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:: ‘missões’

Nigéria: igrejas crescem após ataques extremistas

O pastor Marcus Abana agora tem 400 pessoas em sua igreja na Nigéria

O pastor Marcus Abana agora tem 400 pessoas em sua igreja na Nigéria

O estrago que o Boko Haram fez ao passar pelos vilarejos no estado de Adamawa, na Nigéria, marcou a vida da população e os muros de uma igreja. Com manchas de sangue, os extremistas islâmicos conseguiram amedrontar cristãos de retornarem às reuniões. As consequências da violência abalaram a fé de muitas pessoas, inclusive do pastor Marcus Abana: “Quando você anda com o Senhor e essas coisas acontecem com você, existe um grande desapontamento, medo e perda de confiança e de esperança. Honestamente, naquele tempo, minha vida espiritual estava abalada também”, revela.

Após visitar os membros da igreja, gradualmente foram regressando, mas o baque ainda era muito forte entre eles. Então, todos começaram a participar de um seminário sobre cura de trauma e foram recebendo provisões para as necessidades que surgiam: “A Portas Abertas também distribuiu comida para muitos porque não tinha alimento estocado – não apenas isso, mas também ofereceu suporte financeiro”. “Por causa dos ensinamentos, muitas pessoas ficaram encorajadas e fortalecidas e retornaram à igreja”, testemunha o pastor.

Quando Marcus Abana lembra das pessoas que fizeram as atrocidades pelo país, ele diz não querer retribuir com a mesma dor que enfrentaram. A mensagem que gostaria de falar aos membros do Boko Haram é: “O que vocês têm feito, nós não pagaremos da mesma forma, apenas se voltem para Cristo. Vocês mataram pessoas, roubaram propriedades, destruíram casas e queimaram igrejas, mas Deus está disposto a perdoar todos os pecados de vocês, essa é a boa notícia que eu tenho hoje”. :: LEIA MAIS »

Cristãos indianos dispostos a morrer por Cristo

Abishek ora com família de cristãos perseguidos na Índia e é encorajado pela fé deles

Abishek ora com família de cristãos perseguidos na Índia e é encorajado pela fé deles

Abishek* é um parceiro local da Portas Abertas na Índia. Recentemente, ele compartilhou sobre o trabalho com algumas famílias que tem acompanhado e ajudado por meio das contribuições dos parceiros da Portas Abertas.

Ele relata sobre o incidente ocorrido com um pai de cinco filhos que era membro de um grupo extremista, mas se converteu e saiu do grupo. Por isso, o grupo se voltou contra ele, tornando-se muito cruel com ele, mas ele ficou firme na fé. Esse cristão também foi muito bem-sucedido após a conversão, o que fez o povo ter inveja dele. “Os filhos dele receberam educação, suas plantações foram abençoadas e, por isso, as pessoas ficaram com inveja”, conta Abishek.

Certa noite, quando a esposa e quatro filhas não estavam em casa, somente o cristão e o filho, alguém bateu à porta – era um grupo de extremistas. Eles perguntaram: “Você é cristão?”. Ele respondeu que sim. Então eles disseram: “Então venha conosco”. Eles bateram nele até a morte.

Quando os parceiros locais da Portas Abertas ouviram sobre o incidente, enviaram Abishek para confortar a família. Ele levou alimentos para três a quatro meses, pois sabia que com a perda do provedor do lar, a mãe teria dificuldades para cuidar dos cinco filhos. A Portas Abertas também vai pagar a mensalidade escolar para os cinco filhos. Abishek conta: “Chamei alguns líderes locais e nós oramos pela família. Oramos por essa mãe e filhos. Eu chorei, pois não conseguia controlar minhas emoções”. Ele continuará visitando a família.

Situações como essas são comuns para Abishek, mas ele diz que a fé dos cristãos que serve o ajuda a continuar. Ele compartilha: “Aquela mãe ainda dizia: ‘Eu nunca vou abandonar Jesus Cristo. Meu marido se foi por isso, e se eles também me matarem, estou pronta para isso’. Ouvir esse tipo de afirmação, realmente nos fortalece e encoraja sobre quanto precisamos ser fiéis em nosso serviço a essas pessoas, ajudando-as e reerguendo-as. Isso me ajuda muito”. (Essa história continua). :: LEIA MAIS »

Qual o impacto da Revolução Russa para os cristãos?

