WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

ebook gestao financeira

O Brasil que está aprendendo a orar


janeiro 2020
D S T Q Q S S
« dez    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031  


Vamos orar: Em mais de 50 países, cristãos enfrentam ataques e outras formas de hostilidade


A Igreja Sião, em Batticaloa, foi uma das três igrejas cristãs atacadas na Páscoa, no Sri Lanka (foto: redes sociais)

A Igreja Sião, em Batticaloa, foi uma das três igrejas cristãs atacadas na Páscoa, no Sri Lanka (foto: redes sociais)

Diariamente, diversos ataques contra cristãos são registrados no mundo inteiro. Eles enfrentam situações que vão desde insultos a casos mais extremos, como proibições, prisão e até morte. A perseguição contra nossos irmãos da fé vem crescendo nos últimos anos e, com isso, está cada vez mais comum que cristãos sejam vítimas de ataques por conta de sua escolha de seguir o cristianismo.

Segundo dados da Portas Abertas*, mais de 245 milhões de cristãos no mundo enfrentam algum tipo de oposição como resultado de sua identificação com Jesus Cristo.

 

Ataques contra cristãos no mundo

Os ataques contra cristãos se intensificam perto de datas comemorativas da religião cristã. Isso porque o principal tipo de perseguição que afeta a maior parte dos países onde existe perseguição é o extremismo islâmico. Exemplo disso é o que aconteceu no domingo de Páscoa de 2019, no Sri Lankaem que 290 pessoas foram mortas e outras 500 ficaram feridas após ataques a igrejas cristãs e hotéis no país.

Outro exemplo, é o atentado de 2017, no Egitoquando duas igrejas foram atacadas durante a comemoração pascoal, em que 50 pessoas morreram e mais de 100 ficaram feridas. Atentados como esses, contra igrejas cristãs, seguem como reflexo do que a Igreja Perseguida ao redor do mundo enfrenta em lugares onde os direitos à liberdade religiosa são restringidos por meio da perseguição e violência de grupos extremistas. :: LEIA MAIS »

Cazaquistão precisa de intercessão da igreja brasileira


O governo e o extremismo islâmico são os inimigos dos cristãos no Cazaquistão

O governo e o extremismo islâmico são os inimigos dos cristãos no Cazaquistão

Desde 1991, o Cazaquistão comemora no dia 16 de dezembro a independência. O país pertencia à União Soviética e foi o último a declarar a soberania como república. Os governantes conseguiram fazer uma transição econômica satisfatória nesses períodos de mudanças. Há também uma abertura para cooperar com a comunidade internacional. Porém, essa aceitação não significa que ser cristão no país é algo desprovido de perseguição. Desde 2010, com a ocupação do poder por Nursultan Nazarbayev, a nação enfrentou políticas repressivas, controle da mídia e restrições legislativas e na esfera religiosa.

Apesar do cristianismo ter chegado no país entre os séculos 7 e 8, a rede atual de igrejas fica concentrada nas minorias étnicas. Dos 4,6 milhões de cristãos, apenas 15 mil são cazaques. Segundo a Agência de Assuntos Religiosos (ARA), existem 3.563 associações ou comunidades cristãs registradas no país. Mas a presença dos seguidores de Cristo não garante a liberdade religiosa. Há dois grandes perseguidores de cristãos no país: o governo e o extremismo islâmico. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Dia da Independência de Bangladesh


Ore pelo país de maioria muçulmana e que persegue cristãos

Ore pelo país de maioria muçulmana e que persegue cristãos

Por consequência da guerra entre Índia, Paquistão Oriental e Ocidental em 1971, hoje é comemorado o Dia da Independência de Bangladesh. Com 58 pontos na Lista Mundial da Perseguição 2019, o país ocupa a 48ª posição e aos principais tipos de perseguição são opressão islâmica, nacionalismo religioso e antagonismo étnico. A nação tem enfrentado vários ataques de grupos extremistas como o Estado Islâmico, mas o governo resiste em admitir a existência de redes afiliadas.

