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O Brasil que está aprendendo a orar


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Sudão: cristãos ganham direito de ir à igreja aos domingos


Cristãos estão autorizados a cultuar aos domingos e celebrar dias especiais no Sudão

Cristãos estão autorizados a cultuar aos domingos e celebrar dias especiais no Sudão

Nos países islâmicos, as folgas semanais acontecem na sexta-feira e no sábado. No Sudão, por exemplo, os cristãos estavam se sentindo discriminados pela dificuldade de cultuar e celebrar as datas importantes do calendário religioso. Já os muçulmanos têm direito de parar o trabalho nos horários das orações e guardar os dias sagrados. Apenas os empregadores cristãos poderiam escolher se davam ou não a folga para os funcionários irem à igreja no domingo. Em 2016, uma lei proibiu que as escolas cristãs funcionassem aos sábados, então se os alunos e funcionários quisessem guardar o domingo, teriam que trabalhar apenas de segunda a quinta-feira.

No dia 11 de novembro, o escritório do novo primeiro-ministro instruiu diversas instituições públicas a organizarem as horas de trabalho dos não muçulmanos, para dar a eles o direito de realizarem ritos e cerimônias religiosas. Com a decisão, as instituições acadêmicas ficaram proibidas de organizarem exames em 25 de dezembro e 7 de janeiro (Natal copta). Agora os que não professam a fé islâmica podem deixar o trabalho às 10h da manhã aos domingos para irem à igreja. As mudanças aconteceram a pedido do ministro de Assuntos Religiosos. :: LEIA MAIS »

Dia de Doar é data de multiplicar a generosidade


Faça uma doação e compartilhe a hashtag #diadedoar

Faça uma doação e compartilhe a hashtag #diadedoar

Hoje é o Dia de Doar, por isso acontece um movimento nacional para promover um país mais generoso e solidário. A origem da data é americana, surgiu em 2012, e tem o nome de Giving Tuesday (terça-feira da doação); acontece como sequência à comemoração de Ação de Graças e da Black Friday. No Brasil, a celebração começou em 2013, onde as pessoas e empresas doam para organizações e compartilham a hashtag #diadedoar nas redes sociais. No mundo, 55 países participam oficialmente da comemoração, mas a ação é feita em mais de 190.

A igreja cristã sempre entendeu as palavras de Jesus: “Há mais felicidade em dar do que receber” (Atos 20.35). E desde seu início tem o hábito de coletar ofertas de amor para suprir as necessidades de outros. Em 2018, a Portas Abertas contou com 31.894 parceiros doadores no Brasil, para servir os irmãos e irmãs perseguidos por amor a Cristo. Os projetos da missão, que está há 40 anos no Brasil, são divididos em quatro áreas de atuação. Veja como as doações foram investidas:

Distribuição de Bíblias e Literatura Cristã – 2.023.093 itens

Treinamento Bíblico – 570.702 pessoas treinadas

Ajuda socioeconômica – 375.919 pessoas beneficiadas

Ações Institucionais (assistência jurídica, presença e pesquisa) – 108.365 ações realizadas :: LEIA MAIS »

As dificuldades de ser cristão em um país comunista


Cristãos são consideradores traidores pelo governo, família e comunidade

Cristãos são consideradores traidores pelo governo, família e comunidade

A Revista Portas Abertas de dezembro enfatiza os desafios de ser cristão em um país comunista como o Vietnã. Seguir a Cristo neste lugar é sinônimo de traição ao governo, já que a o cristianismo é considerado uma religião ocidental. Por isso os tipos de perseguição vão desde exclusão social, envio para campos de trabalho forçado e até a morte.

Nesta edição é possível se encantar com a história de Vuong*, cristão que precisou fugir com a família para a selva, para sobreviver ao ataque de uma multidão. Outro testemunho impactante é a de Y Bi*, que perdeu a família por amor a Cristo. Já Mai* conta como a vida mudou por meio do programa de criação de vacas.

Você vai ficar por dentro de como a China está trabalhando para adaptar o cristianismo à cultura local, além de ter notícias sobre os países classificados na Lista da Perseguição Mundial 2019. Outra novidade são os depoimentos dos brasileiros que viajaram com a Portas Abertas para encontrar as irmãs e os irmãos perseguidos.