Cristãos enfrentam perseguição mesmo após o fim do regime

Cristãos enfrentam perseguição mesmo após o fim do regime

A Revolução Russa completa 102 anos e suas consequências foram além de econômicas e políticas, atingindo também a esfera religiosa do maior país em extensão territorial do mundo. Com a tomada do poder pelos trabalhadores russos em novembro de 1917, professar uma fé tornou-se um problema de Estado, capaz de levar os cidadãos para cadeias ou até sentenciá-los à morte, já que o fato de discordar da ideologia vigente era considerado uma oposição.

“O cristianismo é entendido como uma manifestação religiosa que ameaçaria esses valores, por ser entendido como uma religião ocidental e, portanto, inimiga. Deve-se considerar também o fato de que o cristianismo será sempre contracultural, esteja no Ocidente ou no Oriente. Sendo assim, a perseguição, mais intensa ou menos intensa, fará parte da caminhada da igreja cristã”, explica o pastor presbiteriano e historiador, Nilson Ribeiro Luz Junior.

Os novos governantes da Rússia, chamados de bolcheviques, ganharam a guerra civil no país e, em 1922, seus domínios se estenderam para 14 nações. Como os ideais da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) eram populares em todo mundo e a possibilidade de construir um futuro melhor atraía jovens a festivais, um deles aconteceria em Varsóvia em julho de 1955. Dentre os milhares de participantes do evento na capital da Polônia, estava Anne van der Bijl, jovem holandês que mais tarde seria conhecido como Irmão André. :: LEIA MAIS »

Encoraje a família de Leah Sharibu, sequestrada na Nigéria

Sequestrada aos 14 anos de idade, Leah está presa pelo Boko Haram na Nigéria há quase dois anos

Sequestrada aos 14 anos de idade, Leah está presa pelo Boko Haram na Nigéria há quase dois anos

Desde 19 de fevereiro de 2018, a família da nigeriana Leah Sharibu vive a angústia da espera pela libertação da filha sequestrada pelo Boko Haram. Mesmo com a intervenção do presidente da Nigéria, Muhammadu Buhari, as negociações com os extremistas islâmicos ainda continuam. Em agosto de 2019, o líder africano garantiu que a garota ainda está viva.

Leah foi sequestrada com um grupo de 111 meninas em uma escola de segundo grau em Dapchi, no estado de Yobe. Mas um mês depois, todas as adolescentes foram libertadas, menos a cristã, por não negar a fé. “Leah ia entrar no veículo que as traria de volta, mas então o Boko Haram disse que ela teria de se converter ao islamismo. As amigas tentaram convencê-la, mas ela disse que não se converteria. Então eles disseram que ela ficaria. Foi assim que a deixaram. Ela está sozinha”, conta a mãe, Rebecca Sharibu.

Houve uma comoção mundial para que as autoridades do país apressassem a libertação da garota que agora tem 16 anos. Na Nigéria, as igrejas se mobilizaram entre 2 a 4 de outubro de 2018 para orar e jejuar pela libertação da jovem em segurança. O mês era o tempo máximo que os terroristas deram para manter Leah viva.

No mesmo período, os envolvidos no caso receberam uma fotografia da garota e um áudio de 35 segundos. “Quando eu ouvi a voz dela e vi sua foto sentada com um hijab (véu muçulmano), comecei a chorar, dizendo ‘oh, Deus, veja minha pequena Leah, ela foi forçada a usar o hijab. Senhor, traga-a de volta para mim’.” “Toda vez que me sinto desanimada, Deus envia alguém para me visitar ou telefonar e me encorajar. Quando lembro que cristãos de todo o mundo estão orando por Leah, isso me dá força para prosseguir”, conclui a mãe da jovem cristã. :: LEIA MAIS »

A realidade dos cristãos ex-muçulmanos no Norte da África

Cristãos ex-muçulmanos no Norte da África não desfrutam de liberdade nem mesmo no círculo familiar. Ore por eles

