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:: 2/dez/2019 . 8:02

5 razões para orar pelos Emirados Árabes Unidos

Apesar de aceitar outras religiões, cristãos no país estão proibidos de falar de Cristo para outros

Apesar de aceitar outras religiões, cristãos no país estão proibidos de falar de Cristo para outros

Nem só de luxo e ostentação vivem os Emirados Árabes Unidos. A federação de sete monarquias, compostas por  Abu Dhabi, Dubai, Xarja, Ajmã, Umm al-Quwain, Ras al-Khaimah e Fujeira, ocupa o 45º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2019. Apesar dos estrangeiros terem direitos de frequentar uma igreja cristã, registrada pelo governo, o evangelismo é proibido e a conversão de muçulmanos a Cristo também. Hoje faz 49 anos que os principados se tornaram independentes e apesar de serem um exemplo de economia desenvolvida, com alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), os Emirados Árabes Unidos deixam a desejar quando o assunto é liberdades de religião, imprensa, reunião, associação e expressão.

Confira 5 motivos para orar pelos Emirados Árabes

  • Ore pelo fortalecimento dos cristãos na nação. Que, apesar da proibição governamental, eles tenham ousadia para compartilhar Cristo com todos ao redor, e como consequência exista um movimento de crescimento das igrejas.
  • Peça pelos cristãos ex-muçulmanos, para que eles consigam enfrentar a forte pressão da sociedade e dos familiares. Muitos perdem a herança, o direito de paternidade, o emprego, ou são forçados a casar com muçulmanos.
  • Ore pelos cristãos que trabalham no país, muito da violência que enfrentam em nome da fé nem é considerada pelas autoridades. Por isso, não é contabilizada. Há relatos de alguns que são forçados a trabalhar de graça, e sofrem com péssimas condições de trabalho.
  • Os dois principais provedores de internet nos sete emirados são do governo. Como o país é oficialmente islâmico, há bloqueios de sites que falem “contra” a religião, inclusive de páginas que tratam de assuntos relacionados ao judaísmo, cristianismo, ateísmo e testemunho de ex-muçulmanos convertidos a Jesus. Interceda para que Deus abra as portas para que os interessados em conhecer mais a Cristo tenham acesso às informações, mesmo através da internet.
  • Ore para que os governantes árabes tenham sabedoria e tolerância com os cristãos. Para que exista mais facilidade em abrir uma igreja e que a designação jurídica seja clara. Muitos grupos têm encontrado dificuldades em desempenhar algumas funções administrativas relacionadas a bancos ou contratos de arrendamentos.

Fonte: Portas Abertas

Um negócio para o Reino de Deus

Victor pastoreia pessoas e vende alimentos para animais em loja na Ásia Central

Victor pastoreia pessoas e vende alimentos para animais em loja na Ásia Central

Victor é um homem que vive na Ásia Central. Ele sempre teve problemas com a lei e com a heroína. Fugiu da polícia na Ucrânia e se envolveu com o tráfico de drogas por onde passava. A Portas Abertas contou como ele teve um encontro com Cristo dentro de uma prisão. Depois dessa decisão, o irmão tinha certeza de que iria para o céu. “Uma alegria pura entrou em meu coração e os outros não entendiam o motivo. Na cadeia, eu conheci a Cristo”, relembra. Nessa época, duas coisas aconteceram: Victor teve uma doença muito grave e foi sentenciado a seis anos de prisão. O médico também o desenganou, mas nenhum dos vereditos abalou a fé do jovem: “Eu não fiquei assustado porque sabia que iria para o céu”.

Mesmo preso, o jovem cristão começou uma igreja. Havia um irmão que tocava alguns instrumentos, eles se reuniam em pequenos grupos e Victor era responsável pelas pregações. Sabendo do grupo de oração, um administrador da prisão ofereceu o microfone externo para que os sermões pudessem alcançar mais pessoas. No início, ele recusou pensando no frio que passaria durante o inverno, mas a resposta não foi aceita pelo diretor: “Não importa o frio. Você tem que pregar sobre Jesus Cristo”. Nesse período, Victor se aproximou da família. Ao cumprir a pena, foi estudar em um seminário bíblico e passou a trabalhar com usuários de drogas, em um centro de reabilitação.

Hoje, Victor é proprietário de uma loja de alimentos para animais. Ele começou o negócio por conta própria, mas com o microcrédito fornecido pela Portas Abertas, o estabelecimento tem crescido. O local também serve para receber as pessoas que querem saber mais sobre Jesus. “Quando as pessoas vêm por causa dos livros cristãos, nós fechamos o portão e colocamos o carro na frente dele. Assim, os vizinhos não conseguem ver o que estamos fazendo. Então não há motivos para batidas policiais. Nossa única atividade visível é a venda de comida de animais”, revela. :: LEIA MAIS »



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