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:: ‘missões’

Cristãos sírios são preparados para fazer discípulos e resistir à perseguição

Igreja Síria se prepara para discipular e resistir à perseguição.

Igreja Síria se prepara para discipular e resistir à perseguição.

Nem só de doação de alimentos vive um cristão na Síria. Uma das maiores necessidades é capacitar uma pessoa a tornar-se um discípulo de Jesus.  Segundo Nigel*, um dos treinadores, dois tipos de cursos são oferecidos no país:

Talmatha(discipulado em árabe) ensina os princípios básicos para ser um seguidor de Jesus.  Mostra como o cristão faz um devocional, de que maneira deve responder à Bíblia, fala do propósito da vida e ensina o discipulado.

Big Picture: são três dias de curso que capacita os cristãos a enfrentarem situações difíceis, principalmente a perseguição. O objetivo é mostrar como Deus transforma dificuldades em algo belo, para a glória dele.

“Muitas igrejas têm boas atividades, mas os cristãos são imaturos. Então, nós treinamos as pessoas para serem bons mentores. Elas devem servir aos outros, por isso ensinamos o método do curso”, explica Nigel. Em 2019, 20 pessoas na faixa etária de 30 a 40 anos foram treinadas e estão prontas para voltar às igrejas para discipular outros cristãos.

Após o treinamento de discipulado, outro grupo de 35 cristãos ex-muçulmanos, todos curdos, participaram do Big Picture. Houve uma mistura entre os novos crentes e outros mais experientes. “Eles responderam positivamente, ficaram muito engajados durante as lições. O material era novo para eles e ficaram interessados em ouvir e participar”, conta o colaborador. :: LEIA MAIS »

99% dos missionários não têm dinheiro para necessidades básicas

Por Gospel Prime

Missionário prega e batiza indianos. (Foto: Living Waters Mission)

ONG Stewardship, organização que apoia cerca de 3 mil missionários que alcançam cerca de 250 mil pessoas, revelou que 99% dos cristãos que estão em projetos missionários ao redor do mundo vivem abaixo do custo de vida recomendado e possuem dificuldades para cobrir o essencial.

A instituição mostra que a maioria dos voluntários em tempo integral no ministério cristão renuncia às necessidades básicas e deixa de atender às demandas financeiras ao longo do ano.

O diretor de generosidade Daniel Jones disse ao Premier que a maioria vive com o suficiente, mas quando despesas maiores são necessárias, como o carro quebrar ou o aluguel aumentar, por exemplo, não há nenhum valor disponível para cobrir.

“Para as pessoas que trabalham no exterior com frequência, pode haver casos de doenças em que não há serviço público para recorrer, precisando pagar por custos médicos adicionais”, explica.

Diante desta informação, a organização lançou uma nova campanha para fornecer aos voluntários apoio adicional durante o período de Natal.

Jones diz que as necessidades essenciais de cada trabalhador podem variar dependendo de vários fatores, entre eles o tanto de viagem que eles realizam, o número de filhos e outros.

Além disso, muitos missionários não pedem ajuda financeira por vincularem a falta de fé na provisão de Deus.

Ele argumenta que, embora a confiança em Deus seja sempre essencial, isso não significa que não podemos procurar ajuda: “Vejo evidências na Bíblia de épocas em que o povo de Deus foi mostrado e incentivado pelo Senhor a arrecadar fundos e ir a outras pessoas dentro da comunidade de crentes para dizer: ‘Olha, eu estou fazendo este trabalho evangélico específico, por favor, você vai me apoiar?’”.

 A organização sediada no Reino Unido lançou uma nova campanha em uma tentativa de dar a cada trabalhador cristão em tempo integral da Stewardship apoio adicional de 100 libras durante o período de Natal.

O avanço do islamismo na Ásia

A China é um dos países asiáticos com grande população muçulmana

A China é um dos países asiáticos com grande população muçulmana

Ao ouvir a palavra “muçulmano”, provavelmente o que vem a sua mente seja a imagem de um xeique árabe e países como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Egito, Iraque ou qualquer país do Oriente Médio. Parece óbvio que essa seja a região mais muçulmana do mundo, mas não é. A maior população islâmica se encontra no Sudeste Asiático. Para surpresa de muitos, alguns dos maiores países muçulmanos do mundo estão na Ásia: Indonésia, Paquistão, Índia e Bangladesh. O islamismo avançou, e muito, além das fronteiras do seu berço, o Oriente Médio. E hoje a Indonésia é o país com a maior população islâmica, seguido pela Índia.

