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Como um ex-soldado em Mianmar levou uma vila budista a Cristo

Atualmente, Dano pastoreia uma igreja na vila e almeja alcançar outras duas vilas

Atualmente, Dano pastoreia uma igreja na vila e almeja alcançar outras duas vilas

Nós já falamos sobre a relação do pastor Dano*, de Mianmar, com os chefes de sua vila. Porém, certo dia, o filho do vice-chefe foi possuído por demônios após ir até a floresta onde os espíritos vivem. A família do jovem consultou os arkar, que são magos, mas eles não puderam ajudar. Então foram até o monge budista para pedir ajuda, mas o jovem rapaz piorou. Quando toda a esperança parecia ter ido embora, a família lembrou que o pastor Dano costumava orar pelos doentes e eles eram curados.

Foi quando pediram ajuda ao pastor Dano, apesar de estarem relutantes, já que tinham se oposto a ele. “A família do vice-chefe pensou que eu ficaria bravo e me recusaria a ajudar, mas eu vi isso como uma boa oportunidade para chegar até eles”, disse o pastor. Ele jejuou e orou por três dias. Depois foi até a casa do rapaz, mas quando o viu, o jovem saiu correndo.

Os moradores o procuraram e só voltaram às 23h. O pastor Dano mandou o demônio sair, mas ele permaneceu no santuário. O pastor Dano tentou queimar o santuário, mas este não pegava fogo. Finalmente, após jogar diesel, o santuário queimou. Ele clamou ao nome do Senhor e o espírito deixou o rapaz. O mais incrível não é que apenas um demônio fugiu, mas que todos os outros espíritos da vila fugiram. Isso foi o que os adivinhos disseram ao pastor Dano ao implorar que os trouxesse de volta.

“Os moradores, porém, não ficaram felizes já que seus espíritos os deixaram. Reclamaram para o chefe e tentaram me matar”, compartilhou. Os médiuns da vila sacrificaram e imploraram para que os espíritos voltassem, mas eles não o fizeram. O pastor Dano orou em algumas áreas, lugares onde ficavam os templos espirituais. No dia seguinte, todos os santuários da vila tinham sido queimados. Ninguém sabe o que aconteceu. Foi um verdadeiro milagre. :: LEIA MAIS »

Tudo sobre a perseguição aos cristãos na China

Os cristãos chineses que desejam viver a fé cristã precisam agir em segredo para não atrair atenção do governo

Os cristãos chineses que desejam viver a fé cristã precisam agir em segredo para não atrair atenção do governo

Nos últimos dias, a perseguição aos cristãos na China ganhou destaque especial em diversos jornais brasileiros. Porém, a hostilidade aos seguidores de Jesus no país comunista é antiga e há anos preocupa a igreja de Jesus ao redor do mundo. Já na dinastia Ming, entre 1368 e 1644, os cristãos foram banidos do país. Mas a perseguição atual começou em 1949, quando a República Popular da China foi criada. Todas as religiões que exigiriam a lealdade dos chineses em detrimento do Estado foram violentamente combatidas. Forçando, assim, a fuga de missionários cristãos estrangeiros no país.

Apesar da Revolução Cultural que ocorreu entre 1966 e 1976 ter transformado toda a sociedade chinesa nos padrões desejados pelos comunistas, a igreja de Jesus sobreviveu de maneira clandestina. Havia, sim, uma igreja permitida pelo Estado chinês, mas essa deveria excluir qualquer ensinamento bíblico que fosse contra os ideais do Partido Vermelho, jurar lealdade aos governantes, ter uma bandeira da China em exposição e cantar o hino nacional em cada encontro.

As igrejas chinesas permitidas pelo governo comunista são monitoradas em todo tempo e qualquer crítica ao sistema pode resultar em sérias consequências

Qual é o número de cristãos na China?

