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:: abr/2020

Vamos orar: Tablighi Jamaat

DIA 07

30 DE ABRIL

 

Com mais de 80 milhões de membros, o Tablighi Jamaat (“sociedade para espalhar a fé”) é a maior organização muçulmana do mundo. Eles estão presentes em mais de 150 países, incluindo Etiópia, África do Sul, EUA e Nepal. Por conta de seu foco ser alcançar muçulmanos nominais, eles não são bem conhecidos entre os círculos cristãos. Eles também não se envolvem politicamente, entretanto acreditam que a sociedade será melhor quando os Muçulmanos viverem plenamente dentro das expectativas do Islã em todas as ações, incluindo aparência e interação uns para com os outros. Seu maior encontro anual, um ijtema, em Bangladesh, atrai cerca de cinco milhões de muçulmanos a cada ano (dois milhões a mais comparado ao Haje), fora estes, há outros encontros regulares em todo o mundo.

Na Europa, a sede do Tablighi Jamaat é o Reino Unido. Lá, os seguidores são ensinados a viver de acordo com os princípios de Tablighi Jamaat e enviados em curtas viagens de pregação.

Anwar viajou da Austrália para passar dois meses na sede da Tablighi Jamaat em Delhi, Índia. Durante esse tempo, ele se juntou a outras pessoas de todo o mundo aprendendo mais sobre sua fé e fazendo viagens de pregação em lugares onde os Muçulmanos não viviam o estilo de vida sunita rigoroso que o Tablighi Jamaat prega. Ele sabia que isso o equiparia para seu retorno e valorizava a experiência de se conectar profundamente com outros jovens Muçulmanos, mas a simplicidade da vida durante a viagem era um desafio.

Como podemos orar?

  1. Ore para que o zelo entre os membros do Tablighi Jamaat esteja enraizado na fonte da vida. (Salmo 36: 9).
  2. A ijtema anual em Bangladesh acontece em janeiro e reúne uma multidão enorme com muitas complicações logísticas. Ore pela segurança dos participantes, dos organizadores e da comunidade local.
  3. Ore para que aqueles que estão comprometidos em espalhar sua fé cristã entre os membros do Tablighi Jamaat sejam eficazes em seu testemunho. (Atos 1: 8).

Wahabismo no Daguestão

DIA 06

29 DE ABRIL

 

ODaguestão é uma república da Rússia, na fronteira com a costa leste do Mar Cáspio, na Geórgia e no Azerbaijão. 95% dos 2,9 milhões de pessoas do Daguestão são muçulmanos e são chamados de “Dargins”.

O movimento extremamente conservador do Wahabismo se espalhou da Arábia Saudita, onde se originou, para influenciar a sociedade muçulmana em todo o mundo. No Daguestão, ele foi introduzido na década de 1980, inspirando a formação de uma entidade política no final dos anos 90 que, por sua vez, tentou declarar independência, resultando em vários anos de conflito violento.

Os Wahabitas continuam influentes na região. Apesar das duras restrições ao comportamento, controlando o que comer, o que vestir e como adorar, o Wahabismo oferece respostas prontas para os que se zangam com a corrupção que testemunham em todos os níveis da sociedade.

Entretanto a cultura tradicional do Daguestão também sobrevive. A música é proibida no Wahabismo, por isso não é ouvida nas mesquitas. Mas conhecemos um artesão e serralheiro de Dargin que gostava de música popular. Ele diz que quando se arrependeu e se tornou um “muçulmano sério” (um wahabi), desistiu da música. Porém quando visitamos a casa dele, toda a família se juntou com alegria à tradicional dança “Lezginka” da região.

Como podemos orar?

  1. Ore pelas poucas centenas de fiéis no Daguestão e pelos esforços de tradução da Bíblia para as línguas indígenas do país em versões escritas e em áudio.
  2. Ore para que as autoridades do Daguestão estejam livres de corrupção. Inspire-se em Ezequiel 36: 26-27.
  3. O wahabismo exige conformidade com o que considera o Islã “puro”. Ore para que Dargins tenha suas próprias revelações de Jesus e a liberdade que Ele oferece. Ore baseado em Filipenses 1: 9-11.

Wahhabism

DIA 05
28 DE ABRIL
 Owahabismo é um movimento conservador dentro do ramo sunita do Islã. Foi desenvolvido no século XVIII na Arábia Saudita por um teólogo chamado Mohammad ibn Abdul Wahhab.

