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:: ‘missões’

Igrejas são incendiadas na Guiné

A equipe local da Portas Abertas investiga as possíveis causas dos incêndios Imagem: arquivo

A equipe local da Portas Abertas investiga as possíveis causas dos incêndios Imagem: arquivo

Além da ameaça da Covid-19 (coronavírus), a Guiné passa por um momento turbulento. No dia 22 de março, a população participou da eleição de 14 membros da Assembleia Nacional e de um referendo constitucional. Houve uma manifestação da sociedade civil e da Frente Nacional de Defesa da Constituição em oposição à suposta manobra do executivo para se manter no poder por mais tempo. Os policiais reagiram com munição real; houve dez mortes e muitos feridos. Além disso, quatro igrejas foram incendiadas durante os protestos.

No referendo, a população deveria escolher se a presidência teria um limite de dois mandatos ou se o tempo no cargo aumentaria de cinco para sete anos. Se a nova proposta for aprovada, o atual presidente, Alpha Conde, se manteria no poder e os mandatos anteriores dele não valeriam, então poderia concorrer às eleições.

Um membro da equipe regional da Portas Abertas confirmou os incidentes, mas disse que ainda estão verificando a motivação dos incêndios. Se foram resultados de problemas políticos, tribais ou religiosos. “Estamos investigando. Mas a situação é muito volátil e os cristãos em geral e nossos parceiros precisam de oração. Quando conversamos com um pastor local por volta das 16h50, horário local, no domingo, ainda podíamos ouvir tiros. O líder cristão estava realmente preocupado com a noite seguinte”, compartilha. :: LEIA MAIS »

Médico abandona ateísmo e se entrega a Jesus em meio à luta contra o Covid-19, na Itália

Médicos lutam contra o Covid-19. (Foto: Reprodução/Facebook)
Médicos lutam contra o Covid-19. (Foto: Reprodução/Facebook)

O médico ateu, Dr. Julian Urban, da Itália, percebeu que precisava começar a pedir ajuda a Deus em meio à pandemia do COVID-19 que atingiu seu país enquanto estava de serviço.

O médico de 38 anos está servindo em um hospital na Lombardia, Itália. O Dr. Julian relatou o que eles experimentaram dentro do hospital enquanto lutavam contra o Covid-19.

Ele afirmou: “Nunca, nos meus pesadelos mais sombrios, imaginei ver e experimentar o que estava acontecendo na Itália em nosso hospital nas últimas três semanas. O pesadelo flui e o rio fica cada vez maior”.

Então o médico descreveu como alguns pacientes de repente se tornaram centenas.

“Agora, não somos mais médicos, mas classificadores que decidem quem deve viver e quem deve ser enviado para casa para morrer, embora todos esses pacientes tenham pago impostos de saúde italianos durante toda a vida”, conta.

No entanto, em meio a essa situação improvável dentro do hospital, alguns médicos passaram a conhecer a Deus.

“Até duas semanas atrás, meus colegas e eu éramos ateus. Era normal porque somos médicos. Aprendemos que a ciência exclui a presença de Deus”, explica o Dr. Julian.

Ele testemunhou como zombou de seus pais irem à igreja no passado. E como tudo isso mudou depois de conhecer um pastor que foi internado no hospital.

“Nove dias atrás, um pastor de 75 anos foi internado no hospital. Ele era um homem gentil. Ele tinha sérios problemas respiratórios”, relatou o Dr. Julian.

“Ele tinha uma Bíblia e nos impressionou como lia para os moribundos enquanto segurava a mão deles. Nós, médicos, estávamos todos cansados, desanimados, psicologicamente e fisicamente acabados. Quando tivemos tempo, ouvimos ele”, relata.

O médico conta que a equipe estava muito cansada: “Atingimos nossos limites. Não podemos fazer mais nada. As pessoas estão morrendo todos os dias. Estamos exaustos. Temos dois colegas que morreram e outros que foram infectados.”

Então ele e seus colegas perceberam: “Precisávamos começar a pedir ajuda a Deus”.

Médicos ateus buscam Deus

Ele testemunhou: “Quando conversamos um com o outro, não podemos acreditar que, embora já tenhamos sido ateus ferozes, agora estamos diariamente em busca da paz, pedindo ao Senhor que nos ajude a continuar para que possamos cuidar dos enfermos.”