O devocional promete edificação ao narrar a história de um chefe do Partido Comunista chinês e o encontro dele com Deus. A agenda traz as informações sobre as datas do Fim de Semana da Igreja Perseguida em várias cidades do Brasil. E os pedidos de oração estão ainda mais especiais em um mês em que a comunidade cristã fica mais susceptível aos ataques, pois é o momento da celebração do nascimento de Jesus. :: LEIA MAIS »

5 razões para orar pelos Emirados Árabes Unidos


Apesar de aceitar outras religiões, cristãos no país estão proibidos de falar de Cristo para outros

Apesar de aceitar outras religiões, cristãos no país estão proibidos de falar de Cristo para outros

Nem só de luxo e ostentação vivem os Emirados Árabes Unidos. A federação de sete monarquias, compostas por  Abu Dhabi, Dubai, Xarja, Ajmã, Umm al-Quwain, Ras al-Khaimah e Fujeira, ocupa o 45º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2019. Apesar dos estrangeiros terem direitos de frequentar uma igreja cristã, registrada pelo governo, o evangelismo é proibido e a conversão de muçulmanos a Cristo também. Hoje faz 49 anos que os principados se tornaram independentes e apesar de serem um exemplo de economia desenvolvida, com alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), os Emirados Árabes Unidos deixam a desejar quando o assunto é liberdades de religião, imprensa, reunião, associação e expressão.

Confira 5 motivos para orar pelos Emirados Árabes

  • Ore pelo fortalecimento dos cristãos na nação. Que, apesar da proibição governamental, eles tenham ousadia para compartilhar Cristo com todos ao redor, e como consequência exista um movimento de crescimento das igrejas.
  • Peça pelos cristãos ex-muçulmanos, para que eles consigam enfrentar a forte pressão da sociedade e dos familiares. Muitos perdem a herança, o direito de paternidade, o emprego, ou são forçados a casar com muçulmanos.
  • Ore pelos cristãos que trabalham no país, muito da violência que enfrentam em nome da fé nem é considerada pelas autoridades. Por isso, não é contabilizada. Há relatos de alguns que são forçados a trabalhar de graça, e sofrem com péssimas condições de trabalho.
  • Os dois principais provedores de internet nos sete emirados são do governo. Como o país é oficialmente islâmico, há bloqueios de sites que falem “contra” a religião, inclusive de páginas que tratam de assuntos relacionados ao judaísmo, cristianismo, ateísmo e testemunho de ex-muçulmanos convertidos a Jesus. Interceda para que Deus abra as portas para que os interessados em conhecer mais a Cristo tenham acesso às informações, mesmo através da internet.
  • Ore para que os governantes árabes tenham sabedoria e tolerância com os cristãos. Para que exista mais facilidade em abrir uma igreja e que a designação jurídica seja clara. Muitos grupos têm encontrado dificuldades em desempenhar algumas funções administrativas relacionadas a bancos ou contratos de arrendamentos.

Fonte: Portas Abertas

Um negócio para o Reino de Deus


Victor pastoreia pessoas e vende alimentos para animais em loja na Ásia Central

Victor pastoreia pessoas e vende alimentos para animais em loja na Ásia Central

Victor é um homem que vive na Ásia Central. Ele sempre teve problemas com a lei e com a heroína. Fugiu da polícia na Ucrânia e se envolveu com o tráfico de drogas por onde passava. A Portas Abertas contou como ele teve um encontro com Cristo dentro de uma prisão. Depois dessa decisão, o irmão tinha certeza de que iria para o céu. “Uma alegria pura entrou em meu coração e os outros não entendiam o motivo. Na cadeia, eu conheci a Cristo”, relembra. Nessa época, duas coisas aconteceram: Victor teve uma doença muito grave e foi sentenciado a seis anos de prisão. O médico também o desenganou, mas nenhum dos vereditos abalou a fé do jovem: “Eu não fiquei assustado porque sabia que iria para o céu”.

