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:: 27/mar/2020 . 15:07

Médico abandona ateísmo e se entrega a Jesus em meio à luta contra o Covid-19, na Itália

Médicos lutam contra o Covid-19. (Foto: Reprodução/Facebook)
Médicos lutam contra o Covid-19. (Foto: Reprodução/Facebook)

O médico ateu, Dr. Julian Urban, da Itália, percebeu que precisava começar a pedir ajuda a Deus em meio à pandemia do COVID-19 que atingiu seu país enquanto estava de serviço.

O médico de 38 anos está servindo em um hospital na Lombardia, Itália. O Dr. Julian relatou o que eles experimentaram dentro do hospital enquanto lutavam contra o Covid-19.

Ele afirmou: “Nunca, nos meus pesadelos mais sombrios, imaginei ver e experimentar o que estava acontecendo na Itália em nosso hospital nas últimas três semanas. O pesadelo flui e o rio fica cada vez maior”.

Então o médico descreveu como alguns pacientes de repente se tornaram centenas.

“Agora, não somos mais médicos, mas classificadores que decidem quem deve viver e quem deve ser enviado para casa para morrer, embora todos esses pacientes tenham pago impostos de saúde italianos durante toda a vida”, conta.

No entanto, em meio a essa situação improvável dentro do hospital, alguns médicos passaram a conhecer a Deus.

“Até duas semanas atrás, meus colegas e eu éramos ateus. Era normal porque somos médicos. Aprendemos que a ciência exclui a presença de Deus”, explica o Dr. Julian.

Ele testemunhou como zombou de seus pais irem à igreja no passado. E como tudo isso mudou depois de conhecer um pastor que foi internado no hospital.

“Nove dias atrás, um pastor de 75 anos foi internado no hospital. Ele era um homem gentil. Ele tinha sérios problemas respiratórios”, relatou o Dr. Julian.

“Ele tinha uma Bíblia e nos impressionou como lia para os moribundos enquanto segurava a mão deles. Nós, médicos, estávamos todos cansados, desanimados, psicologicamente e fisicamente acabados. Quando tivemos tempo, ouvimos ele”, relata.

O médico conta que a equipe estava muito cansada: “Atingimos nossos limites. Não podemos fazer mais nada. As pessoas estão morrendo todos os dias. Estamos exaustos. Temos dois colegas que morreram e outros que foram infectados.”

Então ele e seus colegas perceberam: “Precisávamos começar a pedir ajuda a Deus”.

Médicos ateus buscam Deus

Ele testemunhou: “Quando conversamos um com o outro, não podemos acreditar que, embora já tenhamos sido ateus ferozes, agora estamos diariamente em busca da paz, pedindo ao Senhor que nos ajude a continuar para que possamos cuidar dos enfermos.”

Dr. Julian, mais tarde, revelou que o pastor de 75 anos morreu.

“Apesar de ter tido mais de 120 mortes aqui em 3 semanas, não fomos destruídos. Ele [o pastor] conseguiu, apesar de sua condição e nossas dificuldades, trazer-nos uma paz que não esperávamos encontrar”, testemunha.

Mas, apesar da ameaça à saúde deles, o Dr. Julian expressou sua gratidão por ter encontrado Deus novamente.

“Não estou em casa há 6 dias. Não sei quando comi pela última vez”, disse ele. Ele diz que percebeu sua “inutilidade nesta terra” e quer usar seu último suspiro ajudando os outros.

Além disso, o ex-ateu afirmou: “Estou feliz por ter me voltado a Deus enquanto estou cercado pelo sofrimento e pela morte de meus semelhantes”.

Fonte: Guiame

Quatro pacientes de coronavírus saem da UTI após tratamento com hidroxicloroquina

Substância é esperança para tratamento da Covid-19. (Foto: Reprodução/Bigstock)
Substância é esperança para tratamento da Covid-19. (Foto: Reprodução/Bigstock)

Após usarem por uma semana a hidroxicloroquina, quatro pacientes que estavam internados em estado grave em uma UTI do Hospital Igesp, em São Paulo, receberam alta.

O coordenador da UTI do Hospital, Dante Senra, explicou que, no total, 12 altas foram dadas a pacientes com coronavírus e altamente suspeitos e que acredita que o hospital seja o primeiro a utilizar o medicamento.

A substância, utilizada no tratamento de doenças como artrite, lúpus e malária, tem se mostrado efetiva em limitar a replicação do novo coronavírus in vitro e provocar melhoras em pacientes tratados com o remédio.

Dante ainda explicou que não há comprovação do efeito do uso do medicamento e, portanto, não dá para garantir que os pacientes foram curados porque fizeram uso da substância.

De acordo com o médico Dante não há comprovação do efeito do uso do medicamento, com isso, não dá para garantir que os pacientes foram curados porque fizeram uso da substância.

As autoridades do Ministério da Saúde pedem que as pessoas não utilizem a substância para prevenir o Covid-19, já que só pode ser administrada sob orientação médica.

A hidroxicloroquina pode provocar diversos efeitos colaterais, como cegueira e problemas cardíacos.

Caráter experimental

O secretário executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo dos Reis, informou que a eventual liberação dos remédios terá caráter experimental e valerá apenas para pacientes internados em estado grave. Ele reiterou que os dois componentes têm efeitos colaterais fortes e não podem ser estocados para serem usados em caso de eventual gripe.

“Hoje, (os medicamentos) são usados em pesquisas clínicas, com autorização dos comitês de ética dos hospitais, em associação com outros medicamentos. Caso o Ministério da Saúde libere a prescrição, poderá ser usado para pacientes graves, internados em hospitais. Não é para ser usado por quem está gripado e acha que se tomar esse medicamento e não vai ter complicações”, destacou Gabbardo.

Nos últimos dias, foi divulgado um estudo realizado na França em que a cloroquina — usada para tratar a malária — e a hidroxicloroquina — prescrita para casos de artrite reumatoide e lúpus — diminuíram a contagem viral.

Na sexta-feira (20), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou que o governo norte-americano estuda a utilização dos medicamentos no tratamento do novo coronavírus.

Sobre a autorização do presidente Jair Bolsonaro para que o Exército amplie a produção dos medicamentos, o secretário-executivo disse que a medida tem caráter preventivo no caso de um eventual aumento da demanda futura. No Brasil, o produto é fabricado em laboratórios privados, das Forças Armadas e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

“Esses medicamentos já são fabricados no Brasil e existem nas farmácias. Em função da possibilidade da utilização para casos graves de coronavírus, estamos pensando na necessidade de ampliação da produção. É isso que o presidente autorizou: que o Exército possa ampliar a produção de medicamentos”, explicou.

Ele lembrou que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) restringiu a venda dos remédios com a retenção de atestado apenas para pessoas com as três doenças tratadas pelos medicamentos: malária, lúpus e artrite reumatoide.

Fonte: Guiame

Curada do coronavírus aos 90 anos diz: “A obra de Deus em mim ainda não acabou”

Geneva Wood. (Foto: Reprodução)

Geneva Wood tem 90 anos, cinco filhos, onze netos, doze bisnetos, três tataranetos e uma história surpreendente de superação contra o Covid-19. “Ela sempre foi uma sobrevivente”, resume sua filha.

A tataravó estava no The Life Care Center se recuperando de um derrame quando no dia 6 de março testou positivo para o vírus chinês. A família ficou em choque.

“Depois de tudo que ela passou, esse vírus seria o problema que iria levá-la?”, questionou Kate Neidigh, neta de Wood que escreveu um artigo ao Seattle Refined sobre a experiência da família.

A saúde de Geneva se deteriorou rapidamente e a família se despediu através de um painel de vidro. Um médico lia a Bíblia para ela porque sua família não podia manter contato direito.

Mas então algo incrível aconteceu: Wood começou a melhorar. No dia 18 de março a jovem senhora já estava livre do coronavírus.

Os médicos a liberaram para ir para casa ficar em quarentena com a família. Na saída do hospital Geneva afirmou: “Este é um presente de Deus para minha vida, sua obra em mim ainda não acabou”.

Mais de 127.531 pessoas já se recuperaram da Covid-19 em todo mundo.

Fonte: Gospel Prime

Cristão egípcio é sequestrado e morto por grupo radical na Líbia

Interceda pela mãe e pelos irmãos do cristão egípcio morto por extremistas islâmicos

Interceda pela mãe e pelos irmãos do cristão egípcio morto por extremistas islâmicos

Em locais onde os princípios islâmicos são radicais, os cristãos enfrentam maior perseguição. Eles podem ser alvos de extremistas em casos de sequestros e até morte, caso não neguem seguir a Jesus. O egípcio Romany Adly foi morto na Líbia. Desde 2014, ele trabalhava no país para sustentar a mãe e os irmãos.

Todos os dias, o cristão costumava entrar em contato com os familiares, porém a comunicação parou. Então, a família acionou as autoridades líbias para entender o que estava acontecendo. Depois de dois meses, o governo líbio informou que Adly foi sequestrado por um grupo radical islâmico. Ele foi torturado para deixar de seguir a Cristo, mas como não renunciou à fé, foi enforcado.

No dia 19 de março de 2020, o corpo do cristão voltou para o Egito. Ele foi enterrado no cemitério da aldeia de Shamiya, na província de Assiut no dia seguinte. A Líbia é o 4º país mais perigoso para os seguidores de Jesus, garante a Lista Mundial da Perseguição 2020. A opressão islâmica, o antagonismo étnico, a corrupção e o crime organizado foram os causadores do aumento da violência no país.   :: LEIA MAIS »



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