WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

ebook gestao financeira

O Brasil que está aprendendo a orar


novembro 2019
D S T Q Q S S
« out    
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930


As difíceis escolhas para cristãos tribais da Guiné


Ser expulso de sua vila na Guiné é perder mais que sua casa, mas também seu sustento e família

Ser expulso de sua vila na Guiné é perder mais que sua casa, mas também seu sustento e família

O assunto sobre a violência em Lokpoou, uma vila na Guiné, se espalhou rapidamente. Os cristãos foram expulsos da vila e não deveriam voltar nunca mais. Na Guiné, isso significa que você está em grandes problemas, porque sua vila é muito mais do que apenas a localização da sua casa. É todo o seu sustento: o campo onde você planta sua comida, onde vivem seus irmãos e irmãs e aqueles que lhe ajudam em cada passo da sua vida. Em resumo, tudo que é importante está em sua vila. Fora dela, você está sozinho em um mundo hostil.

Quando a Portas Abertas ouviu sobre a situação, representantes viajaram para vilas próximas a Lokpoou, onde encontramos o grupo de cristãos traumatizados que foram expulsos. Nos meses anteriores, cristãos das vilas vizinhas tinham cuidado deles. Além da ajuda oferecida, a Portas Abertas também quis estar presente.

Certa vez, o prefeito da região foi humilhado publicamente quando Gnakaye*, líder religioso de Lokpoou, disse a ele para “se sentar e ficar calado”.  “Você não tem poder aqui. Esse é o país de N’Ghafouyi. Eu sou o líder”, Gnakaye disse a ele. Essa humilhação não teve consequências, afinal Gnakaye nunca foi preso ou condenado. Isso porque os locais têm medo. “Todos aqui instintivamente temem os curandeiros, especialmente um tão poderoso como Gnakaye. :: LEIA MAIS »

Na China, palavras como “Deus”, “Bíblia” e “Cristo” são tiradas de livros infantis


Palavras relacionadas a valores ocidentais ou ao cristianismo são retiradas de histórias de autores estrangeiros

Palavras relacionadas a valores ocidentais ou ao cristianismo são retiradas de histórias de autores estrangeiros

De acordo com a agência de notícias Asia News, palavras como “Deus”, “Bíblia” e “Cristo” foram retiradas de livros para crianças das escolas primárias na China. Em uma tentativa de reduzir a adesão a religiões, em particular ao cristianismo, ou submetê-los a uma “sinização” forçada, essas palavras têm sido censuradas mesmo em histórias de autores estrangeiros.

No começo do ano, o governo, em parceria com editoras, publicou um livro para alunos do quinto ano, que contém quatro histórias de escritores estrangeiros e outros textos de autores clássicos chineses. De acordo com o Ministério da Educação Chinês, o livro espera oferecer aos alunos um entendimento de outras culturas. Infelizmente, as histórias foram manipuladas para atender a necessidade do partido de abafar qualquer referência religiosa.

Na história “A Pequena Vendedora de Fósforos”, de Hans Christian Andersen, em um certo ponto, é dito que: “Quando uma estrela cai, uma alma vai estar com Deus”. Na versão “chinesa”, com a alteração, ficou: “Quando uma estrela cai, uma pessoa deixa esse mundo”. “Robinson Crusoe”, de Daniel Defoe, também sofreu censura: náufrago em uma ilha isolada, o protagonista se empenha em recuperar três cópias da Bíblia dos restos do naufrágio. A nova versão elimina a palavra “Bíblia” e diz que Crusoe trabalhou para salvar “alguns livros” do navio destruído. Uma parte também foi eliminada da história “Vanka”, de Anton Chekhov, que fala sobre uma oração em uma igreja e a palavra “Cristo” foi removida de todas as partes. :: LEIA MAIS »

Mais de 1.000 pessoas escravizadas são libertas de escolas islâmicas na Nigéria


Adolescente com os pés amarrados a uma roda no estado de Kaduna, na Nigéria. (Foto: Reprodução/Reuters)
Adolescente com os pés amarrados a uma roda no estado de Kaduna, na Nigéria. (Foto: Reprodução/Reuters)

O governo da Nigéria anunciou em 15 de outubro que não toleraria mais abusos e condições desumanas em instituições conhecidas como Almajiris, escolas onde muitos pais enviam seus filhos para educação, reabilitação ou disciplina islâmica.

O anúncio ocorreu após uma operação de setembro no estado de Kaduna, onde mais de 300 homens e meninos foram resgatados, muitos dos quais mostraram sinais de abuso.

Esta foi a quarta operação feita pelo governo em um mês contra os centros de reforma islâmica no norte da Nigéria. Segundo a Reuters, mais de 1.000 pessoas foram libertadas das escolas.

As autoridades descobriram que crianças de até 5 anos estavam acorrentadas a grades de metal com os pés amarrados juntos.

Desde o anúncio, vítimas foram libertadas dos centros de reforma islâmicos invadidos pelas autoridades nos estados de Kaduna e Katsina, incluindo um centro localizado na cidade de Buura, Daura, na cidade de Buhari.

“O presidente ordenou que a polícia dissolvesse todos esses centros e que todos os presos fossem entregues aos pais”, disse um porta-voz presidencial à imprensa. “O governo não pode permitir centros onde pessoas, homens e mulheres, sejam maltratadas em nome da religião.”

Denúncias e fechamento

As autoridades anunciaram em 19 de outubro que invadiram um segundo centro de reformas islâmicas em Kaduna, libertando 147 pessoas.

Diferentemente de outras, a investida mais recente à escola na área de Rigasa, em Kaduna, rendeu a libertação de 22 mulheres cativas, disse uma autoridade do governo Kaunda à Reuters.

O ataque foi ordenado pelo governador Kaduna Nasir El Rufai.

A escola em Rigasa era de propriedade da mesma pessoa que possuía uma das duas escolas invadidas em Katsina no início da semana passada.

O Daily Trust relata que até a semana passada, instituições conhecidas como Malam Bello Mai Kawari e Malam Niga serviam como centros tradicionais de reforma e reabilitação na área do governo local de Katsina.

Mas ambas as instituições foram fechadas pela polícia local. A polícia invadiu as instituições depois que algumas das vítimas se revoltaram e escaparam. Cerca de 67 pessoas foram resgatadas na segunda-feira passada durante o ataque ao centro localizado em Daura, onde pelo menos 300 presos foram mantidos.

“Durante as investigações, 67 pessoas de 7 a 40 anos foram acorrentadas com correntes”, disse o porta-voz da polícia de Katsina, Sanusi Buba, em comunicado. “Também se descobriu que as vítimas foram submetidas a vários tratamentos desumanos e degradantes”.

Alcorão

Muitos foram enviados à escola para aprender o Alcorão ou para receber tratamento para dependentes químicos.

“Também se descobriu que as vítimas foram submetidas a vários tratamentos desumanos e degradantes”, disse Buba, segundo a Reuters.

A polícia prendeu Mallam Bello Abdullahi Umar, de 78 anos, e Malam Salisu Hamisu, por crimes como confinamento indevido, crueldade com crianças e conspiração criminosa.

Tortura e morte

Fahad Jabrila Mubi, do estado de Adamawa, disse à polícia que ele ficou no centro de Daura por dois anos. Durante esse período, ele disse que viu seis pessoas morrerem e duas desenvolverem problemas mentais devido a abusos.

Mubi afirmou que o estupro era comum e o dinheiro enviado pelos pais dos alunos era usado pelos professores.

“O proprietário (Malam Bello) está ciente do que está acontecendo aqui. Ele também sodomiza os presos”, acusou Mubi, de acordo com o Daily Trust.