Mesmo preso, o jovem cristão começou uma igreja. Havia um irmão que tocava alguns instrumentos, eles se reuniam em pequenos grupos e Victor era responsável pelas pregações. Sabendo do grupo de oração, um administrador da prisão ofereceu o microfone externo para que os sermões pudessem alcançar mais pessoas. No início, ele recusou pensando no frio que passaria durante o inverno, mas a resposta não foi aceita pelo diretor: “Não importa o frio. Você tem que pregar sobre Jesus Cristo”. Nesse período, Victor se aproximou da família. Ao cumprir a pena, foi estudar em um seminário bíblico e passou a trabalhar com usuários de drogas, em um centro de reabilitação.

Hoje, Victor é proprietário de uma loja de alimentos para animais. Ele começou o negócio por conta própria, mas com o microcrédito fornecido pela Portas Abertas, o estabelecimento tem crescido. O local também serve para receber as pessoas que querem saber mais sobre Jesus. “Quando as pessoas vêm por causa dos livros cristãos, nós fechamos o portão e colocamos o carro na frente dele. Assim, os vizinhos não conseguem ver o que estamos fazendo. Então não há motivos para batidas policiais. Nossa única atividade visível é a venda de comida de animais”, revela. :: LEIA MAIS »

Paciência de cristã resulta em conversão de familiares


A resiliência de Naomi, por amor a Cristo, resultou na conversão de familiares no Mali

A resiliência de Naomi, por amor a Cristo, resultou na conversão de familiares no Mali

Há 30 anos, Naomi enfrenta os insultos e as provocações dos parentes e vizinhos, por ser uma discípula de Jesus. A descendente de egípcios vive no Mali, onde já foi refugiada interna, durante uma revolução jihadista em Timbuktu, em 2012. Nessa época, a Portas Abertas conheceu a história da cristã e passou a assisti-la nas necessidades. O relacionamento dela com a família não era fácil, as irmãs e irmãos tratavam Naomi com deboche e hostilidade por causa de Cristo.

Hoje, Naomi vive em uma pequena casa com os três filhos, as irmãs e os sobrinhos, totalizando nove pessoas. O local sempre foi movimentado, mas agora a atmosfera da casa mudou. “Eu tenho boa notícia! Três das minhas irmãs se tornaram cristãs!”, conta eufórica. Os milagres das conversões foram resultado do exemplo que ela dava quando não reagia às afrontas dos familiares. “Meus filhos costumavam ficar furiosos quando minhas irmãs me insultavam. Eu disse a eles para não retaliar, mas para mostrar o amor de Cristo. Então, o amor que nós transmitimos venceu”, comemora.

Sustento em meio à perseguição

Onde Naomi vive, os cristãos não conseguem empregos por causa da fé. Por isso, com o auxílio da Portas Abertas, ela alugou uma loja e passou a vender tecidos e joias para ocasiões especiais, como casamentos. O negócio estava indo bem, mas outra pessoa criou um estabelecimento com os mesmos produtos e os clientes muçulmanos pararam de comprar da cristã. Com a queda de renda, ela fechou a loja. :: LEIA MAIS »

Liberdade de cristãos incomoda autoridades em Cuba


Os ensinamentos cristãos batem de frente com a ideologia comunista de Cuba

Os ensinamentos cristãos batem de frente com a ideologia comunista de Cuba

Um encontro verdadeiro com Cristo promove transformação em todos os âmbitos da vida de um cristão. Mas para o governo de Cuba, isso é consequência de ideologias contrárias aos ensinos comunistas. “O trabalho dos líderes religiosos não tem foco político, nós temos constantes problemas com as autoridades quando as pessoas conhecem a palavra de Deus, porque há um efeito libertador sobre elas”, explica o pastor Yilber em entrevista ao blog CSW.

Desde 2010, ele tem experimentado a perseguição. Tudo começou com a designação dele para uma igreja em uma pequena cidade no centro de Cuba. Lá, ele recebeu um mandado de prisão preventiva e foi expulso da igreja e da cidade. Porém, em 2012, o líder cristão não desistiu de ser igreja e passou a reunir as pessoas em casa. Como consequência, a polícia começou a rondar os lares dos membros da igreja, ameaçando-os de perderem os empregos. Esse tipo de assédio enfrentado por Yilber não é comum ser realizado por governantes, e sim por grupos de jovens, mulheres e até professores. Tanta oposição atinge mais do que apenas o líder cristão. “A coisa que mais machuca minha família, especialmente meus filhos, é a discriminação e o ódio que recebemos das pessoas com quem temos que interagir”, revela Yilber. :: LEIA MAIS »

Crescimento de evangélicos avança na Argentina, diz pesquisa


Serviço de batismo de uma igreja evangélica na Argentina. (Foto: Reprodução/Evangélico Digital)
Serviço de batismo de uma igreja evangélica na Argentina. (Foto: Reprodução/Evangélico Digital)

O governo da Argentina publicou esta semana os números da Segunda Pesquisa Nacional sobre Crenças e Atitudes Religiosas. É uma pesquisa detalhada que compara a evolução social e religiosa dos argentinos nos últimos 11 anos (de 2008 até hoje).