Hoje, acredita-se que existam 97,2 milhões de cristãos na China, que enfrentam a hostilidade vindas de oficiais do governo, partidos políticos e líderes religiosos não cristãos. A opressão comunista e pós-comunista é um instrumento para que o governo mantenha o poder e a harmonia na sociedade. O atual presidente Xi Jinping tem se mantido no poder por meio de um forte combate a qualquer ideia que possa ameaçar a autoridade máxima dele. Nesse cenário, os cristãos convertidos e de minorias religiosas, como os muçulmanos de Xinjiang, também são alvos de ações mais diretas. :: LEIA MAIS »

Ameaças de extremistas resultam em morte de adolescente cristã na Índia

As cristãs indianas convivem com ameaças de violência física caso não deixem de seguir a Jesus (foto representativa)

As cristãs indianas convivem com ameaças de violência física caso não deixem de seguir a Jesus (foto representativa)

O extremismo hindu tem causado sérias consequências para os cristãos na Índia. A família Sodi já enfrentava um grande desafio de seguir a vida após a morte da filha Sangita, porém, a situação piorou quando o corpo da caçula, Budheswari, foi encontrado pendurado na sala, onde aconteciam as reuniões de intercessão.

A adolescente de 16 anos estudava em um colégio interno, mas estava há dois meses em casa por causa da COVID-19. Ela sempre recebia ameaças de que os radicais abusariam dela e a matariam, assim como fizeram com a irmã, se a família não deixasse o cristianismo. De acordo com o irmão mais velho, Chaitram, o culpado pela morte de Sangita em 2016 estava preso, mas havia outros participantes do crime que ficaram impunes.

No local onde estava o corpo não tinha uma nota evidenciando o suicídio de Budheswari, porém, as autoridades investigaram e confirmaram a suspeita da família em um documento oficial. Segundo outros membros da única família cristã do vilarejo, a adolescente não conseguiu superar a pressão psicológica e as constantes ameaças.

No país em 10º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2020 é comum que os cristãos enfrentem tanto abusos físicos quanto psicológicos. O principal responsável pela intolerância religiosa é o extremismo hindu, que reconhece como indianos apenas os que mantém a adoração aos diversos deuses hinduístas. :: LEIA MAIS »

Com um caso suspeito, Coreia do Norte enfrenta consequências da quarentena

Os norte-coreanos são os mais afetados pela falta de alimentos, educação e ajuda humanitária

Os norte-coreanos são os mais afetados pela falta de alimentos, educação e ajuda humanitária

Enquanto o mundo caminhava devagar para o retorno das atividades interrompidas pelo surto da COVID-19, a Coreia do Norte negava a presença do coronavírus no território, até que Kim Jong-un declarou alerta máximo para a identificação do primeiro caso suspeito da doença no país, no último dia 25.

Segundo o ditador, um desertor pode ter se contaminado quando fugiu para a Coreia do Sul e voltou “ilegalmente”, obrigando a cidade fronteiriça de Kaesong a ficar em lockdown. Mas as consequências da pandemia já eram colhidas na nação comunista muito antes do primeiro caso. O cristão norte-coreano Timothy Cho* contou as principais informações da Coreia do Norte à Portas Abertas. Confira!

Onde estão as crianças norte-coreanas?

Uma das maneiras de manter o regime comunista é investir na educação rígida da população desde a tenra idade. Mas o alto índice de evasão escolar no Ensino Fundamental está preocupando o Ministério da Educação. As autoridades iniciaram uma investigação para descobrir o motivo da redução de alunos nas escolas primárias do país número um na Lista Mundial da Perseguição 2020. De acordo com Cho, as justificativas podem ser a baixa taxa de natalidade, a falta de condições dos pais de pagar as despesas escolares e a necessidade do trabalho da criança para a sobrevivência da família.

