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Após rumores de conversão ao islã, cristã sequestrada é libertada no Egito

A jovem foi libertada após semanas presas com extremistas no Egito (foto representativa)

A jovem foi libertada após semanas presas com extremistas no Egito (foto representativa)

No início de fevereiro, uma jovem cristã de 19 anos foi sequestrada enquanto voltava do supermercado, no Egito. De acordo com testemunhas locais, a seguidora de Jesus, que também é professora da escola dominical na igreja que frequenta, teria sido forçada a abandonar o evangelho e se converter ao islamismo.

Fotos foram espalhadas nas redes sociais pelos sequestradores, alegando que a jovem teria se tornado muçulmana. A família da cristã logo percebeu que se tratava de uma conversão forçada. Os pais e irmãos continuaram a orar pela libertação dela. E, ontem, após a intervenção de autoridades, a jovem foi levada de volta para a casa da família.

Sequestros de cristãos são comuns no Egito e influenciaram na ocupação do 16º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2021. No território, os seguidores de Jesus enfrentam pressão e violência vindas da comunidade, amigos, familiares, oficiais do governo e grupos extremistas. :: LEIA MAIS »

Igrejas no Irã pedem ao governo que “pare o assédio contínuo”

O conselho de igrejas do Irã e ativistas cristãos, como Fatemeh, pedem o fim da pressão contra os seguidores de Jesus (foto: Article18)

O conselho de igrejas do Irã e ativistas cristãos, como Fatemeh, pedem o fim da pressão contra os seguidores de Jesus (foto: Article18)

No início do mês de fevereiro, a Portas Abertas noticiou sobre o cristão iraniano Ebrahim Firouzi, que foi convocado a prestar novos esclarecimentos às autoridades do Irã por “propaganda contra a república islâmica”. As autoridades haviam dito que a liberação do seguidor de Jesus aconteceria até o dia 20 de fevereiro, mas até agora nada foi feito e Firouzi permanece detido na prisão de Zahedan, no Sudoeste do Irã.

Ontem, o Conselho das Igrejas Iranianas Unidas pediu a libertação imediata e incondicional de Firouzi e o encerramento do caso. “O Ministério da Inteligência da República Islâmica não parou de assediar e perseguir o senhor Firouzi, mesmo no exílio. Ao fazer novas acusações e confiscar a propriedade dele, tornou a vida mais desumana e difícil para ele no exílio em Rask”, disse em um comunicado.

Em novembro, especialistas em Direitos Humanos da ONU alertaram o governo iraniano sobre “a repressão generalizada relatada e a perseguição às pessoas pertencentes à minoria cristã no Irã, em particular aquelas que se converteram do islã”.

“Pronta para suportar prisão e chibatadas”

A cristã iraniana Fatemeh Mohammadi, também conhecida como Mary, é uma jovem ativista dos direitos cristãos que já enfrentou perseguição por não abrir mão da fé em Jesus e chegou a ser detida pelas autoridades do país. Ela também teve negado o direito à educação e ao emprego.

“Minha condição é terrível, mas falar sobre isso é meu dever, a fim de informar o mundo sobre as realidades no Irã. Estou pronta para suportar prisão e chibatadas. Sei que educação, trabalho e liberdade religiosa são meus direitos e não vou desistir deles”, disse a jovem de 22 anos. :: LEIA MAIS »

Cristãos são obrigados a comer a Bíblia na Venezuela

O local atacado é um centro de recuperação de uma igreja na Venezuela

O local atacado é um centro de recuperação de uma igreja na Venezuela

Um grupo de criminosos atacou um centro de recuperação para viciados em drogas, chamado Doze Homens de Valor – um ministério da Igreja Cristã, localizado no setor El Arenal, em Mérida, na Venezuela.

Quatro pessoas ficaram feridas no ataque e tiveram ferimentos graves na cabeça, braços e costas. Alguns cristãos tiveram fraturas e outros foram marcados em seus corpos com facas com um “X”, enquanto foram forçados a comer páginas da Bíblia.

Adelis José Lobo, uma das vítimas do ataque, contou em um áudio compartilhado nas redes sociais o terror que viveu durante o ataque. Segundo ele, os homens armados invadiram o local, rendendo os seguidores de Jesus e os jogando no chão. Depois cobriram os rostos deles e os agrediram com paus e pedras. :: LEIA MAIS »

Stone abre vagas de emprego em Vitória da Conquista

Conheça nossos <strong>times!</strong>
Fintech busca talentos para integrar o time comercial
A Stone, empresa de tecnologia em serviços financeiros, tem novas oportunidades de emprego abertas em Vitória da Conquista. As vagas são para o time comercial externo da fintech que busca pessoas alinhadas à sua cultura e que queiram transformar o setor de meios de pagamentos no Brasil. Para se candidatar, é só acessar o site e se inscrever.
Não há data limite para realizar a inscrição no portal. As vagas contam com salário fixo + variável relacionada ao cumprimento de metas. Além disso, a empresa oferece vale alimentação e refeição, vale transporte, seguro saúde e odontológico, seguro de vida, auxílio creche e auxílio academia.
” Vitória da Conquista é um polo estratégico para a companhia. Por isso estamos investindo em oportunidades de emprego na região que nos permita continuar crescendo e atendendo bem aos nossos clientes”, explica Augusto Lins, presidente da Stone.
“Nosso modelo de atuação é diferenciado, pois sabemos que o Brasil vai muito além dos grandes centros. Somos movidos por empreendedores espalhados por todo o país. Precisamos reforçar ainda mais nossos times locais para atender com excelência nossos?clientes”, completa.
Diante do cenário de pandemia no país e seguindo as normas de segurança ditadas pela Vigilância Sanitária, a Stone está conduzindo os processos seletivos com todas as etapas de forma on-line, garantindo a saúde dos candidatos e dos recrutadores. O processo de contratação inclui testes on-line e entrevistas por videoconferência e não haverá a etapa presencial para conhecer as instalações da empresa, nesse primeiro momento.
A Stone está em busca de pessoas alinhadas à sua cultura e que queiram transformar o setor de meios de pagamentos no Brasil. Além dessas oportunidades, empresa tem vagas abertas em outras cidades e áreas, todas elas estão listadas no portal Jornada Stone .

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Vamos orar: Crianças são sequestradas em escola na Nigéria

O número de sequestros de crianças na Nigéria tem crescido devido à falta de proteção das forças de segurança (foto representativa)

O número de sequestros de crianças na Nigéria tem crescido devido à falta de proteção das forças de segurança (foto representativa)

Um novo sequestro em massa de crianças em idade escolar aconteceu em Kagara, na Nigéria. Homens armados não identificados invadiram a escola de ciência do governo na madrugada do dia 17 de fevereiro. De acordo com o porta-voz do governo do estado, Muhammad Sani Idris, 42 pessoas foram sequestradas, sendo 27 alunos, três professores e 12 familiares de professores. Cerca de 650 alunos estavam na escola durante o ataque.

O presidente do país, Muhammadu Buhari, ordenou que as forças de segurança realizassem uma operação de resgate. Mas até agora, não se sabe quem são os responsáveis pelo ataque, porém, as autoridades acreditam que grupos radicais estão envolvidos no incidente.

De acordo com um parceiro local da Portas Abertas, o sequestro de cristãos e civis muçulmanos é algo comum e acontece pela falta de proteção das forças de segurança do governo. “As crianças estão mais expostas a níveis extremamente preocupantes de perigo e trauma que acabarão prejudicando a sociedade nigeriana a curto e longo prazo”, explica. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Família cristã é presa na Somalilândia

A família cristã permanece presa na Somalilândia e o período de investigações foi prorrogado (foto representativa)

A família cristã permanece presa na Somalilândia e o período de investigações foi prorrogado (foto representativa)

No dia 21 de janeiro, a polícia de Hargeisa, na Somalilândia, prendeu o casal Mohamaed e Hamdi, e o bebê do casal. A polícia vasculhou a casa da família, confiscou os materiais pertencentes a eles e também prendeu uma mulher que morava com o casal. A família permanece sob custódia da polícia e não é a única que foi detida pelas autoridades locais.

Em 25 de janeiro, eles foram levados a um juiz sob a suspeita de disseminar o cristianismo. Em uma audiência em 10 de fevereiro, os cristãos foram informados que o período de investigação está sendo prorrogado. O advogado do casal os visitou na prisão e testemunhou que estavam sendo bem tratados e com boa saúde. Mas após alguns dias, as visitas foram negadas e ninguém mais teve contato com os cristãos, mesmo após reclamações com o Ministério Público.

Embora a Somalilândia tenha declarado unilateralmente a sua independência em 1991, oficialmente, ainda pertence à Somália, fazendo fronteira com Djibuti, Etiópia e com o estado somali da Puntlândia. A Somália ocupa o 3º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2021, onde os seguidores de Jesus enfrentam pressão e violência vindas, principalmente, de grupos extremistas, amigos e familiares e líderes do governo.  :: LEIA MAIS »

Ore por cristã agredida no Egito

Jihan e o filho Johny já enfrentavam constantes ataques verbais vindos dos vizinhos no Egito

Jihan e o filho Johny já enfrentavam constantes ataques verbais vindos dos vizinhos no Egito

No dia 29 de janeiro, a cristã Jihan, de 58 anos, foi atacada pelos vizinhos em Gizé, no Egito. Durante o incidente, ela foi arrastada pela rua em que mora e foi agredida por um grupo de muçulmanos. Ela e o filho Johny, de 21 anos, são os únicos cristãos da rua e os vizinhos querem a expulsão da família.

Há muito tempo, os vizinhos já ameaçavam e insultavam Jihan. Um deles costumava gritar insultos à família da varanda da casa dele, assediar moralmente e ameaçar agredir a cristã sexualmente. Jihan foi à polícia várias vezes, mas as autoridades apenas a aconselharam a colocar câmeras de segurança para ter provas das acusações. A cristã seguiu o conselho, no entanto, a instalação dos aparelhos parece ter motivado o ataque na rua.

Jihan foi gravemente machucada e continua com vários inchaços pelo corpo. Apesar dos agressores terem sido presos, logo foram soltos novamente. No Egito, país que ocupa o 16º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2021, muitos cristãos enfrentam a hostilidade vinda da comunidade onde moram, de grupos extremistas e até de oficiais do governo. :: LEIA MAIS »

Criança cristã é forçada a fazer oração muçulmana em Bangladesh

A menina brincava nas ruas de Bangladesh quando foi surpreendida pelos extremistas e forçada a recitar a oração  (foto representativa)

A menina brincava nas ruas de Bangladesh quando foi surpreendida pelos extremistas e forçada a recitar a oração (foto representativa)

Desde dezembro do ano passado, extremistas no Norte de Bangladesh realizam ataques que têm como alvo os cristãos ex-muçulmanos. Desde a celebração do Natal, os jihadistas fazem aparições regulares nas casas dos cristãos, os forçando a renunciar à fé em Jesus. Durante uma das aparições, uma garota de seis anos foi forçada a recitar uma oração muçulmana.

A menina estava brincando do lado de fora da casa, quando um grupo de radicais muçulmanos a pegou e a forçou a recitar o Kalima, um decreto muçulmano. A menina não sabia o que era, então correu para casa e contou à mãe o que aconteceu. Ouvindo o relato da filha, Dinara* saiu de casa com raiva e questionando o ocorrido. “O que você está fazendo com minha filha? Ela ainda é uma criança. Você não pode fazer isso com ela. Vou fazer uma denúncia à polícia”, gritou ela para o grupo, que fugiu após os questionamentos.

“Quase todos os dias, os cristãos enfrentam perseguição e assédio por causa da fé em Jesus. Os radicais islâmicos têm visitado a casa de cada cristão regularmente, forçando-os a recitar o Kalima, renunciar à fé em Jesus e declarar lealdade ao islã. Se os seguidores de Jesus ex-muçulmanos não o fizerem, os perseguidores os levam à mesquita e os forçam a renunciar em público. Eles ameaçam prejudicar os familiares e persegui-los até que renunciem à fé cristã”, conta um parceiro da Portas Abertas no local.  :: LEIA MAIS »

Igrejas permanecem fechadas na Argélia

Desde 2018, muitas igrejas permanecem fechadas na Argélia, mesmo com protestos dos líderes cristãos

Desde 2018, muitas igrejas permanecem fechadas na Argélia, mesmo com protestos dos líderes cristãos

Os cristãos na Argélia, país que ocupa a 24ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2021, são pressionados pelo governo a abandonarem a fé. O exemplo mais recente de perseguição foi a prisão de um cristão na província de Oran. No dia 21 de janeiro, ele foi interrogado pela polícia, levado ao tribunal e condenado à pena máxima de cinco anos de prisão. A condenação do cristão teria acontecido após ele compartilhar a caricatura de um profeta do islã nas redes sociais. Pelo menos outros dois cristãos também foram condenados pelo mesmo “crime”.

Outro ponto de perseguição é o fechamento de igrejas desde janeiro de 2018. Até agora, 13 igrejas foram lacradas e mais sete receberam ordens para fechar. Pelo menos nove dessas igrejas contestaram as autoridades do país sobre encerramento das atividades. O governo alega que os fechamentos acontecem porque essas igrejas não têm uma permissão necessária para se reunir para adoração religiosa não muçulmana.

Isso sinaliza que as autoridades argelinas até agora não tomaram medidas para melhorar a liberdade de religião e crença no país, mesmo com muitos pedidos da comunidade internacional. Os cristãos argelinos enfrentam, principalmente, opressão islâmica, paranoia ditatorial e opressão do clã para que abandonem a fé em Cristo e sigam a religião muçulmana. :: LEIA MAIS »

Visão Mundial faz Campanha de Volta às Aulas doando caixas com materiais escolares e itens de higiene pessoal para mais de 6.600 crianças

ONG irá fazer a distribuição em Alagoas, Bahia, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte

Joiciely, de 9 anos, mora em Fortaleza e já recebeu o kit Volta às Aulas Segura no projeto Vida de Criança (Foto: Emanuele Gomes / Associação Santo Dias)

A ONG Visão Mundial, maior organização não-governamental cristã humanitária do mundo e especializada na proteção à infância, irá apoiar medidas de proteção de crianças e adolescentes contra a COVID-19 no retorno às aulas presenciais em seis estados brasileiros. Por meio da campanha de Volta às Aulas Segura, a Instituição entregará kits com materiais escolares e itens de higiene pessoal para mais de 6.600 crianças ainda em fevereiro, com previsão de alcance de pelo menos 15.000 crianças beneficiadas até o início de abril.
As entregas deverão acontecer nas próprias escolas, no retorno às aulas presenciais conforme o calendário local de retorno. Também serão distribuídos em alguns pontos de apoio nas comunidades de cada Programa, de forma organizada visando respeitar as regras de distanciamento e prevenção de combate à COVID-19.
As cidades que irão começar a receber os kits são: Inhapi, em Alagoas; Dix Sept Rosado, no Rio Grande do Norte; Fortaleza, no Ceará; Recife, em Pernambuco; Salvador, na Bahia, e em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro. Dentro das caixas serão fornecidos lápis grafite, borrachas, caderno, caixa de lápis de cor, tubo de álcool em gel 70%, máscaras de proteção em tecido e panfletos informativos sobre prevenção ao covid-19 na escola. A previsão do começo das entregas é fevereiro, mas irá depender da data de volta às aulas de cada Estado ou município, devido aos diferentes estágios da pandemia em cada um.
No total, a ONG planeja contemplar, inicialmente, 30 escolas estratégicas e ao longo dos meses, a ideia é alcançar 55 ou mais até o final da ação. Também serão distribuídos totens de álcool em gel para as escolas, que serão posicionados nas portas de entradas e locais estratégicos por onde há maior trânsito de pessoas.
Para incentivar uma volta às aulas presenciais segura, a Visão Mundial também produziu um folder com dicas de segurança e higiene para o combate ao coronavírus nas escolas, disponível em https://visaomundial.org.br/publicacoes/folder-volta-as-aulas-segura

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Vamos orar: Cristãos no Irã continuam sendo alvo de perseguição

Vamos interceder pelos cristãos presos no Irã durante o Domingo da Igreja Perseguida (DIP) 2021 (foto representativa)

Vamos interceder pelos cristãos presos no Irã durante o Domingo da Igreja Perseguida (DIP) 2021 (foto representativa)

Em 2020, os cristãos mantiveram-se no alvo da perseguição no Irã, principalmente os ex-muçulmanos, de acordo com relatório realizado pelo departamento de pesquisa da Portas Abertas, em parceria com organizações de liberdade religiosa como CSW, Middle East Concern e Article18.

Cristãos minoritários foram assediados de várias maneiras, incluindo ataques, interrogatórios, pressão para se retratar ou parar de conhecer colegas cristãos, fechamentos de igrejas, vigilância, sentenças duras, fianças muito altas para aqueles que esperam o resultado de procedimentos judiciais e discriminação no emprego e na educação. A pressão fez com que muitos iranianos fugissem do país.

Pelo menos 115 cristãos iranianos foram presos por motivos religiosos ou pela identidade cristã. Em 2020, os cristãos iranianos pagaram cerca de 2 milhões de dólares (cerca de 6,7 milhões de reais) em fiança e foram condenados a cerca de 1.760 meses de prisão, no total. Um casal, Sam Khosravi e Maryam Falahi, foram ameaçados de perder a custódia da filha adotiva de dois anos, Lydia, pouco depois de serem condenados por um tribunal por “promover o cristianismo”, com base na literatura cristã e outros itens encontrados em sua casa.

Khosravi, juntamente com o irmão Sasan Khosravi e outros dois cristãos, Habib Heydari e Pooriya Peyma, foram considerados culpados de “fazer propaganda contra a república islâmica através da promoção do cristianismo” em julho passado. Com exceção de Pooriya, eles recorreram da decisão do tribunal, mas foram informados na semana passada que suas sentenças haviam sido mantidas. Os três homens passarão um ano na prisão, enquanto Pooriya passará 91 dias atrás das grades. As esposas de Sam e Sasam Khosravi e de Peyma devem pagar multas. :: LEIA MAIS »

Ore por Diliana na Ásia Central

Daliana é mãe de três filhos pequenos, se converteu há cerca de um ano e tem sido presa e agredida pelo marido na Ásia Central

Daliana é mãe de três filhos pequenos, se converteu há cerca de um ano e tem sido presa e agredida pelo marido na Ásia Central

Na Ásia Central, Diliana* passou a enfrentar perseguição dentro na própria casa após se tornar cristã. Há um ano, ela se converteu, após ouvir o evangelho através de evangelistas locais apoiados pela Portas Abertas. O marido da cristã não gostou da conversão e passou a agredir a esposa.

Diliana é casada e mãe de quatro filhos pequenos, sendo três meninos e uma menina. O marido da cristã, muitas vezes, está longe de casa, pois viaja muito. Depois que ela se tornou cristã, os parceiros da Portas Abertas passaram a acolhê-la de diversas maneiras com doações de alimentos e materiais cristãos. O marido de Diliana também aceitou a comida e não questionou sobre quem teria ajudado a família.

Porém, o marido da cristã se deparou com os materiais cristãos e a Bíblia que os parceiros deram a ela e não gostou. Ele ficou com raiva, rasgou os materiais e os jogou na lata de lixo. Além disso, começou a agredir violentamente a esposa. Por causa da agressão e dos ferimentos, Diliana teve dor de cabeça por três dias e foi impedida de ir ao hospital. Agora, o marido da cristã está ficando mais em casa para controlá-la, continua agredindo e repreendendo a cristã e ainda bebe. Os parceiros locais temem pela vida de Diliana.

Assim como Diliana, muitas mulheres enfrentam perseguição vinda dos maridos incrédulos. Em janeiro, contamos a história de Halima*, uma seguidora de Jesus na Ásia Central que também foi agredida e expulsa da própria casa pelo marido, que não aceitou a conversão dela. A Portas Abertas trabalha para ajudar as cristãs expulsas de casa e vítimas de violência doméstica por meio de uma rede feminina. :: LEIA MAIS »

5 motivos para orar pelo Sri Lanka

Ore pelos cristãos no Sri Lanka que enfrentam as perseguições do governo e de extremistas budistas e hindus

Ore pelos cristãos no Sri Lanka que enfrentam as perseguições do governo e de extremistas budistas e hindus

Desde 1948, no dia 4 de fevereiro comemora-se a Independência do Sri Lanka. O país, que foi conhecido como Ceilão até 1972, possui 21 milhões de habitantes, 1,9 milhão deles são cristãos. Em 2021, a nação está na Lista de Países em Observação. Desde 2019, muitos cristãos foram mortos por extremistas, por não abdicarem da fé. A Portas Abertas acompanha e assiste os irmãos e irmãs afetados.

Ser um cristão ex-budista ou ex-hindu no território é sinônimo de enfrentar assédio, discriminação e marginalização tanto da comunidade como da família. Isso acontece porque passam a ser considerados como traidores, pois escolheram ter uma religião estrangeira. Por consequência, as igrejas não tradicionais são alvos frequentes da hostilidade de monges budistas e funcionários do governo.  :: LEIA MAIS »

Após golpe militar, situação dos cristãos é preocupante em Mianmar

Cristãos em Mianmar temem o aumento dos abusos, pressões e ameaças por parte dos militares

Cristãos em Mianmar temem o aumento dos abusos, pressões e ameaças por parte dos militares

Ontem, a Portas Abertas noticiou que os militares de Mianmar tomaram o poder no país, após deterem a presidente reeleita Aung San Suu Kyi. Os líderes cristãos do país temem que a perseguição aos seguidores de Cristo aumente, considerando os ataques aos cristãos que os militares realizaram nos últimos anos. Em um movimento para solidificar ainda mais o poder, o exército instalou ex-generais e membros do partido militar em 11 posições-chaves no governo, controlando departamentos financeiros, de fronteiras, assuntos culturais e religiosos.

“Parece que nossa esperança foi arrancada. Não consegui dormir, chorei e orei muito durante a noite. Nossos sonhos, esperanças, visão e liberdade são tirados. Nossa vida tem sido cheia de tristeza, medo e problemas sob o regime militar. As pessoas estão sofrendo por causa da guerra. As oportunidades de emprego também são difíceis no momento, e estamos deprimidos com o golpe militar porque esperávamos um cessar-fogo”, diz o pastor Zay, do estado de Rakhine.  :: LEIA MAIS »

Pandemia impacta o tráfico de mulheres cristãs

O tráfego de mulheres e meninas cristãs teve um aumento durante a pandemia, de acordo com pesquisadores e especialistas

O tráfego de mulheres e meninas cristãs teve um aumento durante a pandemia, de acordo com pesquisadores e especialistas

Em 2020, as taxas de desemprego aumentaram, a populações se viu em situações de fome, as vítimas de violência doméstica e mortes também aumentaram em decorrência da pandemia, além dos riscos que o coronavírus trouxe a saúde. Em situações de extrema violência em partes da África Ocidental, como o norte da Nigéria, os bloqueios restringiram a movimentação dos cidadãos, mas não a dos jiadistas. O departamento de pesquisa da Portas Abertas estima que mais homens e meninos cristãos foram mortos nas mãos de jihadistas na Nigéria, durante a pandemia. Nos ataques, as mulheres e meninas eram frequentemente sequestradas para fins de escravização.

Ao longo de 2020, um dos temas de preocupação que recebem atenção extra por pesquisadores e especialistas é o direcionamento de cristãos para o tráfico humano, especialmente o de mulheres e meninas para o comércio sexual. Em março de 2020, o departamento de pesquisa informou que meninas cristãs de países da fronteira com a China eram alvo de tráfico para o país comunista. Este ano, temos relatórios confiáveis de pelo menos um país em cada região global em estudo. A natureza sistêmica desses relatórios foi confirmada em novembro por um grupo de especialistas pesquisados pela Religious Liberty Partnership, dos quais 90% disseram que a crise da COVID-19 impactou o tráfico de mulheres, em um aumento significativo ou moderado.  :: LEIA MAIS »

ONU alerta Irã sobre repressão aos cristãos

Ao seguirem o evangelho, os cristãos são acusados de agir contra a segurança nacional e fazer propaganda contra o Irã (foto representativa)

Ao seguirem o evangelho, os cristãos são acusados de agir contra a segurança nacional e fazer propaganda contra o Irã (foto representativa)

Especialistas em Direitos Humanos da ONU escreveram uma carta às autoridades iranianas expressando preocupação com a situação da minoria cristã e pedindo ao governo que proteja os direitos dos cristãos. “Queremos expressar nossa séria preocupação com a repressão generalizada relatada e a perseguição de pessoas pertencentes à minoria cristã no Irã e, em particular, aquelas que se converteram do islã”, escrevem ao governo iraniano em uma carta datada de 11 de novembro.

No Irã, os cristãos que não pertencem às comunidades históricas, étnicas e armênias não são reconhecidos e não têm acesso aos direitos da Constituição do país. Eles enfrentam campanhas de prisões, detenções, apreensão de bens e julgamentos sem o benefício do devido processo legal, aumentando a vulnerabilidade dos seguidores de Jesus.

Em muitos casos, os cristãos são acusados de “agir contra a segurança nacional” e de publicar “propaganda contra o Estado”. Os autores da carta perguntam “como os tribunais nacionais interpretam isso ao considerar casos de religiões minoritárias e pessoas pertencentes a minorias religiosas e como essas interpretações são compatíveis com as normas e padrões internacionais sobre liberdade de religião ou crença, liberdade de expressão e liberdade de reunião e associação pacíficas”. :: LEIA MAIS »



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