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Contra fatos, não há argumentos: os cristãos são o grupo religioso mais perseguido do mundo

Pessoas mortas após atentado em igreja de Santo Antônio em Colombo, Sri Lanka, neste domingo 21).  (Foto: AFP)

Depois do ocorrido neste último domingo (21), você ainda tem alguma dúvida de que o incêndio criminoso da Catedral de Notre-Dame foi motivado por perseguição religiosa? Eu não tenho dúvida. Agora, temos não um incêndio criminoso, mas um atentado terrorista que vitimou quase 800 pessoas, entre mortos e feridos.

Contra fatos, não há argumentos: os cristãos são (disparado) o grupo religioso mais perseguido do mundo e, ainda que boa parte do ocidente negue este dado da realidade, precisamos acima de tudo repercutir e suscitar uma reflexão sobre este assunto.

Creio que o reconhecimento daquilo que de fato acontece no mundo com relação ao povo que professa a fé em Jesus Cristo não deve nos fazer pensar que isso é algo a ser meramente abordado no âmbito político da coisa. Não. Devemos falar disso também no âmbito escatológico considerando que, se estamos no caminho do martírio, estamos no caminho certo.

Podem queimar os templos. A fé continuará inabalável e o Cristo mais soberano do que nunca. Sua igreja não será impedida por nenhum terrorista ou político ou seja lá qual for a personalidade poderosa ou influente. As portas do Inferno não prevalecerão…

Não estamos alicerçados em prédios feitos por homens, mas sim na Pedra Viva e Angular, aquela que foi rejeitada há mais de dois mil anos atrás: Jesus Cristo, a Rocha Inabalável onde fomos vivificados e estamos num processo permanente de edificação e santificação.

Sabemos em quem temos crido. Ele nos preservará até o fim e glorificará os seus santos mártires.

No entanto, deixamos claro para cada um que acessar este artigo a verdade de que a Igreja Cristã é e continuará sendo o maior alvo de perseguição religiosa em todo o mundo. Antes de nos acusarem de preconceituosos, intolerantes, incitadores do ódio e da violência, lembrem-se de que o sangue mais derramado nesta terra caída é o sangue de gente que abraçou o sofrimento juntamente com Cristo a fim de que, juntamente com Ele, possam alcançar a ressurreição e a glória. :: LEIA MAIS »

Terrorista do Estado Islâmico se converte após ouvir a voz de Deus em bombardeio

Homem mascarado em vídeo divulgado por militantes do Estado Islâmico em 2014. (Foto: Reuters/FBI)

Homem mascarado em vídeo divulgado por militantes do Estado Islâmico em 2014. (Foto: Reuters/FBI)

Com apenas 17 anos, Shuhaib* foi recrutado pelo grupo terrorista Estado Islâmico para atuar no Afeganistão. Seu aversão pelas pessoas que não seguiam o Islã nasceu em sua própria casa — sua família, que seguia a vertente mais extrema do islamismo, fazia parte da liderança do Talibã.

Durante seu governo no Afeganistão, entre 1996 e 2001, o Talibã cometeu massacres contra milhares de pessoas e destruiu inúmeras ??igrejas. Quando forças lideradas pelos Estados Unidos atacaram o país em 2001, Shuhaib, com apenas 4 anos, viu serem mortos três de seus irmãos e sua mãe.

Shuhaib escapou junto com seu pai e sua irmã, Sameera, com o apoio de soldados americanos. Eles conseguiram reconstruir a vida mas, diante das perdas, a raiva dos cristãos aumentou.

Cerca de um ano e meio atrás, o pai de Shuhaib morreu em um acidente e sua irmã, Sameera, se converteu ao cristianismo após ser curada por Jesus. Enquanto Shuhaib continuava com sua missão terrorista, ela orava fervosoramente para que ele também tivesse um encontro com Deus. :: LEIA MAIS »

Crianças não nascem transgêneros, conclui Associação Americana de Psicologia

Associação Americana de Psicologia alerta que crianças não devem ser estimuladas a fazer a "transição de gênero". (Foto: Pixabay)
Associação Americana de Psicologia alerta que crianças não devem ser estimuladas a fazer a “transição de gênero”. (Foto: Pixabay)

Pessoas que buscam uma “identidade transgênero” não nascem assim e as crianças não devem ser encorajadas a “fazer a transição” para o sexo oposto, de acordo com um trabalho de referência endossado pela Associação Americana de Psicologia (APA), que se descreve como “a maior organização científica e profissional que representa a psicologia nos Estados Unidos e a maior associação de psicólogos no mundo”.

No entanto, todos os dias pais ouvem de terapeutas, depois de uma consulta ou duas, a recomendação clara de que “devem permitir que seu filho(a) mude o nome e os pronomes pessoais, leve uma vida como como se fosse do sexo oposto e se submeta a intervenções médicas irreversíveis para concluir essa transição”.

Laura Haynes, psicóloga licenciada na Califórnia, recentemente revisou o Manual de Sexualidade e Psicologia da APA e destacou suas descobertas de pesquisas sobre crianças transexuais.

Entre esses resultados, citados na página 744 do Volume 1 do Manual, estão os seguintes:

– “Em não mais do que uma em cada quatro crianças, a disforia de gênero persiste desde a infância até a adolescência ou vida adulta”, com a maioria dos meninos afetados se identificando como gays, não transgêneros e até a metade das meninas afetadas se identificando como lésbicas, não transgêneros.

– “A transição social precoce (isto é, a mudança do papel de gênero, como registrar um menino na escola já como menina) deve ser abordada com cautela para evitar a exclusão desse estágio de desenvolvimento da identidade de gênero.”

– “A transição social precoce pode parecer necessária para alguns; no entanto, o estresse associado à possível reversão dessa decisão tem se mostrado substancial ”.

Mentiras e distorções

O ex-transgênero, escritor e colunista do jornal americano ‘Daily Signal’, Walt Heyer destacou que apesar dessas verdades expostas recentemente pela psicóloga Laura Haynes, a sociedade tem sido enganada por distorções sobre o assunto.

“Fomos enganados por afirmações distorcidas em contrário dos defensores da mudança de sexo, que insistem que a ciência está resolvida”, afirmou. “Eles dizem que ‘as pessoas que se identificam como sendo do sexo oposto nunca mudam de ideia, a identidade entre sexos é fixa e quanto mais cedo a criança, adolescente ou adulto for afirmado como o sexo oposto e fizer a transição, melhor ele ou ela estarão”.

“De fato, no entanto, a Associação Americana de Psicologia’ e o peso da evidência histórica desafiam essa afirmação das identidades entre sexos”, acrescentou.

Walt conta que se submeteu à sua mudança de sexo em abril de 1963, mas não tinha ideia de que um dia poderia mudar sua opinião sobre sobre o rumo que sua própria vida tomaria, nem que as evidências contra a ideologia de gênero já começariam a vazar em 1979.

“Quatro anos antes eu fui mutilado”, conta o escritor que nasceu como sendo do sexo masculino, mas decidiu ‘se tornar uma mulher’ e passou pela cirurgia de transição definitiva.

A verdade emergente

Em 1979, um endocrinologista, Dr. Charles L. Ihlenfeld, fez um alerta sobre o uso de hormônios e cirurgias na população transgênero em comentários a um grupo de médicos. Ihlenfeld havia administrado terapia hormonal por seis anos a um grande grupo de 500 adultos trans-identificados que se voluntariaram.

Ihlenfeld, que é gay, disse aos médicos que “80% das pessoas que querem mudar de sexo não devem fazê-lo”. O desejo de mudar o sexo, segundo ele, “provavelmente se deve a fatores psicológicos poderosos – provavelmente a partir das experiências. dos primeiros 18 meses de vida. ”

Os comentários de Ihlenfeld, há 40 anos, prenunciavam as evidências fornecidas no Manual da APA, onde a página 743 do Volume 1 diz que se identificar como sendo do sexo oposto é “muito provavelmente o resultado de uma interação complexa entre fatores biológicos e ambientais”.

“A pesquisa sobre a influência da dinâmica da família de origem”, acrescentou, “encontrou algum apoio para a ansiedade de separação entre meninos não-conformes ao gênero e psicopatologia entre as mães.”

Ihlenfeld e a APA, gerações separadas no tempo, chegaram a uma conclusão semelhante: o desejo de mudar de sexo provavelmente decorre de experiências da vida pregressa e de fatores psicológicos.

Quanto ao conhecimento e eficácia do uso de hormônios sexuais e cirurgia de mudança de sexo para tratar a disforia de gênero, a evidência não existe.

No Reino Unido, a Faculdade de Inteligência em Pesquisa Agressiva da Universidade de Birmingham realizou uma revisão em 2004 de 100 estudos médicos internacionais de “transexuais pós-operatórios”, mas não encontrou evidências conclusivas de que operações de mudança de sexo melhorassem a vida de transexuais.

Além disso, as evidências mostraram que a pessoa transexual, depois de passar por uma cirurgia de redesignação, “continua gravemente angustiada a ponto de cometer suicídio”.

Crianças = cobaias

Os tratamentos para crianças e adolescentes com menos de 18 anos com disforia sexual permanecem em grande parte experimentais. Há um grande número de perguntas não respondidas que incluem a idade de início, reversibilidade, eventos adversos, efeitos a longo prazo na saúde mental, qualidade de vida, densidade mineral óssea, osteoporose na vida adulta e cognição.

Assim, as descobertas negativas se acumulam e são levantados alarmes sobre a falta de provas em relação à eficácia e à segurança. Mas a administração de hormônios desnecessários e remoção partes do corpo saudáveis ??com cirurgias de mudança de sexo continuam acontecendo.

O Manual de Sexualidade e Psicologia da APA, mais uma vez, diz que pessoas trans não nascem assim, que a identificação entre sexos pode mudar, e que a maioria das crianças podem abandonar o desejo de mudar de sexo se tiverem uma boa interação social. Fonte: Guia-me

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