O Estado Islâmico (EI) pode estar sendo derrotado no Oriente Médio lentamente, mas o movimento está apenas mudando de endereço: indo do Oriente Médio para o Extremo Oriente, onde, longe da vista da grande mídia, está construindo novas fortalezas. Paquistão, Afeganistão, Malásia, Sul das Filipinas e até mesmo a Ásia Central e o noroeste da China são ameaçados pela ideologia extremista islâmica e têm seus próprios afiliados do EI. Um dos exemplos mais chocantes foi a ocupação da cidade filipina de Marawi em 2017, quando muitos cristãos foram executados. Nos países islâmicos do Sudeste Asiático, os cristãos ex-muçulmanos enfrentam muitos desafios para permanecerem fiéis ao Senhor.

O que está acontecendo na Ásia islâmica?

Existe um movimento muçulmano fundamentalista que quer implementar a sharia (conjunto de leis islâmicas) e varrer os cristãos do continente asiático. De certa forma, a igreja foi condenada à morte, mas não com uma bala, uma cadeira elétrica ou uma forca. O método deles é bem mais cruel, pois é uma morte lenta, feita aos poucos – um ataque a uma igreja aqui, uma mulher sequestrada ali, uma criança abusada, um mártir de cada vez.

Em meio a tudo isso, há uma igreja secreta de cristãos ex-muçulmanos; uma igreja apaixonada, mas secreta e silenciada. Há também as “igrejas abertas” – abertas, mas em muitos casos fechadas para os irmãos e irmãs que nasceram em uma família muçulmana e creram em Cristo em algum ponto da vida. :: LEIA MAIS »

Mães fortalecidas criam filhos esperançosos na Nigéria

Após perder o marido em ataque extremista, Victoria recebe encorajamento na Nigéria

Após perder o marido em ataque extremista, Victoria recebe encorajamento na Nigéria

Hoje, no Brasil, comemora-se o Dia da Consciência Negra. A ocasião relembra a morte de Zumbi dos Palmares, em 1695, e serve como reconhecimento da necessidade de inserir, de maneira igualitária, o negro na sociedade brasileira. Uma das primeiras coisas realizadas nas capturas dos escravos era arrancá-los de suas famílias e comunidades. Infelizmente, o enfraquecimento dos laços familiares ainda é uma tática encontrada para abater as pessoas. E isso aconteceu em Dzangol, vila remota no estado de Adamawa, Nigéria, onde mulheres e crianças perderam maridos e pais, e lutam para sobreviver.

Hoje também é celebrado o Dia Mundial da Criança. Elas têm sofrido com a vulnerabilidade pela ausência de afeto, nutrição, educação e de uma perspectiva de futuro, principalmente em contextos de violência como na Nigéria. Então, tornam-se presas fáceis para extremistas, chegando até a serem aceitas como soldados em grupos armados. A Portas Abertas visa encorajar famílias cristãs e por isso desenvolve o projeto de fortalecimento de viúvas e órfãos. Victoria e os filhos são alcançados por esta iniciativa.

Durante o segundo ataque do Boko Haram na vila onde mora, a cristã e o marido estavam sentados na porta de casa quando os extremistas apareceram uniformizados e os cercaram. Enquanto Victoria clamava pela vida do esposo, ele foi levado até a beira da estrada e morto. “Estou sofrendo com meus filhos… não consigo parar de me lembrar e sentir dor”, compartilha. Além de ajuda com a alimentação e pagamento das mensalidades escolares dos filhos, a Portas Abertas oferece aconselhamento pós-trauma. “Os ensinamentos são muito úteis, nos ensinam a viver, a administrar a pouca comida que temos e como criar nossos filhos”, testemunha. :: LEIA MAIS »

Igrejas coptas são incendiadas no Egito

A igreja copta do Egito enfrenta ataques por meio de incêndios

A igreja copta do Egito enfrenta ataques por meio de incêndios

Três igrejas coptas foram incendiadas na região do alto Egito, em um período de três semanas. As investigações sobre a causa dos incidentes estão em andamento, porém, as autoridades locais acreditam ser resultado de problemas com as instalações elétricas. Mas os líderes da igreja suspeitam de ataques premeditados.