Cristãos ex-muçulmanos no Norte da África não desfrutam de liberdade nem mesmo no círculo familiar. Ore por eles

O Domingo da Igreja Perseguida (DIP) é o maior evento nacional e interdenominacional de oração pela Igreja Perseguida. A cada ano, cristãos de todo o Brasil se mobilizam para organizar o DIP em sua igreja local. Em 2020, o DIP será em 7 de junho e o tema é Cristãos ex-muçulmanos. Hoje você conhecerá um pouco mais sobre a perseguição aos cristãos ex-muçulmanos no Norte da África. Esses cristãos deixaram o islã para seguir a Jesus e a perseguição que enfrentam é forte e tem diferentes faces. Quando conversamos com esses “infiéis” (como são chamados pela maioria islâmica), uma coisa fica clara: o preço que eles pagam é alto.

A primeira e mais comum fonte de perseguição em toda a região é a família do novo convertido. O cristão ex-muçulmano do Marrocos, Aziz*, de 33 anos, explica: “As pessoas são expulsas da família por causa da conversão. Elas não têm seus direitos respeitados. Alguns são forçados pela família a se divorciar e outros são presos dentro de casa. É mais difícil para as mulheres, pois culturalmente meninos e homens têm mais liberdade e direitos, então estão em uma posição melhor que as mulheres. As mulheres, às vezes, são forçadas a se casar com um muçulmano”.

Aziz explica que no âmbito familiar os convertidos enfrentam violência e são agredidos, e há a constante pressão da família dizendo que o que estão fazendo é errado. Aizah, uma cristã da Tunísia, acrescenta que “geralmente também significa que a família não vai pagar pelos estudos de um filho ou filha ‘infiel’”. Ela acrescenta que ser expulso de casa também significa que não participará de nenhuma celebração em família, pois o cristão não é mais bem-vindo nas reuniões e celebrações da família. :: LEIA MAIS »

Médico que salvou mais de mil vítimas do Estado Islâmico conta os horrores da jihad

Mirza Dinnayi salvando meninas. (Foto: Arquivo Pessoal)

O médico Mirza Dinnayi atuou em 2016 cuidando das vítimas do Estado Islâmico no Iraque, conseguindo salvar mais de mil pessoas, incluindo vítimas da etnia yazidi, da qual ele faz parte.

Uma das vítimas que mais chamou sua atenção foi Lamya, uma jovem yazidi de 16 anos que estava com o rosto queimado após conseguir escapar de uma explosão que matou duas de suas colegas que também tentavam fugir dos terroristas.

Até ser encontrada, Lamya sofreu de diversas formas. Foram um ano e meio vivendo violência e estupros, sendo vendida como escrava sexual de Mossul a Hawija.

“A encontrei cega, muito machucada, sem forças. Ela tinha muita vergonha. Não falava, não tinha vontade de viver. Os médicos não tinham condições de tratá-la no Iraque”, lembra Dinnayi à BBC Brasil.

Desde 2007 ele mantém a organização não governamental Luftbrücke Irak (Ponte Aérea Iraque) que oferece assistência para yazidis sobreviventes do Estado Islâmico e Lamya foi incluída neste programa.

De março a dezembro de 2015 a ONG conseguiu levar para a Alemanha, parceira do programa, cerca de 1,1 mil crianças e mulheres yazidis que passaram a receber tratamento médico e psicológico.

Mirza Dinnayi com Lamya. (Foto: Arquivo pessoal)

“Conseguimos salvar um olho de Lamya e, aos poucos, ela foi voltando à vida”, recorda o médico e ativista.

A jovem revelou o desejo de contar sua história ao mundo e, um ano mais tarde, recebeu o Prêmio Sakharov do Parlamento Europeu junto a outra sobrevivente yazidi, Nadia Murad, vencedora do Prêmio Nobel da Paz em 2018.

Problemas emocionais

Dinnayi tem um trabalho importante de ajudar tantas vítimas dessa guerra, tanto que foi reconhecido com o Prêmio Aurora pelo Despertar Humanitário entregue em outubro deste ano.