“Não há nenhuma lição sendo ensinada aqui, não adoramos ou rezamos, é sempre batendo e mais surras. Temos pessoas que passaram cerca de oito anos, cinco, três e um ano aqui”, revelou.

Mubi disse que ele e outros estavam regularmente famintos e privados de medicamentos.

Humilhações

Hassan Adamu, uma vítima mantida na mesma instalação, disse ao The Daily Trust que havia dezenas de pessoas alojadas em cada cômodo da instalação.

“Sou assistente do líder do meu quarto. Tínhamos 32 em um quarto. E é uma sala pequena “, explicou Adamu. “Se você é pressionado à noite ou quer defecar, temos sacos de celofane que usamos e passamos pela janela para quem dorme ao ar livre.”

“Quanto à urina, nós urinamos dentro de um galão e, se você não tiver um, você urina no recipiente de alimentos”, acrescentou. “De manhã, você despeja a urina e usa o mesmo recipiente para seu pai.”

Um pai de um dos prisioneiros de Daura disse à Reuters que se arrepende “profundamente” de enviar seu filho ao centro de reabilitação.

“Eu ignorava o que realmente estava acontecendo aqui”, contestou o pai.

Direitos humanos

Quando a primeira escola de reforma islâmica foi invadida em Kaduna no mês passado, os defensores dos direitos humanos alertaram que abusos semelhantes poderiam estar enfrentando muitos outros estudantes de outras escolas de Almajiri na Nigéria.

As autoridades estimaram que existem mais de 9 milhões de estudantes matriculados nas instituições de Almajiri, segundo a AFP.

A organização não governamental Almajiri, baseada em Abuja, informa que as escolas de Almajiri têm “algumas das condições piores do que se possa imaginar”, pois muitas vítimas enfrentam “desafios nutricionais agravados pelo mendigo nas ruas e quase nenhum emprego ou oportunidade para os adultos de Almajiri em um ambiente cada vez mais desafiador e mundo competitivo.”

Em 2018, a ONG lançou o Dia dos Direitos da Criança de Almajiri em 25 de maio para chamar a atenção internacional para os abusos contra crianças de Almajiri.

China proíbe estudantes africanos de praticar fé para evitar ‘infiltração estrangeira’


Cristãos em igreja nos arredores do condado de Qingxu, norte da China. (Foto: Reprodução/Reuters)
Cristãos em igreja nos arredores do condado de Qingxu, norte da China. (Foto: Reprodução/Reuters)

regime comunista chinês proibiu estudantes internacionais africanos de adorarem em igrejas cristãs sob o pretexto de “impedir a infiltração estrangeira através da religião”, revelou um grupo de vigilância de perseguições.

Um grupo de mais de 80 estudantes africanos que residem em uma cidade na província de Liaoning, no nordeste do país, disse ao Bitter Winter que, em setembro, a pessoa encarregada da igreja Three-Self que eles frequentavam recebeu uma ordem do governo proibindo a participação de estrangeiros em suas reuniões.

“Nós só queremos ter um lugar para nos reunir”, disse um aluno à agência.

Um crente chinês na igreja disse que em um simpósio de “infiltração antirreligiosa”, realizado pelo governo local em agosto, as autoridades questionaram a pessoa encarregada da igreja sobre atividades relacionadas ao exterior.

Logo após o simpósio, os estudantes internacionais foram expulsos da igreja.

“Em nossos corações, não estávamos dispostos a vê-los partir”, disse o crente chinês.

O governo também pressionou ou ameaçou outros locais de reuniões cristãs. Quando os estudantes africanos pediram permissão para participar de reuniões em outra igreja de três pessoas, eles foram recusados.

Um incidente semelhante ocorreu em uma universidade na província central de Hubei, onde uma igreja atendida por mais de 40 estudantes africanos recebeu ameaças repetidas de funcionários do governo que exigiram que o diretor da igreja expulsasse os estudantes internacionais.

Os estudantes agora são forçados a adorar em segredo, disfarçando suas reuniões como festas de aniversário, de acordo com Bitter Winter.

Um dos estudantes disse que ele não entende como o governo pode afirmar que há “liberdade de crença” na China.

“Não entendo por que os governantes da China não permitem que estrangeiros realizem reuniões religiosas”, disse o estudante. “Isso nos forçou a praticar nossa fé no esconderijo.”

Investigados

A agência Bitter Winter também revelou que as universidades das províncias de Heilongjiang, Jilin, Henan e outros países são obrigadas a investigar o status religioso de estudantes e professores internacionais.

Um administrador de uma universidade em Jiujiang, uma cidade na província de Jiangxi, sudeste do país, disse que o governo monitora secretamente estudantes africanos.

“Se for descoberto que alguém está muito próximo, ambas as partes serão vigiadas e investigadas. Mas a maioria dos estudantes africanos não sabe que eles estão sendo monitorados”, explicou o administrador.

“Assim que os estudantes africanos forem descobertos participando de reuniões em igrejas domésticas ou divulgando o Evangelho a outros estudantes, eles serão expulsos da escola imediatamente”, disse o administrador.

Segundo o administrador, a escola já expulsou um estudante africano por pregar o Evangelho a colegas chineses. O aluno foi posteriormente deportado para seu país de origem.

Segundo a lei chinesa, os estrangeiros são proibidos de criar organizações religiosas ou realizar proselitismo na China, embora a lei não tenha sido aplicada até que o presidente Xi Jinping assumisse o cargo em 2012, segundo o South China Morning Post.

Recentemente, 13 famílias sul-coreanas que moravam na China como parte de um grupo missionário foram deportadas depois que autoridades comunistas decidiram que sua presença no país era “ilegal” devido ao seu trabalho evangelístico.

China ocupa a 27ª posição na lista de observação mundial da Portas Abertas dos 50 países em que é mais difícil ser cristão.

Nos últimos anos, o governo do Partido Comunista proibiu as vendas on-line de Bíblias, nivelou igrejas e prendeu centenas de cristãos por “incitar a subversão do poder do Estado”.

Em julho, foi relatado que desde que a legislação do Regulamento sobre Assuntos Religiosos foi implementada no ano passado, escolas em toda a China ensinaram às crianças que o cristianismo é um “culto do mal”.

Relatório afirma que cristianismo está crescendo mais rapidamente que a população


Mapa-múndi. (Foto: Andrew Stutesman/Unsplash)
Mapa-múndi. (Foto: Andrew Stutesman/Unsplash)

O Centro para o Estudo do Cristianismo Global lançou a edição de 2019 do seu relatório “Status of Christian Christianity” que traz muitas informações importantes para os cristãos.

Algumas das estatísticas mais significativas estão detalhadas no artigo da LifeWay, “7 surpresas de tendências no cristianismo global em 2019”, como o fato de o cristianismo estar crescendo mais rapidamente do que a população e que a porcentagem de indivíduos não evangelizados no mundo diminuiu, de 54,3% em 1900 para 28,4% hoje.

Globalmente, o cristianismo está crescendo a uma taxa de 1,27%. Atualmente, existem 2,5 bilhões de cristãos no mundo. A população mundial, 7,7 bilhões, está crescendo a uma taxa de 1,20%.

O Islã (1,95%), os sikhs (1,66%) e os hindus (1,30%) são os únicos grupos religiosos que crescem mais rápido que o cristianismo, embora os seguidores de Jesus superem todas as outras religiões e se prevê que continuem a fazê-lo pelo menos até 2050.

Entre os grupos cristãos, pentecostais (2,26%) e evangélicos (2,19%) estão crescendo mais rapidamente do que outros.

Os dois também estão crescendo mais rápido do que há apenas dois anos. Em 2017, a taxa de crescimento dos pentecostais foi de 2,22% e os evangélicos, de 2,12%.