Dr. Julian, mais tarde, revelou que o pastor de 75 anos morreu.

“Apesar de ter tido mais de 120 mortes aqui em 3 semanas, não fomos destruídos. Ele [o pastor] conseguiu, apesar de sua condição e nossas dificuldades, trazer-nos uma paz que não esperávamos encontrar”, testemunha.

Mas, apesar da ameaça à saúde deles, o Dr. Julian expressou sua gratidão por ter encontrado Deus novamente.

“Não estou em casa há 6 dias. Não sei quando comi pela última vez”, disse ele. Ele diz que percebeu sua “inutilidade nesta terra” e quer usar seu último suspiro ajudando os outros.

Além disso, o ex-ateu afirmou: “Estou feliz por ter me voltado a Deus enquanto estou cercado pelo sofrimento e pela morte de meus semelhantes”.

Fonte: Guiame

Cristão egípcio é sequestrado e morto por grupo radical na Líbia

Interceda pela mãe e pelos irmãos do cristão egípcio morto por extremistas islâmicos

Interceda pela mãe e pelos irmãos do cristão egípcio morto por extremistas islâmicos

Em locais onde os princípios islâmicos são radicais, os cristãos enfrentam maior perseguição. Eles podem ser alvos de extremistas em casos de sequestros e até morte, caso não neguem seguir a Jesus. O egípcio Romany Adly foi morto na Líbia. Desde 2014, ele trabalhava no país para sustentar a mãe e os irmãos.

Todos os dias, o cristão costumava entrar em contato com os familiares, porém a comunicação parou. Então, a família acionou as autoridades líbias para entender o que estava acontecendo. Depois de dois meses, o governo líbio informou que Adly foi sequestrado por um grupo radical islâmico. Ele foi torturado para deixar de seguir a Cristo, mas como não renunciou à fé, foi enforcado.

No dia 19 de março de 2020, o corpo do cristão voltou para o Egito. Ele foi enterrado no cemitério da aldeia de Shamiya, na província de Assiut no dia seguinte. A Líbia é o 4º país mais perigoso para os seguidores de Jesus, garante a Lista Mundial da Perseguição 2020. A opressão islâmica, o antagonismo étnico, a corrupção e o crime organizado foram os causadores do aumento da violência no país.   :: LEIA MAIS »

Covid-19 pode se alastrar rapidamente em Bangladesh

Apesar de poucos casos de Covid-19, Bangladesh tem uma densa população e isso pode facilitar a proliferação do coronavírus

Apesar de poucos casos de Covid-19, Bangladesh tem uma densa população e isso pode facilitar a proliferação do coronavírus

Com uma população de 168 milhões de pessoas, Bangladesh enfrenta um crescimento dos casos da Covid-19. Os números de casos informados são pequenos se comparados com países como China, Itália e Brasil. Porém, a possibilidade de contágio é grande e não há médicos, enfermeiros e nem hospitais preparados para lidar com a pandemia. Alguns até têm medo de tentar tratar esses pacientes por causa da possibilidade de serem infectados pelo coronavírus.

A Organização Mundial da Saúde solicitou que o governo bloqueie as cidades e aconselhe as pessoas a manterem uma distância social. Porém, em cidades como a capital Dhaka, que tem 23.334 pessoas vivendo por quilômetro quadrado, o cumprimento da ordem parece impossível. Apesar de haver esforços das autoridades para conscientizar e dar instruções sobre maneiras de se proteger do contágio, muitos cidadãos não seguem as recomendações. Os que retornaram de viagens ao exterior, por exemplo, não estão aderindo à quarentena. :: LEIA MAIS »

Soldados morrem com sintomas de coronavírus na Coreia do Norte

Norte-coreanos não têm alimentação, remédios e assistência médica para combater o Covid-19

Norte-coreanos não têm alimentação, remédios e assistência médica para combater o Covid-19

A cada minuto, as nações ao redor do mundo contabilizam o número de pessoas infectadas pelo Covid-19. Porém, a Coreia do Norte ainda não registrou casos de pessoas afetadas, mesmo que quase 200 soldados tenham morrido após apresentarem os sintomas de infecção pelo coronavírus. Além de não ter acesso a remédios como analgésicos e antitérmicos, a população enfrenta a escassez de alimento e falta de assistência médica. “Os hospitais mal estão funcionando, há poucos médicos e há uma enorme escassez de medicamentos. As pessoas doentes compram remédios não rotulados de pessoas que não têm formação médica”, compartilha um colaborador da Portas Abertas na região.

