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:: 13/nov/2019 . 11:41

Negócio recupera dignidade de cristãos na Índia

O parceiro local da Portas Abertas Abishek acompanha as dificuldades enfrentadas por famílias cristãs na Índia

O parceiro local da Portas Abertas Abishek acompanha as dificuldades enfrentadas por famílias cristãs na Índia

Uma parte da equipe da Portas Abertas na Índia é Abishek*. Ele é parceiro local e tem experimentado as lutas diárias dos cristãos para se manterem fiéis. Um dos relatos contados por ele foi sobre um pai de família que fazia parte de um grupo de extremistas. Após a conversão a Cristo, passou a ser maltratado por toda a comunidade onde vivia. Porém, a retaliação não foi suficiente para fazê-lo desistir de andar com Jesus. E isso custou não apenas a vida, mas também as incertezas para o futuro da viúva e dos cinco filhos. Mesmo diante desse cenário incerto, a família enlutada não abriu mão da fé cristã e está recebendo o apoio necessário.

Diante da discriminação, alguns enfrentam a morte e outros não conseguem sair da miséria. Além de não receberem serviços do governo, como o abastecimento de água, muitos cristãos não têm oportunidades de ter um trabalho digno, porque não são chamados nem para participar dos processos seletivos. “Pessoas estão tirando vantagens, criticando, menosprezando e tentando derrubá-los”, testemunhou. Nesses momentos, a oração vem acompanhada de atitudes como a do projeto que tem provido renda para 14 famílias. O negócio é de aluguel de uma tenda e equipamentos de som para grandes celebrações, como casamentos.

“Existem muitos projetos como esses que temos agora e estão realmente indo muito bem. Quando esses cristãos ganham uma renda e os negócios estão progredindo, as crianças vão à escola regularmente, isso nos dá muita alegria”, comemora o colaborador. Abishek reconhece que a oração de irmãos e irmãs de todo mundo são muito importantes nesse processo. Por isso, não deixa de pedi-las: “Orem pelos membros de nossas famílias, pela proteção deles. Peçam pelos cristãos na Índia e pela segurança deles. Por favor, intercedam para que o Senhor nos dê sabedoria para fazer os deveres, para realizar as tarefas e os projetos, para ministrar aos corações das pessoas e para alcançar os corações partidos”. :: LEIA MAIS »

Jihadistas espalham terror em Burkina Faso

Cristãos são mortos e expulsos de seus vilarejos em Burkina Faso

Cristãos são mortos e expulsos de seus vilarejos em Burkina Faso

Burkina Faso é um país com problemas políticos, econômicos, tribais e religiosos, e a intervenção de grupos extremistas islâmicos tem inflamado ainda mais a violência nos vilarejos localizados na região do Sahel, no norte do país. Após 27 anos de governo autoritário do ex-presidente Blaise Compaoré, essa região ficou isolada e tornou-se ideal para a presença de jihadistas.

Existem muitos grupos terroristas atuando no Sahel Africano, desde o Grupo de Apoio ao Islã e aos Muçulmanos (GSIM), o Estado Islâmico da Província da África Ocidental e o Ansarul Islam, grupo que foi criado pelo imã (líder islâmico) Malam Dicko e recruta, principalmente, pessoas do grupo étnico fulani. Os combatentes têm fácil acesso ao país via Mali, onde a maioria das facções possui bases próprias.

Uma das ideologias que tem encontrado adesão entre a juventude burkinabe é a que ensina que as dificuldades do país resultam da presença francesa e da moral e dos valores corruptos do Ocidente. Até agora, 2.024 escolas foram forçadas a fechar e cerca de 330 mil crianças estão privadas de educação. Os professores também estão sendo ameaçados. Ou eles ensinam a ideologia de forma convincente, ou precisam deixar seus postos. “O governo tem transferido alguns estudantes e professores para áreas seguras”, conta uma educadora à Portas Abertas. :: LEIA MAIS »

Igreja é vandalizada e saqueada por manifestantes no Chile

Imagens mostram manifestantes encapuzados saqueando uma igreja na região da La Assuncion. (Foto: Adrien Vautier / Le Pictorium Agency)
Imagens mostram manifestantes encapuzados saqueando uma igreja na região da La Assuncion. (Foto: Adrien Vautier / Le Pictorium Agency)

Milhares de pessoas se reuniram perto da Praça Italia de Santiago, que tem sido usada por três semanas como o principal local dos protestos em massa, no Chile.

A multidão cantava, carregava faixas e agitava bandeiras nacionais chilenas enquanto outros acendiam as luzes em seus telefones celulares.

Mas pouco tempo depois os protestos aumentaram quando um grande grupo de manifestantes encapuzados começou a saquear uma igreja católica na área conhecida como La Asuncion e removeu quase toda a iconografia do local.

Eles foram fotografados arrastando bancos da igreja, estátuas de Jesus Cristo, telas religiosas e outras iconografias pelas portas do prédio histórico antes de atear fogo em grande parte.

A fumaça também foi vista subindo da sede da Universidade Pedro de Valdivia, embora não se saiba se os manifestantes também deram início ao incêndio, pois as autoridades disseram que ainda estão investigando a causa.

Muitas das manifestações nos últimos 22 dias começaram relativamente “pacíficas”, mas agora parece que elas estão se tornando cada vez mais violentas, como pode ser visto no vídeo abaixo.

Manifestantes atirando pedras entraram em confronto com o batalhão de choque da polícia chilena pouco tempo depois que a igreja foi saqueada, enquanto os policiais respondiam com gás lacrimogêneo e canhões de água.

A agitação começou no mês passado, devido a um aumento das passagens do metrô que levou os estudantes a começarem a pular catracas em protestos, que gradualmente aumentaram e se espalharam por todo o país com uma ampla gama de demandas.

As demandas incluíam melhorias na educação, assistência médica e um sistema de pensões amplamente criticado em um dos países mais ricos da América Latina.

Uma estudante de 17 anos, Ginette Perez, que se juntou às multidões que inundaram as ruas esta semana, disse: ‘Ainda não conseguimos nada, então vamos continuar protestando’.

O presidente do Chile, Sebastian Piñera, anunciou medidas no início desta semana para aumentar a segurança e endurecer as sanções por vandalismo após os protestos de longa data que deixaram pelo menos 20 mortos.

Estima-se que mais de 2.500 pessoas tenham sido feridas nos protestos, que também forçaram o cancelamento de duas grandes cúpulas internacionais em Santiago.

Piñera deve mudar seu gabinete e anunciar um aumento no salário mínimo.

Fonte: Guiame



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