Na manhã do dia 11 de novembro, as chamas começaram na sala ao lado da Mar-Girgis Al-Gyouschi Church no distrito de Shubra, Cairo. Apesar de provocar danos nas instalações, não houve feridos. Porém, em 16 de outubro, cinco pessoas ficaram machucadas com o incêndio da Mar-Girgis em Mansoura, 120 km a nordeste da capital egípcia. Outra igreja que sofreu com o fogo foi a Mar-Girgis no distrito de Helwan, Cairo.

Em entrevista ao World Watch Monitor, o líder cristão Samil Mohsen, da Mar-Girgis em Mansoura disse que as imagens gravadas mostraram que alguma coisa foi jogada, do telhado do mercado de vegetais, atrás da igreja. As câmeras não estavam direcionadas para a parte superior, então não gravaram quem poderia ter atirado algo.

Outro líder cristão da igreja em Mansoura e também engenheiro elétrico, Armia Iskander, contou que é improvável que um curto-circuito tenha causado o incêndio. “Quando nós construímos a igreja, desenhamos os circuitos elétricos da melhor maneira possível. O painel de distribuição de eletricidade é equipado com dispositivos de proteção contra sobretensão e aumento de alta voltagem”, explicou. :: LEIA MAIS »

A perseguição aos cristãos no Azerbaijão

No país, as tradições familiares e regras são rígidas e a desobediência a membros mais velhos da família não é aceitável

No país, as tradições familiares e regras são rígidas e a desobediência a membros mais velhos da família não é aceitável

No Azerbaijão não são permitidas atividades religiosas além das instituições controladas pelo Estado. Os agentes do governo estão infiltrados em todas as congregações religiosas. Pastores e outros líderes da igreja são regularmente convidados para conversas com a polícia. Isso gera um enorme medo – ninguém sabe em quem confiar. Como resultado, poucos se atrevem a falar com estrangeiros e poucas informações sobre perseguição são conhecidas fora do país. O nível de opressão no Azerbaijão é tão alto que os cristãos azerbaijanos acham mais fácil evangelizar no Irã do que em seu próprio país.

A média de pressão aos cristãos está em um nível muito alto (11,2), aumentando de 11,0. A elevação ocorreu principalmente nas esferas da vida privada e família, um indício que a pressão na comunidade muçulmana tem crescido. Os indicadores para a influência do governo (nas esferas nação e igreja e com menos extensão na comunidade) permanece estável. A esfera com maior nível de pressão é a vida privada, que reflete a seriedade da pressão aos convertidos em ambientes muçulmanos.

A pontuação para violência está baixa, diminuindo de 2,4 em 2018 para 1,5 em 2019. Poucas pessoas ousam falar e, portanto, o número de incidentes de violência reportados do país é baixo. Nos últimos cinco anos, apenas em 2017 o Azerbaijão não esteve presente no Top 50 dos países onde é mais difícil ser cristão. Desde 2015, os níveis de pressão em todas as esferas da vida subiram e parecem estáveis em níveis muito altos, principalmente na vida privada, igreja e nação. A média de pressão ecoa esse aumento e estabilização. :: LEIA MAIS »

Líder cristão é morto em ataque na Síria

Após ataques, cristãos da Síria pensam em sair do país novamente

Após ataques, cristãos da Síria pensam em sair do país novamente

Três bombas explodiram em 11 de novembro em Qamishli, na Síria, matando seis pessoas e ferindo 23. Apenas três dos feridos eram cristãos. No mesmo dia, o líder cristão Hovsep Petoyan e o pai dele, Abraham Petoyan, também foram assassinados por extremistas. Eles estavam junto com o diácono Fadi Sano a caminho de uma igreja na província de Deir Ez Zor. O carro deles foi identificado, e membros do Estado Islâmico abriram fogo.