Mas o trabalho lhe trouxe vários problemas emocionais, como depressão e estresse pós-traumático.

“Não havia um caso pior que o outro. Todos eram insuportáveis. Havia crianças que viram a mãe ser estuprada, meninas pequenas estupradas na frente das mães. Não gosto de lembrar”, revelou ele que mora na Alemanha desde 1994.

“Algumas imagens, eu jamais esquecerei. Imagine ter na sua frente uma menina de oito anos que te conta como foi estuprada sete, oito vezes ao dia durante meses por soldados do EI. No outro dia, uma adolescente com queimaduras de terceiro grau em todo o corpo, que tinha atado fogo em si mesma para se suicidar e escapar do tormento”, relata.

Fonte: Gospel Prime

Família sírias recebem apoio de igrejas cristãs

Cristãos de Qamishli oram pela paz na Síria

Cristãos de Qamishli oram pela paz na Síria

Os cristãos do norte da Síria respiram mais aliviados desde que a criação da zona de segurança entre a fronteira da Turquia foi estabelecida. Além disso, o acordo que o exército turco fez de cessar fogo para que as tropas curdas se retirassem da área também trouxe uma calma à população.

De acordo com o pastor George, da Aliance Church em Qamishli, as notícias alegraram a todos que participaram da reunião de oração que fizeram no dia final do “cessar-fogo”. Com confiança, eles pediram a Deus para protegê-los e não permitir que nada ruim acontecesse. “Não podemos dizer que estamos em completa paz. As pessoas deslocadas não retornaram para as casas, mas o acordo deu esperança de que um dia poderão retornar. Nós estamos ansiosos para ver o que irá acontecer”, explicou o líder cristão.

Como um passo de fé, a igreja do pastor George, que tinha interrompido a construção desde 2013, voltou a ser edificada mesmo em tempos de incertezas. “Nós recomeçamos a reforma, apesar das circunstâncias. Eu coloquei o primeiro bloco para construção. Nós confiamos que Deus irá continuar o trabalho e que, apesar de tudo, ele nos ajudará e protegerá”, testemunha. :: LEIA MAIS »

Crescimento em meio à perseguição na Ásia Central

O evangelho tem alcançado pessoas de todas as faixas etárias na Ásia Central, possibilitando o crescimento da igreja

O evangelho tem alcançado pessoas de todas as faixas etárias na Ásia Central, possibilitando o crescimento da igreja

Neste mês de novembro, a Revista Portas Abertas aborda a Ásia Central, região que engloba as ex-repúblicas soviéticas de maioria muçulmana, como Azerbaijão, Cazaquistão, Quirguistão, Tajiquistão, Turcomenistão e Uzbequistão. Em muitos países da Ásia Central, a igreja é estritamente monitorada pelo governo e o cristianismo é visto como uma fé dos “opressores russos”.

Mas mesmo em meio ao severo controle do governo, a igreja tem crescido. Na revista, você vai conhecer testemunhos de como o poder de Deus transformou vidas, levando as pessoas transformadas a servirem ao Senhor, alcançando outros. Você conhecerá, por exemplo, o ministério de um evangelista local que visita vilarejos remotos levando roupas, alimentos e a palavra de vida eterna.

Você também pode ler sobre o avanço do evangelho no Kuwait e terá mais informações sobre o Domingo da Igreja Perseguida 2020, que já está com inscrições abertas. Queremos ver milhares de igrejas em todo o Brasil engajadas em oração e ação pelos cristãos ex-muçulmanos de todo o mundo. Você é nosso convidado para embarcar nesta jornada!

Você poderá ser edificado com um devocional marcante e poderá acompanhar o Vamos Orar, com pedidos diários de oração pela Igreja Perseguida. A Revista Portas Abertas é o melhor caminho para você ficar em dia com tudo relacionado aos cristãos perseguidos, nossos irmãos que não desfrutam da mesma liberdade que nós para adorar ao Senhor. Fonte: Portas Abertas

Crianças perdem as pernas, mas não a esperança

Jeovanni, Dieu e Steven mantém a fé em Cristo na República Centro-Africana

Jeovanni, Dieu e Steven mantém a fé em Cristo na República Centro-Africana

Desde 2013, a Portas Abertas tem acompanhado três jovens que perderam suas pernas em um ataque a uma igreja cristã na República Centro-Africana. O futuro deles foi mudado por meio de extremistas islâmicos que atiraram três granadas durante um culto. Mas os sentimentos de raiva e desesperança não encontraram lugar no coração desses pequenos cristãos.