De acordo com ele, a maioria dos norte-coreanos passou por períodos de grave desnutrição e isso influencia no sistema imunológico. “Uma epidemia de vírus seria desastrosa para eles. Mesmo em países altamente desenvolvidos, o sistema de saúde está sob enorme pressão. A Coreia do Norte não tem meios para ajudar seus cidadãos se houver um surto grave”, explica.

Um cristão secreto do país agradece o esforço para que eles tenham alimento e conta que já estão enfrentando uma grave seca na primavera. “Nosso país tem que lidar com as sanções internacionais. A colheita já estava ruim e agora os cidadãos precisam fornecer alimento para os militares primeiro. Não há rações suficientes para o inverno e para a primavera”, afirma. :: LEIA MAIS »

Irã se recusa a libertar cristãos, apesar de crise de coronavírus

Os cristãos presos em Evin enfrentam a insalubridade do local e podem ser facilmente contaminados pelo coronavírus

Os cristãos presos em Evin enfrentam a insalubridade do local e podem ser facilmente contaminados pelo coronavírus

O Covid-19 (coronavírus) chegou ao Irã e tem feito muitas vítimas fatais, colocando a nação como a terceira com maior número de infectados. Uma das maneiras que a república islâmica encontrou para diminuir o contágio dentro das prisões foi a libertação de 83 mil pessoas. Pelo menos sete cristãos estavam entre os libertos. Porém, muitos cristãos que precisam cumprir longas penas ainda estão encarcerados em condições insalubres na penitenciária de Evin, Teerã.

De acordo com o site britânico Article 18, Yousef Nadarkhani, Mohammad Reza Omidi e Zaman Fadaei serão julgados novamente em outubro. Porém, os pedidos de libertação sob fiança não foram aceitos. Outro cristão que passou por novo julgamento em fevereiro, Nasser Navard Gol Tapeh, continua na cadeia, mesmo com vários problemas de saúde.

As prisões chinesas foram locais de forte disseminação do coronavírus; o fato fez com que o Relator Especial das Nações Unidas para os Direitos Humanos no Irã, Javaid Rehman, pedisse que os “prisioneiros de consciência” fossem libertados para reduzir a propagação do vírus. O termo é usado quando a pessoa está presa por causa das crenças políticas, religiosas ou outras causas conscientemente defendidas. O colaborador da Portas Abertas na região destacou a importância de as libertações serem feitas antes do festival de Norouz, em 21 de março.

A libertação de Fatemeh (Mary) Mohammadi após pagamento de uma fiança equivalente a 2.500 dólares virou notícia. Outro cristão solto três semanas antes do previsto foi Ramiel Bet-Tamraz, filho dos líderes cristãos Victor e Shamiran. Fatemeh Bakhteri, Rokhsareh Ghanbari e Amin Khaki também receberam licenças temporárias.

Há pelo menos mais seis cristãos presos no Irã neste período de luta contra o Covid-19: Mohammad Ali Mossayezbazeh, Abdolreza Haghnejad, Shahrooz Eslamdoust, Babak Hosseinzadeh, Mehdi Khatibi e Behhn, que perderam os recursos contra as sentenças de cinco anos. De acordo com a Lista Mundial da Perseguição 2020, o país é o 9º mais perigoso para os cristãos. E as principais causas de hostilidade contra os seguidores de Jesus são paranoia ditatorial, opressão islâmica, corrupção e crime organizado.

Pedidos de oração

  • Interceda para que o Senhor proteja os cristãos presos no Irã de contágio com o Covid-19 e que os prisioneiros sejam libertados até amanhã, 21 de março.
  • Clame para que as autoridades façam justiça, independentemente das convicções religiosas das pessoas encarceradas. Que elas vejam todos como humanos e dignos de cuidado.
  • Ore para que as famílias dos presos tenham a paz de Deus nos corações e confiem que ele está cuidando de cada pessoa, principalmente daquelas que foram presas por causa do nome dele.