Para o pastor George Moushi, da Alliance Church, não havia motivos para a emboscada contra o cristão. “Ele era um homem pacífico, que não tinha problemas com ninguém, e nem era político. A morte dele chocou todos os cristãos… nós estamos orando para não termos mais ramificações deste evento”, conta. Hovsep deixou a esposa, Caron Lahdo, e os três filhos, Hoving, Anna e Cayana.

“Pessoas nos ligaram dizendo: ‘Por que você continua nesta área?’. Isso faz com que elas comecem a pensar sobre imigração, de novo, por causa do medo e da insegurança. Tudo isso afeta a estabilidade e impacta a existência de cristãos nesta área”, conta George. Para ele, as explosões são maneiras de perturbar a paz e a segurança das pessoas, principalmente de quem decide ficar: “Algumas vivem com medo, outras preferem ficar isoladas. Todas essas coisas criam uma pressão psicológica, especialmente em quem tem filhos”. :: LEIA MAIS »

Negócio recupera dignidade de cristãos na Índia

O parceiro local da Portas Abertas Abishek acompanha as dificuldades enfrentadas por famílias cristãs na Índia

O parceiro local da Portas Abertas Abishek acompanha as dificuldades enfrentadas por famílias cristãs na Índia

Uma parte da equipe da Portas Abertas na Índia é Abishek*. Ele é parceiro local e tem experimentado as lutas diárias dos cristãos para se manterem fiéis. Um dos relatos contados por ele foi sobre um pai de família que fazia parte de um grupo de extremistas. Após a conversão a Cristo, passou a ser maltratado por toda a comunidade onde vivia. Porém, a retaliação não foi suficiente para fazê-lo desistir de andar com Jesus. E isso custou não apenas a vida, mas também as incertezas para o futuro da viúva e dos cinco filhos. Mesmo diante desse cenário incerto, a família enlutada não abriu mão da fé cristã e está recebendo o apoio necessário.

Diante da discriminação, alguns enfrentam a morte e outros não conseguem sair da miséria. Além de não receberem serviços do governo, como o abastecimento de água, muitos cristãos não têm oportunidades de ter um trabalho digno, porque não são chamados nem para participar dos processos seletivos. “Pessoas estão tirando vantagens, criticando, menosprezando e tentando derrubá-los”, testemunhou. Nesses momentos, a oração vem acompanhada de atitudes como a do projeto que tem provido renda para 14 famílias. O negócio é de aluguel de uma tenda e equipamentos de som para grandes celebrações, como casamentos.

“Existem muitos projetos como esses que temos agora e estão realmente indo muito bem. Quando esses cristãos ganham uma renda e os negócios estão progredindo, as crianças vão à escola regularmente, isso nos dá muita alegria”, comemora o colaborador. Abishek reconhece que a oração de irmãos e irmãs de todo mundo são muito importantes nesse processo. Por isso, não deixa de pedi-las: “Orem pelos membros de nossas famílias, pela proteção deles. Peçam pelos cristãos na Índia e pela segurança deles. Por favor, intercedam para que o Senhor nos dê sabedoria para fazer os deveres, para realizar as tarefas e os projetos, para ministrar aos corações das pessoas e para alcançar os corações partidos”. :: LEIA MAIS »

Jihadistas espalham terror em Burkina Faso

Cristãos são mortos e expulsos de seus vilarejos em Burkina Faso

Cristãos são mortos e expulsos de seus vilarejos em Burkina Faso

Burkina Faso é um país com problemas políticos, econômicos, tribais e religiosos, e a intervenção de grupos extremistas islâmicos tem inflamado ainda mais a violência nos vilarejos localizados na região do Sahel, no norte do país. Após 27 anos de governo autoritário do ex-presidente Blaise Compaoré, essa região ficou isolada e tornou-se ideal para a presença de jihadistas.

Existem muitos grupos terroristas atuando no Sahel Africano, desde o Grupo de Apoio ao Islã e aos Muçulmanos (GSIM), o Estado Islâmico da Província da África Ocidental e o Ansarul Islam, grupo que foi criado pelo imã (líder islâmico) Malam Dicko e recruta, principalmente, pessoas do grupo étnico fulani. Os combatentes têm fácil acesso ao país via Mali, onde a maioria das facções possui bases próprias.