Jeovanni foi atingido por uma das granadas e lembra bem o dia em que perdeu as duas pernas no atentado. Ele foi à igreja com a tia mesmo sem vontade e estava comendo um bolo no momento em que o dispositivo caiu aos seus pés. “[A explosão] foi tão forte que minha irmãzinha ao meu lado voou para trás da igreja. Minha tia e eu não voamos. Nós continuamos no mesmo lugar. Tinha uma fumaça grossa e as pessoas gritavam e corriam por todo lugar”, relembra.

Após o incidente, ele foi socorrido pela Cruz Vermelha e levado ao hospital. Lá tiveram que esperar pelo médico, já que era um domingo e não havia especialista para fazer o atendimento imediato. Quando a mãe de Jeovanni encontrou o filho sendo atendido pelas enfermeiras, não resistiu ao choque e desmaiou.

Depois da cirurgia de emergência, o garoto acordou sem as pernas e sempre que vê fotos de como era antes do incidente, fica triste. Porém, o desejo dele não é por vingança; ele espera um dia encontrar a pessoa que atirou as granadas para dizer que já a perdoou. “Eu penso que ele não sabe realmente como é terrível o que ele fez. Eu o saudaria e diria: Deus perdoa você, e eu quero perdoar você também”, testemunha. :: LEIA MAIS »

Presença cristã pode ser extinta em Burkina Faso

Líderes de igrejas enfrentam assassinatos, sequestros e discriminação

Cristãos são deslocados pela perseguição de grupos extremistas em Burkina Faso

Cristãos são deslocados pela perseguição de grupos extremistas em Burkina Faso

O aumento do extremismo islâmico tem tirado a paz dos cristãos em Burkina Faso. Os deslocamentos forçados, a fome e o medo fazem parte do dia a dia de irmãos e irmãs, e os líderes cristãos do país estão clamando por ajuda para enfrentarem os resultados da violência física e emocional. Apesar da Constituição de 2012 prever a liberdade religiosa, os jihadistas têm ignorado as leis. “Os valores da tolerância, perdão e amor, que têm sempre guiado o país, foram agredidos. A liberdade de adorar, consagrada em nossas leis, também foi desafiada”, afirma o pastor Henri Ye, líder da Federação de Igrejas e Missões Evangélicas (FEME).

Com 60% da população professando a fé islâmica, Burkina Faso tem 25% de cristãos e o restante segue as religiões tradicionais africanas. A maioria dos muçulmanos vive ao norte do país, já os cristãos ficam localizados no centro e no sul. O cristianismo chegou no país no início do século 20 com a presença de missionários franceses. Porém, as práticas das religiões tradicionais africanas têm encontrado lugar entre muitos muçulmanos e cristãos, resultando em um sincretismo religioso.

Sequestros, assassinatos e discriminação de cristãos estão se intensificando mesmo com o apoio das Forças de Segurança Nacional. Nesse momento, o líder cristão Laurent Birfuoré Dabiré pede ajuda internacional: “Se o mundo continuar a não fazer nada, o resultado será a eliminação da presença cristã”.

Os grupos extremistas islâmicos têm migrado para o interior do país e enfraquecido a segurança com ataques às instituições governamentais e civis e até pessoas. “Os grupos armados vêm para promover divisão e ser o combustível para tensão com o assassinato de líderes das comunidades e religiosos”, esclarece o componente da FEME. Apesar de o governo atual de Christian Kaboré fortalecer a democracia e incentivar o respeito aos direitos humanos, os ataques dos extremistas islâmicos têm ofuscado a liberdade no país

Mais 19 pessoas são vítimas de extremistas

Jihadistas são suspeitos de matar 19 pessoas em ataque no nordeste da Burkina Faso, no fim de semana do dia 25 de outubro. De acordo com a rádio Omega, pistoleiros invadiram a vila de Pobe Mengao, na região do Sahel, no norte do país, e assassinaram 16 pessoas. Veículos foram roubados e lojas incendiadas. Na sexta-feira e sábado, três pessoas foram mortas em Rouga, na provícia de Lorum, reportou a agência Burkina Faso News.