Fonte: Portas Abertas

Covid-19: o que resta quando não há o que fazer?

Igreja chinesa compartilha aprendizado durante a crise com o Covid-19

Igreja chinesa compartilha aprendizado durante a crise com o Covid-19

Diante das mudanças que o Covid-19 causou na China, o pastor Huang Lei compartilhou com a Portas Abertas sobre como os momentos difíceis podem ser vistos de uma perspectiva divina. A igreja liderada por ele em Wuhan interrompeu as atividades presenciais em obediência às ordens das autoridades e passou a se encontrar virtualmente.

Os cristãos que não podem sair de casa têm mais tempo para os grupos de discipulado. Todos os dias, eles assistem uma pregação dos pastores nas redes sociais e site da comunidade cristã. Um dos maiores grupos “beneficiados” foram os idosos e as pessoas com deficiência, já que passaram a ser mais cuidados pelos demais irmãos, tanto espiritual quanto emocionalmente.

Relembrando as prioridades 

Entre 1990 e 1991, o evangelista chinês Wang Ming-Dao ensinou algo atemporal ao colaborador da Portas Abertas Ron,  que o visitou na prisão. A partir da pergunta “como você anda com Deus?”, o homem de 60 anos conseguiu mostrar que as disciplinas espirituais como oração e leitura da Bíblia não podem andar desassociadas de um relacionamento de intimidade com o Senhor.

“Lembro-me de olhá-lo e confessar que estava achando difícil relacionar sua experiência à minha. Eu disse: Eu nunca vou ser preso como você, então como sua fé pode ter algum impacto sobre a minha? Ele parecia desconcertado e começou a me fazer uma série de perguntas”, lembra Ron.

O líder cristão começou a listar os afazeres que o jovem precisava fazer ao retornar da visita. “Quando você voltar para casa, quantos livros você precisa ler no próximo mês? Quantas cartas você precisa escrever? Quantas pessoas você tem que ver? Quantos artigos você tem que produzir? Quantos sermões você deve pregar? Ele continuou as perguntas, e eu respondi uma de cada vez. Após cerca de quinze dessas perguntas, eu estava começando a me sentir em pânico pela quantidade de trabalho”, testemunha. :: LEIA MAIS »

Missões: “O coronavírus não pode nos parar”

Os encontros virtuais têm aproximado os cristãos perseguidos na China, principalmente os idosos

Os encontros virtuais têm aproximado os cristãos perseguidos na China, principalmente os idosos

As fronteiras fechadas, as empresas ajustando as formas de funcionamento, a queda das bolsas de valores, os cidadãos em casa e as igrejas vazias são algumas das realidades de países onde o Covid-19 chegou com toda força. Tudo está mesmo um caos, ou pode ser uma bênção disfarçada? É difícil acreditar que o sofrimento das famílias que perderam os entes queridos por causa do coronavírus possa ser didático. Porém, a Bíblia convida cada um a olhar os acontecimentos no mundo pelos óculos de Deus. Os acontecimentos são enxergados da perspectiva humana ou divina?

O pastor Huang Lei tem exercitado o desafio de perceber o agir de Deus através das mudanças. A igreja que ele lidera fica em Wuhan, local na China que foi o epicentro do surto da doença. Os cristãos locais foram obrigados a se reunirem apenas via internet. Quase todos os 50 grupos de discipulado continuam a funcionar on-line. Mas as reuniões que eram semanais agora são diárias. “Somos muito gratos por isso. E ouvimos dizer que nossos idosos e deficientes são gratos ao Senhor e ficam muito encorajados por essa oportunidade de reuniões on-line. Antes disso, eles se sentiam alienados, ficando em casa sozinhos, como se estivessem abandonados. Agora eles apreciam a conexão entre irmãos mais do que nunca”, testemunha.

Tempo de crescer nos relacionamentos

Os diáconos e demais líderes da igreja estavam atarefados com o trabalho e até atividades consideradas essenciais para o crescimento dos irmãos, por isso se reuniam uma vez ao mês. Mas a situação atual exige que estejam em contato, mesmo que virtual, por duas vezes na semana. “Eu acho que isso está nos aproximando mais do que nunca. Oramos, compartilhamos informações e tomamos decisões juntos. O vírus não pode nos parar”, revela o pastor Huang.