Uma das ideologias que tem encontrado adesão entre a juventude burkinabe é a que ensina que as dificuldades do país resultam da presença francesa e da moral e dos valores corruptos do Ocidente. Até agora, 2.024 escolas foram forçadas a fechar e cerca de 330 mil crianças estão privadas de educação. Os professores também estão sendo ameaçados. Ou eles ensinam a ideologia de forma convincente, ou precisam deixar seus postos. “O governo tem transferido alguns estudantes e professores para áreas seguras”, conta uma educadora à Portas Abertas. :: LEIA MAIS »

Nigéria: igrejas crescem após ataques extremistas

O pastor Marcus Abana agora tem 400 pessoas em sua igreja na Nigéria

O pastor Marcus Abana agora tem 400 pessoas em sua igreja na Nigéria

O estrago que o Boko Haram fez ao passar pelos vilarejos no estado de Adamawa, na Nigéria, marcou a vida da população e os muros de uma igreja. Com manchas de sangue, os extremistas islâmicos conseguiram amedrontar cristãos de retornarem às reuniões. As consequências da violência abalaram a fé de muitas pessoas, inclusive do pastor Marcus Abana: “Quando você anda com o Senhor e essas coisas acontecem com você, existe um grande desapontamento, medo e perda de confiança e de esperança. Honestamente, naquele tempo, minha vida espiritual estava abalada também”, revela.

Após visitar os membros da igreja, gradualmente foram regressando, mas o baque ainda era muito forte entre eles. Então, todos começaram a participar de um seminário sobre cura de trauma e foram recebendo provisões para as necessidades que surgiam: “A Portas Abertas também distribuiu comida para muitos porque não tinha alimento estocado – não apenas isso, mas também ofereceu suporte financeiro”. “Por causa dos ensinamentos, muitas pessoas ficaram encorajadas e fortalecidas e retornaram à igreja”, testemunha o pastor.

Quando Marcus Abana lembra das pessoas que fizeram as atrocidades pelo país, ele diz não querer retribuir com a mesma dor que enfrentaram. A mensagem que gostaria de falar aos membros do Boko Haram é: “O que vocês têm feito, nós não pagaremos da mesma forma, apenas se voltem para Cristo. Vocês mataram pessoas, roubaram propriedades, destruíram casas e queimaram igrejas, mas Deus está disposto a perdoar todos os pecados de vocês, essa é a boa notícia que eu tenho hoje”. :: LEIA MAIS »

Cristãos indianos dispostos a morrer por Cristo

Abishek ora com família de cristãos perseguidos na Índia e é encorajado pela fé deles

Abishek ora com família de cristãos perseguidos na Índia e é encorajado pela fé deles

Abishek* é um parceiro local da Portas Abertas na Índia. Recentemente, ele compartilhou sobre o trabalho com algumas famílias que tem acompanhado e ajudado por meio das contribuições dos parceiros da Portas Abertas.

Ele relata sobre o incidente ocorrido com um pai de cinco filhos que era membro de um grupo extremista, mas se converteu e saiu do grupo. Por isso, o grupo se voltou contra ele, tornando-se muito cruel com ele, mas ele ficou firme na fé. Esse cristão também foi muito bem-sucedido após a conversão, o que fez o povo ter inveja dele. “Os filhos dele receberam educação, suas plantações foram abençoadas e, por isso, as pessoas ficaram com inveja”, conta Abishek.

Certa noite, quando a esposa e quatro filhas não estavam em casa, somente o cristão e o filho, alguém bateu à porta – era um grupo de extremistas. Eles perguntaram: “Você é cristão?”. Ele respondeu que sim. Então eles disseram: “Então venha conosco”. Eles bateram nele até a morte.

Quando os parceiros locais da Portas Abertas ouviram sobre o incidente, enviaram Abishek para confortar a família. Ele levou alimentos para três a quatro meses, pois sabia que com a perda do provedor do lar, a mãe teria dificuldades para cuidar dos cinco filhos. A Portas Abertas também vai pagar a mensalidade escolar para os cinco filhos. Abishek conta: “Chamei alguns líderes locais e nós oramos pela família. Oramos por essa mãe e filhos. Eu chorei, pois não conseguia controlar minhas emoções”. Ele continuará visitando a família.