O cristianismo está crescendo nas cidades, mas não é rápido o suficiente. Hoje, 1,64 bilhão de cristãos vivem em áreas urbanas, crescendo a uma taxa de 1,58% desde 2000.

Mas mais de 55% da população do mundo vive nas cidades e isso continua a crescer.

A população urbana global está crescendo a uma taxa de 2,15%.

Declínio ateu

Segundo o relatório, o ateísmo atingiu seu pico em 1970, com mais de 165 milhões de ateus no planeta. Desde então, o ateísmo tem diminuído constantemente, com 138 milhões hoje, um número que deve cair para 129 milhões em 2050.

Desde 2000, o ateísmo se recuperou levemente – apenas 0,04% -, mas espera-se que caia novamente e caia para menos de 130 milhões em 2050.

O agnosticismo manteve uma pequena taxa de crescimento de 0,42%. Depois de atingir 716 milhões este ano, espera-se que caia para menos de 700 milhões em 2050.

Há que se considerar que a geração do milênio é três vezes mais propensa a se considerar ateu quando comparado aos Baby Boomers.

Cristianismo no globo

O centro do cristianismo mudou-se para o sul do planeta.

Em 1900, duas vezes mais cristãos viviam na Europa do que no resto do mundo juntos. Hoje, a América Latina e a África têm mais. Em 2050, o número de cristãos na Ásia também passará o número na Europa.

Atualmente, o cristianismo mal cresce na Europa (taxa de 0,04%) e apenas um pouco melhor na América do Norte (0,56%).

A Oceania (0,89) e a América Latina (1,18%) têm taxas marginalmente melhores, mas a fé está explodindo na Ásia (1,89%) e na África (2,89%).

Há mais oportunidades de evangelismo para os cristãos do que nunca.

A grande maioria dos não-cristãos vive suas vidas e nunca interage com um cristão, mas esse número está diminuindo.

Em 1900, apenas 5,5% dos não-cristãos conheciam um cristão. Hoje, isso cresceu para 18,3%.

“Obviamente, esse número ainda é muito pequeno, mas a porcentagem crescente concede a mais não-cristãos a oportunidade de ouvir o evangelho de alguém que eles conhecem”, diz o relatório.

A porcentagem de não evangelizados está diminuindo. Mais da metade da população mundial em 1900 (54,3%) não foi evangelizada. Esse percentual continua a encolher, caindo para 28,4% em 2019.

Isso ainda significa, no entanto, que quase 2,2 bilhões de pessoas que vivem hoje ainda são consideradas não-evangelizadas.

Aplicativo bíblico com 10 milhões de downloads é censurado, na China


Levi Fan, cofundador do WeDevote; no destaque o logotipo do aplicativo.. (Foto: John Fredricks/Genesis)
Levi Fan, cofundador do WeDevote; no destaque o logotipo do aplicativo.. (Foto: John Fredricks/Genesis)

Em julho, um aplicativo bíblico chinês com 6 anos de existência chamado WeDevote teve um grande marco: 10 milhões de instalações. Com seu design elegante, respeito pelos direitos autorais e planos e devocionais de leitura da Bíblia, o WeDevote se destaca de outros aplicativos da Bíblia para smartphones e tablets disponíveis na China.

O aplicativo é um recurso muito necessário para os cristãos chineses. Quase todos os usuários do WeDevote são da China continental, onde funcionários do governo recentemente dificultaram a compra de cópias físicas da Bíblia. Oficialmente, a Bíblia na China pode ser vendida apenas em igrejas Three-self, sancionadas pelo governo.

Porém, embora o cofundador da WeDevote, Levi Fan, tenha se orgulhado do 10 milhões de downloads no dia 6 de julho, a celebração durou pouco. Em uma semana, os censores comunistas haviam bloqueado o acesso chinês ao site da WeDevote e retirado o aplicativo da maioria das lojas de aplicativos nacionais.

Não foi a primeira vez que eles procuraram o aplicativo bíblico mais popular da China. Desde que Fan e outros dois amigos lançaram o WeDevote de Pequim em 2013, as autoridades chinesas monitoraram seu crescimento, intimidaram Fan e tentaram desligar o aplicativo. É provável que a pressão continue.

No entanto, Fan acredita que Deus está do lado de sua equipe. “No ambiente de aperto da China, pessoas de fora pensaram que não havia como criar esse aplicativo e sobreviver”, ele me disse. “Mas conseguimos fazê-lo.”

Pressão

Desde que o governo comunista da China promulgou novas regulamentações religiosas no início do ano passado, as autoridades reprimiram cada vez mais as atividades religiosas. Durante anos, as regras de vendas impressas da Bíblia não foram aplicadas, e os cristãos chineses podiam encontrar Bíblias em sites de comércio eletrônico ou em livrarias cristãs. Mas o governo começou a fazer cumprir a lei e, em março, varejistas on-line pararam de vender Bíblias.

As autoridades fecharam as livrarias cristãs e os editores cristãos estão tendo dificuldade em publicar livros cristãos no continente. Fan observou que, embora os crentes ainda possam comprar Bíblias em igrejas Three-self, muitos cristãos vivem longe dessas igrejas, que geralmente não carregam muitas versões diferentes da Bíblia.

A mídia cristã on-line também sentiu o aperto. Após o lançamento no ano passado de um projeto de lei que regulava informações religiosas não registradas on-line, o governo está fechando os canais cristãos no WeChat e em outros aplicativos e sites de redes sociais.

O WeDevote está entre os mais recentes alvos do corte.

Criação do aplicativo

Fan e dois outros cristãos de Pequim tiveram a ideia do WeDevote em 2010, pois viram a necessidade de aplicativos bíblicos na China.

Na época, os usuários chineses que baixaram o YouVersion – um aplicativo popular da Bíblia criado por uma igreja de Oklahoma – descobriram que o programa estava travando devido ao governo chinês bloquear o servidor do aplicativo.

Outros aplicativos da Bíblia baseados no continente chinês foram mal projetados. Eles também usaram conteúdo extraído de outras fontes sem permissão e sem controle de qualidade. “Como usuário, você não sabia qual material era teologicamente certo ou errado”, disse Fan.

A princípio, Fan e seus parceiros tentaram terceirizar a criação do aplicativo, mas não estavam satisfeitos com os resultados. Em 2012, quando Fan deixou o emprego em uma startup de tecnologia para frequentar o seminário, um amigo pediu que ele considerasse servir a Deus, liderando uma equipe para desenvolver o aplicativo da Bíblia. Fan concordou, adiando o seminário por dois anos para trabalhar em WeDevote.

Ele queria que o design do aplicativo fosse esteticamente agradável, para que as pessoas quisessem abri-lo e ler a Bíblia. Sua equipe fez parceria com vários editores da Bíblia para incluir várias traduções da Bíblia em chinês e inglês, respeitando as leis de direitos autorais e pagando royalties. Para garantir que o aplicativo aguentasse o imprevisível serviço de internet chinês, os designers disponibilizaram os recursos para que o aplicativo funcionasse offline.

A primeira versão para Android do WeDevote foi lançada em junho de 2013 e a versão para iPhone em julho. No mesmo mês, a loja de aplicativos Xiaomi listou o WeDevote como um de seus “aplicativos recomendados” na página inicial da loja. De repente, a equipe de fãs estava vendo mais de 8.000 downloads por dia.

Evangelismo digital

Esse impulso abriu os olhos de Fan para outra realidade: criar um aplicativo pode ser uma forma de evangelismo. “Na internet chinesa, há tantas pessoas que estão baixando aplicativos, mas existem muito poucos aplicativos religiosos”, disse ele. “Quando estávamos na página inicial, foi uma oportunidade para muitas pessoas aprenderem sobre o evangelho.”

