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:: 6/jan/2020 . 7:54

Morte de comandante do Irã e conflito com os EUA podem afetar os cristãos no Iraque

Manifestantes protestam no Irã contra a morte do general Qassem Soleimani no Iraque. (Foto: West Asia News Agency/Nazanin Tabatabaee via Reuters)

Manifestantes protestam no Irã contra a morte do general Qassem Soleimani no Iraque. (Foto: West Asia News Agency/Nazanin Tabatabaee via Reuters)

O Irã prometeu uma vingança severa nesta sexta-feira (3), depois que um ataque aéreo dos EUA em Bagdá matou Qassem Soleimani, chefe de uma unidade especial da Guarda Revolucionária do Irã e arquiteto de sua crescente influência militar no Oriente Médio.

O general Soleimani tinha 62 anos e era considerado a segunda figura mais poderosa do Irã, depois do líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei.

O Pentágono disse que a ordem do ataque partiu do presidente Donald Trump, a fim de deter planos de futuros ataques iranianos.

No Twitter, Trump disse que Soleimani “matou e feriu gravemente milhares de americanos por um longo tempo e planejava matar muitos mais”.

O bombardeio, que ocorreu no Aeroporto Internacional de Bagdá, também matou Abu Mahdi al-Muhandis, chefe das Forças de Mobilização Popular do Iraque, milícia apoiada pelo Irã.

Khamenei disse que a morte de Soleimani irá dobrar a resistência contra os EUA e Israel. “Todos os inimigos devem saber que a jihad de resistência continuará com uma motivação dobrada, e uma vitória definitiva aguarda os combatentes na guerra santa”, disse Khamenei em comunicado divulgado pela TV. :: LEIA MAIS »

Homem encontra Cristo em programa de TV

Abdallah procurou Deus no Alcorão por 20 anos, mas encontrou Cristo em programa de televisão

Abdallah procurou Deus no Alcorão por 20 anos, mas encontrou Cristo em programa de televisão

Quem viu um senhor, de quase 60 anos, participando de um treinamento de discipulado no Norte da África não imaginou que ele teve um encontro com Jesus através de um programa de televisão. Abdallah* era muçulmano porque seguiu os exemplos dos familiares. Apesar de frequentar a mesquita e seguir as ordens dadas no Alcorão, ele vivia com medo da vida e receio da morte. “Eu era assustado e não conseguia encontrar a paz, sentia um vazio interno. Procurei encontrar a verdade”, conta. Neste momento, ele passou a estudar o livro sagrado islâmico com incentivo do tio, que era professor e líder religioso.

Mesmo após 20 anos de estudo, Abdallah admitiu que não era feliz por completo, sentia que estava faltando algo na vida dele. “Eu procurei por Deus. Estudei o Alcorão muitas vezes, mas não encontrei coisas reais, apenas abstratas que não conseguia entender”, explica. Um dia ele estava procurando algo para ver na televisão e achou um programa cristão, onde tinha uma pessoa falando do islamismo sem ser muçulmano. “Ele disse que existiam muitos erros sobre o islã. Eu fiquei surpreso e chamei a minha esposa. Disse a ela para vir e ouvir o que ele estava dizendo. Ela falou para eu desligar a TV, mas continuei assistindo”, relembra. :: LEIA MAIS »

Ore por Mianmar no Dia da Independência

Os cristãos do país enfrentam perseguição de extremistas budistas e de muçulmanos

Os cristãos do país enfrentam perseguição de extremistas budistas e de muçulmanos

Desde 1948, nesta data, é comemorado o Dia da Independência de Mianmar. O país, que também é conhecido como Birmânia, era uma colônia britânica pertencente ao território indiano até 1937. Em 1962 houve um golpe de Estado e o território passou a ser governado por militares. A maioria da população do país é budista, por isso o nacionalismo religioso é um grande inimigo dos cristãos. Hoje, a nação ocupa a 18ª posição Lista Mundial da Perseguição 2019.

Há uma forte ideologia no país contra a minoria muçulmana rohingya. O governo é acusado de promover uma limpeza étnica em 2017, quando forçou mais de 740 mil pessoas a abandonar as próprias casas. A perseguição duplica quando algum rohingya tem um encontro com Jesus, porque ele passa a enfrentar tanto a retaliação do governo, como dos familiares para voltar ao islamismo.

A perseguição aos seguidores de Jesus acontece em maior frequência nas regiões como Kachin e o norte do estado de Shan, em consequência de intensos combates. É comum que cristãos sejam presos, mortos e forçados a fugir para os campos de refugiados, onde vivem em intensa miséria. A vulnerabilidade aumenta quando muitos deles tentam empregos em  países vizinhos e acabam tornando-se escravos. :: LEIA MAIS »



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