Segundo os dados desta pesquisa, o número de pessoas que se identificaram como cristãos evangélicos na Argentina aumentou de 9% em 2008 para 15,3% em 2019.

Enquanto isso, a Igreja Católica Romana do país latino-americano perdeu membros. Em 2019, 76,5% da população identificada com o catolicismo, agora o número caiu para 62,5%.

O declínio é mais acentuado se a afiliação católica for comparada à década de 1960, quando mais de 90% dos argentinos foram identificados como católicos.

Por outro lado, quase 2 em cada 10 cidadãos argentinos dizem agora que não se identificam com uma religião (18,9%), um aumento significativo em comparação a 2008 (10%).

Desconfiança das instituições

“A pesquisa mostra que a crença em Deus é de cerca de 80%, mas estamos em um contexto de desconfiança nas instituições em geral, uma realidade que afeta também as organizações religiosas”, disse o sociólogo Fortunato Mallimaci, líder do grupo de pesquisa contratado pelo Ministério da Sociedade, Cultura e Religião.

“Isso pode ser o que explica por que 60% dos crentes admitem que seu relacionamento com Deus é administrado por conta própria e apenas 30% frequentam um edifício da igreja”, diz Mallimaci.

O debate do aborto na Argentina

A pesquisa oficial também perguntou aos argentinos questões controversas, como o aborto. No momento, a maioria está longe de ter uma mentalidade pró-vida.

18,7% da população é contra o aborto sob quaisquer circunstâncias. Por outro lado, 27,3% acreditam que o aborto deve ser um direito das mulheres.

A posição dos católicos é muito parecida com o resto da população: 22,3% acreditam que deveria ser um direito e 17,3% são contra o fim da vida dos bebês ainda não nascidos.

Os evangélicos são mais claramente pró-vida, mostra a pesquisa. 4 em 10 se opõem totalmente ao aborto e apenas 7,3% dizem que deve ser um direito das mulheres.

Cultura cristã

Apesar do crescimento do laicismo, a Argentina continua sendo um país com maioria que se identifica com a cristandade.

82,9% dizem que têm algum grau de devoção por Jesus Cristo, 81,9% acreditam em Deus e 75,9% no Espírito Santo – embora todas as três crenças tenham diminuído desde 2008.

O fato de os cidadãos se identificarem com o catolicismo e o evangelicalismo não significa que eles são cristãos comprometidos com uma implicação regular em uma igreja local.

Os números mostram que há cada vez mais pessoas que ignoram a igreja e adotam crenças “à la carte”.

43% das pessoas assistem a missas ou cultos “apenas em ocasiões especiais” e 29,6% nunca o fazem. O restante da população frequenta uma igreja mensalmente (9,6%), semanalmente (11%) e todos os dias (6,2%). Entre os que se relacionam com a fé cristã “institucionalmente”, os evangélicos são os que mais participam de celebrações coletivas e visitam um edifício da igreja (55,3%). Entre os católicos, a frequência da igreja cai para 25%.

Fonte: Guiame

México: cristã é expulsa de vila por não negar a fé


Apesar da expulsão, Rosário não guarda rancor no coração e vive nova vida em outra cidade

Apesar da expulsão, Rosário não guarda rancor no coração e vive nova vida em outra cidade

A certeza de ser filha do rei Jesus manteve Rosario Pérez Martinez firme até quando perdia a casa onde morava, no estado de Chiapas, México. Em agosto de 2017, um grupo de moradores da comunidade de Yatzil Tres Lagunas destruiu o encanamento e as instalações elétricas da casa do irmão dela, Brígido. Mais tarde, a mesma coisa foi feita na residência da cristã. Mas ela não ficou aflita pelas perdas materiais, e sim pela segurança dos filhos. Para alívio de Rosario, eles foram levados para outro lugar e estavam protegidos.