Bangladesh é o oitavo país mais populoso do mundo, com mais de 166 milhões de pessoas. Quando o assunto é o número de indivíduos que professam o islamismo, a nação fica apenas atrás da Indonésia e do Paquistão. Além de ser considerado pobre, o território é um dos lugares mais corruptos do mundo. A vulnerabilidade vai além da política instável, o país é atingido por catástrofes naturais consequentes de alterações climáticas. Apesar dos fatores desfavoráveis, há uma expectativa, por parte do Banco Mundial, de que a economia nacional será a única classe média-alta do sul da Ásia, até 2024. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Brechas em nova Constituição preocupam cristãos de Gâmbia


Cristãos apontam possíveis problemas em nova Constituição de Gâmbia

Cristãos apontam possíveis problemas em nova Constituição de Gâmbia

Gâmbia, país da África Subsaariana, passa por um processo importante de revisão constitucional. Porém, o assunto tem preocupado os cristãos do país, já que o novo projeto de lei não define claramente a nação como um estado secular. Outro ponto é a possibilidade de transformação dos tribunais khadi (que regem a vidas dos locais de acordo com as leis islâmicas, com reconhecimento oficial) em sharia. Os líderes da igreja, como o pastor Seal S. Jammeh, têm se posicionado e pedido a análise dos trechos que podem dar margem à perseguição.  “O Conselho Cristão da Gâmbia pede para ser incluído na Constituição final que a Gâmbia seja soberana e secular. Uma república com diversas comunidades de liberdade étnico-linguística e religiosa, com igualdade de oportunidades e garantia de liberdade interétnica, política e religiosa para a coesão social”, esclarece.

A nova Constituição de Gâmbia tem pontos positivos, como a garantia de liberdade de imprensa e de acesso à informação pública e limitação dos poderes presidenciais, já que a população enfrentou a ditadura por mais de 20 anos, sob o comando do ex-presidente Yahya Jammeh, entre os anos 1994 e 2016. “Precisamos lembrar que, três anos atrás, alguém ficou aqui e declarou o país como um Estado islâmico, portanto, foi uma questão que afetou os cristãos. Pedimos que vocês analisem o problema de forma crítica”, continua o pastor Seal. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Al-Shabaab mata 11 “não locais” em ataque no Quênia


Por onde passa, grupo extremista deixa rastro de destruição e causa medo na população

Por onde passa, grupo extremista deixa rastro de destruição e causa medo na população

No dia 7 de dezembro, o grupo extremista Al-Shabaab matou 11 pessoas em um ataque no nordeste do Quênia. As vítimas estavam viajando em um ônibus que fazia o trajeto entre Wajir e Mandera, região próxima à fronteira com a Somália. Os extremistas ordenaram que o ônibus parasse e todos os passageiros descessem. Depois, foram divididos em dois grupo: locais e não locais. Todos os onze “não locais” foram assassinados. Alguns deles eram trabalhadores dos escritórios de segurança que estavam retornando aos postos depois de alguns dias de descanso.

A região é de maioria muçulmana, logo, a expressão “não local” serve para classificar os possíveis não muçulmanos. Em abril de 2015, o grupo usou a mesma marca durante um atentado na universidade de Garissa. Os estudantes foram separados em dois grupos, 148 “não locais” foram assassinados, a maioria era cristã. Em outubro de 2018, dois professores “não locais” foram mortos durante um ataque a uma escola em Mandera.

De acordo com um colaborador da Portas Abertas na região, datas de celebração como Natal e Páscoa estão gerando mais medo do que alegria aos cristãos quenianos, já que nesses feriados há grande chance de acontecerem atentados vindos dos extremistas. “Enquanto a mídia pode ser lenta para explicitar isso, poderemos estar corretos ao interpretar esse ataque como outra maneira de reduzir a presença cristã em área dominada por muçulmanos”. Além da tensão e medo, os cristãos que vivem nos locais sentem-se marginalizados e muito vigiados. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: 5 motivos para orar pelo Quênia


Cristãos no Quênia enfrentam perseguição de extremistas e são ignorados pelos governantes

Cristãos no Quênia enfrentam perseguição de extremistas e são ignorados pelos governantes

Hoje comemora-se o Dia da Independência do Quênia, desde 1963. As veias comerciárias do país fizeram que por séculos, tribos da costa do país trocassem mercadorias com árabes. Os portugueses passaram pelo país no século 16. No século 19, as relações comerciais com a Europa se intensificaram, e em 1980, os britânicos tomaram o país e estabeleceram-no como colônia em 1920.

