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:: ‘missões’

Igrejas protestantes em Cuba lançam aliança evangélica

Igreja em Cuba. (Foto: Portas Abertas)

Por não se sentirem representados, sete denominações protestantes cubanas resolveram se juntar e criar a Aliança Evangélica das Igrejas Cubanas, formada por igrejas que se opuseram às mudanças da nova constituição daquele país.

Criada em 11 de junho, a criação da aliança acontece após um referendo realizado no início do ano onde os cubanos votaram a favor de uma nova constituição e onde os cristãos de diferentes denominações se encontraram em oposição a certos elementos do projeto de lei.

“Nesse processo tornou-se mais evidente que o Conselho Cubano de Igrejas não agiu a favor da doutrina da Igreja, mas a favor dos interesses particulares e políticos do regime”, disse Rosanna Ramirez, analista de perseguição da Portas Abertas, organização que pesquisa a perseguição aos cristãos e apoia cristãos perseguidos no mundo.

Recentemente um pastor e sua esposa foram presos por ensinar seus filhos em casa porque não querem que eles sejam expostos a ensinamentos comunistas do Estado. A prisão tem aproximado as igrejas aliadas que, ao contrário do conselho existente, não apoiam a forma como o governo comunista tem tratado os cristãos.

“As igrejas que são membros da aliança são conhecidas por serem os principais grupos que se opuseram às mudanças da nova Constituição, especialmente em relação ao tratamento da liberdade religiosa. Elas foram os que ousaram desafiar o regime e mostrar seu desacordo abertamente, sem medo de represálias”, disse Ramirez.

O regime já negou todos os vistos religiosos solicitados pelas igrejas que se juntaram à nova aliança, disse uma fonte local à Portas Abertas sob condição de anonimato para garantir a segurança. Após o referendo constitucional, as cinco maiores igrejas protestantes disseram que o governo os impediu de receber visitantes do exterior. :: LEIA MAIS »

Relatório indica que cristãos são os mais perseguidos “e está piorando”

Bíblias queimadas e igrejas destruídas na China.

Bíblias queimadas e igrejas destruídas na China. (Foto: Reprodução / Twitter)

A perseguição religiosa ao redor do mundo está piorando. O relatório anual da Comissão dos EUA sobre Liberdade Religiosa Internacional (USCIRF) oferece uma visão clara dos lugares mais difíceis do mundo para ser cristão.

Myanmar, República Centro-Africana, China, Eritréia, Irã, Nigéria, Coréia do Norte, Paquistão, Rússia, Arábia Saudita, Sudão, Síria, Tadjiquistão, Turcomenistão, Uzbequistão e Vietnã são as nações onde as pessoas de fé enfrentam as formas mais agressivas e violentas de perseguição.

Gary Bauer, um dos comissários da USCIRF, destaca que “os cristãos são o grupo religioso mais perseguido do mundo e está se acelerando”.

Ele destaca a presença da China na lista por causa da influência que exerce.

“Trata-se de uma potência em ascensão. A economia está crescendo a cada ano, suas forças armadas estão se expandindo. Os chineses têm ambições mundiais e em continua promovendo perseguição”, disse ele à CBN News.

Em alguns países a perseguição é mais disfarçada, onde há maior conivência do governo, como Bahrein, Cuba, Egito, Índia, Indonésia, Iraque, Cazaquistão, Laos, Malásia e a Turquia. Este último recentemente ocupou as manchetes internacionais por manter preso o pastor Andrew Brunson por quase dois anos, sob falsas acusações de terrorismo. :: LEIA MAIS »

Contra fatos, não há argumentos: os cristãos são o grupo religioso mais perseguido do mundo

Pessoas mortas após atentado em igreja de Santo Antônio em Colombo, Sri Lanka, neste domingo 21).  (Foto: AFP)

Depois do ocorrido neste último domingo (21), você ainda tem alguma dúvida de que o incêndio criminoso da Catedral de Notre-Dame foi motivado por perseguição religiosa? Eu não tenho dúvida. Agora, temos não um incêndio criminoso, mas um atentado terrorista que vitimou quase 800 pessoas, entre mortos e feridos.

Contra fatos, não há argumentos: os cristãos são (disparado) o grupo religioso mais perseguido do mundo e, ainda que boa parte do ocidente negue este dado da realidade, precisamos acima de tudo repercutir e suscitar uma reflexão sobre este assunto.