No dia seguinte, a cristã estava com o coração angustiado. “Eu disse aos meus filhos que iria fazer algumas compras, mas me senti obrigada a dizer-lhes que, se algo acontecesse comigo, eles deveriam pegar algum dinheiro e ir até a tia Hortensia, esposa do meu irmão Brígido, e ficar lá”, conta.

Então, após andar alguns metros, Rosario foi agarrada pelos braços e levada por um grupo de mulheres até as autoridades municipais. Ela ficou em um local sujo e repleto de fezes de morcego, desde as 6h da manhã até o dia seguinte. “Pedi a Deus por paciência e autocontrole. Foi muito difícil. Não pude conversar com meus filhos por várias horas. Estava muito frio e eu ainda usava as mesmas roupas. Finalmente, meu filho mais velho veio e me trouxe uma camisola”, lembra.

Enquanto a cristã estava detida, os pais dela cuidavam dos filhos. O primogênito foi a Comitán procurar ajuda para soltar a mãe, mas não encontrou. Ele resolveu fazer uma denúncia no jornal local, então os policiais prenderam o garoto também, por dois dias. A mãe e o filho foram libertados após assinarem um documento concordando em deixar a comunidade e ter a casa incendiada.  “Assinei o documento porque meus pais vieram com muitas pessoas de outra comunidade próxima que estavam dispostas a nos ajudar. Não pude voltar para minha casa, não aguentava vê-la sendo destruída”, explica.

Novas perspectivas de vida

Rosario foi cercada pelos moradores e todas as estradas também foram bloqueadas por eles. Mas o pastor da igreja que ela frequentava a ajudou a deixar o local, levando-a para a rodoviária. Finalmente, a cristã se estabeleceu em Villa de Las Rosas, cidade próxima a Comitán. O marido dela trabalha em outro estado por causa de melhores oportunidades de emprego e salário. :: LEIA MAIS »

Mais de 100 pessoas aceitam Jesus em estreia de “Mais Que Vencedores” no Brasil


O filme “Mais Que Vencedores” é a sexta obra cinematográfica dos irmãos Kendrick. (Foto: Divulgação)
O filme “Mais Que Vencedores” é a sexta obra cinematográfica dos irmãos Kendrick. (Foto: Divulgação)

O lançamento de “Mais Que Vencedores” (Overcomer) aconteceu na última quinta-feira (21) em mais de 400 salas de cinemas do País. Foram mais de 100 mil brasileiros em frente às telonas para assistir à sexta obra cinematográfica dos irmãos Kendrick, produtores já conhecidos no Brasil pelos filmes “Desafiando Gigantes”, “Corajosos”, “Quarto de Guerra” e “À Prova de Fogo”.

Diversas famílias e grupos das igrejas se reuniram de quinta a domingo para conferir a mensagem do filme “Mais Que Vencedores”.

Um desses casos foi a Igreja Batista Atitude em Nova Iguaçu, que reuniu mais de 1200 pessoas. De acordo com a assessoria de imprensa do filme, o pastor Rubens Teixeira relatou que a iniciativa gerou 105 novas conversões dentro de uma sala de cinema.

Para Ygor Siqueira, CEO da 360 WayUp, que está à frente do lançamento do filme no Brasil, ver todo esse movimento das igrejas e dos líderes é gratificante.

“Todo filme, quando é lançado nos cinemas, tem apenas o fim de semana para performar em público e, assim, se manter em cartaz. O apoio de líderes, igrejas e pessoas em formar grupos e irem de quinta a domingo é fundamental. Em poucos dias, o filme impactou mais de 100 mil pessoas. Mais Que Vencedores estreou como o filme mais visto em todo país. Creio que cada um fazendo sua parte, muitas vidas serão tocadas por meio do Amor de Deus”, disse Ygor.

O filme conta a história do técnico de basquete, John Harrison (Alex Kendrick), que vê sua vida ao avesso quando a escola onde ele e sua esposa, Amy Harrison (Shari Rigby), ensinam é impactada pelo fechamento da maior fábrica da cidade.