A doação de terras quenianas para colonos da Grã-Bretanha e África do Sul revoltou a população. Após muitas rebeliões, o país tornou-se independente. A igreja cristã esteve presente no país desde a chegada dos portugueses, mas foi expulsa da costa do país e só pôde voltar em 1844, quando a Igreja Anglicana enviou o missionário Johann Ludwig Krapf. Após esse marco, novas denominações foram se estabelecendo no país.

Hoje, o país está na Lista Mundial da Perseguição 2019 em 40º lugar por causa da perseguição que os cristãos estão enfrentando do grupo radical islâmico Al-Shabaab. Outro fator, que dificulta a expressão livre da fé, é a corrupção dos governantes. Confira 5 motivos para orar pelo Quênia. :: LEIA MAIS »

Mulher precisa de oração para seguir a Jesus no Quirguistão


Uma mulher muçulmana que decide seguir a Jesus fica vulnerável à perseguição do esposo e parentes

Uma mulher muçulmana que decide seguir a Jesus fica vulnerável à perseguição do esposo e parentes

Uma mulher muçulmana que escolhe seguir a Jesus enfrenta muitos obstáculos pelo caminho. Alguns deles a colocam em total vulnerabilidade. Se ela for casada, há um grande risco de ser agredida pelo marido, enfrentar um divórcio e ser obrigada a deixar os filhos. A chance de não encontrar maneiras de suprir as próprias necessidades é grande, já que muitas não são alfabetizadas e nunca fizeram outros trabalhos além de cuidar da casa. Saber de todas essas dificuldades amedronta a tomada de decisão por Cristo. Munira*, do Quirguistão, está prestes a ficar vulnerável à perseguição por causa da fé.

A muçulmana tinha muitos problemas com a família. Vários parentes moram na mesma casa que ela. Os problemas da convivência com o marido, filhos e demais familiares causaram dor e ressentimento em Munira. Em um momento de desespero, ela procurou o contato de um dos colaboradores da Portas Abertas na internet e ligou para ele. Em resposta, a mulher recebeu acolhimento, e materiais como audiolivros na língua materna e filmes cristãos. Os conteúdos foram apreciados por ela, e passaram a ser praticados no dia a dia. O resultado foram as mudanças nos relacionamentos com o marido e filhos, tudo isso contagiou também as pessoas que convivem com ela. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Igreja doméstica é invadida no Vietnã


Igrejas domésticas são comuns no Vietnã e as perseguições a elas também

Igrejas domésticas são comuns no Vietnã e as perseguições a elas também

Autoridades da província de Quay*, no Vietnã, invadiram uma igreja doméstica e obrigaram os cristãos a interromperem o culto. As pessoas que estavam participando da atividade foram levadas à delegacia e passaram horas sendo questionadas. Elas também foram proibidas de se reunirem aos domingos. Mas os membros se recusaram a acatar as ordens.

Antes do incidente acontecer, Bian An*, a líder da igreja doméstica, havia tentado várias vezes registrar os encontros no escritório das autoridades da província, assim a igreja poderia ser reconhecida legalmente pelo governo, mas teve os pedidos negados. “O governo da província de Quay não permite nenhuma igreja funcionar aqui”, afirmou um servidor à cristã.

Poucas semanas depois da primeira batida na igreja, autoridades mais uma vez pararam os trabalhos de domingo. A líder foi forçada a assinar um documento dizendo que a igreja pararia de funcionar e não teria atividades de nenhum tipo. Os membros que têm negócios foram ameaçados de perder a licença caso continuassem a frequentar as reuniões.