É comum que os cidadãos que têm filhos na escola também sejam coagidos a contribuir com projetos de construção e apoio militar. “Foi a mesma coisa durante o meu período escolar. Eles costumavam nos pedir para doar cobre, peles de coelho secas para roupas de inverno dos soldados, dinheiro para projetos de construção, papelões, etc.”, lembra o cristão. Porém, se o “pedido” não for atendido, os alunos são fortemente criticados publicamente. “Quaisquer que tenham sido as razões que levaram a reduzir o número de alunos do Ensino Fundamental na Coreia do Norte, essa é uma consequência inevitável que advém das dificuldades econômicas”, comenta Cho. :: LEIA MAIS »

Série Faces da Perseguição: cristã passou por 10 prisões e um campo de trabalho forçado na Coreia do Norte

Hea-Woo passou por um total de 10 prisões até ser levada para um campo de trabalho forçado

Hea-Woo passou por um total de 10 prisões até ser levada para um campo de trabalho forçado

Após o marido de Hea-Woo ser executado, a cristã norte-coreana tomou a decisão de continuar o serviço a Deus que ele começou e fugir da Coreia do Norte. Mas, durante suas tentativas, ela foi descoberta e mandada de volta. Primeiro, para uma prisão mista, onde foi interrogada e torturada durante muitos dias. Uma das prisioneiras contou aos guardas que Hea-Woo pregava a palavra de Deus dia e noite. Ela foi torturada muitas vezes e, em alguns momentos, teve medo de perder a consciência e negar a Jesus.

Ela orou e o Senhor lhe deu forças para suportar. “Eu ouvi uma voz que me dizia: ‘Pense no sofrimento de Jesus na cruz’. Essas imagens ficaram bem claras em minha mente e fui envolvida por elas.” Enquanto pensava no sofrimento de Jesus, Hea-Woo não sentiu nenhuma dor. Foi mandada de volta para a cela e lá ouviu uma voz do alto dizendo: “Minha filha amada, hoje você andou sobre as águas”. As outras mulheres não perceberam nada e Hea-Woo percebeu que Deus estava com ela em todos os momentos.

Ela passou por um total de 10 prisões até ser levada para um campo de trabalho forçado. Ela entendeu que deveria falar sobre Deus dentro do campo, mas não sabia como fazer isso. Deus lhe mostrou a quem falar e como anunciar a palavra. Como as pessoas podiam morrer a qualquer momento, elas recebiam bem o evangelho. Foi assim que elas começaram uma igreja secreta no campo. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: A perseguição aos cristãos no Vietnã

A pressão aos cristãos permanece muito alta em quase todas as esferas da vida

A pressão aos cristãos permanece muito alta em quase todas as esferas da vida

Com 72 pontos, o Vietnã está na 21ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2020, comparados aos 70 pontos e 20ª colocação na edição anterior. A pontuação por violência aumentou 0,7 pontos e está estável; entretanto, a pressão em quase todas as esferas da vida aumentou ligeiramente. As novas regulamentações religiosas, implementadas a partir de 1 de janeiro de 2018, não mudaram nada substancialmente, apesar de no papel parecer uma melhoria. Regulamentos mais restritos na comunicação on-line ajudaram a restringir e limitar o espaço que os cristãos aproveitam, ainda mais. Pressão e violência contra cristãos que pertencem a minorias étnicas continuam sem alteração e receber relatos dessas regiões permanece um desafio.

A pressão aos cristãos no Vietnã permanece muito alta em quase todas as esferas da vida, causando o aumento da média de pressão para 12,7 pontos comparada a 12,3 nos últimos dois anos. A pressão é mais forte para a igreja, em nível extremo, seguido por nação e comunidade. A pressão aos convertidos é principalmente acentuada na vida privada e família, mas todos os cristãos enfrentam pressão forte na nação e igreja. Essa pressão é completa pelo aumento nos níveis da retórica comunista, a nova lei religiosa e seus requisitos complicados e uma suspeita contínua entre os convertidos bem como para todas as minorias étnicas e religiosas. :: LEIA MAIS »

O que foi a Revolução do Egito?