Creio que o reconhecimento daquilo que de fato acontece no mundo com relação ao povo que professa a fé em Jesus Cristo não deve nos fazer pensar que isso é algo a ser meramente abordado no âmbito político da coisa. Não. Devemos falar disso também no âmbito escatológico considerando que, se estamos no caminho do martírio, estamos no caminho certo.

Podem queimar os templos. A fé continuará inabalável e o Cristo mais soberano do que nunca. Sua igreja não será impedida por nenhum terrorista ou político ou seja lá qual for a personalidade poderosa ou influente. As portas do Inferno não prevalecerão…

Não estamos alicerçados em prédios feitos por homens, mas sim na Pedra Viva e Angular, aquela que foi rejeitada há mais de dois mil anos atrás: Jesus Cristo, a Rocha Inabalável onde fomos vivificados e estamos num processo permanente de edificação e santificação.

Sabemos em quem temos crido. Ele nos preservará até o fim e glorificará os seus santos mártires.

No entanto, deixamos claro para cada um que acessar este artigo a verdade de que a Igreja Cristã é e continuará sendo o maior alvo de perseguição religiosa em todo o mundo. Antes de nos acusarem de preconceituosos, intolerantes, incitadores do ódio e da violência, lembrem-se de que o sangue mais derramado nesta terra caída é o sangue de gente que abraçou o sofrimento juntamente com Cristo a fim de que, juntamente com Ele, possam alcançar a ressurreição e a glória. :: LEIA MAIS »

Terrorista do Estado Islâmico se converte após ouvir a voz de Deus em bombardeio

Homem mascarado em vídeo divulgado por militantes do Estado Islâmico em 2014. (Foto: Reuters/FBI)

Homem mascarado em vídeo divulgado por militantes do Estado Islâmico em 2014. (Foto: Reuters/FBI)

Com apenas 17 anos, Shuhaib* foi recrutado pelo grupo terrorista Estado Islâmico para atuar no Afeganistão. Seu aversão pelas pessoas que não seguiam o Islã nasceu em sua própria casa — sua família, que seguia a vertente mais extrema do islamismo, fazia parte da liderança do Talibã.

Durante seu governo no Afeganistão, entre 1996 e 2001, o Talibã cometeu massacres contra milhares de pessoas e destruiu inúmeras ??igrejas. Quando forças lideradas pelos Estados Unidos atacaram o país em 2001, Shuhaib, com apenas 4 anos, viu serem mortos três de seus irmãos e sua mãe.

Shuhaib escapou junto com seu pai e sua irmã, Sameera, com o apoio de soldados americanos. Eles conseguiram reconstruir a vida mas, diante das perdas, a raiva dos cristãos aumentou.

Cerca de um ano e meio atrás, o pai de Shuhaib morreu em um acidente e sua irmã, Sameera, se converteu ao cristianismo após ser curada por Jesus. Enquanto Shuhaib continuava com sua missão terrorista, ela orava fervosoramente para que ele também tivesse um encontro com Deus. :: LEIA MAIS »

200 famílias cristãs atacadas por radicais islâmicos no Paquistão, em nova onda de violência

Uma multidão de radicais islâmicos atacaram cerca de 200 famílias cristãs no Paquistão. Elas foram expulsas de suas casas depois que quatro mulheres cristãs foram falsamente acusadas de blasfêmia, na semana passada.

International Christian Concern (ICC), organização que monitora a perseguição contra cristãos em vários locais do mundo, denunciou a onda de violência ocorrida em Karachi, quinta cidade mais populosa do Paquistão. A ICC revelou que uma mulher muçulmana chamada Samina Riaz acusou quatro mulheres cristãs com idades entre 14 e 30 anos de profanarem o Alcorão.

A acusação foi feita após o cristão Amjad Dildar, pedir que Riaz e seu marido desocupassem a casa que estavam alugando porque o casal muçulmano estava “causando problemas entre as famílias cristãs da comunidade”. Como vingança, Riaz acusou três das filhas de Dildar e outra mulher cristã de danificar uma cópia do Alcorão, o livro sagrado do Islã.

As acusadas ??de blasfêmia são Soneha Amjad (14 anos), Sophia Amjad (18), Sunaina Amjad (22) e Sophia Qamar (30).