A igreja então dividiu-se em dois grupos, mas o governo obrigou os vizinhos de Bian An a monitorar qualquer atividade da igreja. Alguns novos cristãos desistiram de tentar ir ao encontro, mas outros estão se encontrando discretamente para adorar a Deus juntos, mesmo no momento de dificuldade. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Cristãos são espancados e expulsos de vilarejo em Bangladesh


Cristãos ex-muçulmanos enfrentam todo o tipo de rejeição em Bangladesh

Cristãos ex-muçulmanos enfrentam todo o tipo de rejeição em Bangladesh

Dois ex-muçulmanos, Aminul e Ebrahim, foram espancados e expulsos da vila de Gochidanga, no norte de Bangladesh, no dia 22 de novembro. Os líderes religiosos tomaram conhecimento da fé deles e exigiram que negassem a fé em Jesus. Quando recusaram, os aldeões baterem e os baniram do vilarejo. Além dos vizinhos, os familiares deles também os rejeitaram.

Duas semanas antes, os dois homens participaram de um encontro entre cristãos ex-muçulmanos. Tanto a liderança islâmica quanto alguns fiéis ficaram espionando o evento, já que perceberam que eles não estavam mais frequentando a mesquita para as orações diárias. Aminul e Ebrahim tentaram explicar porque estavam participando da atividade cristã. Mas as justificativas não foram aceitas e ambos foram avisados das consequências que teriam se não retornassem ao islã. Então tiveram até o dia 22 para mudarem as decisões.

Na data marcada, eles foram levados à mesquita, onde exigiram que renunciassem a Cristo, publicamente. Mas ao invés de negarem a Jesus, confessaram a fé nele diante de todos os aldeões. A multidão reagiu protestando, espancando e expulsando os novos cristãos da vila. Hoje, os cristãos ex-muçulmanos moram em outro lugar e têm participado de treinamentos e seminários organizados pela Portas Abertas. Eles estão aprendendo sobre a Bíblia com um pastor local, e frequentam aulas de alfabetização. :: LEIA MAIS »

Cristãos têm direitos humanos violados no Egito


Família cristã foi impedida de abrir um processo legal contra o agressor no Egito

Família cristã foi impedida de abrir um processo legal contra o agressor no Egito

No dia 10 de dezembro de 1948, durante a Assembleia Geral das Nações Unidas em Paris, a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) foi elaborada. O documento, traduzido para mais de 500 idiomas, tornou-se base das constituições de vários países. “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir em relação uns aos outros com espírito de fraternidade”, garante o artigo I do acordo internacional.

Desde então, há uma observância internacional para que esses direitos sejam respeitados. Mas ainda existem muitas pessoas que vivem alienadas desses benefícios. Os cristãos perseguidos, por exemplo, já têm o primeiro princípio violado quando são tratados com discriminação e preconceito.

A Portas Abertas trabalha para que os membros da Igreja Perseguida tenham seus direitos cumpridos e preservados, e sejam defensores da dignidade de outros. A história de Houda Hanna e os dois filhos é um exemplo da violação dos direitos humanos. Os três foram feridos em um ataque de um vizinho extremista islâmico em Al-Nasriah, na vila de Minia, no alto Egito. O primogênito, Shenouda, de 22 anos, ficou entre a vida e a morte por três dias em cuidado intensivo.  :: LEIA MAIS »

Tensão política com EUA afeta cristãos da Coreia do Norte


O fracasso das negociações entre Estados Unidos e Coreia do Norte atinge diretamente os cristãos secretos

O fracasso das negociações entre Estados Unidos e Coreia do Norte atinge diretamente os cristãos secretos

O mundo estava otimista em relação aos acordos que poderiam ser feitos entre Estados Unidos e Coreia do Norte. Mas, segundo o embaixador da Coreia do Norte na ONU, Kim Song, o assunto de desnuclearização saiu da agenda de negociações entre os dois países. O governo de Donald Trump exige que Kim Jong-un desmonte todo o programa nuclear, já o líder norte-coreano reivindica a remoção de algumas sanções contra o país comunista. O prazo para finalizar os acordos seria até o fim de 2019, mas com as eleições norte-americanas no ano que vem, há uma suspeita de que o chefe da Casa Branca esteja adiando a decisão com fins eleitorais.

