Interceda pela esposas dos pastores que cuidam dos cristãos da Igreja Perseguida

Interceda pela esposas dos pastores que cuidam dos cristãos da Igreja Perseguida

Se a vida da esposa de pastor em países como o Brasil é difícil por causa dos desafios diários enfrentados nas igrejas, em contextos de perseguição a situação é agravada. Já que elas precisam ter grande dependência de Deus para não viverem aflitas com as possibilidades de ataques, prisões, sequestros e até mortes dos maridos. No Dia da Esposa do Pastor, a Portas Abertas convida a todos para orar e contribuir para a mudança de vida de muitas delas, algumas perderam os cônjuges porque eles amaram mais a Jesus do que a si próprios. Conheça três irmãs cheias de fé!

Mary Andimi é viúva do pastor Lawan Andimi, que foi sequestrado em janeiro pelo Boko Haram, na Nigéria. Ela viu o marido ser levado pelos radicais e viveu dias de aflição tentando levantar o dinheiro para o resgate dele. Mas no dia 20 do mesmo mês, recebeu a notícia da morte do companheiro. Hoje ela luta para sustentar e prover educação para os sete filhos. A Portas Abertas tem assistido a cristã com alimentos e ajuda financeira. Ore pelo consolo e provisão de todas as necessidades de Mary Andimi.

Outra mulher que experimentou ter o marido preso por causa de Jesus foi Gulnora. A esposa do pastor Bahrom Kholmatov viveu três anos sozinha com os filhos, enquanto o esposo cumpria pena no Tajiquistão. No início, ela não podia nem visitar o marido. O único contato deles era por telefone. Mas pela graça de Deus, ela conseguiu autorização para rever o cônjuge. Durante uma das visitas, a cristã teve convulsões e hipertensão por causa do forte estresse e precisou ficar hospitalizada. A Portas Abertas promoveu uma campanha de oração e cartões para encorajamento da família do pastor. Então, no dia 18 de dezembro de 2019, o pastor Bahrom foi libertado. Interceda pelo restabelecimento emocional de Gulnora e de toda a família.

Shamiram Isavi Khabizeh é esposa do pastor Victor Bet Tamraz; ambos foram condenados por agir contra a segurança do Irã. Ela recebeu uma sentença de cinco anos de prisão por organizar pequenos grupos, participar de seminários no exterior e treinar líderes de igrejas e pastores para “agir como espiões”. A cristã espera uma audiência de apelação para ter a pena alterada, já que as acusações foram infundadas. Porém, a justiça do país tem adiado a sessão para a resolução do caso. Clame para que a causa dela seja julgada de maneira reta e imparcial.

 

Fonte: Portas Abertas