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:: 14/jan/2020 . 14:44

Cristãos são condenados por propaganda contra governo do Irã

Cristãos no Irã são condenados com o argumento de estarem fazendo propaganda contra o governo

Cristãos no Irã são condenados com o argumento de estarem fazendo propaganda contra o governo

Escolher seguir a Jesus no Irã tem custado caro para Asghar Salehi, Mohammadreza Rezaei e outro cristão. Eles foram condenados a seis meses de prisão por causa da fé e de atividades cristãs. Em setembro de 2018, as casas deles foram invadidas por agentes da inteligência iraniana e os cristãos foram detidos. Ashgar passou por um longo interrogatório de três dias e ficou preso em Eghlid por mais oito dias. Sob fiança, o cristão foi libertado.

Em abril de 2019, os três seguidores de Jesus foram convocado para uma audiência no Tribunal Penal de Eghlid e receberam acusação de fazer propaganda contra a república islâmica. Asghar foi impedido, pelo juiz, de se pronunciar e também recebeu ordem para interromper as atividades cristãs antes de retornar a outro julgamento.

Em setembro de 2019, os três homens compareceram no mesmo tribunal e mais tarde receberam a condenação de seis meses de prisão por “propaganda contra o sistema”, utilizando o cristianismo simpatizante ao judaísmo. Em dezembro, a sentença foi aplicada e Asghar foi preso enquanto trabalhava. Os três cristãos cumprem a pena no mesmo presídio, em Eghlid. Apesar de estarem reclusos, eles encontraram motivos para ter o coração grato a Deus; eles estão agradecidos por estarem em uma cela com acesso a um quintal e ar fresco. Mas todos temem pelo bem-estar dos familiares. :: LEIA MAIS »

Novo sultão pode mudar situação de cristãos em Omã

O governo de Omã passa por transição e cristãos estão na expectativa das decisões do novo líder

O governo de Omã passa por transição e cristãos estão na expectativa das decisões do novo líder

Omã passa por um período de transição após a morte do sultão Qaboos bin Said, de 79 anos, na última sexta-feira, 10 de janeiro. Ele liderou o país por 50 anos, após depor o pai do poder em 1970. Acreditava-se que o monarca era sinônimo de segurança e estabilidade do país, contra uma maior islamização das instituições políticas e aplicação da  sharia (conjunto de leis islâmicas). Sob influência britânica e com o apoio do Irã e da Jordânia, o governante derrotou insurgentes e modernizou o país usando os rendimentos provenientes do petróleo. Apesar de autoritário, Qaboos era apreciado por boa parte dos súditos.

No dia 11 de janeiro, a nação anunciou que o ministro da Cultura, Haithan bin Tariq Al Said foi escolhido para reger o país. Em um comunicado na televisão, o novo líder, que é primo de Qaboos, garantiu manter a política internacional baseada no bom relacionamento e sem interferência em outros países da região. Diplomata de carreira, Haithan foi um dos responsáveis por ampliar a influência de Omã.  :: LEIA MAIS »



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