Conforme Timothy Cho, um cristão da Coreia do Norte que vive no Reino Unido, as tensões aumentam o controle do governo norte-coreano sobre a população e criam desafios para os cristãos da igreja clandestina. Além de exigir um protesto contra os inimigos do país, as autoridades promovem os exercícios de evacuação para forçar todos a deixarem suas casas nas cidades e aldeias, fazendo o povo temer ataques a qualquer momento. “Quando somos evacuados, temos que dormir nas cavernas ou sob as folhas e cozinhar comida de guerra sem usar fogo”, lembra. :: LEIA MAIS »

10 razões para orar pela Síria


Os cristãos na Síria enfrentam muitas dificuldades para ficar no país e dar testemunho de Jesus

Os cristãos na Síria enfrentam muitas dificuldades para ficar no país e dar testemunho de Jesus

Desde 2011, a Síria é palco de uma guerra que já deslocou 22 milhões de pessoas, mais da metade da população. De acordo com a ONU, 5,6 milhões de sírios deixaram a nação e outros 6 milhões estão espalhados pelo país em fuga da violência. Os incidentes violentos e a falta de informações no caos da guerra civil colocaram a Síria na 11ª posição da Lista Mundial da Perseguição 2019. A Portas Abertas convida a todos para orar pelo país.

  1. Ore pelos estabelecimentos dos Centros de Esperança em toda a Síria. Nesses locais, muitos cristãos encontram comida e ajuda financeira para pagar o aluguel. Que os Centros de Esperança sempre tenham recursos para suprir as necessidades físicas, emocionais e espirituais das pessoas.
  2. O desemprego é grande no país. Muitos jovens têm desanimado e desejado morar em outras nações por esse motivo. Como resposta, a Portas Abertas implantou projetos de geração de renda, para que as famílias consigam suprir as próprias necessidades. Peça que Deus abençoe esses negócios e amplie os empregos na Síria.
  3. O inverno no país é rigoroso, e nos acampamentos de deslocados internos as temperaturas podem ser piores. Muitas crianças morrem nesses períodos. Interceda para que as temperaturas sejam amenas e que a ajuda chegue aos necessitados.
  4. Peça que Deus dê força para a equipe local da Portas Abertas na Síria, pois enfrenta muitas pressões. Interceda também por sabedoria para empregar bem os recursos que têm em mãos. Agradeça pelo trabalho que eles têm feito até agora.
  5. Louve a Deus pelo treinamento de líderes de louvor da nação. A partir da iniciativa, as igrejas estão montando escalas de adoração e oração quase constantes. Os cristãos têm grande expectativa que isso possa mudar a situação do país.
  6. Interceda pela vida do pastor George Moushi, da igreja de Qamishli. Ele foi detido pela polícia porque estava construindo uma igreja, mas apenas soube do motivo depois de passar horas preso sem nenhuma justificativa. Ore para que Deus continue com ele e com a igreja e que o nome de Cristo seja glorificado na situação.
  7. Clame pela vida dos cristãos na Síria, para que eles entendam o propósito de Deus em ficar no país. “Ore para que o cristianismo na Síria não perca sua identidade, que os cristãos não deixem o país nem desistam, mas fiquem e lutem em oração”, pede o pastor curdo Nirad.
  8. Interceda pelas mulheres, para que Deus console o coração delas e dê alegria mesmo na adversidade. As mais jovens estão sem perspectivas de casar e ter uma família. Já as mais velhas se sentem sobrecarregadas e deprimidas com as perdas de parentes e a destruição do país.
  9. Há muitos idosos no país sem casa, cuidadores ou assistência médica. Ore para que os governantes ofereçam mais ajuda aos que estão solitários e têm muito pouco.
  10. A Síria precisa de uma melhoria milagrosa na economia. A moeda no país está desvalorizada, os preços dos produtos estão muito altos e a renda é baixa. Interceda para que Deus intervenha na situação e que os sírios tenham a chance de viver com dignidade.

Fonte: Portas Abertas

 

Presente fortalece fé de cristã na Índia


Sanna agora pode participar das atividades da igreja no vilarejo vizinho

Sanna agora pode participar das atividades da igreja no vilarejo vizinho

A Portas Abertas contou a história de Sanna*, uma garota que mora no interior da Índia. Ela e a família tiveram um encontro com Cristo em meio à tempestade, quando a mãe foi diagnosticada com uma doença terminal. A visita de uma mulher cristã levou a salvação e a esperança de cura até eles. As consequências da nova fé foram o restabelecimento da mãe e a perseguição dos vizinhos. Mas após bom testemunho, a comunidade ficou mais aberta aos cristãos do vilarejo.