Em meio às incertezas e forçado a treinar um esporte do qual ele não gosta, John é inspirado por uma amizade surpreendente e uma atleta improvável, Hannah (Aryn Wright- Thompson). Rumo a uma jornada de desafios e descobertas, John e Hannah seguem na maior corrida de suas vidas.

 

Estudantes são presos e proibidos de adorar na Etiópia


Cristãos protestantes não podem mais fazer cultos em Debark, na Etiópia

Cristãos protestantes não podem mais fazer cultos em Debark, na Etiópia

Estudantes do estado de Amhara, na Etiópia, estão proibidos de se reunir para adoração em Debark, noticiou o site World Watch Monitor. No dia 3 de novembro, um número desconhecido de cristãos, entre eles estudantes e líderes, foi preso. Todos estavam participando de um evento da Sociedade Etíope de Estudantes Evangélicos. A polícia explicou que o motivo das detenções foi porque a região deve ser exclusiva da Igreja Ortodoxa.

Em maio, o grupo recebeu ordem para se reunir apenas em Gonder, 100 km distante de Debark. As autoridades foram informadas, para tomarem uma posição diante dessa ameaça, mas ignoraram os pedidos dos estudantes. Os membros do grupo de jovens tiveram que assinar um acordo prometendo que não fariam mais seus eventos em Debark. Após assinar o documento, eles foram liberados da prisão. Cerca de sete líderes cristãos ficaram detidos até o dia 6 de novembro e também tiveram que assinar papéis semelhantes.

A pressão na região tem aumentado bastante e, com um ataque a uma igreja em 2008, a perseguição tem feito com que os protestantes da região se desloquem para Gonder. Apesar da Constituição etíope garantir a liberdade religiosa, as divisões étnicas e religiosas se sobressaem e, por medo, poucos protestantes se mantêm em Debark.

A Etiópia foi um dos primeiros países a adotar o cristianismo como religião oficial. E por consequência disso, várias denominações têm surgido. Assim, a Igreja Ortodoxa Etíope (EOC) tem perdido a exclusividade e influência no governo. Essas mudanças reforçam ainda mais a perseguição aos cristãos na região, que já enfrentam opressão islâmica, paranoia ditatorial e antagonismo étnico. Todos os fatores colocaram o país na 28ª posição da Lista Mundial da Perseguição 2019.

Pedido de oração :: LEIA MAIS »

Garoto rebelde tem encontro com Cristo na Malásia


A pressão de ser filho de um pastor fez com que Lukas fugisse de Cristo, na Malásia

A pressão de ser filho de um pastor fez com que Lukas fugisse de Cristo, na Malásia

Trabalhar com o improvável é uma das especialidades de Deus, e o pastor Lukas* é testemunho vivo disso. Desde a infância, sentia-se pressionado por ser filho de um pastor cristão em Sarawak, leste da Malásia. No início da infância, ele conta que era inteligente, mas fez amigos que não se importavam com a educação. “Eu não queria estudar. Então, meus amigos e eu íamos jogar sinuca, andar de moto, faltar à escola, etc. Também costumava causar muitos problemas em todos os lugares que eu ia, sempre estava brigando e bebendo”, explica.

O desgosto dos pais era grande, até que um dia o pai de Lukas citou o garoto durante um sermão, como uma pessoa rebelde e sem esperança. Mesmo cansados do adolescente, eles mandavam o filho para o acampamento da igreja, sempre com a esperança de que ele tivesse um encontro com Cristo. Ao invés disso, o jovem aproveitava as ocasiões para conhecer as garotas. Porém, um dia, os amigos de Lukas começaram a ter experiências profundas com o Espírito Santo e os líderes começaram a chamar um a um para orar. Quando chegou a vez dele, nada aconteceu. Então pensou: “Talvez eu seja tão ruim que Deus não queira falar comigo, ou não seja aceito”. :: LEIA MAIS »

Cristãs são agredidas por não deixarem o evangelho


Ore pelas cristãs perseguidas de todo o mundo

Ore pelas cristãs perseguidas de todo o mundo

Hoje é o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra Mulheres, para combater um problema que afeta países de todo o mundo.  De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma em cada três mulheres já sofreu algum tipo de violência física e/ou sexual. Em 35% dos casos, os agressores são os próprios parceiros. As consequências são prejuízos à saúde física, mental e reprodutiva.