Situações como essas são comuns para Abishek, mas ele diz que a fé dos cristãos que serve o ajuda a continuar. Ele compartilha: “Aquela mãe ainda dizia: ‘Eu nunca vou abandonar Jesus Cristo. Meu marido se foi por isso, e se eles também me matarem, estou pronta para isso’. Ouvir esse tipo de afirmação, realmente nos fortalece e encoraja sobre quanto precisamos ser fiéis em nosso serviço a essas pessoas, ajudando-as e reerguendo-as. Isso me ajuda muito”. (Essa história continua). :: LEIA MAIS »

Qual o impacto da Revolução Russa para os cristãos?

Cristãos enfrentam perseguição mesmo após o fim do regime

Cristãos enfrentam perseguição mesmo após o fim do regime

A Revolução Russa completa 102 anos e suas consequências foram além de econômicas e políticas, atingindo também a esfera religiosa do maior país em extensão territorial do mundo. Com a tomada do poder pelos trabalhadores russos em novembro de 1917, professar uma fé tornou-se um problema de Estado, capaz de levar os cidadãos para cadeias ou até sentenciá-los à morte, já que o fato de discordar da ideologia vigente era considerado uma oposição.

“O cristianismo é entendido como uma manifestação religiosa que ameaçaria esses valores, por ser entendido como uma religião ocidental e, portanto, inimiga. Deve-se considerar também o fato de que o cristianismo será sempre contracultural, esteja no Ocidente ou no Oriente. Sendo assim, a perseguição, mais intensa ou menos intensa, fará parte da caminhada da igreja cristã”, explica o pastor presbiteriano e historiador, Nilson Ribeiro Luz Junior.

Os novos governantes da Rússia, chamados de bolcheviques, ganharam a guerra civil no país e, em 1922, seus domínios se estenderam para 14 nações. Como os ideais da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) eram populares em todo mundo e a possibilidade de construir um futuro melhor atraía jovens a festivais, um deles aconteceria em Varsóvia em julho de 1955. Dentre os milhares de participantes do evento na capital da Polônia, estava Anne van der Bijl, jovem holandês que mais tarde seria conhecido como Irmão André. :: LEIA MAIS »

Encoraje a família de Leah Sharibu, sequestrada na Nigéria

Sequestrada aos 14 anos de idade, Leah está presa pelo Boko Haram na Nigéria há quase dois anos

Sequestrada aos 14 anos de idade, Leah está presa pelo Boko Haram na Nigéria há quase dois anos

Desde 19 de fevereiro de 2018, a família da nigeriana Leah Sharibu vive a angústia da espera pela libertação da filha sequestrada pelo Boko Haram. Mesmo com a intervenção do presidente da Nigéria, Muhammadu Buhari, as negociações com os extremistas islâmicos ainda continuam. Em agosto de 2019, o líder africano garantiu que a garota ainda está viva.

Leah foi sequestrada com um grupo de 111 meninas em uma escola de segundo grau em Dapchi, no estado de Yobe. Mas um mês depois, todas as adolescentes foram libertadas, menos a cristã, por não negar a fé. “Leah ia entrar no veículo que as traria de volta, mas então o Boko Haram disse que ela teria de se converter ao islamismo. As amigas tentaram convencê-la, mas ela disse que não se converteria. Então eles disseram que ela ficaria. Foi assim que a deixaram. Ela está sozinha”, conta a mãe, Rebecca Sharibu.

Houve uma comoção mundial para que as autoridades do país apressassem a libertação da garota que agora tem 16 anos. Na Nigéria, as igrejas se mobilizaram entre 2 a 4 de outubro de 2018 para orar e jejuar pela libertação da jovem em segurança. O mês era o tempo máximo que os terroristas deram para manter Leah viva.