Na cidade, os pastores se reúnem duas vezes por semana para orar e compartilhar informações das igrejas que cuidam. Esse contato fez com que desejassem estar conectados com todos as lideranças das igrejas chinesas. Apesar da aproximação virtual e emocional, o aconselhamento pessoal ficou mais prejudicado. A maneira encontrada para sanar o problema é capacitar os diáconos e líderes dos grandes grupos. “Hoje em dia, costumo exortar e ministrar aos diáconos a cada dois dias, conversando com todos eles através de telefonemas e vídeo, para conhecer a situação deles e incentivá-los. Eles fazem o mesmo com a liderança dos grupos”, explica. Dessa forma, até os cristãos mais novos recebem apoio e pastoreio. :: LEIA MAIS »

Jovem cristã ex-muçulmana encontra amor real em Jesus

Jamila lê cartão enviado por parceiro da Portas Abertas e descobre que há cristãos orando por ela

Jamila lê cartão enviado por parceiro da Portas Abertas e descobre que há cristãos orando por ela

Os cristãos ex-muçulmanos constituem a maior parcela da Igreja Perseguida. Dos 50 países da Lista Mundial da Perseguição 2020, 41 têm a opressão islâmica como tipo de perseguição. É por isso que o tema do Domingo da Igreja Perseguida deste ano, no dia 7 de junho, será Cristãos ex-muçulmanos. Eles estão em todos os continentes e precisam saber que não estão sozinhos! O apoio da família da fé é fundamental para perseverarem em meio à pressão que enfrentam.

Uma das regiões do mundo onde há grande presença de cristãos ex-muçulmanos é a Ásia Central. É em um dos países dessa região que encontramos Jamila*, uma jovem de 20 anos. O pai biológico não é mais parte da família dela, visto que a mãe se casou pela segunda vez; Jamila tem dois meio-irmãos do segundo casamento da mãe. Como parte de uma família islâmica, ela foi criada como muçulmana.

Devido às dificuldades financeiras que a família enfrentava, aos 16 anos, ela teve um casamento arranjado com um homem bem mais velho. O marido a tratava muito mal, a ponto de bater nela e deixar hematomas. Finalmente, a jovem reuniu forças e coragem para fugir, voltando para a casa da mãe. Agora ela trabalha como babá e sonha em se tornar comissária de bordo. :: LEIA MAIS »

Mesmo feridos, cristãos vão à igreja após ataque

Após ataques, equipe da Portas Abertas vai ao encontro das necessidades de cristãos perseguidos

Após ataques, equipe da Portas Abertas vai ao encontro das necessidades de cristãos perseguidos

A Portas Abertas contou a história Aziz*, um colaborador que trabalha levando consolo e esperança a cristãos que foram vítimas de um ataque a uma igreja na região do Golfo. Durante uma visita a um hospital, um irmão foi hostil com ele, pensando que seria apenas mais uma pessoa interessada em explorar a vulnerabilidade dele. Mas o socorrista mostrou que o motivo de estar lá era o amor de Deus. A equipe de Aziz também visitou a igreja dois dias após o ataque.

O altar estava danificado, o cálice e o pão da santa ceia estavam no chão e os tapetes ficaram marcados com um vermelho escuro. Aziz pensou: “O vinho da taça e o sangue dos martirizados e feridos se misturaram”. No domingo seguinte, o cristão foi novamente ao local de adoração e encontrou tudo limpo, mas os danos ainda não tinham sido reparados. Pessoas com curativos e de muletas começaram a chegar, nada foi capaz de deixá-los em casa. “Os cristãos assumem riscos, porque o testemunho da igreja é que Deus é bom”, explica Aziz. Eles desejaram mostrar que Jesus é digno de ser seguido mesmo após ataques. “Antes, a igreja já era um lugar bonito. Mas quando vi os feridos lá, pessoas que lutaram pela vida apenas alguns dias antes, percebi que Deus havia tornado a igreja ainda mais bonita”, testemunha. :: LEIA MAIS »