Apesar de serem 10% da população, cristãos são excluídos pela sociedade egípcia

Apesar de serem 10% da população, cristãos são excluídos pela sociedade egípcia

Há 68 anos, iniciava a Revolução do Egito que libertaria o país do imperialismo britânico e instituiria a república. Um grupo de soldados denominados “Oficiais Livres” depuseram o rei Faruk I e tomaram o poder com o objetivo de modernizar o território e promover a recuperação econômica.

Logo no início, os militares tomaram o poder e promoveram ações como a extinção dos partidos políticos, a industrialização e o combate ao fundamentalismo islâmico. A intenção dos novos governantes era a criação de um Estado socialista adaptado e a unificação do mundo árabe.

Os planos não deram certo e o país ficou sob o governo de Hosni Mubarak por 30 anos. Com a derrubada do ditador em 2011, os militares voltaram ao poder. Mas um novo golpe foi dado e Abdel Fattah Al-Sisi assumiu a presidência e tem governado a nação até hoje, com punho de ferro.

Apesar de uma forte crença de que o Egito seria uma nova nação a partir das mudanças políticas e sociais, muito da cultura que discriminava os cristãos egípcios se manteve intacta. Em alguns casos até piorou, como consequência do radicalismo do islã.   :: LEIA MAIS »

Como vivem os cristãos ex-muçulmanos na China?

A China é o lar de muitos muçulmanos e a igreja de cristãos ex-muçulmanos tem crescido entre eles

A China é o lar de muitos muçulmanos e a igreja de cristãos ex-muçulmanos tem crescido entre eles

A China abriga cerca de 21 milhões de muçulmanos – um número enorme, embora corresponda apenas a 1,5% da população total do país. Dez das 55 minorias étnicas da China são predominantemente muçulmanas. Os cristãos desses grupos minoritários enfrentam muitos desafios – suas famílias e comunidades veem a nova fé como traidora de sua herança, e o governo também está reprimindo a fé religiosa entre os grupos minoritários. E, no entanto, o evangelho está avançando entre os muçulmanos na China.

Aynur* vive em uma cidade na parte mais ocidental da China, a caminho da Ásia Central, que mais se parece com uma parte do Oriente Médio, não com a China. Nas ruas, os homens usam chapéus muçulmanos e as mulheres usam lenços de cores vivas. Os braços e as pernas das mulheres estão totalmente cobertos, mas o governo chinês proibiu que ocultassem o rosto. Os homens não têm permissão para usar longas barbas. Essa região é agora como um estado policial, com câmeras de vigilância em todas as ruas e dentro de conjuntos habitacionais.

Aynur decidiu deixar a fé muçulmana tradicional de sua comunidade para seguir Jesus, tornando-se uma cristã secreta. Ela enviou uma mensagem através de um amigo de que ela e os outros cristãos em sua casa estavam sozinhos e com fome de ensino bíblico e comunhão. Isso era tudo o que sabíamos sobre essa família. Foi por isso que Stephen*, um colaborador da Portas Abertas, foi se encontrar com eles. :: LEIA MAIS »

Cristã é rejeitada pelo marido no Laos

Vilay perdeu o sétimo marido e agora vive com as duas filhas firmes em Jesus no Laos (foto representativa)

Vilay perdeu o sétimo marido e agora vive com as duas filhas firmes em Jesus no Laos (foto representativa)

No dia em que o Laos completa 71 anos de independência, a Portas Abertas conta a história de Vilay*. Uma mulher que, assim como a samaritana narrada na Bíblia, buscava amor e segurança nos homens com quem se relacionava. Ela se casou sete vezes, porque alguns maridos faleceram e outros a abandonaram. Como consequência, Vilay teve muitos filhos, mas apenas duas garotas ficaram sob a guarda dela. Em 2017, um parceiro da Portas Abertas apresentou Jesus para elas e desde então as três mulheres passaram a seguir o salvador.

Apesar de amar o sétimo esposo e pretender ficar com ele pelo restante da vida, a cristã foi ameaçada pelo parceiro quando contou que havia se convertido ao cristianismo. Então, Vilay pediu oração dos irmãos da igreja para que o marido mudasse de ideia, mas o homem decidiu romper o relacionamento. O chefe e o comitê da vila onde mora foram convidados para participar da cerimônia de divórcio.

Na ocasião, a cristã virou motivo de zombaria e provocação, já que mais uma vez tinha perdido o marido. Além disso, Vilay teve que pagar uma quantia equivalente a 100 dólares para arcar com as despesas da cerimônia. De acordo com as autoridades locais, ela precisou pagar pelo porco e pelas refeições e bebidas oferecidas aos espíritos, para que a irritação deles com a conversão dela fosse reparada. :: LEIA MAIS »

Série Faces da Perseguição: norte-coreana conhece a Jesus por meio do marido preso

Após o marido ser preso, a família toda decidiu colocar a fé em Cristo e começaram a orar a Deus

Após o marido ser preso, a família toda decidiu colocar a fé em Cristo e começaram a orar a Deus

Hea-Woo é uma norte-coreana da terceira geração de cristãos na família, apesar de nunca ter ouvido falar de Jesus por sua mãe. No país, os cristãos são vistos como espiões do Sul e toda a família pode ser punida por isso. Após a morte de Kim il-Sung, as porções diárias de comida pararam de ser distribuídas e muitas pessoas começaram a morrer de fome. Uma das filhas de Hea-Woo também morreu de fome. Antes disso acontecer, ela lhe disse: “Eu e seu pai somos culpados disso estar acontecendo com você” e a filha disse: “Eu não culpo você, mas culpo o país. Não há esperança aqui. Não morra de fome como eu. Vá embora desse lugar sem futuro”. Essas foram suas últimas palavras. A confiança de Hea-Woo no governo se transformava cada vez mais em decepção.

Em 1996, o marido de Hea-Woo fugiu para a China. Um ano depois, o serviço de segurança informou a família sobre a fuga dele, o que implicava nele ser mandado de volta para a Coreia do Norte. Durante seu tempo na China, ele conheceu um missionário e estudou a Bíblia com ele. Lá, serviu como líder de adoração em uma igreja frequentada principalmente por norte-coreanos. Porém, uma pessoa o denunciou e ele foi preso antes de ser mandado de volta para a Coreia do Norte. Na prisão, ele começou a falar de Jesus e dividia a comida com os presos. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Extremismo islâmico ameaça cristãos em Moçambique

Cristãos em Moçambique vivem sob pressão dos ataques extremistas

Cristãos em Moçambique vivem sob pressão dos ataques extremistas

O extremismo islâmico fez mais vítimas no fim de junho na cidade de Mocímboa da Praia, província de Cabo Delgado, ao norte de Moçambique. De acordo com a agência do Vaticano Fides, os jihadistas incendiaram uma igreja, uma escola secundária, o hospital distrital e dezenas de carros, casas e lojas. Um homem também foi libertado da prisão local, antes de hastearem a bandeira negra do Estado Islâmico. A ofensiva durou várias horas e deixou muitas vítimas entre policiais e civis. O site de notícias Times de Israel garantiu que um quartel foi invadido e muitas armas roubadas antes da fuga.

A cidade atacada fica na fronteira com a Tanzânia e tornou-se um centro de logística para a exploração de gás natural, recentemente descoberto. No fim de março, os extremistas ergueram a bandeira e mantiveram Mocímboa da Praia sob o domínio deles por muitas horas. A ação dos radicais alcançou aldeias próximas e matou 52 jovens em Xitaxi, pela recusa de se juntarem ao grupo. Em demais vilarejos como Miangalewa, Namacunde, Ntchinga e Moatid, os jihadistas queimaram uma igreja e destruíram instituições locais.

Alguns desses ataques foram cometidos por integrantes do Estado Islâmico, mas em outros ainda acontece uma investigação da verdadeira conexão com o Al-Shabaab da Somália. Há suspeitas que extremistas do Quênia e a Tanzânia também estejam envolvidos nos incidentes. Para conter a violência, o Grupo Wagner da Rússia e a empresa de segurança Dyck Advisory Group foram contratados pelo governo moçambicano. Porém, o resultado não foi o esperado. :: LEIA MAIS »

Cristãos são exemplos de prevenção e otimismo durante pandemia

Cristãos permanecem firmes em Cristo e são exemplo de esperança e prevenção da COVID-19

Cristãos permanecem firmes em Cristo e são exemplo de esperança e prevenção da COVID-19

A Portas Abertas contou a história de como os cristãos no Iêmen lutam para manter a confiança em Deus, mesmo diante do surto de COVID-19. Muitos seguidores de Jesus testemunharam que estão conseguindo vencer os medos e as incertezas por meio da oração e do relacionamento com Cristo. A nação enfrenta as consequências de uma guerra civil, que já dura seis anos, com o precário sistema de saúde, em que os pacientes suspeitos de coronavírus estão sendo expulsos dos hospitais e obrigados a voltarem para casa, onde morrem sem nenhuma assistência.

Outro fator que agrava a situação é a falta de conscientização da população que não empregou medidas de proteção, como o distanciamento social. Neste momento, os cristãos passaram a ser exemplo de prevenção. “Paramos de dar um beijo de saudação como estamos acostumados a fazer, e me sinto envergonhada porque as mulheres a quem eu visitava normalmente não entendem a importância do distanciamento social”, disse uma senhora cristã.

Fé apesar da crise econômica

Um fator que também preocupa a população iemenita é a crise econômica, dificultando o acesso a alimentos, máscaras e artigos básicos para higiene. Todos vivem as consequências da COVID-19, mas cristãos como Hasan não se sentem abandonados em meio às dificuldades. “Apesar dessa pressão, sinto que Deus está comigo e com minha família e tenho certeza de que as portas dele não se fecharão, mesmo quando outras pessoas se recusarem a nos ajudar”, garante o cristão. Há pessoas que estão entediadas também por ficarem isoladas de parentes e amigos, mas até nesses momentos os seguidores de Jesus não perdem o otimismo.  “Muitos reclamam do vazio e do tédio por causa da necessidade de ficar mais em casa, mas achei uma oportunidade valiosa de orar e me aproximar de Deus”, comemora uma cristã local. :: LEIA MAIS »

Cristãos mantêm a esperança durante o surto de COVID-19 no Iêmen

Os cristãos no Iêmen lutam para manter a confiança em Deus, apesar da destruição pela guerra civil e surto de COVID-19

Os cristãos no Iêmen lutam para manter a confiança em Deus, apesar da destruição pela guerra civil e surto de COVID-19

Como manter a esperança em meio aos escombros de uma guerra civil que já dura seis anos? Os cristãos no Iêmen conseguem isso colocando a confiança em Jesus e nas promessas que ele fez, mesmo diante da pandemia da COVID-19 e da nuvem de gafanhotos, que invadiu as grandes cidades e comprometeu as plantações que alimentam a população. Mas acreditar no socorro divino nestes momentos é ir contra a maré de más notícias. “Muitas pessoas ao meu redor estão com medo e falam de maneira trágica de uma pessoa com esse vírus e do sofrimento da vítima e da família. Em contraste com isso, notei como os cristãos são uma bênção, enquanto falam sobre como lidar com essa pandemia com espírito de esperança e encorajamento, oração e seguem as medidas de prevenção”, testemunha Shoki, um cristão que vive ao norte do país.

De acordo com a organização Médicos Sem Fronteiras, as estatísticas governamentais confirmaram a morte de 80 pessoas por dia na cidade de Aden, capital temporária reconhecida pela Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos. Antes do surto do coronavírus, a média era de 10 mortes por dia, mesmo em período de conflitos. O dado indica que os números oficiais divulgados podem ser diferentes da realidade, já que não há capacidade de testar os infectados. Outro fator que agrava a situação é o surto de doenças que também causam febre, como malária, cólera e dengue. :: LEIA MAIS »

Série Faces da Perseguição: cristã eritreia é torturada e presa em contêiner

Helen compreendeu que quanto mais as pessoas se afastavam de Deus mais problemas tinham

Helen compreendeu que quanto mais as pessoas se afastavam de Deus mais problemas tinham

Helen, da Eritreia, é cantora e, quando estudou teologia, aprendeu muito sobre evangelização. Aquilo tomou conta dela. Ela começou a pregar o evangelho em cafés, igrejas, em todo lugar. Helen compreendeu que quanto mais as pessoas se afastavam de Deus mais problemas tinham. Por isso, ela dizia: “Por favor, se volte para Deus”. Certa vez, ela pregou em frente a uma igreja até as autoridades chegarem e a prenderem. “Elas disseram que eu deveria parar de pregar na rua e eu respondi: ‘Não posso parar de evangelizar, pois Deus pede para pregar o evangelho em toda parte. Eu sou uma seguidora de Deus, não posso parar’. Naquela época as coisas ainda não eram tão rigorosas e me deixaram ir, mas desde então a situação mudou muito.”

Em 2003, Helen gravou um vídeo de música cristã secretamente. Ele foi vendido em todo o mundo e ficou muito popular entre os jovens cristãos eritreus. A cristã estava feliz porque, apesar de muitas igrejas terem sido fechadas, ela alcançava pessoas com o evangelho. Ela só não desconfiava que a polícia secreta a estava vigiando. Por isso, em uma batida policial, o DVD de Helen foi encontrado e ela presa.

“Eles me prenderam, mas não me interrogaram, nem me levaram ao juiz. Lá, eu notei a grande quantidade de jovens e procurei ajudá-los. Todos estavam muito doentes. Por orar pelas pessoas, eles me mandaram para bem longe da cidade. Decidiram me colocar em um contêiner de metal, onde não conseguiria ajudar ninguém”, conta. :: LEIA MAIS »

Cristão escapa de linchamento na Índia

Manohar foi ameaçado e agredido diversas vezes por não deixar de seguir a Jesus (foto representativa)

Manohar foi ameaçado e agredido diversas vezes por não deixar de seguir a Jesus (foto representativa)

Ser cristão no interior da Índia é perigoso e pode resultar em agressões e até linchamento. Crimes desse tipo são comuns no território, onde há tanto a presença de extremistas hindus como de pessoas fiéis a Cristo. Manohar* foi uma vítima da intolerância religiosa e experimentou a perseguição desde que se tornou cristão em 2018. Todos da família foram hostilizados pela comunidade porque deixaram a religião tribal para seguir a Jesus.

Há alguns meses, o cristão foi agredido por vizinhos e ameaçado de morte se contasse o incidente à polícia. Porém, Manohar e os familiares mantiveram a fé em Jesus e responderam que desejavam ver os corações de todos os aldeões rendidos ao salvador. Os radicais ficaram ainda mais irritados com a fidelidade dos cristãos e, alguns dias depois, invadiram a casa da família.

Manohar foi arrastado para fora e agredido brutalmente por um grupo de moradores. Um deles tentou enforcar o cristão, mas a vítima conseguiu escapar. Ele correu do local, mas foi apanhado e atacado novamente. Além de receber novas ameaças para deixar a vila, o indiano teve a casa saqueada e os utensílios domésticos jogados na rua.

O cristão e a família foram viver com os parentes em outra cidade, porém, ele carrega no corpo as marcas das agressões. Ainda está com o pescoço e o corpo inchados e não consegue se movimentar por causa da dor que sente. A polícia foi procurada duas vezes, mas não registrou a ocorrência, por isso, o seguidor de Jesus desistiu de esperar ajuda das autoridades. Neste momento, a Portas Abertas está assistindo esses irmãos em todas as necessidades. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Extremistas ferem cristãos e destroem prédio na Índia

Além de destruir o que estava sendo construído, os radicais hindus ergueram um altar no local para o deus macaco

Além de destruir o que estava sendo construído, os radicais hindus ergueram um altar no local para o deus macaco

Na tarde do dia 21 de junho, extremistas hindus destruíram um edifício ainda em construção na cidade de Faridabad, Índia. O terreno foi comprado pelo cristão Varun Malik, e lá seria edificado um centro de ensino para as crianças que vivem nas regiões próximas. Nos domingos, os seguidores de Jesus na região também se reuniam no local para os cultos.

Além de arruinar a construção, os radicais colocaram um ídolo do deus macaco Hanuman no local e começaram a gritar frases contra a fé cristã. Mas quando os cristãos chegaram no terreno, a hostilidade cresceu e resultou em ameaças e agressões. Além dos ataques, os extremistas hindus também levaram parte do ferro que seria utilizado na obra.

A polícia recebeu a denúncia dos pastores responsáveis e retirou a estátua sagrada do local. Mas os radicais continuaram protestando porque no terreno havia um pequeno templo hindu, removido pelos cristãos quando compraram as terras. No 10º país da Lista Mundial da Perseguição 2020, o extremismo hindu tem causado um aumento na perseguição aos seguidores de Jesus.

Desde que o presidente Narendra Modi chegou ao poder em 2014, ter uma fé que seja diferente do hinduísmo é sinônimo de traição nacional. Os cristãos correm o risco de morrer se revelarem a crença em Jesus, porque esta atitude pode ser entendida como evangelismo. Além disso, a impunidade aos extremistas hindus tem favorecido o crescimento da violência por causa da intolerância religiosa, propagada tanto pelos meios de comunicação governamental quanto pelas redes sociais. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: 12 cristãos são presos no Irã

No Irã, os cristãos costumam ser presos e condenados por "crime" contra a segurança nacional (foto representativa)

No Irã, os cristãos costumam ser presos e condenados por “crime” contra a segurança nacional (foto representativa)

Agentes da Guarda Revolucionária do Irã prenderam ao menos 12 cristãos em três diferentes cidades. No dia 30 de junho em Teerã, os guardas de segurança invadiram a casa de um cristão convertido, onde tinham se reunido 30 outros seguidores de Jesus. Há suspeitas de que as autoridades receberam a denúncia de um informante que se infiltrou entre os cristãos e identificou os participantes da reunião.

No início, a ação foi gravada pelos agentes, mas após desligarem as câmeras, passaram a ser abusivos com os cristãos Joseph Shahbazian, Reza, Salar, Sonya e as irmãs Mina e Maryam, que foram detidos na ocasião. As autoridades conduziram todos ao estacionamento e depois algemaram, vendaram e os levaram para um local desconhecido. Os celulares dos presos e de outros presentes foram confiscados e eles precisaram fornecer detalhes dos contatos telefônicos.

Os oficiais tinham uma lista com alguns nomes e foram até outro local em busca de Bíblias e literatura cristã. Então, mais três cristãos foram presos. Na cidade de Malayer, agentes ligaram para três seguidores de Jesus e os convocaram a comparecer no escritório da Guarda Revolucionária para um interrogatório. Porém, eles foram presos antes de se apresentarem, mas pagaram uma fiança equivalente a 1.500 dólares, cada um, e ganharam a liberdade. :: LEIA MAIS »



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