Embora sem nenhum tipo de prova, a notícia de que mulheres cristãs haviam tentando destruir um Alcorão espalharam-se rapidamente, o que fez com que uma multidão de moradores muçulmanos do bairro passassem a atacar várias propriedades cristãs na área e uma igreja local.

A casa de Dildar fo bastante danificadas por pedras jogadas pela multidão. O grupo armado também matou animais de estimação e gado.

Posteriormente, uma investigação policial mostrou que foi a própria Riaz que mergulhou o livro sagrado do Islã em água suja, para simular a tentativa de destruição. Riaz e seu marido foram presos e a mulher admitiu que ela orquestrou a coisa toda.

A reação desproporcional mostra como as leis antiblasfêmia paquistanesas são usadas por muçulmanos radicais como desculpa para a perseguição de cristãos. Em especial por conta da absolvição recente de Asia Bibi, uma cristã acusada de blasfêmia em 2009 que foi condenada à morte, mas acabou absolvida no ano passado pela Suprema Corte do país justamente por falta de provas.

Apesar da absolvição de Bibi, há muitos outros cristãos que foram falsamente acusados ??de blasfêmia. A ICC informa que, nos últimos 30 anos, 1.500 indivíduos foram acusados ??de cometer blasfêmia no Paquistão, país que ocupa a quinta posição no ranking de perseguição religiosa da Missão Portas Abertas. Fonte: Gospel Prime

Venezuelanos choram ao receber comida de missionários em Roraima

Um grupo de missionários que está em Roraima para ajudar refugiados flagraram crianças venezuelanas chorando ao receberem alimentos.

Uma foto compartilhada pela Aliança de Misericórdia mostra uma menina chorando ao receber um sanduíche no último domingo (24), durante uma visita que os missionários fizeram às ruas e abrigos de Boa Vista.

“A criança chorou quando deu a primeira mordida. Meu coração [chorou] muito mais”, contou a missionária Maria Clara, ao divulgar o depoimento na página do grupo católico no Facebook.

A menina fica em um abrigo voltado para crianças de até 13 anos. Eles vivem em barracas e recebem apenas uma refeição por dia. Segundo relatos, mães e pais dessas crianças passam a maior parte do dia pedindo esmolas pelas ruas e, alguns casos, até mesmo se prostituindo.

A equipe enviada para Roraima conta com cinco padres e 28 missionários vindos do Ceará e São Paulo. Para o padre José Vicente dos Santos, da Diocese do Crato (CE), que faz parte da ação missionária, a  situação dos refugiados é dramática.

“O momento é de tensão, choro e fome. Precisamos realmente ajudar porque a situação está muito caótica”, disse ele em entrevista ao UOL.

Trump assina projeto que ajuda cristãos vítimas do terrorismo islâmico


Imagem: White House/Shealah Craighead

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou na terça-feira (11) um projeto de lei que vai ajudar as vítimas do genocídio cometido pelo Estado Islâmico. A iniciativa animou líderes religiosos e ativistas de direitos humanos.

O projeto intitulado por “Lei de Socorro e Responsabilidade do Genocídio no Iraque e na Síria” pode impulsionar os esforços para ajudar os cristãos e outras minorias religiosas que foram vitimadas através dos crimes cometidos pelo grupo extremista islâmico nesses países.

“Esperamos que isso signifique o início de um tempo de ajuda para as nossas minorias e que aponte para os responsáveis por tudo o que aconteceu de injusto”, disse Bashar Warda, em entrevista ao Christian Post. O padre iraquiano é responsável pela ajuda a milhares de cristãos deslocados no Curdistão.

Ele conta que a situação era difícil porque o único apoio a esses cristãos em situação de crise vinha da própria igreja e suas organizações. Mas, desde agosto, houve grandes mudanças, com a chegada do enviado especial do vice-presidente dos EUA para supervisionar o programa de ajuda no norte do Iraque. :: LEIA MAIS »

Na Coreia do Norte, alunos são estimulados a “dedurarem” que pais são cristãos


O missionário Vernon Brewer, da ONG cristã World Help, há anos de dedica a contrabandear Bíblias para a Coreia do Norte. Ele sabe que é arriscado, mas diz que “nossos irmãos e irmãs perseguidos continuam a pedir por elas”.