A teologia pede o retorno a uma forma “pura” ou fundamentalista do Islã. É uma vertente rigorosa da religião que proíbe álcool, música, tabaco e qualquer forma de misticismo. O wahabismo também aplica práticas como a oração ritual e a separação de homens e mulheres.

Os wahabis (se consideram como os únicos verdadeiros e merecedores do nome muçulmano) são frequentemente confundidos com os salafistas, um movimento semelhante com raízes diferentes, por isso é difícil estimar seu exato número. No entanto, a maioria dos muçulmanos sunitas e xiitas em todo o mundo denuncia o wahabismo como uma seita extremista, embora pareça ter uma influência desproporcional.

Essa influência foi conquistada em grande parte porque o movimento tem sido associado à família real saudita que usou o wahhabismo como um meio de unir as tribos, formando, mais tarde, o primeiro estado saudita no século XVIII. Eles continuam a financiar generosamente a construção global de mesquitas, propaganda e ensino que espalha o movimento.

O wahabismo é conhecido por ser uma forma intolerante e agressiva do Islã, além de serem responsabilizados pelos links para organizações terroristas globais. No entanto, alguns observadores afirmam que a ideologia política, não religiosa, é responsável por ações violentas.

Como podemos orar?

  1. Os wahabis são muito influentes e têm bons recursos, fazendo com que seus movimentos pareçam maiores do que são. Ore pelos muçulmanos que vivem de má vontade sob o peso do wahabismo.
  2. Os wahabis evitam a associação com os não-wahabis, dificultando muito o relacionamento com eles. Ore para que Deus fale com eles através de sonhos e visões e lhes dê oportunidades de encontrar seguidores de Cristo.
  3. Wahabis estão incluídos nas promessas de Deus aos filhos de Abraão sobre as quais Paulo escreve em Gálatas 3. Ore para que eles entrem em sua herança como Seus filhos.

Missões: The Send online alcança três milhões de pessoas e leva milhares a Cristo

Por   do Gospel Prime

Jovem orando de joelhos no The Send. (Renato Lied)

Realizado neste sábado (25), o The Send Brasil alcançou cerca de 3 milhões de pessoas através na transmissão ao vivo e pelo menos 7 mil pessoas aceitaram a Jesus.

Os dados foram revelados pelo pastor Téo Hayashi, líder do ministério Dunamis, organizador do evento. Várias pessoas contaram testemunhos de curas nas redes sociais.

Com o mesmo objetivo da primeira edição – envio e despertamento para missões, o evento teve a participação de dezenas de líderes brasileiros e norte-americanos entre eles Heidi Baker, Loren Cunninghan, Cindy Jacobs, Carlito Paes, Francis Chan, Luiz Hermínio, John Bevere, Bill Johnson, Luciano Subirá e Josué Valandro.

A celebração começou ao meio dia e foi até a meia noite. No final, o ato profético que marca o evento – levantar os sapatos, foi feito pelos espectadores dentro de suas casas.

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Os Nilo-Núbios no Egito e no Sudão

DIA 04
27 DE ABRIL
 Abu Ali cresceu como muçulmano tradicional em uma vila núbia ao sul de Aswan, no Egito. Quando ficou mais velho, ele começou a explorar o Sufismo: uma forma mística do Islã, na qual os Muçulmanos buscam uma compreensão mais profunda do amor e da verdade divina através da experiência pessoal direta com Deus. Abu Ali passou horas em meditação diária, desejando ter uma visão de Deus. No entanto, a desilusão com o Sufismo, acrescido com a exposição ao Evangelho, eventualmente o levou a Jesus.

Uma das civilizações mais antigas conhecidas, no século VI, os Núbios estabeleceram três reinos no vale do Nilo, todos os quais abraçaram o cristianismo, criando uma das primeiras igrejas africanas. A disseminação do Islã no século XIII trouxe um fim gradual ao cristãos núbios, atualmente existem poucos praticantes desta fé.
99% dos 2 milhões de Núbios seguem o Islã Sunita. No entanto, muitos, como Abu Ali, são atraídos pelo sufismo, enquanto tentam experimentar Deus mais profundamente. Alguns conceitos Sufis acabam tornando-se mais receptivos ao evangelho.

