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:: 4/nov/2019 . 8:51

Crescimento em meio à perseguição na Ásia Central

O evangelho tem alcançado pessoas de todas as faixas etárias na Ásia Central, possibilitando o crescimento da igreja

O evangelho tem alcançado pessoas de todas as faixas etárias na Ásia Central, possibilitando o crescimento da igreja

Neste mês de novembro, a Revista Portas Abertas aborda a Ásia Central, região que engloba as ex-repúblicas soviéticas de maioria muçulmana, como Azerbaijão, Cazaquistão, Quirguistão, Tajiquistão, Turcomenistão e Uzbequistão. Em muitos países da Ásia Central, a igreja é estritamente monitorada pelo governo e o cristianismo é visto como uma fé dos “opressores russos”.

Mas mesmo em meio ao severo controle do governo, a igreja tem crescido. Na revista, você vai conhecer testemunhos de como o poder de Deus transformou vidas, levando as pessoas transformadas a servirem ao Senhor, alcançando outros. Você conhecerá, por exemplo, o ministério de um evangelista local que visita vilarejos remotos levando roupas, alimentos e a palavra de vida eterna.

Você também pode ler sobre o avanço do evangelho no Kuwait e terá mais informações sobre o Domingo da Igreja Perseguida 2020, que já está com inscrições abertas. Queremos ver milhares de igrejas em todo o Brasil engajadas em oração e ação pelos cristãos ex-muçulmanos de todo o mundo. Você é nosso convidado para embarcar nesta jornada!

Você poderá ser edificado com um devocional marcante e poderá acompanhar o Vamos Orar, com pedidos diários de oração pela Igreja Perseguida. A Revista Portas Abertas é o melhor caminho para você ficar em dia com tudo relacionado aos cristãos perseguidos, nossos irmãos que não desfrutam da mesma liberdade que nós para adorar ao Senhor. Fonte: Portas Abertas

Crianças perdem as pernas, mas não a esperança

Jeovanni, Dieu e Steven mantém a fé em Cristo na República Centro-Africana

Jeovanni, Dieu e Steven mantém a fé em Cristo na República Centro-Africana

Desde 2013, a Portas Abertas tem acompanhado três jovens que perderam suas pernas em um ataque a uma igreja cristã na República Centro-Africana. O futuro deles foi mudado por meio de extremistas islâmicos que atiraram três granadas durante um culto. Mas os sentimentos de raiva e desesperança não encontraram lugar no coração desses pequenos cristãos.

Jeovanni foi atingido por uma das granadas e lembra bem o dia em que perdeu as duas pernas no atentado. Ele foi à igreja com a tia mesmo sem vontade e estava comendo um bolo no momento em que o dispositivo caiu aos seus pés. “[A explosão] foi tão forte que minha irmãzinha ao meu lado voou para trás da igreja. Minha tia e eu não voamos. Nós continuamos no mesmo lugar. Tinha uma fumaça grossa e as pessoas gritavam e corriam por todo lugar”, relembra.

Após o incidente, ele foi socorrido pela Cruz Vermelha e levado ao hospital. Lá tiveram que esperar pelo médico, já que era um domingo e não havia especialista para fazer o atendimento imediato. Quando a mãe de Jeovanni encontrou o filho sendo atendido pelas enfermeiras, não resistiu ao choque e desmaiou.

Depois da cirurgia de emergência, o garoto acordou sem as pernas e sempre que vê fotos de como era antes do incidente, fica triste. Porém, o desejo dele não é por vingança; ele espera um dia encontrar a pessoa que atirou as granadas para dizer que já a perdoou. “Eu penso que ele não sabe realmente como é terrível o que ele fez. Eu o saudaria e diria: Deus perdoa você, e eu quero perdoar você também”, testemunha. :: LEIA MAIS »

Presença cristã pode ser extinta em Burkina Faso

Líderes de igrejas enfrentam assassinatos, sequestros e discriminação

Cristãos são deslocados pela perseguição de grupos extremistas em Burkina Faso

Cristãos são deslocados pela perseguição de grupos extremistas em Burkina Faso

O aumento do extremismo islâmico tem tirado a paz dos cristãos em Burkina Faso. Os deslocamentos forçados, a fome e o medo fazem parte do dia a dia de irmãos e irmãs, e os líderes cristãos do país estão clamando por ajuda para enfrentarem os resultados da violência física e emocional. Apesar da Constituição de 2012 prever a liberdade religiosa, os jihadistas têm ignorado as leis. “Os valores da tolerância, perdão e amor, que têm sempre guiado o país, foram agredidos. A liberdade de adorar, consagrada em nossas leis, também foi desafiada”, afirma o pastor Henri Ye, líder da Federação de Igrejas e Missões Evangélicas (FEME).

Com 60% da população professando a fé islâmica, Burkina Faso tem 25% de cristãos e o restante segue as religiões tradicionais africanas. A maioria dos muçulmanos vive ao norte do país, já os cristãos ficam localizados no centro e no sul. O cristianismo chegou no país no início do século 20 com a presença de missionários franceses. Porém, as práticas das religiões tradicionais africanas têm encontrado lugar entre muitos muçulmanos e cristãos, resultando em um sincretismo religioso.

Sequestros, assassinatos e discriminação de cristãos estão se intensificando mesmo com o apoio das Forças de Segurança Nacional. Nesse momento, o líder cristão Laurent Birfuoré Dabiré pede ajuda internacional: “Se o mundo continuar a não fazer nada, o resultado será a eliminação da presença cristã”.

Os grupos extremistas islâmicos têm migrado para o interior do país e enfraquecido a segurança com ataques às instituições governamentais e civis e até pessoas. “Os grupos armados vêm para promover divisão e ser o combustível para tensão com o assassinato de líderes das comunidades e religiosos”, esclarece o componente da FEME. Apesar de o governo atual de Christian Kaboré fortalecer a democracia e incentivar o respeito aos direitos humanos, os ataques dos extremistas islâmicos têm ofuscado a liberdade no país

Mais 19 pessoas são vítimas de extremistas

Jihadistas são suspeitos de matar 19 pessoas em ataque no nordeste da Burkina Faso, no fim de semana do dia 25 de outubro. De acordo com a rádio Omega, pistoleiros invadiram a vila de Pobe Mengao, na região do Sahel, no norte do país, e assassinaram 16 pessoas. Veículos foram roubados e lojas incendiadas. Na sexta-feira e sábado, três pessoas foram mortas em Rouga, na provícia de Lorum, reportou a agência Burkina Faso News.



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