No mesmo período, os envolvidos no caso receberam uma fotografia da garota e um áudio de 35 segundos. “Quando eu ouvi a voz dela e vi sua foto sentada com um hijab (véu muçulmano), comecei a chorar, dizendo ‘oh, Deus, veja minha pequena Leah, ela foi forçada a usar o hijab. Senhor, traga-a de volta para mim’.” “Toda vez que me sinto desanimada, Deus envia alguém para me visitar ou telefonar e me encorajar. Quando lembro que cristãos de todo o mundo estão orando por Leah, isso me dá força para prosseguir”, conclui a mãe da jovem cristã. :: LEIA MAIS »

A realidade dos cristãos ex-muçulmanos no Norte da África

Cristãos ex-muçulmanos no Norte da África não desfrutam de liberdade nem mesmo no círculo familiar. Ore por eles

Cristãos ex-muçulmanos no Norte da África não desfrutam de liberdade nem mesmo no círculo familiar. Ore por eles

O Domingo da Igreja Perseguida (DIP) é o maior evento nacional e interdenominacional de oração pela Igreja Perseguida. A cada ano, cristãos de todo o Brasil se mobilizam para organizar o DIP em sua igreja local. Em 2020, o DIP será em 7 de junho e o tema é Cristãos ex-muçulmanos. Hoje você conhecerá um pouco mais sobre a perseguição aos cristãos ex-muçulmanos no Norte da África. Esses cristãos deixaram o islã para seguir a Jesus e a perseguição que enfrentam é forte e tem diferentes faces. Quando conversamos com esses “infiéis” (como são chamados pela maioria islâmica), uma coisa fica clara: o preço que eles pagam é alto.

A primeira e mais comum fonte de perseguição em toda a região é a família do novo convertido. O cristão ex-muçulmano do Marrocos, Aziz*, de 33 anos, explica: “As pessoas são expulsas da família por causa da conversão. Elas não têm seus direitos respeitados. Alguns são forçados pela família a se divorciar e outros são presos dentro de casa. É mais difícil para as mulheres, pois culturalmente meninos e homens têm mais liberdade e direitos, então estão em uma posição melhor que as mulheres. As mulheres, às vezes, são forçadas a se casar com um muçulmano”.

Aziz explica que no âmbito familiar os convertidos enfrentam violência e são agredidos, e há a constante pressão da família dizendo que o que estão fazendo é errado. Aizah, uma cristã da Tunísia, acrescenta que “geralmente também significa que a família não vai pagar pelos estudos de um filho ou filha ‘infiel’”. Ela acrescenta que ser expulso de casa também significa que não participará de nenhuma celebração em família, pois o cristão não é mais bem-vindo nas reuniões e celebrações da família. :: LEIA MAIS »

Médico que salvou mais de mil vítimas do Estado Islâmico conta os horrores da jihad

Mirza Dinnayi salvando meninas. (Foto: Arquivo Pessoal)

O médico Mirza Dinnayi atuou em 2016 cuidando das vítimas do Estado Islâmico no Iraque, conseguindo salvar mais de mil pessoas, incluindo vítimas da etnia yazidi, da qual ele faz parte.

Uma das vítimas que mais chamou sua atenção foi Lamya, uma jovem yazidi de 16 anos que estava com o rosto queimado após conseguir escapar de uma explosão que matou duas de suas colegas que também tentavam fugir dos terroristas.

Até ser encontrada, Lamya sofreu de diversas formas. Foram um ano e meio vivendo violência e estupros, sendo vendida como escrava sexual de Mossul a Hawija.

“A encontrei cega, muito machucada, sem forças. Ela tinha muita vergonha. Não falava, não tinha vontade de viver. Os médicos não tinham condições de tratá-la no Iraque”, lembra Dinnayi à BBC Brasil.

Desde 2007 ele mantém a organização não governamental Luftbrücke Irak (Ponte Aérea Iraque) que oferece assistência para yazidis sobreviventes do Estado Islâmico e Lamya foi incluída neste programa.

De março a dezembro de 2015 a ONG conseguiu levar para a Alemanha, parceira do programa, cerca de 1,1 mil crianças e mulheres yazidis que passaram a receber tratamento médico e psicológico.

Mirza Dinnayi com Lamya. (Foto: Arquivo pessoal)

“Conseguimos salvar um olho de Lamya e, aos poucos, ela foi voltando à vida”, recorda o médico e ativista.

A jovem revelou o desejo de contar sua história ao mundo e, um ano mais tarde, recebeu o Prêmio Sakharov do Parlamento Europeu junto a outra sobrevivente yazidi, Nadia Murad, vencedora do Prêmio Nobel da Paz em 2018.

