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:: 19/ago/2019 . 9:55

Boko Haram já sequestrou cerca de 8.000 crianças para usar como terroristas suicidas

Boko Haram tem sequestrado crianças e as doutrinado para realizarem ataques suicidas com bombas em locais públicos, restaurantes e igrejas. (Foto: African Media Agency)
Boko Haram tem sequestrado crianças e as doutrinado para realizarem ataques suicidas com bombas em locais públicos, restaurantes e igrejas. (Foto: African Media Agency)

No dia 17 de junho, duas garotas e um menino entraram em uma casa de chá no norte da Nigéria. Elas estavam vestindo coletes suicidas. Quando os coletes foram detonados, pelo menos 30 pessoas morreram na explosão. Mas por que três crianças fariam uma coisa tão horrível? Essas crianças foram sequestradas pelo Boko Haram e forçadas a se tornarem armas humanas da maneira mais maligna que se possa imaginar. É uma tática terrorista impensável e não é uma história rara.

A ONU declarou recentemente que, desde 2009, cerca de 8.000 crianças foram raptadas pelo Boko Haram. E de acordo com um relatório da UNICEF, pelo menos 117 dessas crianças foram usadas em ataques suicidas desde 2017 – e mais de 80% delas são meninas.

O colunista da Portas Abertas (EUA), Robert Kenna comentou a situação dessas crianças e confessou que como pai, sente seu coração apertado ao saber desses fatos.

“Eu mal posso permitir que minha mente imagine os momentos antes da explosão, quando os militantes do Boko Haram colocaram os coletes nessas crianças e as forçaram a entrar na casa de chá lotada, antes de apertarem o botão para acabar com suas próprias vidas – e a vida de tantas outras pessoas”, escreveu. “É tão desafiador pensar sobre essas coisas. Especialmente como pai. Mas é importante saber que isso está acontecendo”.

Robert contou que fez uma viagem recentemente à Nigéria e que teve a oportunidade de conhecer pessoas que vivem esse contexto de intolerância e perseguição, mas também de determinação e vontade de viver.

“Voltei recentemente de uma viagem ao norte da Nigéria, onde conheci muitas mulheres e crianças nigerianas. Crianças rindo, cozinhando, jogando futebol e garotas trançando o cabelo umas das outras; mulheres cuidando de suas terras, costurando vestidos, pegando água, muitas vezes com bebês em uma bolsa nas costas”, disse.

Ele fotografou crianças que foram sequestradas pelo Boko Haram e conseguiram se libertar, mas carregam consigo as marcas do cativeiro e da doutrinação do grupo terrorista.

“Todas as crianças [fotogradas] foram perseguidas por extremistas, principalmente do Boko Haram. Alguns tiveram suas aldeias atacadas. Outras tiveram suas casas destruídas, seu pais mortos, mães ou irmãos sequestrados, suas igrejas incendiadas. Suas vidas mudaram para sempre de uma forma ou de outra”, afirmou. “É um poderoso lembrete de que a batalha espiritual em que estamos é real. Tão real quanto os coletes suicidas que Boko Haram prepara e coloca sobre crianças inocentes”.

Robert explicou que no Norte da Nigéria, a ameaça de outro ataque ao Boko Haram “continua a pairar como a névoa nas montanhas que cercam suas aldeias”.

“Algumas das aldeias que visitamos foram atacadas até três vezes nos últimos anos”, contou.

O impacto do Boko Haram

De acordo com o Global Conflict Tracker do Council on Foreign Relations, estima-se que 37.500 pessoas morreram como resultado da violência do Boko Haram e 2,4 milhões de pessoas foram deslocadas desde 2011. O nome real, Boko Haram, significa “educação ocidental é proibida”. O grupo extremista islâmico se levantou para combater a influência do Ocidente – o que inclui os ensinamentos do cristianismo.

Robert destacou que o contexto de violência e perseguição religiosa promovido por grupos terroristas como o Boko Haram só comprovam a batalha espiritual vivenciada pelos cristãos em todo o mundo.

“Está claro que temos um inimigo. Satanás é ativo neste mundo e ele trabalha através de sistemas, poderes e pessoas para roubar, matar e destruir. O Boko Haram é apenas uma de suas ferramentas na batalha para destruir a igreja”, destacou. “Mas como crentes, sabemos que não é aí onde a história termina”.

O outro lado da história

Robert reconheceu que quem vê as igrejas bombardeadas na Nigéria, “pode facilmente pensar as trevas estão ganhando”. Mas destacou que este cenário de destruição é uma parte do quadro como um todo.

“Quando você vê o que está acontecendo ao lado dos escombros, isso muda tudo”, lembrou. “As estatísticas obscuras sobre o Boko Haram contam um lado da história, mas há outro lado que está se movendo com força e beleza em meio ao sofrimento”.