Até o final do ano, o WeDevote havia se tornado o principal aplicativo bíblico da China. Os desenvolvedores continuaram a expandir o aplicativo, adicionando devocionais, planos de leitura da Bíblia e comentários para ajudar os cristãos chineses a entender melhor a Bíblia e como ela se relaciona com a vida cotidiana. Eles pediram a pastores e teólogos que avaliassem a solidez teológica do conteúdo do aplicativo. Para financiar o aplicativo, os membros da equipe assumiram projetos paralelos e coletaram doações de empresas cristãs na China.

Problemas

Os problemas começaram em 2015. O Departamento de Segurança Pública de Pequim convidou Fan para uma conversa e perguntou sobre a empresa e de onde vinha seu financiamento. Um policial disse polidamente a Fan que os oficiais estavam monitorando tudo sobre ele: eles sabiam dos artigos que sua esposa havia escrito em uma conta do Christian WeChat e da nova casa que haviam comprado. Fan sentiu medo e, à noite, teve pesadelos ao ser jogado na prisão.

“Era desconfortável saber que eles sabiam tudo, mas como a igreja doméstica chinesa enfrentou essa perseguição no passado, isso não era estranho para mim”, disse Fan. Todas as manhãs, os membros da equipe WeDevote oram e leem um salmo juntos. Toda terça-feira realizam uma reunião de oração de duas horas. “Isso nos ajudou a nos aproximar de Deus. Percebemos que não podíamos fazer isso sozinhos e precisávamos orar mais”.

As autoridades pediram que Fan desligasse o WeDevote, caso contrário, eles acusariam a empresa de criar um aplicativo ilegal porque não tinha um número de registro. A maioria dos aplicativos chineses não está registrada, mas a Fan sabia que o WeDevote provavelmente estava sendo pressionado por causa de seu conteúdo cristão. Então, sua equipe decidiu desligar o aplicativo e fechar a empresa de Pequim.

Mas eles estavam preparados para esta situação: vários meses antes, haviam criado outra empresa em Hong Kong. Eles foram capazes de transferir a propriedade da WeDevote para a empresa de Hong Kong e colocar o aplicativo novamente online.

A WeDevote não enfrentou mais problemas até julho deste ano, quando as autoridades cortaram o acesso ao site e o lavaram em todas as lojas domésticas do Android. Embora o aplicativo ainda esteja disponível na App Store da Apple, a maioria dos cidadãos chineses usa smartphones domésticos baseados no Android, como Huawei, Oppo, Vivo e Xiaomi.

Ninguém informou Fan por que o WeDevote foi removido das lojas de aplicativos. Ele suspeita que o governo tenha agido por causa da sua crescente influência e popularidade.

Até o final do ano, o WeDevote havia se tornado o principal aplicativo bíblico da China. Os desenvolvedores continuaram a expandir o aplicativo, adicionando devocionais, planos de leitura da Bíblia e comentários para ajudar os cristãos chineses a entender melhor a Bíblia e como ela se relaciona com a vida cotidiana.

Eles pediram a pastores e teólogos que avaliassem a solidez teológica do conteúdo do aplicativo. Para financiar o aplicativo, os membros da equipe assumiram projetos paralelos e coletaram doações de empresas cristãs na China. Fonte: Portal Guiame

Cristão é assassinado por parentes muçulmanos após expressar sua fé nas redes sociais


Cristãos copta protestam contra a intolerância religiosa no Egito. (Foto: Reuters/Mohamed Abd El Ghany)
Cristãos copta protestam contra a intolerância religiosa no Egito. (Foto: Reuters/Mohamed Abd El Ghany)

Um cristão recém-convertido no Egito foi morto por sua própria família muçulmana, depois que ele confirmou publicamente sua nova fé em um post no Facebook, de acordo com o grupo de defesa de perseguições International Christian Concern (ICC).

A organização sem fins lucrativos com sede nos EUA informou na quarta-feira passada que Hussein Mohammed, que preferia ser chamado por seu nome de batismo, George, foi assassinado no dia 6 de outubro, depois de postar várias fotos em sua conta do Facebook, confirmando sua fé cristã.

A família de George soube da conversão dele antes das postagens serem feitas, e seu tio apresentou queixas às autoridades locais da Diretoria de Segurança. No entanto, a publicação no Facebook foi um “reconhecimento público de sua conversão”, observa a ICC. Ele incluía a foto de uma tatuagem de cruz, que George usava no pulso, uma prática comum dos cristãos coptas ortodoxos egípcios.

Contexto

O assassinato ocorre em um momento no qual o Egito é o 16º pior país do mundo em perseguição aos cristãos, de acordo com a lista de observação mundial da Portas Abertas (EUA) em 2019. Os cristãos representam cerca de 10% da população do país de maioria muçulmana.

A ICC observa que no Egito, os muçulmanos que se convertem ao cristianismo são vistos pela comunidade islâmica como apóstatas, o que significa que a descoberta pública de sua conversão os torna vulneráveis ??a serem vítimas de uma “matança em nome da honra” de suas famílias / comunidades.

De acordo com a Rede de conscientização sobre violência com base na honra, os assassinatos deste tipo estão “em ascensão” em todo o Egito. Enquanto a prática é contrária à lei egípcia, os juízes costumam ver esses casos com clemência.

“A cultura islâmica alimenta a discriminação religiosa no Egito e cria um ambiente que faz com que o Estado relute em respeitar e fazer valer os direitos fundamentais dos cristãos”, diz a Portas Abertas.

“Embora o presidente el-Sisi tenha expressado publicamente seu compromisso com a proteção dos cristãos, as ações de seu governo e os ataques continuados de grupos extremistas por parte de cristãos e indivíduos perseguem cristãos e igrejas, deixando os cristãos se sentindo inseguros e extremamente cautelosos”, acrescentou a organização.

Os cristãos do Egito também são suscetíveis às duras leis de blasfêmia do país. De acordo com a Comissão de Liberdade Religiosa Internacional dos Estados Unidos, a maioria das leis de blasfêmia é “vagamente redigida”, mas carrega “sanções indevidamente severas para os infratores”.

Aplicativos de mídia social como o Facebook são a mais recente ferramenta usada por extremistas islâmicos para acusar os cristãos de “blasfêmia”, de acordo com o Portas Abertas.

Em julho, foi relatado que um cristão de 26 anos chamado Fady Youssef Todary notou que alguém havia invadido sua conta do Facebook e postado uma mensagem blasfema. Mais tarde, depois de perceber o que havia acontecido, ele postou um vídeo na plataforma explicando aos seus seguidores que não foi ele quem produziu, nem publicou o conteúdo.

No entanto, uma multidão enfurecida de cerca de 100 pessoas já havia formado e destruído tudo dentro da casa da família de Todary, em Ashnin El-Nasara, uma vila em Minya, ao sul do Cairo. Os pais de Fady foram forçados a fugir da casa de seu filho e buscar refúgio na residência de um parente.

Poucos dias depois, Todary foi preso, junto com seu irmão de 19 anos e dois tios. Desde então, ele foi libertado, mas aguarda julgamento por blasfêmia.

A Portas Abertas alerta que o que aconteceu em Ashnin El-Nasara não é um incidente isolado e disse que a tendência emergente é uma “verdadeira causa de preocupação”.

Em dezembro de 2018, um tribunal egípcio condenou um cristão copta a três anos de prisão, depois que ele foi considerado culpado por “insultar o Islã em primeiro grau” em uma publicação no Facebook.