Problemas emocionais

Dinnayi tem um trabalho importante de ajudar tantas vítimas dessa guerra, tanto que foi reconhecido com o Prêmio Aurora pelo Despertar Humanitário entregue em outubro deste ano.

Mas o trabalho lhe trouxe vários problemas emocionais, como depressão e estresse pós-traumático.

“Não havia um caso pior que o outro. Todos eram insuportáveis. Havia crianças que viram a mãe ser estuprada, meninas pequenas estupradas na frente das mães. Não gosto de lembrar”, revelou ele que mora na Alemanha desde 1994.

“Algumas imagens, eu jamais esquecerei. Imagine ter na sua frente uma menina de oito anos que te conta como foi estuprada sete, oito vezes ao dia durante meses por soldados do EI. No outro dia, uma adolescente com queimaduras de terceiro grau em todo o corpo, que tinha atado fogo em si mesma para se suicidar e escapar do tormento”, relata.

Fonte: Gospel Prime

Família sírias recebem apoio de igrejas cristãs

Cristãos de Qamishli oram pela paz na Síria

Cristãos de Qamishli oram pela paz na Síria

Os cristãos do norte da Síria respiram mais aliviados desde que a criação da zona de segurança entre a fronteira da Turquia foi estabelecida. Além disso, o acordo que o exército turco fez de cessar fogo para que as tropas curdas se retirassem da área também trouxe uma calma à população.

De acordo com o pastor George, da Aliance Church em Qamishli, as notícias alegraram a todos que participaram da reunião de oração que fizeram no dia final do “cessar-fogo”. Com confiança, eles pediram a Deus para protegê-los e não permitir que nada ruim acontecesse. “Não podemos dizer que estamos em completa paz. As pessoas deslocadas não retornaram para as casas, mas o acordo deu esperança de que um dia poderão retornar. Nós estamos ansiosos para ver o que irá acontecer”, explicou o líder cristão.

Como um passo de fé, a igreja do pastor George, que tinha interrompido a construção desde 2013, voltou a ser edificada mesmo em tempos de incertezas. “Nós recomeçamos a reforma, apesar das circunstâncias. Eu coloquei o primeiro bloco para construção. Nós confiamos que Deus irá continuar o trabalho e que, apesar de tudo, ele nos ajudará e protegerá”, testemunha. :: LEIA MAIS »

Crescimento em meio à perseguição na Ásia Central

O evangelho tem alcançado pessoas de todas as faixas etárias na Ásia Central, possibilitando o crescimento da igreja

O evangelho tem alcançado pessoas de todas as faixas etárias na Ásia Central, possibilitando o crescimento da igreja

Neste mês de novembro, a Revista Portas Abertas aborda a Ásia Central, região que engloba as ex-repúblicas soviéticas de maioria muçulmana, como Azerbaijão, Cazaquistão, Quirguistão, Tajiquistão, Turcomenistão e Uzbequistão. Em muitos países da Ásia Central, a igreja é estritamente monitorada pelo governo e o cristianismo é visto como uma fé dos “opressores russos”.

Mas mesmo em meio ao severo controle do governo, a igreja tem crescido. Na revista, você vai conhecer testemunhos de como o poder de Deus transformou vidas, levando as pessoas transformadas a servirem ao Senhor, alcançando outros. Você conhecerá, por exemplo, o ministério de um evangelista local que visita vilarejos remotos levando roupas, alimentos e a palavra de vida eterna.

Você também pode ler sobre o avanço do evangelho no Kuwait e terá mais informações sobre o Domingo da Igreja Perseguida 2020, que já está com inscrições abertas. Queremos ver milhares de igrejas em todo o Brasil engajadas em oração e ação pelos cristãos ex-muçulmanos de todo o mundo. Você é nosso convidado para embarcar nesta jornada!

Você poderá ser edificado com um devocional marcante e poderá acompanhar o Vamos Orar, com pedidos diários de oração pela Igreja Perseguida. A Revista Portas Abertas é o melhor caminho para você ficar em dia com tudo relacionado aos cristãos perseguidos, nossos irmãos que não desfrutam da mesma liberdade que nós para adorar ao Senhor. Fonte: Portas Abertas



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