Restauração de casas permite volta de cristãos às cidades no Iraque

Após a restauração das casas, os cristãos podem voltar para as cidades e restabelecer as igrejas locais

Após a restauração das casas, os cristãos podem voltar para as cidades e restabelecer as igrejas locais

A invasão do Estado Islâmico no Iraque no verão de 2014 deixou marcas profundas nas mentes e corações dos sobreviventes. Algumas consequências são escolas, edifícios governamentais, igrejas e comércios em ruínas. Porém, ainda há vida. A esperança nos olhares dos deslocados em busca de segurança brilha quando retornam para suas casas, mesmo que estejam em péssimo estado. A Portas Abertas convida as igrejas brasileiras para clamar pelo restabelecimento desta nação. Confira os pedidos de oração.

  • Ore para que os governantes do Iraque tenham as mentes e os corações mudados. Que eles ouçam as manifestações da população por reformas que beneficiem a todos. E tenham sabedoria e discernimento para criar e executar os planos de reconstrução do país.
  • Interceda por todos os doentes do Iraque, especialmente os que têm enfermidades crônicas ou que passaram por acidentes. O custo do medicamento e cuidado médico é muito alto e não há sistema de seguros. Ore para que Deus use caminhos miraculosos para curar os enfermos.
  • A planície do Nínive foi libertada há três anos, mas a vida para os locais é dura. Serviços básicos como suprimento elétrico não estão funcionando apropriadamente. Muitas ruas não estão pavimentadas, isso piora quando chove. Ore pela restauração da região.
  • Clame para que os quatro empregados da ONG SOS Chrétiens dOrient estejam seguros e sejam encontrados. Eles desapareceram em 20 de janeiro em Bagdá. Peça que Deus fortaleça e dê esperança aos familiares de cada um deles.
  • Ore pelo fim da corrupção nos órgãos governamentais do Iraque. A falta de supervisão regular, os subornos e o não cumprimento das leis dificultam a recuperação do país. Alguns cristãos da planície do Nínive são obrigados a pagar propina para se locomoverem até Mosul.
  • Agradeça a Deus pelo comitê de mulheres em Bashiga. Elas se reúnem semanalmente para organizar programações e treinamentos na educação bíblica de outras mulheres. Interceda pelo ministério, para que as coordenadoras tenham sabedoria e coragem de continuar compartilhando a verdade de Jesus.
  • Pela má qualidade das estradas e negligência das autoridades, muitos acidentes acontecem. A passagem de grandes caminhões deixa as vias ainda piores. Ore pela segurança das pessoas que precisam viajar pelo país, especialmente os colaboradores da Portas Abertas.
  • Clame pelo suprimento das famílias iraquianas, que estão sofrendo pelo alto custo de vida e baixos salários. Muitos enfrentam dificuldades para pagar as contas e as despesas escolares, ou comprar remédios. Encontrar empregos ficou mais difícil. Peça que Deus derrame a paz dele nos corações necessitados e que ele providencie tudo o que necessitarem.

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Cristãos são detidos e igrejas queimadas na Etiópia

Os radicais têm costume de incendiar tudo o que possa pertencer aos cristãos, como já fizeram em ataques anteriores

Os radicais têm costume de incendiar tudo o que possa pertencer aos cristãos, como já fizeram em ataques anteriores

No dia 3 de março, alguns muçulmanos radicais atacaram um grupo de cristãos de diversas regiões da Etiópia, que participavam de um evangelismo no distrito de Mehal Amba. Os sete homens correram até a delegacia em busca de proteção e as autoridades concordaram em abrigá-los até passar a fúria da multidão. Mas o líder islâmico local pressionou os policiais para os manterem presos, sob a acusação de que planejavam incendiar a mesquita da cidade. Os cristãos ainda continuam detidos pelas autoridades.