Conforme destaca, os cristãos norte-coreanos estão enfrentando “mais perseguição que nós poderíamos imaginar, mas ainda clamam pela Palavra do Senhor”. Em artigo recente para o site Faith Wire ele conta que ouve “trágicas histórias” sobre o que acontece na ditadura comunista.

“Ouvi o relato de um cristão chamado Eun. Sua história é de partir o coração. Anos atrás, quando estava na terceira série sua professora lhes deu uma dever de casa “diferente”.

“Quando você for para casa, quero que procure um livro”, ela disse. “Normalmente, tem a capa preta e ficam escondido. Sua mãe ou seu pai o leem quando você está dormindo. Se você procurar bastante, encontrará este livro. E se o trouxer, nós te daremos um presente”, disse a professora.

Logo que chegou em casa, Eun começou a procurar o livro. Acabou encontrando a Bíblia de seus pais. “No dia seguinte, orgulhosamente o apresentou a sua professora e recebeu um lenço vermelho como recompensa. Mas quando voltou para casa para mostrar o lenço para seus pais, eles não estavam lá. Haviam sido presos … junto com os pais de outras 14 crianças que foram “honradas” por completar aquela tarefa”, conta Vernon. :: LEIA MAIS »

Cristãos enfrentam extinção iminente no Oriente Médio”

Religioso em escombros de igreja no Iraque
Religioso em escombros de igreja no Iraque. (Foto: Getty Images)

Os cristãos no Oriente Médio estão enfrentando “extinção iminente”, advertiu neste domingo (2) o arcebispo da Cantuária, líder máximo dos cerca de 80 milhões de anglicanos do mundo. Justin Welby disse à BBC que os seguidores de Jesus estavam sujeitos à “ameaça diária de execução” e que sua situação era a pior desde as invasões mongóis do século 13.

O arcebispo pediu que o governo do Reino Unido aceite mais refugiados cristãos, que acabam preteridos em muitos países. Ele destaca que apenas um em cada 400 refugiados sírios que receberam asilo no Reino Unido no ano passado era cristão.

A Abadia de Westminster, sede da Igreja Anglicana, realizou um culto especial hoje para lembrar a perseguição religiosa. Welby disse aos fiéis que “a situação dos cristãos em muitas partes do Oriente Médio está cada vez mais difícil”. Insistiu também que “precisamos orar por eles e falar em nome deles.”

Falando ao jornal The Telegraph, acrescentou: “Os cristãos enfrentam diariamente ameaças, violência, assassinato, intimidação, preconceito e pobreza. Nos últimos anos, eles foram massacrados pelo Estado Islâmico e, em muitos países, encontram-se aprisionados em meio aos conflitos que tomam conta da região”.

O arcebispo lembra ainda que “centenas de milhares de cristãos foram forçados a sair de suas casas. Muitos foram mortos, escravizados ou convertidos [ao Islã] à força”. Destacou o Iraque como exemplo, onde a população cristã atual é menos da metade do que era em 2003. Muitas igrejas foram destruídas e não há mais cultos em diversas regiões. :: LEIA MAIS »

“Estamos sendo abatidos como animais”, denunciam pastores perseguidos

Cristãos nigerianos
Cristãos nigerianos. (Foto: Reprodução)

Dezenas de líderes da igreja nigeriana se reuniram com o presidente Muhammadu Buhari, quando condenaram o massacre de cristãos no país e as mentiras propagadas pela imprensa sobre o tema.

O pastor evangélico Dacholom Datiri, presidente da Igreja de Cristo na Nigéria, disse que entregou um relatório a Buhari, que é muçulmano, descrevendo o assassinato de 646 cristãos somente no estado de Plateau este ano.

“A devastação em termos de vidas perdidas e a destruição de propriedade é inimaginável. Milhares de cristãos, pastores e membros de igrejas, foram mortos a sangue frio, abatidos como animais ou queimados até a morte. Suas casas e empresas foram queimadas ou saqueadas e as fazendas foram destruídas”, disse ele, assegurando que são anos de sofrimento.

Milhares de outros cristãos foram deslocados dentro do país ou fugiram para nações vizinhas, desde o início de 2018, enquanto o governo nigeriano não toma providências efetivas para proteger seus cidadãos.

“A narrativa é que essas pessoas são mortas por desconhecidos, ou que é um conflito étnico entre agricultores e pastores de gado da etnia fulani”, disse Datiri em seu relatório. “Todas estas versões são enganosas e deliberadamente criadas para esconder a verdade e continuar a perpetrar o mal.”