O perfil comum do agressor é baixa escolaridade, vítima de maus-tratos na infância,  ter presenciado a mãe sofrer violência, uso de álcool e outras drogas, crença na inferioridade das mulheres e pensamento de ser dono delas. Já as característas da agredida são baixa escolaridade, ter visto a mãe sofrer violência do parceiro, vítima de abusos na infância, culpa pela violência sofrida e considerar o homem como superior e detentor de poder.

Infelizmente, as mulheres cristãs estão incluídas nesses dados, e, nos países em que há perseguição aos cristãos, a escolha delas pelo cristianismo as torna ainda mais vulneráveis. De acordo com o relatório de 2019 da Portas Abertas intitulado “Perseguição Religiosa Específica de Gênero”, em 59% dos países pesquisados, a perseguição à mulher cristã está diretamente relacionada à agressão sexual e 47% também incluíram o estupro como maneira de punir a escolha da mulher pelo cristianismo. Em sociedades onde a noção de honra e vergonha são muito fortes, os crimes sexuais são usados como maneira de desclassificar e manchar a reputação da cristã diante de todos. “Mulheres e meninas devem manter normas elevadas em relação a sua sexualidade e trará vergonha para a família se  deixar de fazê-lo. Elas são, portanto, propensos à violência (sexual), especialmente quando fazem escolhas não esperadas delas, como a conversão ao cristianismo”, explica o relatório em relação às cristãs na Líbia. :: LEIA MAIS »

Justiça adia audiência de apelação de cristãos no Irã


Ser cristão no Irã é sinônimo de atentar contra a segurança nacional

Ser cristão no Irã é sinônimo de atentar contra a segurança nacional

Ser cristão no Irã é uma tarefa árdua e muitos pagam com a liberdade, pelo desejo de fazer o nome de Jesus conhecido. O pastor assírio Victor Bet Tamraz, e os cristãos Amin Nader Afshari e Kavian Fallah Mohammadi foram presos durante uma celebração de Natal em 2014. Já em agosto de 2016, Amin foi detido, novamente, com Hadi Asgari e mais três outros crentes. Então, em junho de 2017, a esposa do pastor Victor, Shamiram Issavi Khabizeh, foi convocada pelas autoridades para dar explicações das atividades dela. Os três casos seriam revistos durante uma audiência de apelação no dia 13 de novembro. A igreja iraniana pediu oração dos irmãos e irmãs ao redor do mundo, mas a sessão foi adiada porque o tribunal estava “muito ocupado”, explicou Kavian.

O líder cristão Victor teve sua condenação em junho de 2017, a sentença foi de 10 anos de prisão por ter agido contra a segurança nacional. Amin, Hadi e Kavian também foram acusados pelo mesmo “crime” e deverão cumprir uma pena de 10 a 15 anos de detenção. Já Shamiram, deverá ficar 5 anos presa pelo mesmo delito, e por agir contra o regime organizando pequenos grupos, participando de seminários no exterior e treinando líderes e pastores para serem “espiões”. :: LEIA MAIS »

Igrejas domésticas são monitoradas e proibidas na Índia


Cenário religioso na Índia não favorece cristãos, mas a igreja continua crescendo

Cenário religioso na Índia não favorece cristãos, mas a igreja continua crescendo

Ser cristão na Índia tem sido um desafio desde que os extremistas hindus chegaram ao poder. Para eles, ser indiano é seguir ao hinduísmo e tudo o que for diferente dessa fé deve ser rejeitado. Além de enfrentar os ataques nas igrejas, o sul do país agora bate de frente com outro gigante: o governo. As autoridades passaram a restringir a construção de prédios para o culto cristão.

A saída encontrada pelos membros das igrejas foi a reunião doméstica. Porém, até mesmo essa decisão tem encontrado barreiras. “Quando o governo coloca restrição nos salões para adoração, os cristãos recorrem à comunhão nas casas, mas agora nós vemos que elas estão sendo cada vez mais monitoradas. Em vários distritos existem instruções oficiais da polícia para barrar a adoração nas casas”, conta um dos líderes de uma igreja parceira da Portas Abertas.