“As famílias ainda estão seguindo a Jesus – em meio a ameaças e violência perigosas; pastores estão pastoreando seu povo em abrigos improvisados ??perto de igrejas incendiadas e bombardeadas; famílias estão orando e aprendendo a ler suas Bíblias juntas; casas estão sendo reconstruídas; igrejas estão sendo levantadas de volta; inimigos estão sendo orados e o nome de Jesus está sendo levantado”, acrescentou.

Robert finalizou seu artigo, pedindo que os cristãos não deixem de orar pela Igreja perseguida.

“Então, por favor, não desvie o olhar quando vir ou ouvir sobre o terror e a perseguição que sua família cristã está passando em lugares como a Nigéria. Em vez disso, convido-os a entrar em suas histórias completamente – para orar, apoiar, defender e fazer parceria com eles para espalhar o Evangelho. Porque, como um crente, cuidar do perseguido já está no seu DNA”, destacou. Fonte: Guiame

O aborto é um crime contra a vida e a dignidade humana

Aborto

Aborto. (Foto: Claudio Reyes/Getty Images)

Nem todos os argumentos do mundo me convencem do contrário: o aborto não é uma questão de “saúde pública”, mas um crime cometido contra a vida e a dignidade da pessoa humana. Explico-me: somente Deus tem o direito de tirar a vida, e o feto é um ser vivo.

Se alguém é a favor a legalização do aborto… Que seja! Vivemos em um Estado democrático de direito, o que nos garante o direito de expressar nossos ideais. Porém, fazer apologia a favor da prática abortiva, isso já não podemos aceitar.

Não consigo entender o que faz alguém se tornar militante pró-aborto. A interrupção voluntária da gravidez já virou tema de audiência pública no Supremo Tribunal Federal (STF), que discutiria – mesmo sem competência legal – a descriminalização do procedimento até a 12ª semana.

Pois bem! O interesse de alguns órgãos em desconstruir nossos valores já é algo conhecido. Agora, negar que o tema pode regular um crime contra a vida e desvalorizar a pessoa humana, isso é novidade.

A estratégia no debate é usar a Constituição, contra a Constituição. Explico: questionam se os artigos 124 e 126 do Código Penal, que descrevem o aborto, contrariam princípios de liberdade e igualdade.

São eles:

Art. 124 – Provocar aborto em si mesma ou consentir que outrem lhe provoque:

Pena: detenção de um a três anos

Art. 126 – Provocar aborto com o consentimento da gestante:

Pena: reclusão, de um a quatro anos.

Por outro lado, existe uma forte reação contra o avanço do tema. Somente na Câmara e no Senado, 19 projetos de lei foram protocolados com o objetivo de restringir mais ou dificultar o acesso ao aborto.

Existem aqueles casos em que a Carta Magna garante a possibilidade, como em caso de estupro, feto anencéfalo e risco de vida para a mulher. Não vem ao caso a minha opinião isso.

O fato é que permitir o aborto para quem queira fazê-lo, como se fosse um simples procedimento, é algo terrível para os princípios morais de nossa sociedade.

Resguardar a vida, desde a concepção, não é apenas um valor religioso, mas humano e social. A vida é bem mais precioso da humanidade.

A tese é muito simples. É dever de toda a humanidade preservar a vida do outrem, principalmente tratando-se de um inocente, vulnerável, um agravante na Lei.

Madre Teresa de Calcutá, cristã católica, disse certa vez: “Eis porque o aborto é um pecado tão grave. Não somente se mata a vida, mas nos colocamos mais alto do que Deus; os homens decidem quem deve viver e quem deve morrer”.

E essa é uma verdade incontestável. Se a ciência não pode explicar a vida ou a morte, no sentido de responder de onde viemos e para onde vamos, então deveria considerar que a vida é um “atributo” divino.

Cristão, advogado, esposo, escritor, discípulo e Presidente da Assembleia de Deus em Madureira.

Fonte: Gospel Prime

Movimento Brasil de Joelhos convoca 21 dias de oração e jejum por “nação livre”

Homem orando num bosque. (Photo by Naassom Azevedo on Unsplash

O Movimento Brasil de Joelhos iniciou uma “convocatória de intercessão”, com o objetivo de iniciar 21 dias de oração e jejum por “uma nação livre”.

Liderado pelo apóstolo Hudson Medeiros, a convocatória recebeu o apoio de diversos líderes do país, como Neuza Itioka, líder da Ágape Reconciliação.

A convocatória inicia neste domingo (18) e se estende até o dia 7 de setembro, data de comemoração da Independência de Brasil.

Diariamente um propósito de oração e uma meditação é disponibilizada através do site da organização Brasil de Joelhos.

No primeiro dia de oração e jejum, a intercessão está focada na busca pela Justiça, pedindo para que as instituições “instruções e diretrizes claras que vem do Senhor Justiça nossa, em conformidade com a Justiça estabelecida na cruz por Jesus, o Justo Juiz”. Fonte: Gospel Prime



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