O pastor Datiri lembra que depois dos ataques muitas igrejas são destruídas, o que não faria sentido se fosse apenas uma questão tribal. “O modo de operação em todos esses ataques, como testemunham os sobreviventes, não nos deixa dúvida do uso de armamentos militares das milícias Fulani”, ressaltou.

Como prova, ele apontou para imagens de militantes empunhando armas sofisticadas, incluindo rifles AK-47, metralhadoras e granadas, que foram usados para matar cristãos desarmados.

No relatório entregue ao presidente Buhari, Datiri apontou ainda que até 38.000 cristãos foram forçados a fugir para campos de deslocados, com 30 igrejas e 4.436 casas cristãs destruídas no estado, todas no espaço de meio ano.

Emeka Umeagbalasi, presidente da Sociedade Internacional de Liberdades Civis e Estado de Direito, disse ao The Christian Post que o governo e muitas agências de notícias estão divulgando uma narrativa falsa e que o mundo não sabe o que ocorre na Nigéria. :: LEIA MAIS »

Estudantes cristãos recebem regras rígidas do governo chinês

Estudante
Estudante

Na China, país onde prevalece a opressão comunista, professores e estudantes não têm permissão para falar sobre sua fé em locais onde são controlados pelo governo. Recentemente, autoridades fecharam um local de encontro de estudantes de uma escola no distrito de Zhoucun, na cidade de Zibo.

Os alunos do Haidu College, em Shandong, também foram advertidos a deixar de participar de reuniões cristãs, de acordo com informações do Bitter Winter, um site de notícias sobre liberdade religiosa e direitos humanos.

Em outubro, alunos do ensino médio de duas escolas na província de Zhejiang foram obrigados a preencher um formulário negando sua fé.

Instruções rígidas

O site relatou também que autoridades municipais de uma cidade na província de Hebei, no norte da China, receberam instruções sobre como lidar com estudantes e professores que expressam suas crenças religiosas. Caso sejam estrangeiros, não têm permissão para pregar ou promover religião.

Além disso, os estudantes locais são proibidos de falar com outros sobre sua religião ou incluí-los em atividades religiosas. Na província de Shandong, leste da China, os estudantes foram informados pelas autoridades escolares a renunciarem à sua fé.

Uma aluna contou à reportagem do site, que se ela mantivesse sua fé cristã, não receberia diploma. Outra estudante de uma universidade de medicina, disse que foi questionada e pressionada a desistir de sua fé. Além disso, disseram-lhe que ela poderia ser chamada para ter uma “conversa sobre ideologia” em breve.

Terrorismo islâmico provoca fuga em massa de cristãos em Moçambique

Soldados de Moçambique
Soldados de Moçambique. (Foto: AFP)

Jihadistas muçulmanos continuam deixando um rastro de violência em Moçambique. Na última sexta-feira (23), 12 pessoas, incluindo crianças e mulheres, morreram em uma localidade isolada da região norte do país. A onda de violência provocou a fuga de milhares de moradores para a vizinha Tanzânia. A maioria são cristãos que temem ser as próximas vítimas.

Os habitantes do vilarejo de Chicuaia Velha, a poucos quilômetros da fronteira tanzaniana, relatam que durante a invasão, seus parentes foram assassinados com golpes de machado ou dentro de suas casas incendiadas pelos islâmicos.

“Aconteceu um ataque contra um vilarejo do distrito de Nangane, em uma zona onde as forças de segurança não fazem patrulha. Os agressores mataram 12 pessoas”, confirmou uma fonte policial da província de Cabo Delgado à Agência France Press.

Um policial que coordena as operações contra os extremistas diz que eles “Usam estratégias de guerrilha atacando quase simultaneamente várias localidades distantes. Então é difícil controlar a situação”.

Há cerca de um ano, grupos islâmicos que defendem a aplicação literal do Alcorão, espalham o terror em Cabo Delgado, província do norte do país. Inicialmente foi divulgado que o conflito estava “fora de controle”, algo negado pelo governo. :: LEIA MAIS »

Idoso de 99 anos se entrega a Jesus, após ser evangelizado em país comunista

O nome do idoso e o país onde o fato ocorreu não foram revelados por motivos de segurança. (Foto: My Modern Met)
O nome do idoso e o país onde o fato ocorreu não foram revelados por motivos de segurança. (Foto: My Modern Met)

Um idoso de 99 anos que vive em um país comunista (não especificado por motivos de segurança), onde alguns não têm nenhuma concepção do Evangelho, declarou que quer seguir a Jesus, segundo o relato de um pastor e missionário.