Na mesma noite, outros radicais foram diretamente da mesquita até a igreja Weleni Full Gospel, única comunidade cristã da cidade. Os muçulmanos carregavam combustível, paus e pedras, enquanto proclamavam “Allah Akbar” (Alá é grande, em árabe). Eles colocaram fogo nos prédios novo e antigo da igreja. Três casas de cristãos também foram demolidas e outras posses vandalizadas. No total, 23 pessoas e sete crianças fugiram para o distrito de Chulule. Eles encontraram abrigo na igreja Full Gospel da outra cidade. :: LEIA MAIS »

Educação Cristã transforma vidas ao redor do mundo

Ore e invista no treinamento e discipulado de cristãos na Africa Subsaariana

Ore e invista no treinamento e discipulado de cristãos na Africa Subsaariana

Hoje é celebrado o Dia da Educação Cristã porque na mesma data, no ano de 1822, nasceu Joaquim Manuel da Conceição. Ele foi o primeiro pastor protestante brasileiro e teve grande interesse em levar Jesus para o interior do país. O pregador itinerante tinha como missão oferecer instrução religiosa aos mais humildes moradores da antiga colônia portuguesa. Um dos pilares de atuação da Portas Abertas, além da distribuição de Bíblias e literatura cristã, é o treinamento e alfabetização.

Em países como Índia, Sudão e Egito, muitos recém-convertidos lideram as igrejas sem ao menos conhecer as bases da fé. Isso pode gerar um sincretismo religioso, que vai contra os ensinamentos de Deus através da palavra. Mas quando as boas-novas do evangelho começam a ser pregadas de maneira autêntica, passam a mudar as pessoas, e o resultado pode ser ódio e violência dos governantes, parentes e comunidade. Nesse momento, é importante fortalecer os seguidores de Jesus, por meio de treinamentos e discipulados. :: LEIA MAIS »

Música como instrumento de evangelização no Laos

Jovens cristãos de várias regiões foram convidados a aprender música e depois devem ensinar outros na igreja local

Jovens cristãos de várias regiões foram convidados a aprender música e depois devem ensinar outros na igreja local

A Portas Abertas apoia um projeto de treinamento musical no Laos. Jovens de várias idades e de diversas regiões do país se reúnem para aprender mais sobre a música e a Bíblia. Eles sabem como é perigoso ser cristão na nação que ocupa a 20ª colocação na Lista Mundial da Perseguição 2020, entretanto têm ousadia de sobra para estudar com o objetivo de utilizar os dons e talentos para ministrar nas igrejas e impactar as pessoas que ainda não conhecem a Cristo.

Somphong* é um dos aprendizes que tem a certeza de que a música pode fortalecer aos cristãos.  “Quando você é perseguido ou está preso, e a música é tocada, você ouve, sente. O Espírito Santo está ajudando, acalmando a dor. A música me faz sentir vivo e me faz querer adorar a Deus em espírito e em verdade. Dá alegria ao meu coração”, revela.

A jovem Pern* também demonstra o desejo de adorar a Deus através da música, pois acredita que muitos que ainda não encontraram a Cristo podem ser atraídos pelas canções. “Eles vão apreciar a melodia e ter os corações felizes. Quando eles cantam uma música, o Espírito de Deus pode levá-los a crer em Jesus”, explica. Há três anos, a cristã procurava um lugar onde pudesse estudar música. Em junho de 2018, ela teve as orações respondidas ao participar do treinamento de louvor e adoração. “Aprendi sobre as notas musicais e como tocar o teclado. Agradeço a Deus por me trazer aqui”, compartilha. :: LEIA MAIS »

Dia Mundial da Oração: interceda pelos cristãos rohingya em Bangladesh

Interceda pelos cristãos rohingya, que perderam tudo o que tinham em Bangladesh

Interceda pelos cristãos rohingya, que perderam tudo o que tinham em Bangladesh

Hoje é o Dia Mundial da Oração e a Portas Abertas convida a igreja brasileira para interceder pelos cristãos da minoria rohingya. Eles são originários de Mianmar e estão refugiados em Bangladesh. Por serem seguidores de Jesus enfrentam a opressão de outras pessoas da comunidade de maioria muçulmana. Eles não têm cidadania do país onde vivem e por isso a causa deles é tratada com descaso pelas autoridades.

Em 27 de janeiro, aconteceu um ataque a alguns cristãos da minoria rohingya. O resultado da violência foram as destruições de uma igreja, 18 casas e agressão de alguns seguidores de Jesus, deixando muitos hospitalizados. Um pastor ainda está sequestrado pelos extremistas ligados ao Arakan Rohingya Salvation Army (ARSA), grupo muçulmano secular. Um dos colaboradores da Portas Abertas no país informou que os cristãos estão frustrados com as condições que eles têm vivido.