O alto desemprego, em parte causado pela construção da barragem de Aswan em 1971, enviou milhares de homens núbios aos Estados do Golfo e à Arábia Saudita como trabalhadores, para sustentar os familiares em casa. Muitos ficaram sob a influência do conservador Wahhabi Islam. Essa influência trouxe alteração na prática religiosa, comportamental e de vestimenta daqueles homens que, por sua vez, levaram tais costumes para sua terra natal, criando ainda mais resistência ao Cristianismo.

Como podemos orar?

  1. Ore com base em Atos 22: 14-15 pelos Núbios, para que retornem à sua fé ancestral e estabeleçam novas igrejas.
  2. Ore pelos Núbios, sob a influência do Sufismo e do Wahabismo, para que eles tenham verdadeiros encontros com Jesus.
  3. Ore por sabedoria pelo número crescente de obreiros cristãos envolvidos no ministério entre os Núbios.

O Tijaniyya

DIA 03

26 DE ABRIL

Abdul se apressou pela noite escura para se juntar à celebração do aniversário do profeta Maomé, que teve seu início à meia-noite em sua aldeia no Senegal. Como um Tijani, membro da ordem sufi conhecida como Tijaniyya, esse evento foi o encontro mais importante do ano. Abdul e seus colegas Tijanis passaram a noite cantando, recitando poemas e compartilhando discursos sobre a vida de Maomé.

Os Tijaniyya se originaram na década de 1780 na atual Argélia, como uma reação à ordem Muçulmana dominante, o Qadiriyya, que tem sua base conservadora e fundamentalista em sua visão do Islã. Os Tijanis estavam mais focados na reforma social e no reavivamento popular do Islã, com ênfase no desenvolvimento da cultura e da educação.

As ordens Sufis, ou ‘tariqas’, são como diferentes caminhos para a iluminação espiritual dentro da prática mística do Islã conhecida como ‘Sufismo’. A ordem Tijaniyya é mais presente em toda a África Ocidental, principalmente no Senegal, Gâmbia, Mauritânia, Mali, Guiné, Níger, Chade, Gana, norte e sudoeste da Nigéria e parte do Sudão. Eles são uma ordem exclusiva, isto é, os Tijanis não podem pertencer a nenhuma outra ordem Sufi. Cantar e repetir frases sagradas é uma prática importante para eles. Eles têm fórmulas para repetir diariamente, individualmente e em reuniões comunitárias regulares. Isso inclui o nome de Deus, orações curtas e outras frases destinadas a focar em Deus.

Como podemos orar?

  1. O movimento Tijaniyya é mais ativo em regiões que possuem milhares de grupos muçulmanos não alcançados. Ore por movimentos Cristãos que estão acontecendo entre alguns desses grupos e pelos cristãos que trabalham no meio deles.
  2. Em algumas nações, os líderes de Tijaniyya têm grande influência. Ore para que usem essa influência para a paz e o bem-estar do povo da África Ocidental.
  3. O Salmo 136 é um exemplo de salmo repetitivo, usado pelos cristãos para lembrar o amor de Deus. Seja inspirado pelas palavras deste salmo para orar pelo Tijaniyya.

Sufismo na Turquia

DIA 02

25 DE ABRIL

 

movimento do Sufismo é difundido em muitas partes do mundo islâmico. Ele surgiu logo após a ascensão do Islã e enfatiza a dimensão espiritual interna da fé Muçulmana. Os sufis buscam uma conexão divina, às vezes através de renúncia ou êxtase em suas meditações, como falar ou dançar em transe. Um exemplo disso é dado pelos Turcos Mevlevi Dervixes durante sua dança “rodopiante”.

Todo Sufi é membro de uma ordem formada em torno de um grão-mestre descendente do profeta Maomé e de grande poder sobre cada simpatizante. As ordens não influenciam apenas seus membros, elas impactam toda a sociedade da qual fazem parte. Na Turquia, por exemplo, supõe-se que tanto a fé quanto a prática de quase todos os Muçulmanos sejam moldadas pelas ideias sufistas.

O Sufismo é proibido em alguns países por ser politicamente ativo, mas ele existe e prospera em todo o mundo Muçulmano. Na Turquia, a ordem Sufi de Naqshbandi é muito notável e influenciou vários líderes políticos importantes.

O objetivo final de um Sufi é embarcar em uma jornada para se libertar das coisas deste mundo e se concentrar no amor de Deus. Sob a orientação do mestre, um Sufi começa com a lei (sharia), que inclui os cinco pilares do Islã. O fim da jornada é o conhecimento perfeito e uma “visão de Deus”..

Como podemos orar?