Por falta de Bíblias, cristãos de ilha na Ásia revezam leitura: “Precisamos de mais”


Imagem ilustrativa. Muitos cristãos da ilha de Bornéu têm acesso à Bíblia apenas na igreja. (Foto: Forgotten Missionaries International)
Imagem ilustrativa. Muitos cristãos da ilha de Bornéu têm acesso à Bíblia apenas na igreja. (Foto: Forgotten Missionaries International)

A ilha de Bornéu, uma região pertencente à Indonésia, é marcada não apenas por paisagens paradisíacas. Os cristãos que vivem nos vilarejos não têm acesso fácil à Bíblias e precisam revezar entre si para ler as Escrituras.

De acordo com o site Mission Network News, muitos cristãos da ilha de Bornéu não têm uma Bíblia. “Eles só podem ter acesso às Escrituras durante os cultos da igreja ou em pequenos grupos de 5 a 10 pessoas, construídos em torno de uma única Bíblia”, diz a publicação.

A organização Forgotten Missionaries International (FMI) concluiu uma grande entrega de Bíblias recentemente, mas a necessidade continua grande.

O missionário Bruce Allen, da FMI, conta que poucos dias depois da campanha, os moradores de Bornéu continuaram relatando a necessidade: “Estou recebendo e-mails e telefonemas dizendo: ‘Tudo o que você nos deu, já distribuímos. Já compartilhamos o Evangelho com muitas pessoas. Precisamos de mais 1000 Bíblias imediatamente’”, afirma.

Uma das pessoas impactadas pela distribuição de Bíblias é Agus, um estudante da sexta série que vive na área de Kalimantan. Ele foi criado no animismo, a crença de que tudo possui alma e espírito, inclusive objetos e plantas — até conhecer o Evangelho.

A Indonésia é um país predominantemente muçulmano. Dos mais de 263 milhões de habitantes, cerca de 229 milhões são muçulmanos, enquanto apenas 26 milhões são cristãos. Apesar dessas dificuldades, Agus conheceu vários estudantes cristãos em sua escola.

Até mesmo seu professor era cristão e conversou com ele sobre o Evangelho. “Agus começou a conversar com seu professor sobre quem criou coisas como pedras, árvores e rios. O professor explicou a crença cristã da Criação, e que esse Deus que projetou o universo amava sua criação”, relata Allen.


Agus conheceu vários estudantes cristãos em sua escola. (Foto: Forgotten Missionaries International)

Agus ficou fascinado e quis aprender mais. Contra todas as probabilidades, ele recebeu uma Bíblia que fazia parte da campanha da FMI. Pouco depois, o estudante entregou sua vida a Cristo.

Inspirado por sua nova fé, Agus passou a compartilhar o Evangelho com sua família. Embora seus pais não tenham se convertido, eles ficaram felizes com a mudança de seu filho e deram permissão a um pastor local para batizá-lo.

“Precisamos apenas lembrar que, mesmo quando ouvimos essas histórias de perseguição, há pessoas que o Senhor está atraindo para Si. Jesus disse: ‘Quando eu for levantado da terra, atrairei todos os tipos de pessoas a mim’ (João 12:32), e Ele ainda está fazendo isso”, afirma Allen.

Polícia invade igreja e prende cristãos por se reunirem “ilegalmente”, na China


Cristãos participam de culto em igreja na China. (Foto: China Aid)
Cristãos participam de culto em igreja na China. (Foto: China Aid)

Autoridades prenderam pelo menos três cristãos, depois de invadir uma igreja não registrada, na região de Xinjiang (China), na última sexta-feira (4).

Por volta das 23h (horário local), a polícia invadiu a igreja e levou detidos os cristãos que estavam no local. Do grupo, três pessoas foram condenadas a 8 a 10 dias de detenção por “se reunir ilegalmente”.

Na China, as autoridades frequentemente acusam as igrejas que não estão registradas no governo de “operar ilegalmente”. No entanto, o artigo 36 da Constituição chinesa garante aos cidadãos chineses a liberdade de crença religiosa.

Perseguição sem precedentes

Apesar do fato continuar sendo alarmante, ele não é uma ocorrência isolada e sim quase que cotidiana em determinadas regiões da China, que com seu governo comunista tem apertado cada vez mais o cerco às religiões em seu território.

Exemplo desse cenário é que o governo do presidente Xi Jinping tem exigido a alteração de textos bíblicos e a inclusão de hinos comunistas nos cultos das igrejas chinesas. Além disso, autoridades estão removendo as cruzes dos templos e ordenando que fotos do governante sejam expostas nas paredes e fachadas das congregações.

Segundo a Comissão dos EUA sobre Liberdade Religiosa Internacional (USCIRF), a intolerância religiosa na China está chegando a um nível tão alto que estão faltando parâmetros para mensurá-la.

Assim como nos últimos anos, o relatório divide os países em diferentes níveis, com recomendações de “Nível 1”, representando países que a Comissão acredita que deveriam ser rotulados pelo Departamento de Estado dos EUA como “países de preocupação especial” (CPC). O rótulo CPC traz consigo a possibilidade de os países poderem enfrentar sanções ou outras conseqüências negativas.

O “Nível 2” identifica os países onde as violações da liberdade religiosa ocorreram, mas não atingiram a gravidade necessária para serem consideradas Nível 1.

“Como já foi dito várias vezes nesta manhã, temos os níveis 1 e 2 dos países que observamos”, disse o comissário da USCIRF e ativista conservador social de longa data Gary Bauer durante um evento de lançamento no Capitólio, com a participação de um grupo bipartidário de parlamentares. .

“Se fôssemos classificar os países do Nível 1, a China estaria em uma categoria por si só [com relação ao] nível de perseguição religiosa. O país é um violador de oportunidades iguais”, acrescentou.

Homem se reconcilia com Deus ao encontrar Bíblia intacta após incêndio: “Foi um sinal”


Depois que achou Bíblia intacta em incêndio, o serralheiro Marcio não desgruda mais do livro. (Foto: Bega Godóy)
Depois que achou Bíblia intacta em incêndio, o serralheiro Marcio não desgruda mais do livro. (Foto: Bega Godóy)

No último sábado, o serralheiro Márcio Carlos Popeng, de 51 anos, relatou o que sentiu ao encontrar uma Bíblia intacta em meio aos escombros do incêndio que destruiu sua casa, no Bairro Copacabana, em Lages (SC). Apesar da dura perda, o fato inusitado tem servido para aumentar sua fé.

“Deus está trabalhando na minha vida novamente”, disse ele.

O incêndio teve início na casa conjugada ao lado e, em menos de cinco minutos, acabou atingindo a dele e também outra casa vizinha. Ao todo, foram três residências destruídas pelo incêndio.

Agora, Márcio está recolhendo doações de moradores do bairro onde mora, para reconstruir sua casa. Além disso, uma igreja da Assembléia de Deus está promovendo uma campanha em toda a cidade cidade para ajudar o homem a recomeçar.

Márcio contou ao site local ‘Correio Lageano’, que apesar de se considerar um “homem de fé”, estava afastado da igreja desde 2015. No entanto, ele manteve quatro Bíblias com ele. Duas foram perdidas no incêndio, uma delas foi encontrada intacta sob os escombros e outra permanecia no carro.

O exemplar que ele achou entre os escombros estava dentro de um guarda-roupa. O livro havia sido um presente que ele ganhou em 2008, como presente despedida dos alunos da Escola Bíblica Dominical em sua antiga igreja. Na ocasião, Márcio estava se preparando para assumir outra missão da Assembleia de Deus, no Bairro São Luís.

“Onde a bíblia estava, praticamente tudo ficou intacto. Pedi ao Bombeiro para entrar e ver se conseguia recuperar os documentos da casa e encontrei a Bíblia. Fiquei muito emocionado vendo um pedacinho ‘de mim’ que não queimou”, contou. “Um sinal de Deus”.