O grupo de 84 seguidores de Jesus ficou apenas com as roupas do corpo e continua em um campo de trânsito da ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados). Eles não podem sair livremente como os demais rohingya, que são muçulmanos. Por isso, sentem-se presos e sem privacidade. “O acampamento apenas lhes fornece comida e nada mais. Portanto, eles precisam compartilhar roupas e outras necessidades, pois todos perderam tudo durante o ataque”, afirma o parceiro. :: LEIA MAIS »

A perseguição aos cristãos na Eritreia

Ore pela Eritreia, um país onde cristãos são mortos e presos de forma desumana

Ore pela Eritreia, um país onde cristãos são mortos e presos de forma desumana

Eritreia, país que ocupa a 6ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2020, enfrenta muitos desafios, entre eles pobreza e falta de segurança. A média de pressão sobre os cristãos no país está em um nível extremo de 15,3 pontos. Não há uma esfera da vida em que a pressão aos cristãos não esteja nesse nível. Ela é mais forte na nação e comunidade, refletindo que a política do governo é a principal reponsável pela pressão aos cristãos no país. Isso também revela que os cristãos enfrentam uma perseguição enorme no nível comunitário devido principalmente ao protecionismo denominacional. A pontuação para violência está em um nível muito alto, de 10,9, subindo de 9,4 referente ao ano anterior. Ainda há muitos cristãos definhando nas prisões por causa da fé. O paradeiro de alguns é desconhecido, não sabendo-se nem se permanecem vivos.

O número de refugiados eritreus na EtiópiaSudãoQuênia e outros países indica claramente a insatisfação dos cidadãos com o atual regime e as condições de vida em seu país. Em 2018, a Eritreia assinou um tratado de paz com a Etiópia, que prevê a cooperação econômica entre os dois países.

Centenas de cristãos ainda estão em prisões na Eritreia. Eles são mantidos pelo governo sob péssimas condições, alguns em contêineres em temperaturas escaldantes. Milhares de cristãos foram detidos e presos nos últimos anos, alguns dos quais estão na prisão há mais de dez anos. :: LEIA MAIS »

Cristãos ex-muçulmanos são agredidos por tio no Uzbequistão

Mobilize a sua igreja para orar no Domingo da Igreja Perseguida pelos cristãos ex-muçulmanos no Uzbequistão

Mobilize a sua igreja para orar no Domingo da Igreja Perseguida pelos cristãos ex-muçulmanos no Uzbequistão

Um dos trabalhos da Portas Abertas no Uzbequistão é o ministério entre os surdos. A atividade está ganhando força graças às constantes atividades com pessoas com deficiência auditiva e parentes delas. Na sociedade local, uma pessoa que não consegue ouvir é vista como amaldiçoada por Alá, então as opiniões dela não têm o mesmo valor quanto as de um muçulmano com todos os sentidos intactos. Essa crença afetou a vida de três jovens ex-muçulmanos filhos de pais surdos, também cristãos.

Amina*, Madina* e Zarif*, de 14, 15 e 19 anos, respectivamente, decidiram seguir a Jesus durante uma conferência de jovens. Ao chegarem em casa, compartilharam sobre a nova fé com os familiares. Os pais ficaram felizes, mas um tio  reagiu mal à notícia, e bateu nos três sobrinhos na frente dos pais. Além disso, foram forçados a negar Jesus enquanto colocavam a mão no Alcorão, mas eles recusaram voltar à antiga religião. Como consequência da agressão, Zarif, o irmão mais velho, passou mais de uma semana internado no hospital por causa dos ferimentos.

O ministério com surdos no país vai de encontro ao preconceito que eles enfrentam na cultura islâmica. A sociedade os rejeita e trata com grosseria pois são vistos como inferiores. As vontades dessas pessoas são negligenciadas, prova disso é o tio dos três jovens cristãos se sentir no direito de puni-los. Interceda por Zarif, Amina e Madina para que agora cresçam na fé em Jesus. Ore para que o ministério entre os surdos alcance mais pessoas e mostre o amor de Deus por cada um deles. Peça também pela segurança de toda a família.  :: LEIA MAIS »



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