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:: 8/jan/2020 . 7:56

Vamos orar: Cristão ex-muçulmano é agredido, expulso de casa e ameaçado de morte

Oração e comunhão sustentam os cristãos ex-muçulmanos perseguidos em Bangladesh

Oração e comunhão sustentam os cristãos ex-muçulmanos perseguidos em Bangladesh

Bangladesh é um país no Sul da Ásia, região onde estão os maiores países muçulmanos do mundo. Também é um dos países em que a Portas Abertas desenvolve seminários de preparação para a perseguição. Em cada sessão, os cristãos são encorajados a relatar quaisquer incidentes de perseguição que enfrentem.

Atos frequentes de violência confirmam que o islamismo radical se desenvolveu de uma mera ideologia religiosa ao estabelecimento de redes terroristas. Bangladesh testemunhou uma transformação perigosa, liderada por grupos religiosos que são semelhantes aos que estabeleceram grupos terroristas no Afeganistão, Paquistão e Oriente Médio. O governo sempre lutou contra esses grupos, mas se recusou a admitir a presença de radicais do Estado Islâmico no país.

Mahabu Rahman, de 43 anos, vivia com a esposa e filhos no Norte de Bangladesh. Ele tem siso mal tratado pelos familiares, inclusive irmãos, esposa e filhos, por ser o único seguidor de “Isa” (Jesus em árabe) na família. Como cristão ex-muçulmano, ele tem enfrentado essa situação há um longo tempo, mas nunca pensou em desistir de alcançar a família com o evangelho. “Eu tenho orado e continuarei orando por eles, para que um dia conheçam a verdade e aceitem Jesus”, disse Mahabu.

No entanto, a perseguição piorou, pois os familiares começaram a agredi-lo fisicamente. Recentemente, ele foi expulso de casa e os parentes disseram: “Se você não escolher abandonar a fé em Jesus e voltar ao islamismo, não volte mais para casa. Nós não conhecemos você. Se você voltar, vamos atear fogo em você”. :: LEIA MAIS »

Cristãos são atacados e igreja é fechada pelo governo no Egito

O prefeito de Faw Bahry decidiu fechar a igreja cristã, após os membros serem atacados por extremistas islâmicos

O prefeito de Faw Bahry decidiu fechar a igreja cristã, após os membros serem atacados por extremistas islâmicos

O ano de 2020 começou conturbado para alguns cristãos de Faw Bahry, Egito. No dia 31 de dezembro, alguns extremistas islâmicos incendiaram quatro casas e atacaram uma igreja com os membros dentro, após a notícia de que os seguidores de Jesus estavam organizando uma noite de oração na véspera do Ano Novo.

A polícia foi chamada e prendeu seis muçulmanos radicais, quatro membros das famílias que tiveram as casas atacadas e um jovem que gravou o ocorrido e postou nas redes sociais. As autoridades pediram para que os cristãos cancelassem a reunião de oração, fechassem a igreja e retornassem para casa. O líder que iria dirigir o encontro estava vindo de outro local e foi impedido de entrar na vila.

Como resultado do incidente, o prefeito muçulmano de Faw Bahry forçou os cristãos coptas à uma reconciliação no dia 6 de janeiro. Durante a sessão, foi decidido que a maioria dos envolvidos seriam soltos e a igreja seria fechada. Mas o jovem cristão que publicou o vídeo dos ataques na internet ainda está preso, sob a acusação de incitar conflitos sectários. O irmão dele também foi detido pelo mesmo motivo. :: LEIA MAIS »



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