Após a ocorrência Marcio se convenceu de que o “achado” tem forte relação com uma retomada de sua volta à igreja e sua missão evangelística. Ele planeja fazer isso em breve.

“Tenho sido abençoado toda vez que algo de ruim acontece, pois consigo me levantar”, explicou ele que já teve 20 empregados, foi viciado em drogas e esteve preso.

“Creio que vou me levantar de novo, mas preciso da ajuda das pessoas. Estou testemunhando como as pessoas são solidárias”, disse.

Popeng havia adquirido a casa da Rua Dom Jaime Câmara no Bairro Copacabana há oito meses e agora, para reconstruí-la, conta com a ajuda de vizinhos e da igreja. Fonte: Guiame

Cristã completa 100 anos e de presente pede doações para cristãos perseguidos


Por Gospel Prime

Marion Needham. (Foto: Reprodução)

Uma mulher cristã completou 100 anos e resolveu fazer uma festa diferente: pedir doações aos seus amigos para instituições que ajudam cristãos perseguidos.

Marion Needham mora em Leyland, o condado de Lancashire, Inglaterra, e ficou comovida com as histórias de cristãos que sofrem perseguição em várias partes do mundo.

Para ajudá-los, ela conseguiu levantar £ 1.000 (mil libras – aproximadamente R$ 5.176) que foram destinados para algumas instituições, entre elas a Barnabas Fund, que divulgou a história de Marion.

“Quando você chega à minha idade, presentes como lenços e cardigãs não são bons para mim, pois acabariam em uma gaveta e seria bom apoiar causas próximas ao meu coração”, revelou a idosa que já é bisavó.

O Barnabas atende cristãos em várias partes do mundo como Nigéria, Oriente Médio, Canadá e Austrália e em nome de todos eles a idosa recebeu uma mensagem de gratidão pela generosidade.

“Um aniversário abençoado, Marion. Suas belas bênçãos e alegria”, disse uma mensagem da Austrália. Outro de um iraniano no Canadá dizia: “Parabéns a você e que o Senhor Jesus Cristo os abençoe”.

Marion, mãe de três filhos com sete netos e 15 bisnetos, comemorou seu aniversário com uma refeição em família, uma grande festa na Igreja Pentecostal de Leyland e um almoço oferecido pela Igreja Evangélica Livre de Chorley, onde toca regularmente piano nas reuniões.

China deportou centenas de pastores e missionários em menos de um ano


Cristãos chineses oram durante culto. (Foto: Council on Foreign Relations)
Cristãos chineses oram durante culto. (Foto: Council on Foreign Relations)

Treze famílias sul-coreanas que vivem na China como parte de um grupo missionário foram deportadas depois que autoridades comunistas decidiram que a permanência dos cristãos no país era “ilegal” devido ao seu trabalho evangelístico.

Recentemente, um missionário sul-coreano que foi deportado da China há um ano contou à International Christian Concern como o governo chinês tenta conter o cristianismo e limitar o número de ‘desertores’ norte-coreanos que entram no país, deportando os suspeitos de compartilhar o Evangelho.

Ele compartilhou como, em 2016, o líder do grupo chegou à estação de Yanji e foi preso pelas forças de segurança. Pouco tempo depois, as autoridades levaram o restante da equipe da missão – treze famílias no total – à delegacia.

Muitos dos missionários foram presos em suas casas, e os detidos incluíam crianças pequenas e um idoso com mais de 60 anos. Após uma investigação que durou a noite toda, a polícia acusou as famílias de serem “missionárias” e disse que a permanência delas na China era ilegal, devido ao seu trabalho evangelístico.

Segundo a lei chinesa, os estrangeiros são proibidos de criar organizações religiosas ou realizar “proselitismo” na China, embora a lei não tenha sido aplicada até que o presidente Xi Jinping assumisse o cargo em 2012, de acordo com o South China Morning Post.

No entanto, o missionário disse à International Christian Concern que, contrariamente à alegação da polícia, as famílias estavam ensinando a Bíblia principalmente aos norte-coreanos, que visitam regularmente a China com a permissão de Pyongyang (capital da Coreia do Norte) – e não fazem evangelizam os cidadãos chineses.

No entanto, as famílias receberam uma semana para vender todos os seus bens, incluindo carros e casas antes da deportação. Em janeiro de 2017, todas as 13 famílias foram deportadas da China.

Logo depois, todas as igrejas ministradas por coreanos-chineses em Dandong, incluindo a maior igreja em Dandong, onde um pastor coreano-chinês liderava cerca de 200 membros, foram fechadas pelas autoridades.

Mais tarde, descobriu-se que as autoridades de segurança de Yanji estavam se preparando para prender os missionários e encerrar suas atividades desde 2014. Para esse fim, as autoridades hackearam repetidamente os e-mails e registraram telefonemas entre os membros do grupo.

“Presume-se que esse ato de explorar a comunicação seja uma tentativa do governo de Xi Jinping de demonstrar seu poder na área de fronteira, onde eles vêem a admissão de desertores norte-coreanos como a raiz da instabilidade na região”, observa a International Christian Concern.

Intensa perseguição religiosa

Nos últimos anos, a China reprimiu missionários estrangeiros no país, expulsando milhares de sul-coreanos acusados ??de fazer proselitismo e ajudar os desertores da Coreia do Norte.

Em 2014, as autoridades começaram a visar missionários sul-coreanos que trabalham com refugiados norte-coreanos no nordeste da China. Entre o final de 2015 e o início de 2016, as províncias de Liaoning, Jilin e Heilongjiang, no nordeste da China, deportaram centenas de pastores e missionários sul-coreanos, na tentativa de fechar suas igrejas.

No entanto, a repressão aumentou após a adoção pela China do “Plano para a Campanha Especial de Investigação e Processamento Legal de Infiltrações Cristãs da Coreia do Sul” no ano passado, segundo o South China Morning Post. O documento coloca as atividades cristãs coreanas em pé de igualdade com outros alvos religiosos de Pequim – budistas tibetanos e uigures muçulmanos na região de Xinjiang.

“As igrejas coreanas têm uma longa história de trabalho missionário na China … mas o que vimos nos últimos 18 meses a dois anos foi uma repressão constante por parte das autoridades chinesas nas atividades missionárias sul-coreanas na China, destinadas a ajudar os norte-coreanos”, disse Eric Foley, CEO da Voice of the Martyrs Korea, ao Christian Post no ano passado. “É uma história que não foi contada na China ou na Coreia.”

A Missão Portas Abertas (EUA) classificou a China no 27º lugar da lista dos 50 países líderes no ranking de perseguição religiosa.

Feiticeiro que matou mãe, esposa e filho para ter “poder” se rende a Cristo


Por Gospel Prime

Jacob e outros irmãos. (Foto: The Timothy Initiative)

Um senhor africano se tornou feiticeiro após a morte de seu avô, seguindo então a tradição de seu povo e mantendo-a viva.

Identificado com Jacob, o homem se tornou muito poderoso e passou a ser procurado por pessoas de outros países que chegavam até a sua tribo interessados no seu poder.

Muitas pessoas o procuravam para pedir por cura, morte, para acalmar mentes e até mesmo para enlouquecer outras pessoas.

Mas para se manter poderoso, ele precisava sacrificar pessoas e em nome dessa magia, ele sacrificou seu primo, sua mãe, sua esposa e um filho.

Realizar esses sacrifícios o deixou aflito e ele se tornou alcoólatra, procurando no álcool uma forma de amenizar a dor, a culpa e o sofrimento pelo que ele fez.