O que a Igreja Perseguida e a Reforma Protestante têm em comum?

Os princípios da Reforma Protestante podem ser vistos na vida dos cristãos perseguidos

Os princípios da Reforma Protestante podem ser vistos na vida dos cristãos perseguidos

Hoje é comemorado o Dia da Reforma Protestante, que completa 502 anos. E como resultado disso, temos os cinco solas, que contêm os princípios fundamentais da Reforma. Sendo assim, convidamos você a refletir nos pontos em comum entre os solas, os valores da Portas Abertas e a Igreja Perseguida. O primeiro é o Sola Fide, traduzido como somente a fé. Em concordância, um dos valores da Portas Abertas é “somos pessoas de fé”. Mas como isso se relaciona com os cristãos perseguidos? Por conta da pressão e situações enfrentadas, nossos irmãos e irmãs precisam fortalecer sua fé. Um exemplo disso, são os cristãos perseguidos na África Subsaariana, que precisam de apoio para auxiliar no crescimento do Reino de Deus. Eles precisam lidar com as tradições culturais de sua comunidade e apenas com uma fé sólida em Cristo conseguirão abrir mão dos costumes e práticas locais. :: LEIA MAIS »

Três evangelistas são mortos em protestos na Etiópia

Protestos na Etiópia deixam um saldo de quase 70 mortes e muitos feridos (foto: Reuters)

Protestos na Etiópia deixam um saldo de quase 70 mortes e muitos feridos (foto: Reuters)

A morte de quase 70 pessoas na Etiópia, no dia 23 de outubro, tem movimentado a equipe de investigação da Portas Abertas. Foi reportado que três evangelistas foram assassinados nesse período, e um deles dentro da igreja. Os corpos dos cristãos sofreram mutilação, além disso, uma igreja Full Gospel em Boreda, foi incendiada. Ainda não há informações se a razão dos crimes é religiosa ou étnica.

Os protestos violentos aconteceram enquanto o primeiro ministro e ganhador do prêmio Nobel da Paz, Abiy Ahmed, estava em visita oficial à Rússia. Os tumultos começaram após o ativista e opositor do governo da Etiópia, Jawar Mohammed, denunciar que estava correndo risco de ser assassinado, a mando do primeiro-ministro. E uma das formas que o governo encontrou de eliminá-lo era retirando o esquema de segurança da casa dele em Adis Abeba. Entretanto, as autoridades negaram a alegação. :: LEIA MAIS »

Cristão perseguido do Oriente Médio virá ao Brasil

O jovem pastor virá ao Brasil compartilhar sua experiência de perseguição no Oriente Médio (foto representativa)

O jovem pastor virá ao Brasil compartilhar sua experiência de perseguição no Oriente Médio (foto representativa)

Entre 23 de novembro e 1º de dezembro, receberemos a visita do pastor Isaac, um colaborador da Portas Abertas, responsável pela área de projetos no Oriente Médio. Apesar de muito jovem, Isaac sentiu na pele o que é a perseguição, sobretudo durante o período de crise aguda em seu país, no Oriente Médio. Mesmo assim, ele não fugiu e decidiu enfrentar as consequências do seu ministério e de seguir a Cristo.

Isaac é graduado em Engenharia Mecatrônica e estudou Teologia no Instituto Aliança Cristã em Beirute, no Líbano. Quando voltou do Líbano, Deus o chamou para servir como pastor auxiliar em uma igreja local, pastoreando os jovens. Seu principal foco é o discipulado, mas também atua em outros ministérios. Ele é casado há quatro anos e sua esposa trabalha nos ministérios de mulheres e jovens.