  1. Ore para que os sufis encontrem a conexão divina que procuram em Jesus. 2 Pedro 1: 3-5.
  2. Entre os 80 milhões de habitantes da Turquia, existem alguns milhares de crentes de origem Muçulmana. Ore por eles, para que compartilhem sua fé de maneira eficaz com os Muçulmanos sufistas.
  3. Medite no Salmo 36: 5-9 e inspire-se a orar pelos muçulmanos sufistas e por aqueles que eles influenciam.

UMA INTRODUÇÃO AOS MOVIMENTOS NO ISLÃ

DIA 01

– 24 DE ABRIL

Você já leu comentários feitos em postagens de mídia social em populares organizações Cristã sobre eventos atuais e mudanças culturais? Às vezes podemos começar a se perguntar se os seguidores de Cristo têm algo em comum. Não é diferente para os Muçulmanos. Uma fé compartilhada não deve ser um obstáculo para pontos de vista conflitantes sobre a melhor maneira de administrar uma economia nacional, como criar filhos ou quais políticos apoiar. Não se esqueça também dos infinitos argumentos possíveis sobre qual versão do texto sagrado é a mais precisa ou qual líder religioso tem a interpretação mais precisa desses textos sagrados. No Cristianismo, as pessoas desenvolveram diferentes movimentos ao longo dos séculos, que refletem diferentes expressões de nossa fé no que se refere a uma variedade de questões (como adorar, governar, criar uma família). Movimentos políticos, movimentos sociais, movimentos teológicos: todas essas são formas de colaborar com outras pessoas que compartilham de nossas opiniões e de incentivar outras pessoas a compartilhá-las também. Para os cristãos, é vital lembrar as palavras de 1 Coríntios 12:12: “Assim como um corpo, embora um, tenha muitas partes, mas todas as suas muitas partes formam um corpo, o mesmo ocorre com Cristo.” Apesar de nossas diferenças em muitos assuntos, é nossa fé compartilhada em Jesus Cristo que nos torna Um Corpo. No Islã, também existem movimentos que defendem diferentes maneiras de como um muçulmano deve viver e adorar. Nesta edição dos 30 Dias, queremos apresentar alguns desses movimentos e explorar como podemos orar por eles.

Motivos de oração

1. Centenas de milhares de cristãos ao redor do mundo estão se juntando a você nos próximos 30 dias para orar pelos muçulmanos. Ore como Jesus fez em João 17: 20-23, para que o Corpo de Cristo seja levado à unidade, para que o mundo conheça o amor de Cristo.

2. Ore para que os cristãos sejam um exemplo convincente para os muçulmanos da influência de Jesus e que sejamos conhecidos, não por nossas diferenças, mas por nosso amor, como em João 13:35.

3.Todos os muçulmanos, independentemente de suas crenças específicas, entendem que Jesus (Isa) é um profeta importante. Ore para que eles experimentem uma revelação dEle durante este tempo de jejum e oração

Perguntas e respostas sobre o Ramadã

Hoje começa o Ramadã, o jejum islâmico que une os muçulmanos de todo o mundo em um só propósito

Hoje começa o Ramadã, o jejum islâmico que une os muçulmanos de todo o mundo em um só propósito

Neste dia 23 de abril de 2020, após o pôr do sol, tem início mais um Ramadã, o mês do jejum islâmico. São 30 dias de jejum, indo até 23 de maio. Você tem perguntas sobre o Ramadã? Talvez você tenha dúvidas sobre o que o Ramadã tem a ver com os cristãos e por que a Portas Abertas aborda o assunto. Aqui você encontrará as explicações necessárias sobre o Ramadã e suas implicações para a Igreja Perseguida. Veja abaixo o mapa de oração com pedidos em todos os dias durante o Ramadã (para ver a lista com os dias de oração clique no ícone ao lado de “Ramadã – 30 dias de oração”).

Leia a seguir uma série de perguntas e respostas sobre o tema:

Por que o Ramadã importa para os cristãos?

Porque muitos cristãos perseguidos vivem no contexto de países islâmicos, onde os muçulmanos são a maioria. A grande maioria dos cristãos perseguidos vive em países onde a opressão islâmica é o principal tipo de perseguição. Prova disso é que dos 50 países da Lista Mundial da Perseguição 2020, 41 têm a opressão islâmica como tipo de perseguição. Assim, o Ramadã afeta diretamente a Igreja Perseguida nos países de maioria muçulmana.