Igrejas cristãs onde a jovem mora não são comuns. Então, ela precisava pegar ônibus para conseguir ter comunhão com irmãos e irmãs de mesma fé. Essa necessidade dificultava o crescimento espiritual da jovem, porque eles não tinham dinheiro para as passagens. Identificando esse problema, os parceiros locais da Portas Abertas providenciaram uma nova forma de locomoção para ela. “Eu quero agradecer a organização do fundo do meu coração por providenciar uma bicicleta. Antes, eu raramente tinha comunhão, porque precisava percorrer longas distâncias para chegar à igreja, e por estar exausta, não conseguia prestar atenção nos cultos”, compartilha. :: LEIA MAIS »

Projeto alfabetiza cristãos na Nigéria


Madeng se alegra em saber ler a Bíblia na Nigéria

Madeng se alegra em saber ler a Bíblia na Nigéria

Saber ler e escrever é um privilégio para poucos moradores de um vilarejo ao norte da Nigéria. Não há dinheiro para pagar as taxas, outros não conseguem viajar até outra vila onde há escola, ou não têm tempo, pois precisam trabalhar para suprir as necessidades básicas da família. Mas isso tem mudado, graças a um projeto de alfabetização apoiado pela Portas Abertas.

As salas de aula estão repletas de pessoas de diferentes gerações e todos acompanham com atenção as instruções do professor. O próximo passo que eles dão, após reconhecer as letras e ler frases, é a leitura da Bíblia por conta própria. Um dos alunos beneficiados é Madeng. “Eu estava na escola, mas tive que parar no meio do caminho por causa da impossibilidade de pagar as mensalidades. Eu não tinha dinheiro”, explica.

Faz quatro meses que o adolescente começou a frequentar o curso e hoje consegue ler. Essa mudança na vida do garoto trouxe autoconfiança e sentimento de dignidade em relação a outros amigos alfabetizados. E o melhor, Madeng consegue compreender a palavra de Deus. “Eu não sabia como ler a Bíblia, mas agora estou aprendendo a ler e isso tem me ajudado bastante”, comemora. :: LEIA MAIS »

Após 11 anos de prisão, cristãos inocentes são soltos na Índia


Cristãos inocentes cumpriram 11 anos pela morte de líder hindu

Cristãos inocentes cumpriram 11 anos pela morte de líder hindu

O projeto do governo de transformar a Índia em uma nação completamente hindu já dura anos e tem promovido um levante do extremismo religioso no país. A perseguição aos cristãos e outras minorias é consequência da ideologia nacionalista e tem influência em diversas esferas da sociedade, até mesmo na jurídica.

Desde 2008, sete cristãos têm enfrentado diretamente problemas com a justiça da Índia pelo falso envolvimento no assassinato de Swami Laxmanananda Saraswati. A morte do monge hindu e respeitado líder social custou diversos ataques a 300 igrejas e 6 mil lares de cristãos. Após serem sentenciados a prisão perpétua em outubro de 2013, os cristãos não desistiram de pedir a reavaliação do processo, já que não havia evidências da ligação dos acusados no crime. Apenas no último dia 26 de novembro, cinco dos acusados tiveram a fiança concedida, após cumprirem 11 anos da sentença. Os dois outros réus foram soltos em maio e julho, respectivamente.

Apesar do líder maoísta, Sabyasachi Panda, ter confirmado a responsabilidade nos ataques que mataram Saraswati e os discípulos dele, os extremistas hindus atribuíram o atentado aos cristãos. Então, os acusados foram capturados aleatoriamente pelos extremistas e presos sem nenhuma evidência. O pedido de revisão do processo era constantemente rejeitado pela Corte, privando todo os supostos envolvidos de justiça por anos. Cristãos salientaram que a Suprema Corte do Estado de Odisha arrastou a situação por seis anos, mesmo com o apelo pela falta de provas. :: LEIA MAIS »

Após ataques no Sri Lanka, menina cristã mantém esperança em Jesus


A pequena cristã Debbie é cuidada pela avó, tios e irmão no Sri Lanka

A pequena cristã Debbie é cuidada pela avó, tios e irmão no Sri Lanka

Os atentados no Sri Lanka na Páscoa de 2019 mudaram drasticamente a vida de Debbie, de seis anos. A mãe dela, Verlini, o pai, Ranjith, e o primo, Jackson, foram algumas das 28 vítimas fatais do ataque igreja Sion. A menina foi hospitalizada com sérios ferimentos causados pelos estilhaços e queimaduras. Além das perdas na família, a garota também teve um dos olhos retirado.