Jordan Standridge, pastor de evangelismo da Igreja Bíblica Immanuel em Springfield, Virgínia, escreveu no site ‘The Cripplegate’ na última terça-feira (13) que ele conheceu o homem em questão durante uma viagem missionária a um país comunista na semana passada.

Standridge explicou que a viagem o levou a uma região remota do país, onde as pessoas estavam em grande parte isoladas do mundo exterior.

“Quando entrei na primeira casa e sentei na cadeira para começar, fomos informados pelo pai e pela filha que eles nunca haviam falado com ninguém sobre o Evangelho antes. A filha estava com pouco mais de 70 anos e o pai com 99”, disse o pastor.

“Enquanto conversávamos, parecia que as escamas caíam de seus olhos, quando a percepção de seu próprio pecado enchia seus olhos de lágrimas. Era como falar com o ladrão na cruz. Ele simplesmente pedia a Deus para perdoá-lo pecado e dar-lhe um novo coração “, continuou ele.

Enquanto se despedia daquela família, o pastor se surpreendeu ao ver relato da filha sobre o quão lúcido seu pai ainda era.

“Ao final de nosso tempo juntos, quando eu estava escrevendo alguns versos em sua nova Bíblia e escrevendo seu nome, o tradutor perguntou a sua filha se ela iria ler para ele, ela disse: ‘Ele lê melhor do que eu! Vou ler para mim!’. Era bastante óbvio o quão radiante ele estava por causa das perguntas que ele fez por toda parte”, acrescentou.

Outros desafios em falar com as pessoas na aldeia eram que muitos estavam carentes até mesmo da compreensão mais fundamental para compreender o Evangelho.

“Quando começamos a falar sobre o Evangelho, finalmente cheguei a Jesus. Quando expliquei a eles que Ele era o único mediador para nós entre Deus e os homens, estava começando a perceber que eles não tinham nenhuma pista sobre quem Jesus era”, lembrou Standridge sobre o evangelismo em outras aldeias.

“Perguntamos a eles se eles já haviam ouvido falar de um judeu chamado Jesus antes. Eles não tinham. Enquanto conversávamos, ficou claro que precisávamos voltar ao básico. No final da conversa, percebi que eles nem sabiam o que era um soldado romano ou o que era uma cruz. Foi uma experiência surreal!”, exclamou.

Refletindo sobre as lições que surgiram durante a viagem missionária, o pastor disse que “você pode entregar a sua vida a Jesus até mesmo no seu último suspiro”.

“Não importa quantos anos você tem. Não importa quantas vezes você compartilhou o Evangelho com o membro da sua família. Contanto que eles tenham o fôlego em seus pulmões, eles ainda podem receber um novo coração”, escreveu ele.

“Porque o Evangelho não depende das obras de uma pessoa, mas é um milagre instantâneo de Deus sobre o coração de um pecador, sabemos que qualquer um pode ser salvo a qualquer momento”, finalizou. Fonte: Guiame

Família de missionário morto a flechadas perdoa tribo

John Allen Chau
John Allen Chau indo à ilha North Sentinel. (Foto: Instagram / The Sun)

O missionário norte-americano John Allen Chau, morto a flechadas ao entrar em uma ilha da Índia onde habita uma tribo indígena não alcançada pelo homem, ainda não teve seu corpo resgatado pelas autoridades.

A ilha Sentinela do Norte, no arquipélago de Andamã e Nicobar, é proibida para estrangeiros. Porém, o jovem de 27 anos decidiu levar o evangelho aos nativos.

Em um comunicado publicado no Instagram de Chau, a família afirmou que ele “amava Deus, a vida, ajudar quem precisa e não tinha nada além de amor pelos Sentineleses. Nós perdoamos os responsáveis por sua morte”. Eles também pediram na postagem que as sete pessoas presas por ajudarem o missionário a chegar à ilha sejam soltas.

