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:: ‘missões’

República do Laos e os desafios para os cristãos

Além das autoridades do Laos, os familiares, amigos e vizinhos dos cristãos os pressionam para abandonar a fé

Além das autoridades do Laos, os familiares, amigos e vizinhos dos cristãos os pressionam para abandonar a fé

Hoje, a população do Laos comemora o Dia da República. A data tornou-se especial em 1975, quando a república foi proclamada e o governo de Pathet Lao instaurado. Esse grupo político, apoiado pelo Vietña e pela União Soviética, assumiu o governo após uma guerra civil.

A população do Laos é majoritariamente budista, fato que contribui para que as autoridades pressionem e monitorem todas as atividades dos seguidores de Cristo. Além disso, os familiares, amigos e vizinhos também exercem pressão sobre os cristãos para que o evangelho deixe de ser disseminado no país.

O Laos ocupa a 20ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2020, devido aos índices de violência contra os cristãos. Além de prisões e multas, famílias são constantemente expulsas das aldeias e obrigadas a viver em situações precárias por não abdicarem a fé. Elas passam a viver em casas improvisadas, sem banheiros e eletricidade adequados. As crianças também são prejudicadas com a expulsão das aldeias porque precisam caminhar por longos quilômetros para chegar até as escolas.

A Portas Abertas trabalha através de parceiros locais para ajudar os cristãos do Laos a seguirem firmes na fé, quando enfrentam ataques e violências. Além disso, os parceiros no local auxiliam as famílias através de fornecimento de material cristão, treinamento para liderança e programa de discipulado, e programas de desenvolvimento socioeconômico. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Cristãos são mortos por extremistas na Indonésia

Os quatro seguidores de Cristo que foram mortos eram vizinhos na aldeia Sulawesi, na Indonésia

Os quatro seguidores de Cristo que foram mortos eram vizinhos na aldeia Sulawesi, na Indonésia

No dia 27 de novembro, um grupo terrorista chamado Mujahideen da Indonésia Oriental (EIM, da sigla em inglês) atacou quatro cristãos em uma aldeia no centro de Sulawesi, na Indonésia. Três homens foram esfaqueados, enquanto um quarto cristão foi incendiado. Seis casas, incluindo uma igreja improvisada e um prédio do Exército da Salvação, também foram queimadas.

Entre oito e dez homens armados com espadas e armas entraram na aldeia por volta das 8h. De acordo com Kandi, filha de um dos cristãos mortos, todos os cidadãos da aldeia foram chamados para fora dos lares. Alguns seguidores de Cristo foram escolhidos pelos agressores e o pai de Kandi foi um deles. Os quatro cristãos mortos eram homens adultos e vizinhos.

O incidente aconteceu na vila Lemban Tongoa, em Sulawesi, no Centro da Indonésia. Na aldeia, existe um posto do Exército da Salvação, que também foi prejudicado durante o ataque. “Nossos corações estão com nosso povo que enfrentou tal crueldade. Vamos orar por cada pessoa que foi afetada e pela cura nas comunidades. Peço à nossa comunidade global que se junte a nós nesta oração e acredite que o mal será derrotado e a paz tomará conta da vila”, clama Brian Peddle, líder internacional do Exército da Salvação. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Ataque deixa 15 cristãos feridos na Índia

Entre os cristãos feridos e hospitalizados, cinco estão em estado grave

Entre os cristãos feridos e hospitalizados, cinco estão em estado grave

No dia 24 de novembro, Madvi Mukka, um cristão na Índia, organizou uma cerimônia em casa para dar nome ao filho. Alguns cristãos da igreja de Mukka e poucas famílias da aldeia se reuniram para celebrar a ocasião. Uma pequena reunião de oração estava sendo conduzida entre as 19h e 0h. Mas após o término da oração, quando todos os convidados estavam comendo, cerca de 70 aldeões invadiram a casa de Mukka. Os agressores atacaram os cristãos com paus, flechas e varas.

Com medo, os cristãos tentaram fugir da casa, mas os aldeões os perseguiram por toda a aldeia, atirando flechas contra qualquer seguidor de Jesus que estivesse pela comunidade naquele momento. A perseguição e a violência continuaram por toda a madrugada. Os agressores fugiram do local por volta das 5h. Porém a polícia só chegou para socorrer os feridos perto das 7h30 da manhã.

Os aldeões atacaram Mukka com uma flecha no estômago; ele se encontra gravemente ferido e internado no hospital do governo. Outras 15 pessoas tiveram ferimentos graves neste incidente e foram hospitalizados. Entre elas, cinco pessoas estão internadas em um hospital maior, porque se encontram em estado mais grave. Outros cristãos também tiveram ferimentos mais leves nas mãos, pés e partes internas do corpo. As Bíblias dos seguidores de Cristo também foram queimadas pelos agressores. :: LEIA MAIS »

Por que os cristãos são presos?

O Domingo da Igreja Perseguida abordará a importância de orarmos pelos cristãos presos

O Domingo da Igreja Perseguida abordará a importância de orarmos pelos cristãos presos

No mundo todo, a estimativa é que mais de 260 milhões de cristãos enfrentem algum tipo de perseguição pela fé em Jesus, com restrições que vão desde a proibição ao acesso de itens básicos, como água, até prisão ou morte. Em meio a essas circunstâncias, o principal pedido dos perseguidos é por oração.

Para atender a esse apelo, o Domingo da Igreja Perseguida (DIP), um movimento nacional de oração em favor dos cristãos perseguidos, foi idealizado e é realizado anualmente com tema escolhido de acordo com uma necessidade específica ou determinada região. Em 2021, o foco será os cristãos presos, com destaque para os aprisionados no IrãCoreia do Norte e Eritreia. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: A perseguição aos cristãos na Turquia

Os cristãos turcos contam com suas orações para enfrentarem a perseguição firmes na fé

Os cristãos turcos contam com suas orações para enfrentarem a perseguição firmes na fé

Com uma população 98,3% muçulmana, a influência do islamismo na Turquia está crescendo. Após os agnósticos, os cristãos são o terceiro maior grupo religioso no país, no entanto, esse grupo corresponde a menos de 1% da população.

O principal tipo de perseguição presente na Turquia é a opressão islâmica, fazendo com que o nacionalismo religioso afete todos os cristãos no país, mas especialmente os cristãos ex-muçulmanos. O nacionalismo religioso presente na sociedade coloca muita pressão sobre os cristãos. O governo não atua contra os cristãos em particular, mas o nacionalismo da sociedade não deixa lugar para que anunciem sua mensagem.

Desde a tentativa fracassada de golpe em 2016, o governo do presidente Erdogan deixou cair sua máscara de apoio à democracia e está abertamente restringindo a liberdade em toda a sociedade turca. Devido às novas políticas mais restritivas do governo, o nível de intolerância contra todos que não apoiam Erdogan aumentou. Cidadãos não muçulmanos sunitas, inclusive a minúscula minoria cristã, enfrentam aumento de pressão, o que tem se traduzido de forma crescente em incidentes violentos. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Cerca de 90 cristãos são expulsos de aldeia em Bangladesh

Os cristãos não são aceitos como parte da comunidade e não podem ter contato com os outros aldeões

Os cristãos não são aceitos como parte da comunidade e não podem ter contato com os outros aldeões

No Sudoeste de Bangladesh, 21 famílias foram intimidadas pelos líderes da aldeia para renunciarem a fé em Cristo e voltarem às práticas do hinduísmo. Eles disseram que se as famílias cristãs se recusassem a abandonar a fé, não seriam mais aceitas como parte da comunidade. As ameaças incluíam não poderem se relacionar com os aldeões, ninguém poderia falar com eles, não teriam permissão para comprar e vender e não seriam mais aceitos nas atividades sociais da aldeia.

Os líderes da aldeia ainda alertaram os demais moradores para cumprirem essas condições. Caso algum cidadão da comunidade conversasse com os cristãos, também seria excomungado. Como resultado dessa repressão, os cristãos da aldeia enfrentam problemas para sobreviver. Sempre que saem, são ridicularizados e até os familiares se voltaram contra eles. As crianças cristãs também se afligem com essa situação, pois estão sendo perseguidas pelas outras crianças e proibidas de brincar em conjunto.

No entanto, os cristãos continuam fortes na fé. “Recebemos Jesus Cristo como nosso salvador e Senhor. Não podemos negar ao Senhor. Seja qual for a situação, vamos enfrentá-la juntos. Não voltaremos à nossa fé anterior. Por favor, ore por nós”, disse um dos cristãos locais. Ouvindo sobre esse incidente, nosso parceiro local foi à aldeia para tentar falar com os líderes cristãos e hindus sobre o assunto. Mas os hindus o trataram mal e ficaram zangados com ele.  :: LEIA MAIS »

Vamos orar: A perseguição aos cristãos no Quênia

O nível de pressão aos cristãos no Quênia, em todas as esferas da vida, é alto e muito alto

O nível de pressão aos cristãos no Quênia, em todas as esferas da vida, é alto e muito alto

Nos últimos anos, os cristãos perseguidos no Quênia enfrentaram muita pressão e ataques de grupos islâmicos. Muitos foram mortos por causa da fé. A principal fonte de perseguição no país é o grupo radical islâmico chamado Al-Shabaab.

Por isso, a média de pressão permanece em um nível alto, tendo aumentado de 10,4 para 10,5, em um ano. Exceto para nação, não há esferas da vida em que a pressão aos cristãos seja menor que 10 pontos.

A com pontuação mais alta é a vida privada (11,7), que reflete a influência muito alta sobre os convertidos na região nordeste. A próxima pressão mais alta é encontrada na igreja e comunidade (10,9), um indício de que a vida é muito difícil no nordeste do país, como resultado das ameaças do Al-Shabaab e seus adeptos. A pontuação para violência permanece muito alta, subindo de 8,3 para 9,1 pontos em um ano. :: LEIA MAIS »

Pastor é encontrado morto na Indonésia

Yeremia Zanambani, além de pastor, era professor do seminário bíblico e tradutor da Bíblia para a língua local

Yeremia Zanambani, além de pastor, era professor do seminário bíblico e tradutor da Bíblia para a língua local

O pastor Yeremia Zanambani, de 67 anos, foi encontrado morto no dia 19 de setembro no curral da família em Papua, na Indonésia. A mulher do líder o encontrou com diversos ferimentos à bala e faca, e com uma das mãos quase totalmente cortada. A Comissão Nacional de Direitos Humanos, que está investigando o ocorrido, declarou que o autor do crime teria sido um membro do exército do país.

Houve um intenso conflito em Papua entre as Forças Armadas Nacionais da Indonésia (TNI, em bahasa indonésio) e os grupos armados da região, que resultou em violência e tensão contra a população. Muitas vezes, o TNI age com brutalidade contra os locais, acusando-os de fazer parte de grupos extremistas. Nesses confrontos, muitos cidadãos são presos e os familiares não são notificados sobre o paradeiro deles. Além disso, o TNI também transformou muitos edifícios de escolas e igrejas em postos do exército.

O pastor Daniel Ronda, presidente da igreja da qual o pastor Zanambani fazia parte, compartilhou que o líder era fiel e respeitado por toda igreja, professor do seminário bíblico e tradutor da Bíblia para a língua local. Ele acredita que a morte de Zanambani é uma forma de intolerância por parte do governo: “O pastor não estava envolvido em política. A razão pela qual ele foi alvo foi porque continuou perguntando ao TNI sobre os dois sobrinhos desaparecidos, que foram presos anteriormente pelo exército. Não havia nenhuma notícia, e ele queria saber se eles ainda estavam vivos ou não”, disse ele. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Outro cristão ex-muçulmano é chicoteado no Irã

A condenação de Saheb aconteceu em 2016, mas somente agora a pena foi cumprida (foto: Article18)

A condenação de Saheb aconteceu em 2016, mas somente agora a pena foi cumprida (foto: Article18)

Em outubro, a Portas Abertas noticiou o caso de um cristão ex-muçulmano no Irã que foi chicoteado 80 vezes após beber vinho, durante a santa ceia. E, novamente, um outro seguidor de Jesus foi alvo desse tipo de punição física. No país, é ilegal que os iranianos muçulmanos consumam álcool, mas são abertas exceções para minorias religiosas, incluindo os cristãos. No entanto, o Irã proíbe os ex-muçulmanos de se tornarem cristãos.  Por isso, enxergam o ato como uma contravenção da lei.

Zaman Fadaei (conhecido como Saheb) foi preso em Rasht, em maio de 2016, juntamente com o pastor Yousef Nadarkhani, Fatemeh Pasandideh (esposa de Nadarkhani), Mohammad Ali (Yaser) Mosayebzadeh e Mohammad Reza (Youhan) Omidi. Em setembro de 2016, Saheb, Yaser e Youhan foram condenados a 80 chicotadas cada um por beber vinho durante a comunhão.

Em junho de 2017, Saheb, Yaser, Youhan e Yousef Nadarkani receberam sentenças de 10 anos de prisão por “agirem contra a segurança nacional através da propagação de igrejas domésticas e da promoção do cristianismo”. Eles começaram a cumprir as penas em 2018. Em maio de 2020, as sentenças passaram por revisão e foram reduzidas. As penas de Saheb e Yousef caíram para seis anos e a de Youhan para dois anos. A situação de Yaser é desconhecida. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: A perseguição aos cristãos na Rússia

Em regiões conservadoras muçulmanas, convertidos e protestantes são constantemente monitorados pela comunidade

Em regiões conservadoras muçulmanas, convertidos e protestantes são constantemente monitorados pela comunidade

Com um total de 60 pontos, a Rússia se classificou em 46º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2020. A média de pressão aos cristãos está em um nível alto, de 10,7 pontos, mas diminuiu de 10,8 no ano anterior. A margem de diminuição ocorreu em todas as esferas da vida, exceto na igreja, uma indicação de que a paranoia ditatorial na Rússia piorou, enquanto a opressão islâmica parece ter melhorado levemente.

A esfera da vida com o nível de pressão mais alto é a vida privada, refletida nos convertidos e exercida pelo ambiente muçulmano. É seguida de perto pela pontuação da igreja, que indica a pressão do Estado.

A pontuação para violência agora alcançou a categoria “muito alta”, subindo de 5,7 para 6,9 pontos. Apesar do fato que nenhum cristão foi morto no período de análise da Lista Mundial da Perseguição 2020 (1 de novembro de 2018 a 31 de outubro de 2019), o número de igrejas fechadas aumentou drasticamente. Além disso, mais cristãos foram presos e sentenciados. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Pastor sequestrado na Nigéria continua em cativeiro

Circularam notícias falsas de que o pastor Polycarp Zongo havia sido solto, mas ele continua preso na Nigéria (foto: MK Reporters)

Circularam notícias falsas de que o pastor Polycarp Zongo havia sido solto, mas ele continua preso na Nigéria (foto: MK Reporters)

No dia 19 de outubro, o pastor Polycarp Zongo foi sequestrado por extremistas enquanto estava a caminho de uma conferência cristã, na Nigéria. No começo de novembro, circularam notícias falsas de que o pastor havia sido solto, mas ele continua nas mãos dos jihadistas.

Em um vídeo postado no dia 29 de outubro, 10 dias após o sequestro, o pastor Zongo foi visto pedindo ao governo e aos líderes religiosos do país que trabalhassem para a libertação dele e de duas mulheres que também foram sequestradas. O vídeo foi postado por um grupo extremista islâmico.

O líder cristão nigeriano Gideon Para Mallam disse ao portal americano de notícias Christian Post, que “não sabia que o grupo tinha laços com outros grupos islâmicos que estão ativos na região, como Boko Haram e Estado Islâmico da África Central. O vídeo tinha detalhes sobre grupos cristãos e os agressores não pediram resgate, o que indica que novos sequestros de cristãos podem acontecer até o Natal. Precisamos estar atentos para não caírem em armadilhas criadas por eles, para não virarmos presas fáceis”, concluiu Mallam. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: A perseguição aos cristãos em Omã

A pontuação para violência permaneceu baixa no país, apesar do aumento com relação ao ano anterior

A pontuação para violência permaneceu baixa no país, apesar do aumento com relação ao ano anterior

A média de pressão aos cristãos em Omã, país do Oriente Médio, está em um nível muito alto, de 12 pontos, subindo 0,5 em comparação com o ano anterior. Nos últimos anos, a situação geral para cristãos na sociedade omani não mudou muito. Apesar de todas as esferas da vida mostrarem níveis de pressão altos ou muito altos, a pressão é claramente mais alta na vida privada, família e igreja.

Isso reflete, por um lado, a difícil situação para cristãos convertidos, que enfrentam uma pressão muito alta da família. Por outro lado, a vida na igreja é difícil para cristãos convertidos e expatriados, já que o proselitismo e a integração de convertidos ex-muçulmanos são socialmente inaceitáveis. A pontuação para violência permaneceu baixa apesar do aumento de 1,7 para 2. :: LEIA MAIS »

Cristã perde marido e filho por causa da perseguição

Após perder o marido e um filho, em ataque do Estado Islâmico no Egito, Nancy tem que criar o filho, Yousef, sozinha

Após perder o marido e um filho, em ataque do Estado Islâmico no Egito, Nancy tem que criar o filho, Yousef, sozinha

Quando Nancy, de 41 anos, fechou a porta de casa naquela manhã, mal sabia que só voltaria alguns meses depois. Não sabia que aquela seria a última vez que prepararia o café da manhã para o filho adolescente e desejaria um bom dia para o marido. Não sabia que a vida do filho caçula seria marcada para sempre.

Essa é a história de uma família no Egito brutalmente separada pela perseguição. Mas também é a história do cuidado de Deus com aqueles que estão em luto. Ao olhar para Nancy é possível ver que há algo de diferente em seu rosto. Ela mostra a lateral da cabeça: “Aqui foi onde as balas entraram”. Após meses de tratamento médico, ela finalmente está em casa.

Nancy faz parte de uma família muito unida. Eles sempre passeavam juntos, geralmente para igrejas e monastérios. Certo dia, decidiram visitar um monastério na região de Minia. Eles foram em um micro-ônibus. Tios, primos, jovens e velhos, todos estavam animados.

Após a visita, a família decidiu que ainda havia tempo para ir a uma igreja construída em honra a mártires. Apenas um mês antes, estiveram lá e todos ficaram muito impressionados com a fé dos cristãos mortos. “Eu lembro de meu marido dizer que também gostaria de ser um mártir”, diz Nancy. :: LEIA MAIS »

Armênia e Azerbaijão assinam acordo de paz

Os países assinaram um acordo para acabar com a disputa pela região de Nagorno-Karakh

Os países assinaram um acordo para acabar com a disputa pela região de Nagorno-Karakh

Nas últimas semanas, um conflito começou entre a Armênia e o Azerbaijão e noticiamos o ocorrido. Ontem, dia 9 de novembro, os países assinaram um acordo para acabar com os violentos combates pela região de Nagorno-Karakh, fronteira dos dois países. O acordo contou com mediação da Rússia.

O documento foi assinado pelo presidente do Azerbaijão, Ilham Aliyev, o primeiro-ministro da Armênia, Nikol Pashinyan, e Vladimir Putin, presidente da Rússia. A população da Armênia protestou e manifestantes tomaram as ruas do centro do país, atacando prédios públicos e pedindo a renúncia de Pashinyan. Já a população do Azerbaijão comemorou a assinatura do acordo aos gritos de “Karabakh é Azerbaijão” e “estamos de volta”.

Desde setembro, os países se enfrentam em combates violentos, em que os separatistas armênios lutam contra o exército do Azerbaijão para recuperar a região de Nagorno-Karakh. O conflito deixou ao menos 1.300 mortos e muitos países tentaram um acordo para que as tensões chegassem ao fim. A Rússia conseguiu mediar o conflito e irá enviar 1.960 militares, 90 tanques e 380 veículos para a região, a fim de garantir que o acordo seja cumprido. De acordo com Putin, cada país vai manter a posição que ocupa atualmente, validando os territórios recuperados pelo Azerbaijão. :: LEIA MAIS »

Cristãos rohingya são hostilizados em campos de refugiados

Cerca de 2.000 cristãos vivem em Kutupalong, o maior campo de refugiados do mundo em Cox Bazar, no Sudoeste de Bangladesh

Cerca de 2.000 cristãos vivem em Kutupalong, o maior campo de refugiados do mundo em Cox Bazar, no Sudoeste de Bangladesh

Em 2017, militares de Mianmar forçaram os cristãos da tribo rohingya a deixar as casas que moravam. Muitos buscaram abrigo em campos de refugiados em Bangladesh e permanecem até hoje na região. Além de enfrentar problemas com a segurança dos campos, a população rohingya cristã luta contra uma dupla vulnerabilidade: pela origem étnica e pela fé em Jesus.

Os rohingya são majoritariamente muçulmanos, mas há cristãos convertidos na tribo. Por causa da fé, eles enfrentam uma pressão crescente vinda de outros refugiados, autoridades locais e grupos islâmicos radicais, como o Arakan Rohingya Salvation Army (ARSA, em inglês). Por estarem em um campo de refugiados, eles têm poucas opções para recorrer e buscar uma mudança.

Saiful Peter está entre os 2.000 cristãos que vivem em Kutupalong, o maior campo de refugiados do mundo em Cox Bazar, uma cidade no Sudoeste de Bangladesh. Eles dividem a área com mais de um milhão de muçulmanos. “Nós, cristãos e muçulmanos, vivemos juntos há muitos anos, mas o ARSA está nos atacando quase todos os dias no campo e aos domingos durante os cultos. Somos discriminados pelos rohingya muçulmanos porque somos cristãos”, disse Peter ao site de notícias Church Militant:: LEIA MAIS »

Cristã de 13 anos é libertada no Paquistão

Anualmente, diversas mulheres passam pelo trauma do sequestro e conversão forçada no país (foto representativa)

Anualmente, diversas mulheres passam pelo trauma do sequestro e conversão forçada no país (foto representativa)

O extremsita Ali Azhar, de 44 anos, tirou Arzoo, uma menina de 13 anos, dos pais em Karachi, Paquistão, no dia 13 de outubro. Dois dias depois, o pai de Arzoo foi informado de que o sequestrador havia produzido uma certidão de casamento afirmando que ela tinha 18 anos e havia se convertido ao islã. Duas semanas depois, o sequestrador ganhou a custódia da menor, mas os juízes ordenaram que a polícia liberasse a garota após protestos, no dia 26 de outubro.

Cristãos paquistaneses pedem que oremos pela adolescente e família. “Arzoo é uma garota cristã paquistanesa. Ela é uma das muitas que anualmente passam pelo trauma do sequestro e conversão forçada. Os cristãos no Paquistão pedem oração pelos procedimentos legais e julgamentos que estão por vir, para que a justiça seja feita, e vidas e famílias sejam resguardadas”, diz uma fonte.

Um líder da igreja expressou gratidão àqueles dentro e fora do país que se manifestaram pedindo a libertação da garota. “Somos gratos aos paquistaneses que levantaram a voz em nome de Arzoo. Também agradecemos aos irmãos e irmãs ao redor do mundo que continuaram a orar pelo Paquistão e aqueles que estão acompanhando essa história e outros como ela”, diz o cristão. Arzoo está atualmente sob custódia preventiva em um abrigo estadual, enquanto o tribunal investiga o sequestro, casamento e conversão forçada de Arzoo. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Perseguição aumenta na República Democrática do Congo

Casas e igrejas foram destruídas e muitos cristãos foram mortos e feridos

Casas e igrejas foram destruídas e muitos cristãos foram mortos e feridos

Cristãos na província de Kivu do Norte, na República Democrática do Congo, precisam de oração. Em 28 de outubro, um ataque de supostos membros das Aliança das Forças Democráticas (ADF-NALU, da sigla em inglês) deixou 18 mortos e uma igreja foi incendiada na vila de Baeti. Dois dias depois, outro combate, dessa vez na aldeia Lisasa, resultou em 21 mortes, sendo 18 de mulheres. Além da igreja, os agressores destruíram várias casas e uma clínica.

Há muitos grupos rebeldes ativos na República Democrática do Congo e a maioria visa aldeias pacíficas. A ADF, no entanto, se diferencia pela força expansionista islâmica. O grupo radical queria tomar o poder do governo em Uganda, dominado pelos cristãos, mas foi expulso do país nos anos 1980 e se instalou na República Democrática do Congo. Desde então, se estabeleceu na província de Kivu do Norte. O grupo evita cidades lotadas, mas tem controle quase total sobre vastas áreas, onde a maioria das pessoas são cristãs.

Os membros da ADF realizam ataques brutais com facões e armamento pesado, esvaziando as aldeias e fazendo com que os moradores fujam para áreas mais seguras perto das cidades. A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que a ADF matou mais de 1.000 pessoas desde o início de 2019, apesar das campanhas militares para combater os jihadistas. :: LEIA MAIS »



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