Na primeira visita aos familiares em Batticaloa, a Portas Abertas conheceu apenas Verl, tio de Debbie e pai de Jackson. Ele passou a cuidar da menina juntamente com a avó. O cristão relembrou como a família dela tinha prazer em trabalhar na igreja. ‘‘Minha irmã Verlini era professora de escola dominical. Ela amava cantar, ler a Bíblia e orar. Estava na igreja quase todos os dias. Ela leu a Bíblia do início ao fim 27 vezes”, compartilha. O cristão reconheceu que perder os familiares é difícil e doloroso, mas ele acredita que a morte deles não foi em vão. “Eles são como sementes e o sangue dos mártires são as sementes da igreja”, explica.

Durante um segundo encontro dos membros da igreja, Verl convidou a colaboradora da Portas Abertas para conhecer Debbie pessoalmente, pois no primeiro contato a menina ainda estava hospitalizada. Em casa, ela brincava com os sons do pequeno tambor. Infelizmente, a garota perdeu a visão e agora precisa se adaptar a nova realidade. “Minha mãe e meu pai foram para Jesus”, grita. A pequena cristã voltou pra casa em 20 de junho, desde então está se recuperando dos ferimentos e reaprendendo a andar. A avó e o irmão dela, Rufus, estão acompanhando Debbie na fase de reabilitação.

Quando perguntada sobre a história predileta da Bíblia, a menina logo responde: “Minha história favorita é que apesar do pecado de Adão e Eva, Jesus veio salvar cada um. E quando ele chegou, ele teve a vitória sobre Satanás e o inimigo foi derrotado”. Debbie também fala empolgada sobre a volta de Cristo, ela tem grandes expectativas. “Ele vai abrir meus olhos e eu verei minha família de novo”, conta. :: LEIA MAIS »

A realidade dos cristãos ex-muçulmanos na África Subsaariana


Mesmo sob perseguição extrema, o evangelho cresce na África Subsaariana, onde cristãos precisam ser fortalecidos

Mesmo sob perseguição extrema, o evangelho cresce na África Subsaariana, onde cristãos precisam ser fortalecidos

No Domingo da Igreja Perseguida de 2020 vamos abordar os cristãos ex-muçulmanos. Muitos dos que deixaram o islã para seguir a Cristo se encontram na África Subsaariana. Os países dessa região que estão na Lista Mundial da Perseguição 2019, ranking que classifica os 50 países onde há mais perseguição aos cristãos, são: Somália, Sudão, Eritreia, Nigéria, Mali, República Centro-Africana, Etiópia e Quênia. Mas isso não significa que em outros países da África Subsaariana os cristãos ex-muçulmanos não sejam perseguidos.

A Portas Abertas monitora países além dos que estão na Lista e há alguns classificados como países em observação quanto à perseguição. A maioria deles está na África Subsaariana. São eles: Djibuti, República Democrática do Congo, Camarões, Tanzânia, Níger, Chade, Burkina Faso, Uganda, Guiné, Sudão do Sul, Moçambique, Gâmbia, Costa do Marfim, Burundi, Angola, Togo e Ruanda. No DIP 2020 queremos impactar esses irmãos que, além de precisarem lidar diariamente com fome, miséria, morte e violência, também são perseguidos por amor a Cristo.

O cristianismo chegou à África Subsaariana muito antes do islamismo. Mas, no século 7, exércitos muçulmanos cruzaram o Mar Vermelho e tomaram o Cairo das tropas bizantinas. Daí se moveram para o Mediterrâneo e se espalharam pela África através do comércio e pregação. :: LEIA MAIS »



WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia