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Vamos orar: Cristãos continuam desaparecidos na Nigéria e Malásia

Familiares e amigos de cristãos desaparecidos protestaram na Malásia em 13 de fevereiro de 2019

Familiares e amigos de cristãos desaparecidos protestaram na Malásia em 13 de fevereiro de 2019

Hoje é o Dia Internacional das Vítimas de Desaparecimentos Forçados. Segundo a Organização das Nações Unidas, o crime contra a humanidade envolve a privação de liberdade e na maioria das vezes é executado por agentes do Estado ou por pessoas agindo com conhecimento e conivência dele. Na maioria dos casos, falta o reconhecimento do sumiço da pessoa e negação de informação do paradeiro dela. Quando essa prática é comum contra um segmento específico da população, como os cristãos, os casos são considerados como violação dos Direitos Humanos e não podem ser anistiados.

Em países como a Nigéria, os cristãos são as principais vítimas de desaparecimentos forçados. Segundo grupos extremistas, como o Boko Haram, eles têm direito de capturar meninas e mulheres cristãs com o objetivo de fazer delas escravas sexuais e até mesmo vítimas de atentado suicida. A Portas Abertas acompanha as histórias de Leah Sharibu e das 112 meninas do vilarejo de Chibok, que foram sequestradas por jihadistas em 2018 e 2014, respectivamente.

As vítimas desse tipo de crime contra humanidade não são apenas as pessoas que estão desaparecidas. São todos os parentes e amigos que vivem a angústia da espera por notícias do ente querido. “Nós não sabemos onde ela está ou pelo que está passando. Nós vemos notícias nas redes sociais e jornais, mas não sabemos o que é verdadeiro ou não”, revelou Rebecca, mãe de Leah Sharibu em entrevista à Portas Abertas.

Apesar de não ter informações concretas para se apoiar, a mãe da menina de 17 anos não perde a esperança e mantém a intercessão pela filha. “Oro por ela diariamente. Agradeço a Deus pela fé que ela tem e peço que ele continue a incentivando. Eu também oro pelos sequestradores de Leah, para que eles a libertem, e também que encontrem a Cristo, porque não sabem o que estão fazendo”, completou. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Norte-coreanos são atingidos pela COVID-19 e por desastres naturais

População da Coreia do Norte enfrenta o coronavírus e as consequências dele, como o aumento de preços de itens de alimentação

População da Coreia do Norte enfrenta o coronavírus e as consequências dele, como o aumento de preços de itens de alimentação

A pandemia da COVID-19 tem dificultado a ajuda a cristãos norte-coreanos refugiados em outros países, como China e Coreia do Sul. As organizações que atuavam nessa frente, precisaram suspender as assistências por causa do isolamento social e da queda de doações. Porém, irmãos e irmãs ao redor do mundo intensificaram a oração e contribuição e puderam socorrer os cristãos perseguidos.

Além de serem atingidos pelo coronavírus, os norte-coreanos enfrentaram também fortes chuvas de monções, inundações e ondas de calor. Neste momento, as fronteiras do país comunista se abriram e um pouco de ajuda conseguiu chegar até os necessitados. Apesar do governo negar a presença de casos de COVID-19 no território, os habitantes estão sendo contaminados e até apelidaram o problema de “doença do fantasma”.

Assim como nos demais países atingidos, a economia da Coreia do Norte foi afetada e o preço de itens básicos ficou quatro vezes mais caro. O resultado é o descontentamento da população com o líder do país. Nesta hora, os cristãos norte-coreanos repartem o pouco que têm e recebem a provisão diária de Deus. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: A perseguição aos cristãos na Malásia

Entenda como se dá a perseguição na Malásia e saiba como orar especificamente por esse país

Entenda como se dá a perseguição na Malásia e saiba como orar especificamente por esse país

Com 62 pontos, a Malásia se classificou em 40º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2020. No ano anterior, o país marcou 60 pontos e se classificou em 42° lugar. A queda de 5 pontos na pontuação geral em 2019 comparado ao ano anterior reflete o resultado inesperado das eleições presidenciais em 2018. Os pontos caíram de forma mais significativa nas esferas nacional e igreja, mas também em violência. Especialmente minorias, como cristãos, hindus e budistas colocam esperança no novo governo, entretanto, o governo teve que recuar em muitas iniciativas e reter a política de ação afirmativa por causa dos muçulmanos malaios.

A pressão aos cristãos na Malásia aumentou em todas as esferas da vida, aumentando a pressão média de 11,7 para 12,2. A pressão é extrema e mais forte na família, e está em um nível muito alto na comunidade, vida privada e nação. A pressão na família e vida privada mostra os problemas enfrentados por convertidos do islamismo e outras religiões, conduzida também pela política de islamização do país. A pressão resultada da opressão islâmica está presente em todas as esferas da vida. Partidos e grupos islâmicos conservadores continuam sendo fortes na Malásia.

A pontuação para violência contra cristãos permanece no mesmo nível que no ano anterior. Além do sequestro de certos cristãos nos últimos anos, a perseguição raramente é violenta na Malásia. O pastor Joshua Hilmy e sua esposa Ruth estão desaparecidos há mais de dois anos, após sumirem de sua casa no estado de Selangor. O pastor Raymond Koh foi sequestrado enquanto dirigia em uma avenida movimentada em Petaling Jaya e está desaparecido desde fevereiro de 2017. Seu paradeiro ainda é desconhecido e, de acordo com as descobertas da comissão de direitos humanos do país, as forças especiais da polícia estão envolvidas no sequestro. :: LEIA MAIS »

Cristãos perseguidos recebem ajuda durante a pandemia de COVID-19

Cristãos indianos foram excluídos da ajuda governamental por causa da fé, mas receberam itens de alimentação e higiene dos irmãos e irmãs ao redor do mundo

Cristãos indianos foram excluídos da ajuda governamental por causa da fé, mas receberam itens de alimentação e higiene dos irmãos e irmãs ao redor do mundo

A COVID-19 surgiu silenciosa na China em dezembro de 2019. E, no fim do mesmo mês, o mundo já estava apreensivo com um vírus que comprometia órgãos essenciais, como rins e pulmões. Até agora, mais de 23 milhões de casos da doença foram relatados e 814.354 perderam as vidas na luta contra o coronavírus. As consequências desse inimigo invisível afetaram todos os âmbitos da vida de uma pessoa. Em nível econômico, a crise de saúde pode provocar a recessão mais profunda desde a Segunda Guerra Mundial, garantiu o relatório Global Economic Prospects, do Banco Mundial.

O impacto dessa nova crise deve afetar milhões de pessoas que já estavam no radar da fome, assegura o documento da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Com as consequências da COVID-19, como perda de renda e aumento de preços de alimentos, o número de necessitados pode crescer. “Este ano, cerca de 49 milhões de pessoas podem cair na pobreza extrema devido à crise da COVID-19. A queda de um ponto percentual no Produto Interno Bruto global significa mais 700 mil crianças raquíticas”, afirmou o Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres.

Entre as principais vítimas, estão muitos cristãos que já experimentavam a exclusão social, que os impediam de ter uma renda justa capaz de satisfazer as necessidades básicas, como alimentação e moradia. Boa parte deles vive em um dos 50 países classificados pela Lista Mundial da Perseguição 2020. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Explosões de bombas matam 10 pessoas nas Filipinas

Pessoas são socorridas após explosão de duas bombas em Jolo, nas Filipinas

Pessoas são socorridas após explosão de duas bombas em Jolo, nas Filipinas

Hoje, duas explosões causaram a morte de pelo menos 10 pessoas em Jolo, Sul das Filipinas. A primeira bomba explodiu próximo ao Parque Plaza Rial, já a segunda estava em um espaço comercial, onde tinha pequenas empresas e lojas. As autoridades de segurança investigam se o artefato foi plantado no local ou foi causado pela ação de homens-bomba.

Segundo testemunhas, houve ameaças de ataques nos locais onde aconteceram as explosões. Por isso, as áreas tinham sido isoladas com barricadas e placas, proibindo o estacionamento de veículos. Mas, com o forte impacto da detonação das bombas, as áreas mais próximas foram danificadas e pessoas atingidas.

Há suspeita de que mais artefatos serão plantados no local, por isso, os policiais intensificaram a revista na região. Até agora, nenhum grupo extremista assumiu a responsabilidade do atentado, mas é possível que seja uma ação do grupo Abu Sayyaf, afiliado ao Estado Islâmico.

A Portas Abertas entrou em contato com um parceiro que esteve no local poucos minutos antes da primeira bomba explodir. Pela graça de Deus, ele e os familiares não foram atingidos. “Louvamos a Deus porque não há baixas entre as pessoas com quem trabalhamos”, comenta um porta-voz. :: LEIA MAIS »

Série Faces da Perseguição: marido de cristã é morto por não negar a Jesus

Perder o marido não foi fácil para Tabitha, ela não conseguia comer ou dormir, só chorava

Perder o marido não foi fácil para Tabitha, ela não conseguia comer ou dormir, só chorava

Tabitha morava na Nigéria perto da cidade de Jos, no estado de Plateau. Em 8 de setembro de 2001, ela estava com o marido, porém, os filhos estavam na escola. Eles ouviram que as pessoas da aldeia não poderiam ir à cidade e que soldados e policiais estavam por toda parte. Depois souberam que muçulmanos começaram a queimar igrejas e matar pessoas em Jos. Iam de igreja em igreja para matar cristãos.

O marido de Tabitha disse que sairia para procurar uma das filhas, já que não tinham nenhum telefone. Então ele pegou o carro, mas no caminho para Jos foi parado. Os homens viram uma Bíblia no carro e perguntaram: “Porque você tem isso?”. Ele respondeu: “Eu sou pastor”. Então eles falaram: “Estávamos procurando alguém como você”. Os agressores gritavam: “Se você disser que não é mais pastor, deixaremos você em paz!”. Mas ele respondeu: “Como posso negar meu Jesus? Se vocês quiserem me matar, me matem, mas eu não posso desistir minha fé em Jesus”. Eles o agrediram até que estivesse morto.

Isso não foi fácil para Tabitha. Ela não conseguia comer ou dormir, só chorava. Não era mais a mesma. “Mesmo quando eu queria, não conseguia terminar minhas orações. Não foi fácil, mas um dia ouvi uma voz dizendo: ‘Eu sou o marido das viúvas. Por que você está chorando?’ Quando ouvi essa voz, minhas forças voltaram novamente. Desde aquele momento, comecei a ter coragem para ler a Bíblia novamente. E assim eu recebi coragem novamente para viver”, explica. Tabitha faleceu em fevereiro de 2020, após uma complicação de saúde relacionada a diabetes e a problemas cardíacos. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Exército e rebeldes perseguem líderes cristãos em Mianmar

Ore pelos líderes cristãos em Mianmar, que enfrentam a perseguição do exército e de grupos rebeldes

Ore pelos líderes cristãos em Mianmar, que enfrentam a perseguição do exército e de grupos rebeldes

Os líderes cristãos de Mianmar enfrentam pressão de vários lados. Enquanto cinco pastores capturados por um grupo insurgente foram soltos, dois outros estão mantidos presos por militares sob a suspeita de colaborar com grupos rebeldes. A detenção aconteceu sob a justificativa dos homens terem participado das comemorações do Dia da Revolução de Kachin, que marca a data em que o Exército da Independência do estado iniciou a rebelião.

Durante anos, os estados, hoje predominantemente cristãos, de Kanmar e Shan, ficaram no meio dos conflitos entre grupo armados étnicos e o exército. Além disso, os grupos insurgentes são responsáveis por fechar igrejas e prender civis, como pastores e estudantes da Bíblia. A perseguição aos cristãos ocorre porque os líderes não apoiam os atos dos rebeldes e ainda desencorajam os jovens a se juntarem ao combate.

Do outro lado, o exército do país tem forte posição constitucional e não admite críticas. Em agosto de 2019, um pastor foi ameaçado de ser levado ao tribunal do país por ter conversado com o presidente americano, Donald Trump, sobre a perseguição aos cristãos em Mianmar. Em 2017, o governo foi acusado de forçar mais de 740 mil pessoas da etnia rohingya a deixar as casas e ir para campos internos de deslocados. Lá, os cristãos ex-muçulmanos estão sujeitos a hostilidade tanto das autoridades como dos próprios familiares. :: LEIA MAIS »

Pastor Victor e esposa são condenados no Irã

No Irã, pastor Victor e Shamiram foram condenados a 10 e cinco anos de prisão, respectivamente (foto: Article 18)

No Irã, pastor Victor e Shamiram foram condenados a 10 e cinco anos de prisão, respectivamente (foto: Article 18)

A Portas Abertas tem acompanhado os casos de prisão e condenação do pastor Victor Bet-Tamraz, 65, e da esposa dele, Shamiram Issavi, 64, no Irã. Desde novembro de 2019, o casal cristão lutava por uma sessão de apelação, mas as audiências foram marcadas e adiadas diversas vezes. A última deveria acontecer em primeiro de junho, entretanto, foi cancelada sem justificativa.

Então, em 19 de julho, os seguidores de Jesus souberam, pelo advogado, que o recurso deles foi rejeitado e nenhuma outra audiência seria realizada para reavaliar as penas. Além disso, Shamiram foi convocada à prisão de Evin para iniciar o cumprimento da sentença de cinco anos de encarceramento.

O pastor Victor e Shamiram foram condenados a 10 e cinco anos de prisão, respectivamente, em 2017. Os “crimes” cometidos pelos cristãos foram agir contra a segurança nacional, organizar pequenos grupos de estudos bíblicos, participar de seminários no exterior e treinar outros pastores e líderes para serem “espiões”. :: LEIA MAIS »

Pastor Victor e esposa são condenados no Irã

No Irã, pastor Victor e Shamiram foram condenados a 10 e cinco anos de prisão, respectivamente (foto: Article 18)

No Irã, pastor Victor e Shamiram foram condenados a 10 e cinco anos de prisão, respectivamente (foto: Article 18)

A Portas Abertas tem acompanhado os casos de prisão e condenação do pastor Victor Bet-Tamraz, 65, e da esposa dele, Shamiram Issavi, 64, no Irã. Desde novembro de 2019, o casal cristão lutava por uma sessão de apelação, mas as audiências foram marcadas e adiadas diversas vezes. A última deveria acontecer em primeiro de junho, entretanto, foi cancelada sem justificativa.

Então, em 19 de julho, os seguidores de Jesus souberam, pelo advogado, que o recurso deles foi rejeitado e nenhuma outra audiência seria realizada para reavaliar as penas. Além disso, Shamiram foi convocada à prisão de Evin para iniciar o cumprimento da sentença de cinco anos de encarceramento.

O pastor Victor e Shamiram foram condenados a 10 e cinco anos de prisão, respectivamente, em 2017. Os “crimes” cometidos pelos cristãos foram agir contra a segurança nacional, organizar pequenos grupos de estudos bíblicos, participar de seminários no exterior e treinar outros pastores e líderes para serem “espiões”. :: LEIA MAIS »

Série Faces da Perseguição: fortalecimento e encorajamento em meio à perseguição na Índia

Além de falar sobre as boas-novas de Jesus, Dr. Chandra também apoia, visita igrejas e trabalha com os jovens

Além de falar sobre as boas-novas de Jesus, Dr. Chandra também apoia, visita igrejas e trabalha com os jovens

O Dr. Satish Chandra trabalha há muito tempo servindo aos cristãos na Índia. Além de falar sobre as boas-novas de Jesus, também apoia, visita igrejas e trabalha com os jovens. Porém, muitos indianos têm medo de que as pessoas que aceitam Jesus abandonem e esqueçam as tradições e a cultura indiana. Eles dizem que os cristãos são amigáveis apenas para tentar converter as pessoas.

Ele compartilha sobre um cristão que se converteu após ser curado por meio da oração. Esse homem começou a compartilhar sobre a mensagem de Cristo e outros milagres aconteceram. Isso formou um grupo de cristãos na aldeia, que passou a visitar outras vilas para contar o que Deus estava fazendo. Porém, hindus nacionalistas ouviram falar sobre isso e alegaram que o grupo estava pregando uma religião estrangeira.

Os cristãos foram chamados e os moradores da aldeia os agrediram o dia todo, até que ficassem inconscientes. Os hindus diziam que se eles não negassem a Cristo, iriam matá-los, entretanto, os cristãos se mantiveram firmes afirmando que não negariam a Jesus. O grupo continuou sendo agredido até que os moradores pensaram que estivessem mortos. Depois disso, os cristãos passaram a guardar a fé para si, sem falar abertamente sobre sua crença. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Ataque à igreja deixa 23 mortos no Sudão do Sul

Mulheres e crianças cristãs vivem com medo da ação de extremistas no Sudão do Sul

Mulheres e crianças cristãs vivem com medo da ação de extremistas no Sudão do Sul

O ataque a uma igreja da aldeia Makol Cuel, no estado de Jongle, Sudão do Sul, resultou na morte de 23 pessoas, a maioria delas mulheres e crianças. Os autores do crime também incendiaram casas e capturaram seis menores e gado. Até agora, os responsáveis não foram identificados pelas autoridades locais.

Apesar da maioria dos habitantes do estado serem cristãos, a região é conhecida pelos constantes confrontos entre grupos étnicos. Porém, houve um aumento na violência comunitária causada por homens portando forte armamento militar. Como consequência, mais de 60 mil pessoas estão deslocadas pelo país, que já vive uma guerra civil há seis anos.

O líder cristão Reuben Akurdit Ngong enfatizou em entrevista ao jornal The Tablet que espera uma ação do governo para proteger os civis da região. O porta-voz da Portas Abertas para a África Subsaariana ratificou o pedido: “Nós nos juntamos ao apelo para que o governo faça tudo para proteger os civis contra os ataques como esses. A única maneira de resolver a crise é respeitar todas as partes que assinaram acordos de paz e processar aqueles que são considerados culpados de violar as resoluções”, explica.

Em fevereiro de 2020, o líder rebelde Riek Machar tornou-se o primeiro vice-presidente de Salva Kiir, como cumprimento de um acordo para formação de um governo de coligação. Porém, a violência intercomunitária continuou. “A igreja tem um papel importante a desempenhar na construção da paz, encorajando todos os envolvidos a respeitar a dignidade humana enquanto resolvem as diferenças”, completa o porta-voz. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: A perseguição aos cristãos no Turcomenistão

A situação para os cristãos no Turcomenistão, país da Ásia Central, piorou nos últimos anos

A situação para os cristãos no Turcomenistão, país da Ásia Central, piorou nos últimos anos

A maioria da população do Turcomenistão é muçulmana (93,6%), predominantemente sunita. Os cidadãos muçulmanos seguem a cultura islâmica básica em vez dos ensinamentos muçulmanos rigorosos. Mesmo assim, não há liberdade de religião, embora haja afirmações em contrário na Constituição do país. O governo é secular e tem o islã firmemente sob controle. Quanto à situação dos cristãos, ela continua ruim e até mesmo piorou um pouco. Esse é o quadro geral que coloca o país na 22ª posição na Lista Mundial da Perseguição (LMP) 2020.

Mesmo as igrejas ortodoxas russas e apostólicas armênias podem experimentar o monitoramento dos cultos dominicais. A impressão ou importação de materiais cristãos é restrita. Os cristãos ex-muçulmanos suportam o impacto da perseguição tanto nas mãos do Estado quanto de familiares, amigos e comunidade. Em igrejas não registradas, os cristãos enfrentam repetidas batidas policiais, ameaças, prisões e multas.

A pressão média sobre os cristãos está em um nível muito alto (13,7), 0,2 a mais que na LMP 2019. A pressão aumentou nas esferas família e igreja, enquanto diminuiu ligeiramente nas esferas da vida privada e nacional. A pressão na esfera comunidade permaneceu a mesma. As pontuações para pressão são extremamente altas na vida da igreja (15,7), vida privada (14,5) e comunidade (13,8). A pontuação mais alta na igreja é um reflexo das muitas restrições aos cristãos impostas pelo Estado.

A pontuação de violência é baixa, mas subiu de 1,3 na LMP 2019 para 1,9 na LMP 2020. No entanto, poucos incidentes violentos foram relatados. Acompanhe no infográfico abaixo.  :: LEIA MAIS »

Como o aprendizado pode transformar vidas na Nigéria

Muitas mulheres são beneficiadas por projetos da Portas Abertas que garantem a sobrevivência de cristãos na Nigéria

Muitas mulheres são beneficiadas por projetos da Portas Abertas que garantem a sobrevivência de cristãos na Nigéria

Ativi é uma jovem da Nigéria na casa dos 20 anos. O país é o 12º colocado na Lista Mundial da Perseguição 2020, onde ataques do grupo extremista Boko Haram tem gerado destruição e morte. Ela compartilha que antes de o Boko Haram atacar o vilarejo dela, a vida era ótima. “Eu ia à igreja e estava no grupo das meninas e na irmandade das mulheres. À noite, nos sentávamos e conversávamos sem medo”, relembra a jovem. Mas quando o Boko Haram chegou, tudo mudou.

Ativi conta como teve que fugir da Nigéria aos primeiros sinais do ataque: “Ouvimos tiros bem cedo, ainda de madrugada. Eu estava na fazenda colhendo amendoim com minha mãe. Corri para casa, peguei nossos pertences e fugi. O som das armas me deixou tão assustada. Corri para Camarões e encontrei um lugar onde poderíamos ficar com a ajuda de um amigo”.

Quando ficou sabendo que a aldeia estava em paz, voltaram para casa, na Nigéria. Ativi conta como foi aquele momento: “Quando chegamos aqui, as coisas estavam calmas, mas as pessoas viviam na pobreza. Ficamos realmente traumatizados ao ver nossa igreja queimada. Sempre que entro na igreja, sinto o coração pesado. O relacionamento entre as pessoas não era mais o mesmo. Todo mundo ficou escondido por um bom tempo. Algumas das meninas com quem eu andava se converteram ao islã, enquanto outras apenas se rebelaram”. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Ataques extremistas matam 170 cristãos no Congo

Famílias cristãs inteiras são dizimadas durante ataques de extremistas islâmicos no Congo

Famílias cristãs inteiras são dizimadas durante ataques de extremistas islâmicos no Congo

Os cristãos continuam sob a mira de rebeldes na República Democrática do Congo (RDC) desde o fim de 2019. Mesmo a pandemia da COVID-19 não foi capaz de deter os ataques dos extremistas. A Portas Abertas contabilizou a morte de 66 cristãos em maio, 55 em junho e 21 em julho. Mas o número pode ser maior no trimestre e chegar a 170 vítimas fatais.

De acordo com o relatório do Escritório Conjunto de Direitos Humanos da ONU (UNJHRO, sigla em inglês), 800 civis foram assassinados nos últimos 18 meses, na província de Kivu do Norte. As ações dos extremistas alcançaram a região de Ituri e demais áreas como as vilas de Mighende, Mitembo, Kabugeja, Mugwanga e Abalago.

Quem são os responsáveis pelos ataques?

Os responsáveis pelos ataques são integrantes das Forças Democráticas Aliadas (ADF), que têm como objetivo expandir o islamismo. O grupo iniciou os ataques em Uganda e agora atua na RDC. A princípio, eles costumam a atacar pessoas sozinhas e vulneráveis em fazendas ou durante viagens. Mas há casos em que aldeias e empresas foram saqueadas, escolas e clínicas destruídas e cristãos sequestrados.

Segundo o documento da ONU, a maneira que os jihadistas atuam indica uma intenção clara de não deixar sobreviventes. Por isso, famílias inteiras são perseguidas e mortas. “O grande número de mortes torna fácil esquecer que, por trás de cada nome nas listas de vítimas, há uma família e uma comunidade que perderam um membro e um colaborador essencial”, comenta um porta-voz da Portas Abertas. :: LEIA MAIS »

Líbano: refugiados cristãos podem ser os mais afetados pela fome

Famílias refugiadas já enfrentam uma grave crise de fome e desemprego no Líbano

Famílias refugiadas já enfrentam uma grave crise de fome e desemprego no Líbano

O mundo ficou impactado com a dimensão da explosão que afetou o Líbano, no dia 4 de agosto. De acordo com as autoridades, tudo começou com um incêndio em um depósito que armazenava uma grande quantidade de nitrato de amônia, no porto da capital Beirute. Além da destruição dos edifícios na região, o incidente deixou até agora 157 mortos, 5 mil feridos e 300 mil desabrigados.

A situação do país já não era fácil pelas questões políticas e instabilidade econômica. Porém, o incidente pode agravar a fome que muitos já enfrentam, porque alimentos e outros itens básicos para a sobrevivência foram destruídos com a explosão. O ministro da Economia do Líbano, Raoul Nehme, informou à Reuters que o país possui um estoque de grãos para alimentar a população por três meses.

As igrejas locais estão sobrecarregadas, mas permanecem assistindo aos necessitados que surgem. A Portas Abertas também tem parcerias em projetos que servem cristãos refugiados no Líbano. Mas nenhum deles foi atingido diretamente pelo incidente. Entretanto, já está em estudo como a organização internacional pode fazer a diferença neste momento delicado do país. :: LEIA MAIS »

14 famílias cristãs são agredidas por extremistas na Índia

Famílias cristãs são agredidas por extremistas hindus no interior da Índia (foto representativa)

Famílias cristãs são agredidas por extremistas hindus no interior da Índia (foto representativa)

Mesmo durante a crise da COVID-19 na Índia, 14 famílias cristãs enfrentaram também as agressões de extremistas hindus por não abandonarem a fé em Jesus. Em 21 de julho, uma multidão atacou e destruiu a casa de Chachiri Muduli, de 75 anos, na vila de Badaguda, leste do estado de Odisha. Além de ser local onde aconteciam reuniões de oração, a residência era abrigo de oito famílias, que também tiveram as casas destruídas por radicais.

Além da anciã, as netas dela de 22 e 25 anos também foram agredidas. Segundo líderes cristãos locais, os seguidores de Jesus já haviam sido agredidos pelos nacionalistas. Em resposta, a polícia prendeu dois homens envolvidos nos ataques, mas soltaram os acusados após pagamento de fiança.

A vila de Badaguda já foi cenário de outros ataques contra cristãos. Segundo o site britânico Christian Solidarity Worldwide, a igreja local foi destruída em um incêndio e a hostilidade aos seguidores de Jesus permaneceram, apesar da tentativa de resolução de conflitos com os extremistas religiosos na aldeia. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: A perseguição aos cristãos na China

Cristãos chineses frequentam seminário de preparação para a perseguição para aprender a lidar com as dificuldades enfrentadas no país

Cristãos chineses frequentam seminário de preparação para a perseguição para aprender a lidar com as dificuldades enfrentadas no país

China marcou 70 pontos na Lista Mundial da Perseguição (LMP) 2020, subindo para a posição 23, enquanto no ano anterior estava em 27° lugar, com 65 pontos. A pontuação de violência permaneceu praticamente inalterada já que a China marcou o máximo para prédios de igreja confiscados e destruídos. Os pontos para pressão nas esferas aumentaram na vida privada e comunidade, refletindo uma ênfase muito mais forte na ideologia comunista e que cidadãos são usados e pagos para fornecer informações sobre cristãos e outras minorias. A ênfase na ideologia e na ampla meta de preservar as regras do Partido Comunista reflete no contínuo crescimento da pontuação nas esferas da nação e igreja, onde é visível o reflexo da implementação muito rígida da regulamentação religiosa, que começou em 1 de fevereiro de 2018. Cristãos estão testemunhando muito mais problemas com as autoridades e essa pressão é sentida especialmente na esfera da igreja.

A pontuação média para pressão aos cristãos na China subiu de 11 para 11,9. As pontuações para pressão subiram em todas as esferas da vida, mostrando que a implementação das novas regulamentações na religião se estendeu sobre todas as províncias agora e são implementadas de acordo com a vontade do Partido Comunista, que é o principal implementador, não o governo. O ambiente legal e administrativo se tornaram mais difíceis, não apenas pelas chamadas igrejas domésticas, mas também por igrejas que pertencem ao Movimento Patriótico das Três Autonomias. A pressão para entrar na linha da ideologia prevalecente de louvar as conquistas do Partido Comunista tem se tornado muito mais forte e representa, sem dúvidas, um dos maiores riscos para cristãos, a longo prazo. :: LEIA MAIS »



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