As pessoas que escolhem ir por essa via estão sujeitas a retaliação por meio de vigilância e ataques. Não há um local na Índia em que os cristãos estejam seguros. As investidas contra eles são frequentes e as autoridades não agem para protegê-los. Até mesmo um líder de alto escalão, como o ministro Mukhtar Abbas Naqvi, ignorou os dados e considerou o assunto como um problema comum de violência.

Alguém que compartilha Cristo no país é considerado agente de governo estrangeiro. Então, se uma igreja cristã auxilia pobres, ela é acusada de atrair as pessoas com dinheiro e benefícios materiais. Mesmo com tantas dificuldades, as conversões em massa acontecem e alarmam ainda mais os governantes. :: LEIA MAIS »

Cristãos sírios são preparados para fazer discípulos e resistir à perseguição


Igreja Síria se prepara para discipular e resistir à perseguição.

Igreja Síria se prepara para discipular e resistir à perseguição.

Nem só de doação de alimentos vive um cristão na Síria. Uma das maiores necessidades é capacitar uma pessoa a tornar-se um discípulo de Jesus.  Segundo Nigel*, um dos treinadores, dois tipos de cursos são oferecidos no país:

Talmatha(discipulado em árabe) ensina os princípios básicos para ser um seguidor de Jesus.  Mostra como o cristão faz um devocional, de que maneira deve responder à Bíblia, fala do propósito da vida e ensina o discipulado.

Big Picture: são três dias de curso que capacita os cristãos a enfrentarem situações difíceis, principalmente a perseguição. O objetivo é mostrar como Deus transforma dificuldades em algo belo, para a glória dele.

“Muitas igrejas têm boas atividades, mas os cristãos são imaturos. Então, nós treinamos as pessoas para serem bons mentores. Elas devem servir aos outros, por isso ensinamos o método do curso”, explica Nigel. Em 2019, 20 pessoas na faixa etária de 30 a 40 anos foram treinadas e estão prontas para voltar às igrejas para discipular outros cristãos.

Após o treinamento de discipulado, outro grupo de 35 cristãos ex-muçulmanos, todos curdos, participaram do Big Picture. Houve uma mistura entre os novos crentes e outros mais experientes. “Eles responderam positivamente, ficaram muito engajados durante as lições. O material era novo para eles e ficaram interessados em ouvir e participar”, conta o colaborador. :: LEIA MAIS »

99% dos missionários não têm dinheiro para necessidades básicas


Por Gospel Prime

Missionário prega e batiza indianos. (Foto: Living Waters Mission)

ONG Stewardship, organização que apoia cerca de 3 mil missionários que alcançam cerca de 250 mil pessoas, revelou que 99% dos cristãos que estão em projetos missionários ao redor do mundo vivem abaixo do custo de vida recomendado e possuem dificuldades para cobrir o essencial.

A instituição mostra que a maioria dos voluntários em tempo integral no ministério cristão renuncia às necessidades básicas e deixa de atender às demandas financeiras ao longo do ano.

O diretor de generosidade Daniel Jones disse ao Premier que a maioria vive com o suficiente, mas quando despesas maiores são necessárias, como o carro quebrar ou o aluguel aumentar, por exemplo, não há nenhum valor disponível para cobrir.

“Para as pessoas que trabalham no exterior com frequência, pode haver casos de doenças em que não há serviço público para recorrer, precisando pagar por custos médicos adicionais”, explica.

Diante desta informação, a organização lançou uma nova campanha para fornecer aos voluntários apoio adicional durante o período de Natal.

Jones diz que as necessidades essenciais de cada trabalhador podem variar dependendo de vários fatores, entre eles o tanto de viagem que eles realizam, o número de filhos e outros.

Além disso, muitos missionários não pedem ajuda financeira por vincularem a falta de fé na provisão de Deus.

Ele argumenta que, embora a confiança em Deus seja sempre essencial, isso não significa que não podemos procurar ajuda: “Vejo evidências na Bíblia de épocas em que o povo de Deus foi mostrado e incentivado pelo Senhor a arrecadar fundos e ir a outras pessoas dentro da comunidade de crentes para dizer: ‘Olha, eu estou fazendo este trabalho evangélico específico, por favor, você vai me apoiar?’”.

 A organização sediada no Reino Unido lançou uma nova campanha em uma tentativa de dar a cada trabalhador cristão em tempo integral da Stewardship apoio adicional de 100 libras durante o período de Natal.


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