No Ramadã, os muçulmanos se sentem mais unidos do que nunca em uma comunidade global. Esse sentimento dá espaço a um exclusivismo religioso, em que todos os que não praticam essa fé são vistos como infiéis e, em casos mais extremos, dignos de algum tipo de punição. Assim, é inaceitável para a maioria muçulmana de um país islâmico que não muçulmanos possam comer enquanto eles jejuam. :: LEIA MAIS »

Próxima sexta (24) começa a campanha 30 Dias de Oração Pelo Mundo Muçulmano

Durante os 30 dias de oração pelo Mundo Muçulmano o Blog do Wal Cordeiro (diariamente) estará mobilizando cristãos em todo Brasil para participarem da campanha.

Um dos nossos objetivos aqui é ajudar a Igreja Global a compreender o mundo Muçulmano. Se não conhecemos nenhum deles pessoalmente, é muito fácil termos a percepção de que todos os eles são como os que vivem perto de nós ou como aqueles sobre que nós vemos nas notícias. Mas, é claro que isso não é verdade. Dentro do próprio Islã há muitas ideias do que significa ser muçulmano.

Estes diferentes conceitos têm influenciado as culturas muçulmanas através da história, além de se espalhar e se transformar através dos anos. A edição deste ano explora algumas dessas ideias. Nós esperamos que, ao ler este guia de oração, você possa aprender bastante sobre a diversidade que existe entre o povo muçulmano em sua expressão de fé, suas crenças e ideologias.

Também desejamos que este conteúdo o inspire a orar com um novo discernimento por eles.

Como os “30 Dias” começaram?

Um grupo de líderes em missões, durante uma reunião ocorrida no Oriente Médio em 1992, estava orando. Eles se sentiram incorretos quanto à sua atitude em relação ao mundo Muçulmano e se comprometeram a ser mais ativos na demonstração do amor de Deus por eles. O livreto 30 Dias de oração pelos muçulmanos durante o Ramadã foi uma das iniciativas de resposta, como um esforço de mobilizar cristãos a aprenderem sobre eles, orando e alcançando este povo em suas comunidades e no mundo.

Quantas pessoas participam dos 30 Dias de Oração?

O material dos 30 Dias é traduzido para 30 línguas e distribuído em 40 nações. Cada dia, durante o Ramadã, nós sabemos que centenas de milhares de seguidores de Cristo se unem em oração transformando este em um dos maiores eventos de oração mundial.

Quem escreve os artigos e produz o guia?

A equipe que produz o “30 Dias”é formada por um grupo diverso de Cristãos ao redor de todo o mundo. A maioria deles tem vivido, trabalhado e amado o povo Muçulmano por muitos anos. A cada ano, alguns contribuem com artigos, outros se voluntariam para tradução, criação do design ou distribuição do guia.

Como devemos orar?

Utilize as ideias apresentadas no guia como um ponto inicial para suas orações. Algumas páginas apresentam a Escritura, com o objetivo de despertar a inspiração. Deixe que o Espírito Santo lhe desafie a orar sobre todas as necessidades das pessoas sobre quem você leu. Nosso chamado, como seguidores de Cristo é amá-los e compartilhar as Boas Novas.

Como vocês decidem pelo que devem orar?

Todo ano nós pedimos a Deus um tema para oração. Isso ajuda para que os artigos estejam conectados e focados de forma a apresentar aos nossos leitores novas informações sobre os muçulmanos. O “30 Dias” recebe artigos de várias partes do mundo, o que torna nossa seleção parcialmente baseada pelo que recebemos, todavia, tentamos representar uma grande parcela de culturas e crenças.

Vamos orar: EGITO

Cerca de 85% da população egípcia é muçulmana

  • Tipo de Perseguição: Antagonismo étnico, paranoia ditatorial e opressão islâmica
  • Capital: Cairo
  • Região: Norte da África
  • Líder: Abdel Fattah al-Sisi
  • Governo: República presidencialista
  • Religião: Islamismo, cristianismo
  • Idioma: Árabe, inglês e francês
  • Pontuação: 76

POPULAÇÃO: 101,2 MILHÕES

POPULAÇÃO CRISTÃ: 16,2 MILHÕES

Com 76 pontos, o Egito está na 16ª posição na Lista Mundial da Perseguição (LMP) 2020, mesma pontuação e posição de 2019. Embora apenas um grande ataque contra cristãos tenha ocorrido no período, o nível de violência contra cristãos permanece alto, com ao menos 23 cristãos mortos e 124 atacados, entre outros incidentes relatados.