A vida de Jacob começou a mudar quando um dia, dentro do bar, ele ouviu algumas pessoas comentando sobre um filme que estava sendo exibido na vila naquela noite. Curioso, ele decidiu participar.

O filme em questão era sobre a história de Jesus, um projeto realizado por missionários ligados à The Timothy Initiative, que prepara e envia plantadores de igrejas para várias partes do mundo, inclusive para a África.

A mensagem do filme tocou a vida de Jacob que entendeu sua necessidade de ter Jesus como Salvador. Foi por isso que ele procurou o missionário Alex, confessou as atrocidades que havia feito e entregou sua vida para Jesus.

Cansado da vida que levava e da culpa que o consumia, Jacob resolveu apagar os laços com o passado e queimou todos os seus amuletos diante da vila, o que deixou a todos furiosos, forçando-o a abandonar a aldeia.

Alex levou Jacob para sua casa e começou a discípula-lo. Ele o encorajou a crescer em sua fé e a se tornar um discípulo, passando a compartilhar o Evangelho com pessoas que o procuraram anteriormente em busca de magia e muitos deles aceitaram a Jesus.

Bolsonaro cita a Bíblia e glorifica a Deus em discurso na ONU


Jair Bolsonaro, presidente do Brasil, diz à Assembléia Geral da ONU que a floresta amazônica é território soberano (Foto: Carlo Allegri/Reuters)

Jair Bolsonaro, presidente do Brasil, diz à Assembléia Geral da ONU que a floresta amazônica é território soberano (Foto: Carlo Allegri/Reuters)

O presidente Jair Bolsonaro discursou nesta terça-feira (24) pela primeira vez como chefe de Estado na 74ª edição da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York, nos EUA.

Em sua fala onde disse que o Brasil ali estava para reestabelecer a verdade, Bolsonaro tratou de diversos temas, entre os quais democracia, economia, regimes políticos na América Latina, direitos humanos, causa indígena, paz, meio ambiente, Amazônia e liberdade religiosa.

Com duração de cerca de 30 minutos, o discurso de Bolsonaro destacou a “defesa intransigente” do Brasil com relação à liberdade religiosa” e questões relacionadas à soberania do país, à família e direitos individuais, como à crença e fé.

Bolsonaro também fez a citação bíblica de João 8:32, que tem sido uma “marca” de sua atuação desde a campanha presidencial. “Tudo o que precisamos é contemplar a verdade seguindo João 8:32: ‘E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará’”, disse.

O presidente falou do episódio em que sofreu atentando ao ser esfaqueado por Adélio Bispo em 6 de setembro de 2018, em Minas Gerais. “Só sobrevivi por um milagre de Deus”, disse Bolsonaro. “Mais uma vez agradeço a Deus pela minha vida”.

Bolsonaro finalizou seu discurso dizendo que dizendo que “agradeço a todos pela graça e pela glória de Deus”.

Crianças, ideologia e Deus

O presidente disse que “durante as últimas décadas nos deixamos seduzir, sem perceber, por sistemas ideológicos de pensamento que não buscavam a verdade, mas o poder absoluto.” Ao falar sobre ideologia, que segundo disse, instalou-se “no terreno da cultura, da educação e da mídia”, ela afetou até mesmo as crianças.

“A ideologia invadiu nossos lares para investir contra a célula mater de qualquer sociedade saudável, a família”, declarou Bolsonaro. O presidente disse que essa ideologia de gênero “tenta ainda destruir a inocência de nossas crianças, pervertendo até mesmo identidade mais básica e elementar, a biológica”.

O presidente disse também que a “ideologia invadiu a própria alma humana para dela expulsar deus e a dignidade com que Ele nos revestiu”.

Liberdade Religiosa

“A perseguição religiosa é um flagelo que devemos combater de forma incansável. Nos últimos anos testemunhamos, em diferentes regiões, ataques covardes que vitimaram fiéis, congregados em igrejas, sinagogas e mesquitas”, disse Bolsonaro.

O presidente disse que “o Brasil condena energicamente todos esses atos e está pronto a colaborar com outros países para a proteção daqueles que se veem oprimidos por causa de sua fé”.

Bolsonaro destacou que “preocupam o povo brasileiro, em particular, a crescente perseguição, a discriminação e a violência contra missionários e minorias religiosas em diferentes regiões do mundo”. Nesse sentido, o presidente disse que o país apoia o Dia Internacional em Memória das Vítimas de Atos de Violência baseados em Religião ou Crença, comemorado em 22 de agosto. “Nesta data recordaremos, anualmente, aqueles que sofrem as consequências nefastas da perseguição religiosa”, disse o presidente.

Discurso americano

Na mesma linha, o presidente americano Donaldo Trump, que discursou após Bolsonaro, disse que 80% da população vivem em países onde a liberdade religiosa inexiste e que os EUA nunca se cansarão de apoiar a liberdade de culto e de religião.

Trump falou ainda sobre aborto ao dizer que os americanos não se cansarão de defender vidas inocentes. “Criança nascida e não nascida são um presente sagrado de Deus e os EUA não podem permitir que entidades internacionais se metam em direitos dos cidadãos”, disse.

Bolsonaro agradeceu o apoio de Israel no combate aos incêndios na Amazônia.

Primeira-dama

A primeira-dama Michelle Bolsonaro acompanhou o presidente na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas.

À tarde, Michelle deverá participar de um evento promovido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

O evento será na Biblioteca Pública de Nova York e trata, conforme o Planalto, do “bilhão excluído da cobertura universal de saúde: crianças e pessoas com dificuldades no desenvolvimento e deficiências”.

Michelle tem atuação em trabalhos sociais, principalmente nos destinados à comunidade de surdos e mudos. A primeira-dama, inclusive, discursou na posse de Bolsonaro em libras (Língua Brasileira de Sinais).

No governo, a primeira-dama preside o conselho do programa Pátria Voluntária, que incentiva ações de trabalho voluntário no país.

Assista:

Fonte: Guiame

Menino conta que ‘voz de Deus’ o ajudou a salvar o irmão de afogamento


Konnor (à esquerda) e Rylan (à direita) que ficou internado por dois dias em um hospital. (Foto: Reprodução/WAFB News)
Konnor (à esquerda) e Rylan (à direita) que ficou internado por dois dias em um hospital. (Foto: Reprodução/WAFB News)

Uma família viveu um milagre na tarde de sábado, 7 de setembro, enquanto os meninos Konnor, de 6 anos e Rylan, de 2, aproveitavam o dia ensolarado para se refrescarem na piscina.

Tudo estava bem até que Rylan decidiu pular na piscina para nadar sozinho.

“Ele pulou na [piscina] e achou que sabia nadar sozinho, mas foi até o fundo”, disse seu irmão Konnor, que presenciou a cena.

A uma curta distância, o tenente Richard Boe, do Gabinete do Xerife Ascension Parish, estava pegando comida depois de sair do trabalho quando recebeu uma ligação informando sobre uma criança afogada.

“Saímos do turno às 16h. Provavelmente 10 minutos depois das 16h, eu estava pegando o jantar da noite para mim e para minha esposa, quando uma ligação chegou”, disse Boe, que largou tudo e correu para casa, pensando em seu próprio neto de 3 anos.

Na casa, as pessoas começaram a entrar em pânico e começaram a implorar por um milagre, pois Rylan havia se afogado.

O menino foi tirado do fundo por Konnor, que pulou desesperado na piscina e puxou seu irmão para fora.

Konnor disse que foi ‘impelido’ a tirar seu irmão da piscina por uma voz de Deus.

Ele contou que Deus disse a ele para ir buscar Rylan. “Vá para o fundo da piscina e pegue-o”, diz Konnor ter ouvido Deus falar.

