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Trump assina projeto que ajuda cristãos vítimas do terrorismo islâmico


Imagem: White House/Shealah Craighead

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou na terça-feira (11) um projeto de lei que vai ajudar as vítimas do genocídio cometido pelo Estado Islâmico. A iniciativa animou líderes religiosos e ativistas de direitos humanos.

O projeto intitulado por “Lei de Socorro e Responsabilidade do Genocídio no Iraque e na Síria” pode impulsionar os esforços para ajudar os cristãos e outras minorias religiosas que foram vitimadas através dos crimes cometidos pelo grupo extremista islâmico nesses países.

“Esperamos que isso signifique o início de um tempo de ajuda para as nossas minorias e que aponte para os responsáveis por tudo o que aconteceu de injusto”, disse Bashar Warda, em entrevista ao Christian Post. O padre iraquiano é responsável pela ajuda a milhares de cristãos deslocados no Curdistão.

Ele conta que a situação era difícil porque o único apoio a esses cristãos em situação de crise vinha da própria igreja e suas organizações. Mas, desde agosto, houve grandes mudanças, com a chegada do enviado especial do vice-presidente dos EUA para supervisionar o programa de ajuda no norte do Iraque. :: LEIA MAIS »

Na Coreia do Norte, alunos são estimulados a “dedurarem” que pais são cristãos


O missionário Vernon Brewer, da ONG cristã World Help, há anos de dedica a contrabandear Bíblias para a Coreia do Norte. Ele sabe que é arriscado, mas diz que “nossos irmãos e irmãs perseguidos continuam a pedir por elas”.

Conforme destaca, os cristãos norte-coreanos estão enfrentando “mais perseguição que nós poderíamos imaginar, mas ainda clamam pela Palavra do Senhor”. Em artigo recente para o site Faith Wire ele conta que ouve “trágicas histórias” sobre o que acontece na ditadura comunista.

“Ouvi o relato de um cristão chamado Eun. Sua história é de partir o coração. Anos atrás, quando estava na terceira série sua professora lhes deu uma dever de casa “diferente”.

“Quando você for para casa, quero que procure um livro”, ela disse. “Normalmente, tem a capa preta e ficam escondido. Sua mãe ou seu pai o leem quando você está dormindo. Se você procurar bastante, encontrará este livro. E se o trouxer, nós te daremos um presente”, disse a professora.

Logo que chegou em casa, Eun começou a procurar o livro. Acabou encontrando a Bíblia de seus pais. “No dia seguinte, orgulhosamente o apresentou a sua professora e recebeu um lenço vermelho como recompensa. Mas quando voltou para casa para mostrar o lenço para seus pais, eles não estavam lá. Haviam sido presos … junto com os pais de outras 14 crianças que foram “honradas” por completar aquela tarefa”, conta Vernon. :: LEIA MAIS »

Cristãos enfrentam extinção iminente no Oriente Médio”

Religioso em escombros de igreja no Iraque
Religioso em escombros de igreja no Iraque. (Foto: Getty Images)

Os cristãos no Oriente Médio estão enfrentando “extinção iminente”, advertiu neste domingo (2) o arcebispo da Cantuária, líder máximo dos cerca de 80 milhões de anglicanos do mundo. Justin Welby disse à BBC que os seguidores de Jesus estavam sujeitos à “ameaça diária de execução” e que sua situação era a pior desde as invasões mongóis do século 13.

O arcebispo pediu que o governo do Reino Unido aceite mais refugiados cristãos, que acabam preteridos em muitos países. Ele destaca que apenas um em cada 400 refugiados sírios que receberam asilo no Reino Unido no ano passado era cristão.

A Abadia de Westminster, sede da Igreja Anglicana, realizou um culto especial hoje para lembrar a perseguição religiosa. Welby disse aos fiéis que “a situação dos cristãos em muitas partes do Oriente Médio está cada vez mais difícil”. Insistiu também que “precisamos orar por eles e falar em nome deles.”

Falando ao jornal The Telegraph, acrescentou: “Os cristãos enfrentam diariamente ameaças, violência, assassinato, intimidação, preconceito e pobreza. Nos últimos anos, eles foram massacrados pelo Estado Islâmico e, em muitos países, encontram-se aprisionados em meio aos conflitos que tomam conta da região”.

O arcebispo lembra ainda que “centenas de milhares de cristãos foram forçados a sair de suas casas. Muitos foram mortos, escravizados ou convertidos [ao Islã] à força”. Destacou o Iraque como exemplo, onde a população cristã atual é menos da metade do que era em 2003. Muitas igrejas foram destruídas e não há mais cultos em diversas regiões. :: LEIA MAIS »

“Estamos sendo abatidos como animais”, denunciam pastores perseguidos

Cristãos nigerianos
Cristãos nigerianos. (Foto: Reprodução)

Dezenas de líderes da igreja nigeriana se reuniram com o presidente Muhammadu Buhari, quando condenaram o massacre de cristãos no país e as mentiras propagadas pela imprensa sobre o tema.

O pastor evangélico Dacholom Datiri, presidente da Igreja de Cristo na Nigéria, disse que entregou um relatório a Buhari, que é muçulmano, descrevendo o assassinato de 646 cristãos somente no estado de Plateau este ano.

“A devastação em termos de vidas perdidas e a destruição de propriedade é inimaginável. Milhares de cristãos, pastores e membros de igrejas, foram mortos a sangue frio, abatidos como animais ou queimados até a morte. Suas casas e empresas foram queimadas ou saqueadas e as fazendas foram destruídas”, disse ele, assegurando que são anos de sofrimento.

Milhares de outros cristãos foram deslocados dentro do país ou fugiram para nações vizinhas, desde o início de 2018, enquanto o governo nigeriano não toma providências efetivas para proteger seus cidadãos.

“A narrativa é que essas pessoas são mortas por desconhecidos, ou que é um conflito étnico entre agricultores e pastores de gado da etnia fulani”, disse Datiri em seu relatório. “Todas estas versões são enganosas e deliberadamente criadas para esconder a verdade e continuar a perpetrar o mal.”

O pastor Datiri lembra que depois dos ataques muitas igrejas são destruídas, o que não faria sentido se fosse apenas uma questão tribal. “O modo de operação em todos esses ataques, como testemunham os sobreviventes, não nos deixa dúvida do uso de armamentos militares das milícias Fulani”, ressaltou.

Como prova, ele apontou para imagens de militantes empunhando armas sofisticadas, incluindo rifles AK-47, metralhadoras e granadas, que foram usados para matar cristãos desarmados.

No relatório entregue ao presidente Buhari, Datiri apontou ainda que até 38.000 cristãos foram forçados a fugir para campos de deslocados, com 30 igrejas e 4.436 casas cristãs destruídas no estado, todas no espaço de meio ano.

Emeka Umeagbalasi, presidente da Sociedade Internacional de Liberdades Civis e Estado de Direito, disse ao The Christian Post que o governo e muitas agências de notícias estão divulgando uma narrativa falsa e que o mundo não sabe o que ocorre na Nigéria. :: LEIA MAIS »



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