Cristãos no Egito explicam que a perseguição acontece majoritariamente no nível comunitário. Os incidentes variam de mulheres cristãs sendo assediadas enquanto caminham na rua a uma multidão de muçulmanos irados que forçam toda uma comunidade de cristãos a sair, tendo suas casas e pertences confiscados. Esse tipo de incidente acontece mais no Alto Egito, onde movimentos salafistas (movimentos ortodoxos, internacionalistas e ultraconservadores dentro do islamismo sunita) são ativos nas comunidades rurais. O Partido Islâmico Salafista continua a existir e opera ilegalmente. A influência do partido é considerável em sociedades rurais onde há uma alta porcentagem de analfabetismo e pobreza. :: LEIA MAIS »

A perseguição aos cristãos no Egito

Ore pela comunidade cristã no Egito, para que em unidade possa demonstrar o amor de Deus à maioria muçulmana do país

Ore pela comunidade cristã no Egito, para que em unidade possa demonstrar o amor de Deus à maioria muçulmana do país

Egito ocupa a 16ª posição na Lista Mundial da Perseguição (LMP) 2020, mesma posição do ano anterior. O principal tipo de perseguição aos cristãos no Egito é a opressão islâmica, que opera de várias maneiras. Na cultura islâmica, os cristãos são considerados cidadãos de segunda classe, o que causa discriminação no ambiente político e no trato com o Estado.

Os cristãos também enfrentam a opressão islâmica na vida cotidiana, na comunidade e trabalho. A cultura islâmica na sociedade egípcia causa discriminação e cria um ambiente em que o Estado é relutante em respeitar e reforçar os direitos fundamentais dos cristãos.

Como se observa no gráfico acima, a pressão sobre os cristãos continua em nível muito alto em todas as esferas da vida no Egito. As esferas com pontuação mais alta são a esfera nacional e família. A pontuação muito alta (13,1) na esfera família reflete, em particular, as dificuldades que o muçulmano que se converte ao cristianismo tem em relação aos casamentos, batismos e funerais cristãos. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: IRAQUE

No Iraque, muitas crianças têm transtornos de aprendizagem e apresentam estado permanente de medo

  • Tipo de Perseguição: Antagonismo étnico, paranoia ditatorial, opressão islâmica, corrupção e crime organizado, protecionismo denominacional
  • Capital: Bagdá
  • Região: Oriente Médio
  • Líder: Barham Salih
  • Governo: República parlamentarista
  • Religião: Islamismo, cristianismo e outras
  • Idioma: Árabe, curdo, turcomeno, siríaco, armênio
  • Pontuação: 76

POPULAÇÃO: 40,4 MILHÕES

POPULAÇÃO CRISTÃ: 202 MIL

Com 76 pontos, o Iraque se classificou em 15° na Lista Mundial da Perseguição 2020. A pontuação do Iraque caiu de 79 para 76 pontos, indo da 13ª para a 15ª colocação. A pontuação média para pressão permaneceu no mesmo nível extremo de 14,1 pontos. Entretanto, a pontuação para violência caiu de 8,1 para 5,6 pontos, principalmente devido a menos relatos de cristãos mortos e igrejas atacadas. A pontuação atual para violência continua alta e a influência do Estado Islâmico sobre a população ainda é evidente. Cristãos continuam sendo feridos física e mentalmente, ameaçados e violentados sexualmente.

Atos de violência contra cristãos (tradicionais) são mais cometidos por militantes islâmicos, considerando que convertidos ex-muçulmanos geralmente enfrentam violência de parentes. Embora algumas famílias cristãs tenham voltado para suas casas, a migração de cristãos continua devido ao medo e falta de esperança por um bom futuro.

As igrejas no país são seriamente afetadas pela perseguição, especialmente por militantes de grupos islâmicos e líderes não cristãos. Elas também enfrentam discriminação das autoridades governamentais. No Centro e Sudeste do Iraque, cristãos com frequência não mostram publicamente símbolos cristãos (como a cruz), já que isso pode levar a assédio ou discriminação em postos de controle, universidades, locais de trabalho e prédios do governo. Mesmo cristãos no Curdistão iraquiano tem declaradamente removido cruzes de seus carros para não atrair atenção indesejada. :: LEIA MAIS »

Em carta, cristão preso no Irã agradece pelo apoio da família da fé

Nasser Navard teve muitos problemas de saúde na prisão de Evin e ainda corre risco de ser contaminado pela COVID-19 (foto: Article 18)

Nasser Navard teve muitos problemas de saúde na prisão de Evin e ainda corre risco de ser contaminado pela COVID-19 (foto: Article 18)

A COVID-19 chegou ao Irã e fez 4.585 vítimas fatais até o dia 13 de abril, garantiu o Ministério da Saúde iraniano. Até agora, foram contabilizados 73 mil casos de coroanavírus no território. Uma das medidas do governo para interromper o rápido contágio foi a libertação de 83 mil presos, dentre eles estavam cristãos com penas mais brandas. Porém, ainda existem seguidores de Jesus que correm risco de serem contaminados pela pandemia, já que vivem em condições insalubres nas prisões do país.

Nasser Navard Gol-Tapeh é uma dessas pessoas que teve o pedido de liberdade negado pela justiça. Ele foi condenado a 10 anos de prisão por frequentar uma igreja em Teerã e agora cumpre a pena na prisão de Evin, que também fica na capital iraniana. Em fevereiro, o cristão de 58 anos teve a petição por um novo julgamento atendido, mas a licença temporária não. Em uma carta divulgada pelo site britânico Article 18, Nasser agradece as orações pela saúde dele e revela o desejo de estar novamente com os irmãos na fé. A Portas Abertas promoveu uma campanha de cartões para encorajar o cristão e já divulgou uma carta anterior dele.  :: LEIA MAIS »

Vamos orar: MALDIVAS

As ilhas Maldivas são um destino turístico paradisíaco

  • Tipo de Perseguição: Opressão islâmica e paranoia ditatorial
  • Capital: Malé
  • Região: Sudeste Asiático
  • Líder: Ibrahim Mohamed Solih
  • Governo: República presidencialista
  • Religião: Islamismo
  • Idioma: Divehi, inglês
  • Pontuação: 78

POPULAÇÃO: 452 MIL
POPULAÇÃO CRISTÃ: ALGUNS MILHARES

Com 78 pontos, as Maldivas ocupam a 14ª posição na Lista Mundial da Perseguição (LMP) 2020, mesma pontuação e colocação da LMP 2019. O nível de pressão sobre os cristãos permaneceu mais ou menos inalterado, refletido na alta pontuação. Convertidos não têm espaço nenhum para viver a fé cristã e cristãos estrangeiros residentes no país (geralmente operários migrantes) não têm possibilidades de cultuar juntos sem temer prisão ou deportação.

Consequentemente, as Maldivas são um dos poucos países onde a esfera da igreja continua a receber quase pontuação máxima. O novo governo, que tomou posse em meados de novembro de 2018, não fez melhoras tangíveis no que diz respeito à liberdade de religião até agora e enviou um forte sinal sobre suas credenciais islâmicas ao fechar a ONG Maldives Democratic Network em outubro de 2019.

As Maldivas têm uma das mais altas densidades populacionais do mundo, sobretudo em sua ilha principal, Malé. As comunidades muito próximas e homogêneas servem como vigias naturais para qualquer desvio dos membros, o que naturalmente inclui a opção religiosa. Portanto, a conversão ao cristianismo pode facilmente ser relatada aos líderes muçulmanos ou autoridades. Cristãos estrangeiros residentes no país, a maioria dos quais trabalhando no setor de turismo e vindos da Índia e Sri Lanka, são vigiados de perto também, tornando a comunhão de cristãos muito difícil.

Em um país em que, de acordo com a Constituição, um não muçulmano não pode se tornar um cidadão das Maldivas, não podemos contar sobre a história de uma igreja que supostamente “não existe”, para a própria segurança dos cristãos maldivos. Da mesma forma, pela Constituição, se é descoberto que alguém se converteu ao cristianismo sua cidadania será tirada e a pessoa será punida por violar a sharia (conjunto de leis islâmicas). É fácil imaginar que a pressão é extremamente alta e entender porque os convertidos permanecem escondidos. Alguns cristãos maldivos preferiram deixar o país e morar no exterior devido à pressão. :: LEIA MAIS »

A perseguição aos cristãos no Sri Lanka

A violência contra cristãos no país aumentou, o que pode ser visto no número de ataques a cristãos e igrejas

A violência contra cristãos no país aumentou, o que pode ser visto no número de ataques a cristãos e igrejas

Na Lista Mundial da Perseguição 2020, a pontuação do Sri Lanka chegou a 65. Com o aumento de sete pontos, o país foi para a 30ª posição no ranking. Quase seis pontos desse aumento são por causa da pontuação da violência, em que o país chegou ao nível máximo devido aos cristãos mortos pela fé nos ataques no domingo de Páscoa, em 2019. A pressão aos cristãos aumentou na vida privada e família, principalmente para convertidos ex-budistas, ex-muçulmanos e ex-hindus.

Em geral, a pressão sobre os cristãos no Sri Lanka permanece em um alto nível, subindo de uma pontuação de 10,3 em 2019 para 10,4 em 2020. A pressão é mais forte nas esferas da vida privada, comunidade e nação. Ser afetado como nação é típico para cristãos em um país que tem como principal tipo de perseguição o nacionalismo religioso. Enquanto nas esferas da vida privada e comunidade as dificuldades enfrentadas estão relacionadas à conversão ao cristianismo de outras religiões e aos ataques constantes às igrejas devido à suposta falta de licença.

A esfera igreja também mostra um alto nível de pressão, refletida em numerosos incidentes onde grupos, frequentemente liderados por monges, apareceram em frente às igrejas, com frequência apoiados por oficiais locais, perturbando cultos e exigindo que elas sejam fechadas. Com relação à violência, os números subiram de 7,0 em 2019 para 13,1 em 2020, refletindo os ataques ocorridos no domingo de Páscoa, em 2019.

A realidade dos cristãos
Igrejas evangélicas e independentes não podem realizar casamentos em seus prédios, o que geralmente é permitido nas igrejas no Sri Lanka. Convertidos enfrentam discriminação e assédio, mas geralmente são colocados sob pressão para se divorciarem. Entretanto, a negação ou perda dos direitos de herança é uma das ameaças mais comuns para tentar trazer um novo convertido de volta para a antiga fé. Se essa ameaça não for bem-sucedida, os convertidos perdem a herança e, em alguns casos, todos os laços com a família são cortados. Apesar desses desafios, a mudança da religião na identidade ou passaporte geralmente é isento de problemas. É por isso que a pontuação para a família é baixa comparada a outros países. O batismo enfrenta oposição, principalmente se é realizado em público. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: ARÁBIA SAUDITA

Segundo observadores, a presença cristã nativa na Arábia Saudita está aumentando

  • Tipo de Perseguição: Antagonismo étnico, opressão islâmica, paranoia ditatorial
  • Capital: Riad
  • Região: Península Arábica
  • Líder: Rei Salman bin Abdulaziz Al Saud
  • Governo: Monarquia absolutista
  • Religião: Islamismo, cristianismo, judaísmo, hinduísmo, budismo e siquismo
  • Idioma: Árabe
  • Pontuação: 79

POPULAÇÃO: 34,1 MILHÕES
POPULAÇÃO CRISTÃ: 1,4 MILHÃO

Com uma classificação de 79 pontos, a Arábia Saudita ficou na posição 13 da Lista Mundial da Perseguição 2020. O aumento de dois pontos comparado ao ano anterior é explicado pela maior pontuação para pressão já que mais informações foram recebidas de dentro do país. A pontuação para violência permanece a mesma do ano passado e é relativamente baixa. A pontuação média para pressão permanece no nível extremo na Arábia Saudita, um dos poucos países do mundo onde a construção de igrejas é proibida.

A maioria dos cristãos na Arábia Saudita são expatriados ou migrantes que vivem e trabalham temporariamente no país. Boa parte dos cristãos expatriados vem de países de baixa e média renda, como Índia, Filipinas e países da África, mas também há alguns do Ocidente. Além de serem explorados e mal pagos, os trabalhadores migrantes asiáticos e africanos são regularmente expostos a abusos verbais e físicos por causa da etnia e baixo status, mas a fé cristã também está incluída nisso.

Os cristãos expatriados são severamente restritos para compartilhar a fé com os muçulmanos e se reunirem para o culto, o que implica o risco de detenção e deportação. Os poucos cristãos sauditas ex-muçulmanos enfrentam ainda mais pressão. No entanto, o pequeno número de cristãos sauditas tem aumentado e eles também estão se tornando mais ousados, compartilhando a fé cristã com outros pela internet e canais de televisão cristãos por satélite. Essa partilha pública muitas vezes leva a graves repercussões da família ou autoridades. :: LEIA MAIS »



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