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:: 2/jan/2020 . 14:28

Sudão sai da lista de violadores de liberdade religiosa

Governo do Sudão anuncia medidas de tolerância religiosa aos cristãos do país

Governo do Sudão anuncia medidas de tolerância religiosa aos cristãos do país

Após 30 anos de perseguição durante o regime de Omar al-Bashir, os cristãos do Sudão celebraram as vitórias anunciadas durante o governo de transição neste último mês do ano. Algumas das decisões comemoradas foram a declaração do dia 25 de dezembro como feriado e a permissão à Igreja Evangélica Bahri de fazer uma Marcha para Jesus, no dia 23 de dezembro.

Outro ponto de destaque foi um discurso durante o Natal feito pelo ministro de Assuntos Religiosos, Nasredin Mofreh. O líder pediu desculpas aos cristãos pelas “políticas injustas” que atingiram a todos que professam a fé em Cristo durante o regime do ditador Bashir, deposto em abril de 2019. No pronunciamento, ele reconheceu alguns dos prejuízos enfrentados como opressão e dano infligido aos cristãos, destruição dos templos, roubo de propriedades e pelas prisões, acusações e confisco de prédios da igreja. Ressaltou ainda a importância da liberdade religiosa, já que os objetivos gerais das crenças são preservar a dignidade e a vida e defender os valores de justiça, paz e amor.

No dia 27 de dezembro, o governo dos Estados Unidos retirou o Sudão da lista de países envolvidos em violação de liberdade religiosa, gerada pela Comissão de Liberdade Religiosa Internacional dos Estados Unidos (USCIRF, na sigla em inglês). A punição para as nações listadas envolve sanções e ações diplomáticas contra os governos e autoridades do país. Porém, nunca houve uma medida consistente para reprimir os violadores das leis internacionais. O país ainda está na “Lista de Observação Especial”, que indica que já foi envolvido ou consentiu com a intolerância religiosa. :: LEIA MAIS »

Cristã secreta testemunha encontro com Jesus no Norte da África

Islèm encontrou a Cristo por meio de um grupo de cristãos no Facebook

Islèm encontrou a Cristo por meio de um grupo de cristãos no Facebook

A Portas Abertas contou a história de Islèm* no Norte da África. Ela ouviu falar de Jesus enquanto assistia a um filme na escola. Desde então, passou a pesquisar mais sobre Cristo, principalmente no Facebook e Youtube. Por um momento ela desistiu de entender mais sobre o cristianismo, até que os problemas em casa começaram. “Meu pai estava saindo muito de casa e não era legal com minha mãe, ele era agressivo”, conta. Nessa época, a jovem começou a fumar e se tornou violenta. “Tentei cometer suicídio tomando um remédio exagerado e cortando os pulsos. Psicologicamente, eu estava uma bagunça, tudo que conseguia pensar era em morrer”, lembra.

Islèm foi levada ao hospital, e ficou internada por causa de infecção nos rins. De acordo com os médicos, o problema de saúde era consequência dos hábitos que ela estava cultivando. Nos dois meses internada, a jovem via apenas o noivo, que também era muçulmano. Durante uma noite, ela olhou para a janela do quarto em que estava e perguntou a Deus o porquê de viver aquela situação. Pediu para ele revelar o propósito da vida dela. “No dia seguinte, o médico disse que eu poderia sair do hospital. A primeira coisa que disse à minha mãe foi que ela deveria se divorciar do meu pai, porque ele a tratava mal. Ela fez isso, e quando saí do hospital nos mudamos para a casa dos meus avós. Tirei meu véu porque queria começar uma nova vida com a minha mãe. Também acabei com o relacionamento com meu noivo”, testemunha.

A primeira coisa que Islèm fez ao chegar em casa foi acessar o Facebook pelo smartphone e procurar uma página de cristãos do país dela. Ela fez o primeiro contato, mas as pessoas ficaram com medo dela ser uma extremista, já que a página da jovem estava relacionada ao islamismo. Mais tarde, ela entrou em contato com um pastor, que também tinha dúvida sobre a conversão genuína da garota. Ele enviou uma adolescente com uma Bíblia para entregar à Islèm. “Ela pensou que me daria a Bíblia e partiria. Mas para mim era uma coisa nova encontrar cristãos, então não queria que ela fosse embora. Perguntei para onde ela e seu irmão estavam indo. Responderam que iam à igreja. Perguntei se poderia ir com eles e ela disse que sim.” Na igreja, ela leu a palavra pela primeira vez e o pastor explicou o versículo de João 14.6. Tudo passou a fazer mais sentido, já que as palavras do líder cristão respondiam às perguntas que Islèm fez a Deus enquanto estava internada. A partir daí passou a frequentar os cultos, e depois de dois anos foi batizada. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Cristãos encontram esperança em meio à perseguição

Esperança nasce mesmo em meio à perseguição e dá frutos de perdão e alegria

Esperança nasce mesmo em meio à perseguição e dá frutos de perdão e alegria

Como os demais anos, 2019 trouxe desafios aos cristãos perseguidos. Igrejas e casas dos membros foram queimadas, mais pessoas tiveram que fugir por causa das guerras, governos se levantaram contra os valores do reino de Deus, e até ataques ceifaram a vida de muitos cristãos. Outros perderam todo o apoio da família e o respeito da comunidade onde viviam, e agora lutam pelo suprimento das necessidades básicas. Entretanto, nenhum desses irmãos e irmãs ficaram sem a consolação e paz dadas por Cristo. A Portas Abertas relembra histórias que trazem esperança, em que Deus transformou as situações adversas em bênçãos.

Mesmo sem as pernas para correr atrás do sonho de serem jogadores de futebol, três meninos da República Centro Africana, mostraram que é possível sonhar após terem a perspectiva de futuro frustrada. Eles foram vítimas de explosões de bombas durante um culto e desde então recebem apoio de cristãos ao redor do mundo com educação e tratamento médico. Ao invés de rancor e ódio no coração, Jeovanni, Dieu e Steven deixaram o perdão brotar. “Eu os perdoo por atirarem a granada, porque eles não sabem o que estavam fazendo. O que eles fizeram foi muito ruim, mas eu não posso ter raiva”, afirmou Steven.

Sharda* é outra cristã que entendeu seu propósito e desde então leva esperança para as mulheres e crianças do Norte da Índia por meio de um trabalho de desenvolvimento social. Ela enfrentou a violência doméstica, fugiu do marido, mas foi encontrada pelo sogro e levada de volta para casa. As mudanças no comportamento da cristã foram nítidas e as consequências disso foram o respeito dos familiares do marido e da comunidade local. “Eu não era rebelde como antes, e eles perceberam isso. Então, compartilhei com eles sobre o amor de Cristo, e mesmo não aceitando a verdade, eles me permitiram continuar com a minha fé”, compartilhou. :: LEIA MAIS »



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