Devido à atuação junto a cristãos ex-muçulmanos, Isaac sempre é interrogado pelo serviço de inteligência do país sobre “práticas ilegais”, vivendo sob constante pressão. Ele esclarece o motivo para isso: “Sirvo em uma igreja onde muitas pessoas que não vêm de famílias cristãs históricas se convertem e são batizadas”. O evangelismo de muçulmanos não é visto com bons olhos pelo governo, podendo até mesmo ser considerado crime. :: LEIA MAIS »

30 Dias de Oração Pela Coreia do Norte

A Portas Abertas preparou este livreto de oração que desafia você a viver 30 dias de oração pela Coreia do Norte, descobrindo mais sobre essa nação e vivenciando parte
do que eles enfrentam. Confira o que você encontra nele:

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    Testemunhos dos cristãos perseguidos mostrando a realidade sobre como é ser cristão no país mais fechado do mundo.

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    Pedidos diários de oração apresentando as maiores dificuldades da Igreja Perseguida norte-coreana.

  • Grey icon

    Desafios diários que lhe darão uma visão das necessidades, hábitos e restrições que os cristãos lidam todos os dias.

  • Grey icon

    Curiosidades e informações culturais que te ajudarão a ter uma visão mais próxima do dia a dia no país.

    Clica no link abaixo para ter acesso ao livro:

    https://materiais.portasabertas.org.br/download-livreto-dip-2019

República da Turquia: os desafios para os cristãos

Neste dia em que se comemora 96 anos da República da Turquia, ore pela Igreja Perseguida no país

Neste dia em que se comemora 96 anos da República da Turquia, ore pela Igreja Perseguida no país

Palco de disputas durante os impérios bizantinos e otomano, a Turquia, como é conhecida hoje, surgiu no século 20, quando a Guerra da Independência foi travada para a libertação de territórios dos domínios ingleses e franceses. Sob o comando de Mustafa Kemal Pasha (conhecido também por Atatürk), no dia 1º de novembro de 1922, o país deixou o sultanato para tornar-se uma república. Mas a história da República da Turquia só começa em 29 de outubro de 1923, data da fundação de um dos Estados criados após a dissolução do Império Otomano.

Com o nascimento de uma nova maneira de governar, os turcos instituíram algumas mudanças, como a obrigatoriedade e gratuidade do ensino, substituição do alfabeto arábico pelo latino, igualdade de direitos civis e políticos entre homens e mulheres, a proibição da poligamia e adoção do calendário gregoriano. Em tese, o novo país tornou-se um estado laico. E para coroar esse quadro de mudanças, a capital passou a ser Ancara, ao invés de Istambul, que ainda guardava resquícios do império.

Muitas dessas mudanças foram consideradas como ocidentalização do país majoritariamente muçulmano e isso não é aceito até hoje por boa parte dos líderes e população. O islamismo é a religião de 98,3% dos turcos, o que leva à opressão islâmica, já que a porcentagem de cristãos não chega a 1%. O nacionalismo religioso impulsiona os mais radicais a condenar e coibir o evangelismo no país, e assim impedir a conversão de muçulmanos. :: LEIA MAIS »

A realidade dos cristãos ex-muçulmanos no berço do islã

Cristãos da Península Arábica contam com suas orações para que possam cultuar a Deus em liberdade

Cristãos da Península Arábica contam com suas orações para que possam cultuar a Deus em liberdade

O tema do DIP 2020 é Cristãos ex-muçulmanos. Após a queda da Cortina de Ferro, o Irmão André anteviu que o islamismo se tornaria o maior desafio para a igreja. E assim aconteceu. Hoje o extremismo islâmico representa a maior ameaça à igreja. Ameaça que não está restrita ao Oriente Médio, mas que permeia grande parte da África Subsaariana e Sudeste Asiático, bem como todo Norte da África e Ásia Central. Além disso, se estende também a países que não são majoritariamente muçulmanos mas têm uma forte presença islâmica, como China e Índia. Dos 50 países da Lista Mundial da Perseguição 2019, 36 têm como religião predominante o islamismo.

