do ditador Bashir, deposto em abril de 2019. No pronunciamento, ele reconheceu alguns dos prejuízos enfrentados como opressão e dano infligido aos cristãos, destruição dos templos, roubo de propriedades e pelas prisões, acusações e confisco de prédios da igreja. Ressaltou ainda a importância da liberdade religiosa, já que os objetivos gerais das crenças são preservar a dignidade e a vida e defender os valores de justiça, paz e amor.

No dia 27 de dezembro, o governo dos Estados Unidos retirou o Sudão da lista de países envolvidos em violação de liberdade religiosa, gerada pela Comissão de Liberdade Religiosa Internacional dos Estados Unidos (USCIRF, na sigla em inglês). A punição para as nações listadas envolve sanções e ações diplomáticas contra os governos e autoridades do país. Porém, nunca houve uma medida consistente para reprimir os violadores das leis internacionais. O país ainda está na “Lista de Observação Especial”, que indica que já foi envolvido ou consentiu com a intolerância religiosa. :: LEIA MAIS »



WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia