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:: 1/abr/2020 . 9:16

Sri Lanka: Sementes da igreja

O pastor Kumaran perdeu o filho Malkiya, de 12 anos, no ataque à Igreja Sião, no Sri Lanka, na última Páscoa. Ele e a família receberam uma das caixas com presentes e cartões de encorajamento

O pastor Kumaran perdeu o filho Malkiya, de 12 anos, no ataque à Igreja Sião, no Sri Lanka, na última Páscoa. Ele e a família receberam uma das caixas com presentes e cartões de encorajamento

Revista Portas Abertas deste mês apresenta a violência dos ataques direcionados às igrejas em datas cristãs, como a Páscoa, celebrada no mês de abril. Entre diversas ocorrências, o que teve mais impacto nos últimos tempos foi o ataque no domingo de Páscoa no Sri Lanka, em 2019, que deixou 259 mortos e 500 feridos. Equipes da Portas Abertas deram assistência aos cristãos afetados pela tragédia desde as explosões, que atingiram igrejas e hotéis.

Entre as histórias, são apresentados cristãos que perderam entes queridos com o bombardeio na Igreja Sião. A primeira é Kalviya, de 22 anos. Ela estava em uma congregação, conduzindo o período de adoração, quando recebeu a notícia do ataque. Ela correu para o hospital, esperando encontrar o irmão, a cunhada e o sobrinho, mas eles não sobreviveram. O pastor Kumaran perdeu o filho de 12 anos e, logo após enterrá-lo, ministrou em diversos outros funerais de membros da igreja.

Chrishanthi ficou viúva no ataque, já que o marido, Ramesh Raju, de 40 anos, foi quem manteve o homem-bomba próximo ao portão e o impediu de entrar na igreja. Eliza, de 6 anos, além de perder os pais e um primo, ficou internada um mês na UTI por conta de ferimentos, mas mesmo assim perdeu a visão. Apesar de toda a dor encontrada neste cenário, é possível ver a fé no Senhor e a esperança de que um dia irão reencontrar seus familiares ao lado de Jesus. :: LEIA MAIS »

Em época de isolamento social; empresa mineira lançar aplicativo de entrega gratuito

covid

E se em tempos de crise e isolamento, tivéssemos um aplicativo para entregar nossas compras ou vender nossos produtos e serviços de forma gratuita?

Foi exatamente isso que pensou uma desenvolvedora mineira de aplicativos chamada: (codificar).  No cenário onde há dezenas de milhões de brasileiros confinados em suas casas, a busca por aplicativos de delivery se dá pela praticidade e segurança que estes oferecem na entrega de alimentos, remédios e mantimentos.

O app Hey Entregas, tem taxa zero de intermediação da plataforma. A ideia já circulava em alguns setores da empresa, mas não tinha data para ser lançada, até que a epidemia surgiu e, em meio ao caos, os sócios Raphael Canguçu e Thiago Delgado perceberam que era o momento de contribuir com aquilo que faziam de melhor, criar aplicativos em tempo recorde.

A codificar conseguiu com esse feito atender vendedores e consumidores em uma plataforma moderna, rápida e diferenciada. Mas, como unir o que precisa vender com o que precisa comprar, mas não pode sair de casa? Foi aí que tomamos a decisão de executar a ideia agora.” conta Raphael Canguçu, CEO da Codificar.

Com a ideia já em prática e funcionando a todo vapor, sendo aceita pelos clientes; a codificar passou a receber dezenas de pedidos por todos pais de empresários que acabam de apostar na ideia de um app de delivery.

Para quem ficou interessado é só acessar o link abaixo:

http://heyapp.com.br/



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