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:: 24/set/2019 . 15:26

Bolsonaro cita a Bíblia e glorifica a Deus em discurso na ONU

Jair Bolsonaro, presidente do Brasil, diz à Assembléia Geral da ONU que a floresta amazônica é território soberano (Foto: Carlo Allegri/Reuters)

Jair Bolsonaro, presidente do Brasil, diz à Assembléia Geral da ONU que a floresta amazônica é território soberano (Foto: Carlo Allegri/Reuters)

O presidente Jair Bolsonaro discursou nesta terça-feira (24) pela primeira vez como chefe de Estado na 74ª edição da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York, nos EUA.

Em sua fala onde disse que o Brasil ali estava para reestabelecer a verdade, Bolsonaro tratou de diversos temas, entre os quais democracia, economia, regimes políticos na América Latina, direitos humanos, causa indígena, paz, meio ambiente, Amazônia e liberdade religiosa.

Com duração de cerca de 30 minutos, o discurso de Bolsonaro destacou a “defesa intransigente” do Brasil com relação à liberdade religiosa” e questões relacionadas à soberania do país, à família e direitos individuais, como à crença e fé.

Bolsonaro também fez a citação bíblica de João 8:32, que tem sido uma “marca” de sua atuação desde a campanha presidencial. “Tudo o que precisamos é contemplar a verdade seguindo João 8:32: ‘E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará’”, disse.

O presidente falou do episódio em que sofreu atentando ao ser esfaqueado por Adélio Bispo em 6 de setembro de 2018, em Minas Gerais. “Só sobrevivi por um milagre de Deus”, disse Bolsonaro. “Mais uma vez agradeço a Deus pela minha vida”.

Bolsonaro finalizou seu discurso dizendo que dizendo que “agradeço a todos pela graça e pela glória de Deus”.

Crianças, ideologia e Deus

O presidente disse que “durante as últimas décadas nos deixamos seduzir, sem perceber, por sistemas ideológicos de pensamento que não buscavam a verdade, mas o poder absoluto.” Ao falar sobre ideologia, que segundo disse, instalou-se “no terreno da cultura, da educação e da mídia”, ela afetou até mesmo as crianças.

“A ideologia invadiu nossos lares para investir contra a célula mater de qualquer sociedade saudável, a família”, declarou Bolsonaro. O presidente disse que essa ideologia de gênero “tenta ainda destruir a inocência de nossas crianças, pervertendo até mesmo identidade mais básica e elementar, a biológica”.

O presidente disse também que a “ideologia invadiu a própria alma humana para dela expulsar deus e a dignidade com que Ele nos revestiu”.

Liberdade Religiosa

“A perseguição religiosa é um flagelo que devemos combater de forma incansável. Nos últimos anos testemunhamos, em diferentes regiões, ataques covardes que vitimaram fiéis, congregados em igrejas, sinagogas e mesquitas”, disse Bolsonaro.

O presidente disse que “o Brasil condena energicamente todos esses atos e está pronto a colaborar com outros países para a proteção daqueles que se veem oprimidos por causa de sua fé”.

Bolsonaro destacou que “preocupam o povo brasileiro, em particular, a crescente perseguição, a discriminação e a violência contra missionários e minorias religiosas em diferentes regiões do mundo”. Nesse sentido, o presidente disse que o país apoia o Dia Internacional em Memória das Vítimas de Atos de Violência baseados em Religião ou Crença, comemorado em 22 de agosto. “Nesta data recordaremos, anualmente, aqueles que sofrem as consequências nefastas da perseguição religiosa”, disse o presidente.

Discurso americano

Na mesma linha, o presidente americano Donaldo Trump, que discursou após Bolsonaro, disse que 80% da população vivem em países onde a liberdade religiosa inexiste e que os EUA nunca se cansarão de apoiar a liberdade de culto e de religião.

Trump falou ainda sobre aborto ao dizer que os americanos não se cansarão de defender vidas inocentes. “Criança nascida e não nascida são um presente sagrado de Deus e os EUA não podem permitir que entidades internacionais se metam em direitos dos cidadãos”, disse.

Bolsonaro agradeceu o apoio de Israel no combate aos incêndios na Amazônia.

Primeira-dama

A primeira-dama Michelle Bolsonaro acompanhou o presidente na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas.

À tarde, Michelle deverá participar de um evento promovido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

O evento será na Biblioteca Pública de Nova York e trata, conforme o Planalto, do “bilhão excluído da cobertura universal de saúde: crianças e pessoas com dificuldades no desenvolvimento e deficiências”.

Michelle tem atuação em trabalhos sociais, principalmente nos destinados à comunidade de surdos e mudos. A primeira-dama, inclusive, discursou na posse de Bolsonaro em libras (Língua Brasileira de Sinais).

No governo, a primeira-dama preside o conselho do programa Pátria Voluntária, que incentiva ações de trabalho voluntário no país.

Assista:

Fonte: Guiame

Menino conta que ‘voz de Deus’ o ajudou a salvar o irmão de afogamento

Konnor (à esquerda) e Rylan (à direita) que ficou internado por dois dias em um hospital. (Foto: Reprodução/WAFB News)
Konnor (à esquerda) e Rylan (à direita) que ficou internado por dois dias em um hospital. (Foto: Reprodução/WAFB News)

Uma família viveu um milagre na tarde de sábado, 7 de setembro, enquanto os meninos Konnor, de 6 anos e Rylan, de 2, aproveitavam o dia ensolarado para se refrescarem na piscina.

Tudo estava bem até que Rylan decidiu pular na piscina para nadar sozinho.

“Ele pulou na [piscina] e achou que sabia nadar sozinho, mas foi até o fundo”, disse seu irmão Konnor, que presenciou a cena.

A uma curta distância, o tenente Richard Boe, do Gabinete do Xerife Ascension Parish, estava pegando comida depois de sair do trabalho quando recebeu uma ligação informando sobre uma criança afogada.

“Saímos do turno às 16h. Provavelmente 10 minutos depois das 16h, eu estava pegando o jantar da noite para mim e para minha esposa, quando uma ligação chegou”, disse Boe, que largou tudo e correu para casa, pensando em seu próprio neto de 3 anos.

Na casa, as pessoas começaram a entrar em pânico e começaram a implorar por um milagre, pois Rylan havia se afogado.

O menino foi tirado do fundo por Konnor, que pulou desesperado na piscina e puxou seu irmão para fora.

Konnor disse que foi ‘impelido’ a tirar seu irmão da piscina por uma voz de Deus.

Ele contou que Deus disse a ele para ir buscar Rylan. “Vá para o fundo da piscina e pegue-o”, diz Konnor ter ouvido Deus falar.

Quando Rylan estava fora da piscina, os adultos da residência começaram um procedimento cardíaco no menino. Sua mãe, Macy, disse que estava se preparando mentalmente para o pior.

“Ele se foi. Ele estava completamente azul. E eu sabia que ele não voltaria para nós”, disse Macy.

O tenente Boe chegou à cena em questão de minutos, na hora certa.

“Nem parecia que ele havia estacionado o carro. Ele correu para nós tão rápido”, disse Macy.

“Eu chequei sua boca e as vias aéreas, limpei toda a água e fiz uma massagem esternal para estimulá-lo, apertei sua mão e ele começou a respirar”, disse Boe em depoimento emocionado.

Ainda azul, Rylan foi levado de avião para um hospital, onde permaneceu por dois dias.

Agora o menino está de volta, graças a seu irmão Konnor, que ele diz que ama imensamente, e Boe, o mais novo membro de sua família e seu anjo da guarda. Fonte: Guiame

Médicos preferem deixar trabalho a serem obrigados a fazer aborto ou cirurgia de gênero

Médico. (Foto: Online Marketing / Unsplash)

Nos Estados Unidos há um crescente debate acerca do direito de consciência que tem colocado médicos e enfermeiros contra seus empregadores quando estão diante de casos onde são obrigados a fazer procedimentos aos quais se opõem por razões morais.

Dois exemplos são a realização do aborto e realização de cirurgia de mudança de sexo.

O caso é tão intenso que o governo de Donald Trump está executando novos regulamentos para implementar e fazer cumprir cerca de 25 leis de consciência.

À CBN News, o Dr. Davis Stevens, CEO emérito da Christian Medical & Dental Associations (CMDA), explicou que a importância da defesa do direito de consciência.

“O direito de consciência é a liberdade de praticar atendimento médico de acordo com suas convicções religiosas, morais ou éticas profundamente enraizadas”.

Uma pesquisa realizada pela Heart + Mind Strategies mostra que os norte-americanos estão ao lado dos médicos e do direito de consciência deles.

Para 83% dos entrevistados, médicos e enfermeiros não devem ser forçados a executar procedimentos que eles rejeitam moralmente. O estudo também revelou que 85% das mulheres mantêm essa visão.

“Também vimos um forte acordo entre as filiações partidárias: 93% dos republicanos, 78% dos democratas, 81% dos independentes e 76% dos libertários”, disse Greg Schleppenbach, da Conferência dos Bispos Católicos dos EUA (USCCB), que co-patrocinou o pesquisa.

Ainda segundo a pesquisa, 91% dos médicos cristãos disseram que iriam embora de seus trabalhos caso fossem obrigados a violar sua consciência.

“Enquanto conversamos com nossos membros, essa é a questão mais importante para eles. E eles percebem que se perdermos essa batalha, eles não estarão mais praticando medicina”, observou Stevens.

A pesquisa mostra também que 97% dos profissionais de saúde baseados na fé insistem em cuidar de pacientes em necessidade, independentemente de sua orientação sexual, identificação de gênero ou casamento homossexual.

Contudo, eles relatam serem vítimas de preconceito por conta de sua fé. Um caso clássico foi da enfermeira de Vermont que foi forçada a participar de um aborto e depois foi demitida, o que gerou um processo contra o Estado.

Na Flórida, uma médica foi rejeitada para o emprego em uma clínica porque os ginecologistas e obstetras daquele hospital tomaram conhecimento de que ela era membro de uma associação pró-vida. Fonte: Gospel Prime



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