Hoje você ficará sabendo como é viver a fé cristã na Península Arábica, o berço do islã, onde uma teologia islâmica mais severa é ensinada até os dias atuais. Os muçulmanos acreditam que o profeta Maomé disse que somente uma religião poderia existir na Península Arábica, portanto todas as igrejas da região deveriam ser destruídas. No entanto, apesar de toda pressão militar, política, social e religiosa sobre os cristãos, Cristo está trabalhando claramente na região, sobretudo entre imigrantes cristãos.

Crescente número de igrejas domésticas e secretas

Centenas de milhares de cristãos vivem na Península Arábica; a maioria deles vem de países pobres da África e Ásia para trabalhar na região. Eles se reúnem informalmente em grupos discretos e, no geral, não são importunados pelo governo. Os cristãos nativos, no entanto, se mantêm secretos. O que acontece é que eles crescem como muçulmanos até que encontram um estrangeiro cristão ou uma Bíblia. Quando se convertem, se reúnem em igrejas secretas e não oficiais. Há um crescente número de grupos de cristãos nativos pequenos e informais que se encontram secretamente.

Em todos os países da Península Arábica há grupos de cristãos locais que se reúnem em absoluto sigilo. Eles enfrentam forte pressão por parte da família e, em alguns países mais do que em outros, do governo também. É evidente o trabalhar de Deus no berço do islamismo. Nem mesmo o mais restrito dos governos ou a mais forte pressão da sociedade poderiam impedi-lo de mover o coração e a vida das pessoas, nem de edificar sua igreja.

A Arábia Saudita e o Iêmen têm os regimes mais rigorosos, visto que oficialmente nenhuma igreja é permitida. O Catar permite a existência de algumas igrejas estrangeiras, mas restringe severamente a importação de Bíblias. No Kuwait, Bahrein e Emirados Árabes Unidos, os cristãos desfrutam de maior liberdade, mas ainda precisam se adequar às regras do governo.

Quando a fé desses novos convertidos é descoberta pela família ou comunidade, a vida se torna muito difícil para eles, pois são pressionados a voltar para o islã. O maior desejo desses cristãos é estarem conectados ao corpo de Cristo. A Portas Abertas os apoia através de recursos bíblicos, treinamentos de pastores e líderes e oração. Principalmente em países mais severos, como a Arábia Saudita, muitos cristãos ex-muçulmanos saem do país para praticar a fé em liberdade em outra nação.

Por isso, nossos irmãos precisam do nosso apoio. Cadastre-se no DIP 2020 e envolva sua igreja em oração e ação por eles! 

Fonte: Portas Abertas

As difíceis escolhas para cristãos tribais da Guiné

Ser expulso de sua vila na Guiné é perder mais que sua casa, mas também seu sustento e família

Ser expulso de sua vila na Guiné é perder mais que sua casa, mas também seu sustento e família

O assunto sobre a violência em Lokpoou, uma vila na Guiné, se espalhou rapidamente. Os cristãos foram expulsos da vila e não deveriam voltar nunca mais. Na Guiné, isso significa que você está em grandes problemas, porque sua vila é muito mais do que apenas a localização da sua casa. É todo o seu sustento: o campo onde você planta sua comida, onde vivem seus irmãos e irmãs e aqueles que lhe ajudam em cada passo da sua vida. Em resumo, tudo que é importante está em sua vila. Fora dela, você está sozinho em um mundo hostil.

Quando a Portas Abertas ouviu sobre a situação, representantes viajaram para vilas próximas a Lokpoou, onde encontramos o grupo de cristãos traumatizados que foram expulsos. Nos meses anteriores, cristãos das vilas vizinhas tinham cuidado deles. Além da ajuda oferecida, a Portas Abertas também quis estar presente.

Certa vez, o prefeito da região foi humilhado publicamente quando Gnakaye*, líder religioso de Lokpoou, disse a ele para “se sentar e ficar calado”.  “Você não tem poder aqui. Esse é o país de N’Ghafouyi. Eu sou o líder”, Gnakaye disse a ele. Essa humilhação não teve consequências, afinal Gnakaye nunca foi preso ou condenado. Isso porque os locais têm medo. “Todos aqui instintivamente temem os curandeiros, especialmente um tão poderoso como Gnakaye. :: LEIA MAIS »



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