Seus familiares admitem que o missionário “se aventurou por conta própria e seus contatos locais não precisam ser perseguidos por suas ações”.

Segundo a polícia, o corpo dele foi arrastado pelos indígenas com a ajuda de uma corda presa ao pescoço e abandonado em uma praia. Os pescadores viram o cadáver, mas não conseguiram recuperá-lo. O resgate ainda deva levar alguns dias. :: LEIA MAIS »

Crianças chinesas são forçadas a negar sua fé

Criança chinesa na escola
Criança chinesa na escola. (Foto: Getty Images)

Mais de 300 crianças cristãs que estudam em duas escolas, na província de Zhejiang, na China, tiveram que preencher um formulário negando sua fé cristã. Na primeira escola, onde há cerca de 200 estudantes cristãos, a professora exigiu que eles reescrevessem suas respostas, afirmando que não tinham “nenhuma religião”.

Na outra escola, que tem cerca de 100 crianças, foi o coordenador da sala que forçou os cristãos a responder que não tinham nenhuma fé.

“É normal que as escolas peçam aos pais para preencher fichas onde constam perguntas sobre a fé da família quando a matrícula é feita pela primeira vez, e isso nunca foi um problema”, explicou o colaborador.

Mas, segundo ele, tudo indica que os formulários distribuídos aos alunos fazem parte de um plano para identificar os estudantes cristãos e pressioná-los. :: LEIA MAIS »

27 cristãos foram mortos em ataque islâmico no Congo


Imagem: World Watch Monitor

Na República Democrática do Congo, guerrilheiros islâmicos da Defesa Internacional Muçulmana (também conhecida como ADF na língua local) invadiram a cidade de Beni, no leste do país, no último sábado (21). Segundo fontes locais, eles atacaram os moradores usando facões e armamento pesado, causando pânico generalizado.

Um porta-voz do governo disse que o ataque, que durou até as 22h, deixou pelo menos 18 pessoas mortas. Contudo, testemunhas revelam que o número de mortos chega a 40. Algumas das vítimas foram golpeadas por facões, com requintes de crueldade.

Segundo um pastor local, pelo menos 27 vítimas são membros de igrejas locais. “Eles eram de diferentes denominações”, explica o líder evangélico que preferiu não se identificar por questões de segurança.

A ADF, que tem origem em Uganda e opera na região desde 1995, foi responsabilizada por centenas de mortes de civis nos últimos quatro anos. Eles tentam eliminar a presença cristã no nordeste do país, tendo realizado seguidos ataques, além de estupros, sequestros e assassinatos.

O ataque em grande escala no sábado surpreendeu pela intensidade e pela incapacidade do exército do país em detê-los. Um sobrevivente disse que os agressores estavam vestidos com uniformes militares da guerrilha. Isso gerou uma grande confusão entre os moradores, que pensavam se tratar de forças do governo vindo para protegê-los. :: LEIA MAIS »

Cristãos são executados por negarem-se a recitar declaração islâmica de fé


Jihadistas do Al Shabbab (imagem: Reuters)

Jihadistas do grupo terrorista Al-Shabaab executaram dois cristãos no Quênia. Eles invadiram um ônibus e forçaram todos os passageiros a recitarem a declaração de fé islâmica. Segundo a tradição, isso é o suficiente para uma pessoa ser considerada muçulmana.

A International Christian Concern explica que o ataque aconteceu na sexta-feira (14), quando sete militantes islâmicos pararam um ônibus que estava indo para Garissa. Como já haviam feito em outras ações do tipo, forçaram os passageiros a apresentar suas carteiras de identidade e os separaram em dois grupos: muçulmanos e cristãos.

Os que tinham nomes não-muçulmanos deveriam recitar a Shahada, a declaração de fé islâmica afirmando que somente Allah é Deus e Maomé seu profeta. Os dois homens que se negaram a fazê-lo foram executados no local.

“O ICC está acompanhando as famílias desses dois mártires. O intenso ódio e a violência desse grupo causaram grande dor a muitas famílias e amigos de cristãos como esses dois”, disse a ONG evangélica que monitora a perseguição religiosa.

O jornal The Star relatou o ataque, e destacou que os que aceitaram recitar a shahada foram e libertados.

O Al-Shabaab, originário da Somália, vem fazendo ataques contínuos no vizinho Quênia, sendo um dos grupos terroristas mais mortíferos da África.

 



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