Quando Rylan estava fora da piscina, os adultos da residência começaram um procedimento cardíaco no menino. Sua mãe, Macy, disse que estava se preparando mentalmente para o pior.

“Ele se foi. Ele estava completamente azul. E eu sabia que ele não voltaria para nós”, disse Macy.

O tenente Boe chegou à cena em questão de minutos, na hora certa.

“Nem parecia que ele havia estacionado o carro. Ele correu para nós tão rápido”, disse Macy.

“Eu chequei sua boca e as vias aéreas, limpei toda a água e fiz uma massagem esternal para estimulá-lo, apertei sua mão e ele começou a respirar”, disse Boe em depoimento emocionado.

Ainda azul, Rylan foi levado de avião para um hospital, onde permaneceu por dois dias.

Agora o menino está de volta, graças a seu irmão Konnor, que ele diz que ama imensamente, e Boe, o mais novo membro de sua família e seu anjo da guarda. Fonte: Guiame

Médicos preferem deixar trabalho a serem obrigados a fazer aborto ou cirurgia de gênero


Médico. (Foto: Online Marketing / Unsplash)

Nos Estados Unidos há um crescente debate acerca do direito de consciência que tem colocado médicos e enfermeiros contra seus empregadores quando estão diante de casos onde são obrigados a fazer procedimentos aos quais se opõem por razões morais.

Dois exemplos são a realização do aborto e realização de cirurgia de mudança de sexo.

O caso é tão intenso que o governo de Donald Trump está executando novos regulamentos para implementar e fazer cumprir cerca de 25 leis de consciência.

À CBN News, o Dr. Davis Stevens, CEO emérito da Christian Medical & Dental Associations (CMDA), explicou que a importância da defesa do direito de consciência.

“O direito de consciência é a liberdade de praticar atendimento médico de acordo com suas convicções religiosas, morais ou éticas profundamente enraizadas”.

Uma pesquisa realizada pela Heart + Mind Strategies mostra que os norte-americanos estão ao lado dos médicos e do direito de consciência deles.

Para 83% dos entrevistados, médicos e enfermeiros não devem ser forçados a executar procedimentos que eles rejeitam moralmente. O estudo também revelou que 85% das mulheres mantêm essa visão.

“Também vimos um forte acordo entre as filiações partidárias: 93% dos republicanos, 78% dos democratas, 81% dos independentes e 76% dos libertários”, disse Greg Schleppenbach, da Conferência dos Bispos Católicos dos EUA (USCCB), que co-patrocinou o pesquisa.

Ainda segundo a pesquisa, 91% dos médicos cristãos disseram que iriam embora de seus trabalhos caso fossem obrigados a violar sua consciência.

“Enquanto conversamos com nossos membros, essa é a questão mais importante para eles. E eles percebem que se perdermos essa batalha, eles não estarão mais praticando medicina”, observou Stevens.

A pesquisa mostra também que 97% dos profissionais de saúde baseados na fé insistem em cuidar de pacientes em necessidade, independentemente de sua orientação sexual, identificação de gênero ou casamento homossexual.

Contudo, eles relatam serem vítimas de preconceito por conta de sua fé. Um caso clássico foi da enfermeira de Vermont que foi forçada a participar de um aborto e depois foi demitida, o que gerou um processo contra o Estado.

Na Flórida, uma médica foi rejeitada para o emprego em uma clínica porque os ginecologistas e obstetras daquele hospital tomaram conhecimento de que ela era membro de uma associação pró-vida. Fonte: Gospel Prime

China deportou centenas de pastores e missionários em menos de um ano


Cristãos chineses oram durante culto. (Foto: Council on Foreign Relations)
Cristãos chineses oram durante culto. (Foto: Council on Foreign Relations)

Treze famílias sul-coreanas que vivem na China como parte de um grupo missionário foram deportadas depois que autoridades comunistas decidiram que a permanência dos cristãos no país era “ilegal” devido ao seu trabalho evangelístico.

Recentemente, um missionário sul-coreano que foi deportado da China há um ano contou à International Christian Concern como o governo chinês tenta conter o cristianismo e limitar o número de ‘desertores’ norte-coreanos que entram no país, deportando os suspeitos de compartilhar o Evangelho.

Ele compartilhou como, em 2016, o líder do grupo chegou à estação de Yanji e foi preso pelas forças de segurança. Pouco tempo depois, as autoridades levaram o restante da equipe da missão – treze famílias no total – à delegacia.

Muitos dos missionários foram presos em suas casas, e os detidos incluíam crianças pequenas e um idoso com mais de 60 anos. Após uma investigação que durou a noite toda, a polícia acusou as famílias de serem “missionárias” e disse que a permanência delas na China era ilegal, devido ao seu trabalho evangelístico.

Segundo a lei chinesa, os estrangeiros são proibidos de criar organizações religiosas ou realizar “proselitismo” na China, embora a lei não tenha sido aplicada até que o presidente Xi Jinping assumisse o cargo em 2012, de acordo com o South China Morning Post.

No entanto, o missionário disse à International Christian Concern que, contrariamente à alegação da polícia, as famílias estavam ensinando a Bíblia principalmente aos norte-coreanos, que visitam regularmente a China com a permissão de Pyongyang (capital da Coreia do Norte) – e não fazem evangelizam os cidadãos chineses.

No entanto, as famílias receberam uma semana para vender todos os seus bens, incluindo carros e casas antes da deportação. Em janeiro de 2017, todas as 13 famílias foram deportadas da China.

Logo depois, todas as igrejas ministradas por coreanos-chineses em Dandong, incluindo a maior igreja em Dandong, onde um pastor coreano-chinês liderava cerca de 200 membros, foram fechadas pelas autoridades.

Mais tarde, descobriu-se que as autoridades de segurança de Yanji estavam se preparando para prender os missionários e encerrar suas atividades desde 2014. Para esse fim, as autoridades hackearam repetidamente os e-mails e registraram telefonemas entre os membros do grupo.

“Presume-se que esse ato de explorar a comunicação seja uma tentativa do governo de Xi Jinping de demonstrar seu poder na área de fronteira, onde eles vêem a admissão de desertores norte-coreanos como a raiz da instabilidade na região”, observa a International Christian Concern.

Intensa perseguição religiosa

Nos últimos anos, a China reprimiu missionários estrangeiros no país, expulsando milhares de sul-coreanos acusados ??de fazer proselitismo e ajudar os desertores da Coreia do Norte.

Em 2014, as autoridades começaram a visar missionários sul-coreanos que trabalham com refugiados norte-coreanos no nordeste da China. Entre o final de 2015 e o início de 2016, as províncias de Liaoning, Jilin e Heilongjiang, no nordeste da China, deportaram centenas de pastores e missionários sul-coreanos, na tentativa de fechar suas igrejas.

No entanto, a repressão aumentou após a adoção pela China do “Plano para a Campanha Especial de Investigação e Processamento Legal de Infiltrações Cristãs da Coreia do Sul” no ano passado, segundo o South China Morning Post. O documento coloca as atividades cristãs coreanas em pé de igualdade com outros alvos religiosos de Pequim – budistas tibetanos e uigures muçulmanos na região de Xinjiang.

“As igrejas coreanas têm uma longa história de trabalho missionário na China … mas o que vimos nos últimos 18 meses a dois anos foi uma repressão constante por parte das autoridades chinesas nas atividades missionárias sul-coreanas na China, destinadas a ajudar os norte-coreanos”, disse Eric Foley, CEO da Voice of the Martyrs Korea, ao Christian Post no ano passado. “É uma história que não foi contada na China ou na Coreia.”

A Missão Portas Abertas (EUA) classificou a China no 27º lugar da lista dos 50 países líderes no ranking de perseguição religiosa.



WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia